<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Destaque &#8211; CANTINHO DA NUTRI &#8211; Nutricionista Itaim, Moema, Vila Nova Conceição</title>
	<atom:link href="https://cantinhodanutri.com.br/category/destaque/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://cantinhodanutri.com.br</link>
	<description>Carol Faria Coaching de Emagrecimento &#124; Nutrição Esportiva &#124; Materno-Infantil</description>
	<lastBuildDate>Tue, 08 Jan 2019 11:12:42 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>MULHER GRÁVIDA PODE TER UMA DIETA VEGETARIANA?</title>
		<link>https://cantinhodanutri.com.br/mulher-gravida-pode-ter-uma-dieta-vegetariana/</link>
					<comments>https://cantinhodanutri.com.br/mulher-gravida-pode-ter-uma-dieta-vegetariana/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Nov 2018 14:32:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Dietas]]></category>
		<category><![CDATA[Gestantes]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[dieta]]></category>
		<category><![CDATA[gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[vegeteriana]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cantinhodanutri.com.br/?p=1755</guid>

					<description><![CDATA[A alimentação é muito importante durante qualquer fase da vida, mas durante a gestação é ainda mais e por isso merece destaque! A mulher gestante precisa suprir suas necessidades energéticas e as do bebê, além de precisar também proporcionar todos os nutrientes necessários para que o feto tenha um ótimo crescimento e desenvolvimento. Muitas dúvidas &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A alimentação é muito importante durante qualquer fase da vida, mas durante a gestação é ainda mais e por isso merece destaque!<br />
A mulher gestante precisa suprir suas necessidades energéticas e as do bebê, além de precisar também proporcionar todos os nutrientes necessários para que o feto tenha um ótimo crescimento e desenvolvimento.<br />
Muitas dúvidas vêm durante essa fase, e uma delas é: “A mulher grávida pode ter uma dieta vegetariana?”<br />
A maior preocupação da mãe em relação a isso é a possível falta de nutrientes, destacando a possível carência de proteínas e vitamina B12 que viriam com a retirada dos animais e seus derivados da dieta.<br />
E sim! A mulher gestante pode ter uma dieta vegetariana, embora para isso seja necessário que a mulher tenha uma atenção especial à sua alimentação para que consiga ter um bom alcance de nutrientes e assim evitar possíveis carências.<br />
Por exemplo: é preciso que a mulher capriche e eleve a ingestão das proteínas vegetais, para compensar as quantidades de proteínas animais que ela não irá ingerir. Esses alimentos são  representados por ovos (se você for ovolactovegatariana), lentilha, feijão, ervilhas e também as oleaginosas como castanhas, amêndoas e avelãs.<br />
Um nutriente importante para todas as gestantes é o ferro. Ele pode ser encontrado em verduras, brócolis, beterraba, couve, grãos e ervilhas.<br />
O ômega 3 também é essencial para a saúde da mamãe e do bebê. É um nutriente que você pode encontrar na chia, linhaça e óleos vegetais e apresenta papel antioxidante.<br />
O cálcio é muito importante para o desenvolvimento de ossos e dentes e você consegue encontra-lo em vegetais de cor verde escuro, como o espinafre, rúcula, e alimentos como tofu e castanhas.<br />
Cada nutriente possui a sua importância tanto na saúde da mãe quanto na saúde do bebê e é por isso que precisamos dar atenção especial à alimentação da gestante vegetariana.<br />
Algumas dicas também podem melhorar a absorção de nutrientes pelo seu corpo, como por exemplo:<br />
&#8211; evitar o consumo de chás e cafés durante as refeições. Essas bebidas podem ser ingeridas fora das refeições, mas deve-se evitar esse consumo junto dos alimentos, pois o consumo de cafeína inibe e dificulta a absorção de cálcio pelo nosso organismo.<br />
&#8211; quando você consumir alimentos ricos em ferro, evite os alimentos ricos em cálcio nessa mesma refeição, pois o cálcio impede a absorção do ferro.<br />
&#8211; Após as refeições ricas em ferro, que na grande maioria são as de almoço e jantar, consuma frutas ricas em vitamina C. Essa vitamina ajuda na absorção do ferro, tornando-o mais ativo e melhor usado. Então, depois das principais refeições, consuma laranja, kiwi, tangerina, etc.<br />
&#8211; Invista em saladas bem coloridas. Elas devem ser priorizadas para que você alcance vários nutrientes diferentes. Evite comer todos os dias os mesmos alimentos, e procure variar sempre!<br />
Com essas pequenas dicas você já conseguirá melhorar sua dieta e com isso beneficiar sua gestação!<br />
Procure um nutricionista e veja qual é a melhor dieta para você e sempre fique de olho nos níveis dos nutrientes em seu sangue! Fazer exames periódicos é extremamente importante durante a gestação e por mais que pareça desconfortável, são necessários.<br />
Conhece alguma amiga que está passando por esse momento lindo da vida? Marque ela aqui nos comentários!</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://cantinhodanutri.com.br/mulher-gravida-pode-ter-uma-dieta-vegetariana/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>SOP: Disbiose: conheça o problema intestinal que pode levar à SOP</title>
		<link>https://cantinhodanutri.com.br/sop-disbiose-conheca-o-problema-intestinal-que-pode-levar-a-sop/</link>
					<comments>https://cantinhodanutri.com.br/sop-disbiose-conheca-o-problema-intestinal-que-pode-levar-a-sop/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Sep 2018 11:58:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Dietas]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[SOP]]></category>
		<category><![CDATA[Disbiose]]></category>
		<category><![CDATA[problema intestinal]]></category>
		<category><![CDATA[sop]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cantinhodanutri.com.br/?p=1650</guid>

					<description><![CDATA[Já falamos diversas vezes por aqui sobre a síndrome do ovário policístico, síndrome que envolve uma série de alterações hormonais, que levam a diversos sintomas, tais como: acne, queda de cabelo, ciclo menstrual irregular, excesso de pelos, anovulação, resistência insulínica, entre outros. A resistência insulínica se dá quando a insulina não executa suas funções corretamente, &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Já falamos diversas vezes por aqui sobre a síndrome do ovário policístico, síndrome que envolve uma série de alterações hormonais, que levam a diversos sintomas, tais como: acne, queda de cabelo, ciclo menstrual irregular, excesso de pelos, anovulação, resistência insulínica, entre outros.</p>
<p>A resistência insulínica se dá quando a insulina não executa suas funções corretamente, podendo não ser produzida ou podendo ser produzida em quantidade elevada e não utilizada, ficando assim, circulando no sangue.<br />
Podemos dizer que a resistência insulínica é apontada como principal fator fisiológico da SOP. </p>
<p>A teoria da disbiose – desequilíbrio intestinal entre as bactérias “benéficas” e maléficas”, conhecida desde 2012, aponta que ela pode ser a origem da síndrome do ovário policístico.</p>
<p>Alguns fatores, como alimentação rica em industrializados, ultraprocessados, farinhas brancas, sem fibras, juntam-se a vida sedentária do cotidiano, o que levam ao desequilíbrio da microbiota intestinal. Com isso, resulta-se em um surgimento da permeabilidade aumentada do intestino à lipopolissacarídeos de bactérias gram-negativas, que influenciarão nosso sistema imunológico a induzir um estado de resistência insulínica.<br />
A insulina que aumentará no sangue, levará ao aumento da produção dos hormônios androgênicos, como por exemplo, a testosterona, surgindo os sintomas citados no início dessa matéria.</p>
<p>Estudos apontam que quanto mais cedo você mudar o seu estilo de vida, com uma reeducação alimentar e um diferente comportamento, menor será o risco de desenvolver a síndrome do ovário policístico, e as complicações que ela traz.</p>
<p>Agora, você mulher com SOP, viu só a importância de um tratamento correto com a alimentação + atividade física? Tendo uma equipe multidisciplinar juntamente com você?<br />
Viu só como é importante cuidar de nós mesmas, da nossa saúde e do nosso intestino?<br />
Se você tem SOP, não pense duas vezes em querer tratar com a alimentação e o estilo de vida! Comece a mudança agora!<br />
Se você ainda não trata com a alimentação, apenas com remédios, procure um profissional para te ajudar!<br />
Não negligencie! Não deixe de consultar um médico, um nutricionista e um personal trainner. </p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://cantinhodanutri.com.br/sop-disbiose-conheca-o-problema-intestinal-que-pode-levar-a-sop/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Emagrecimento: o que a ciência diz sobre o jejum?</title>
		<link>https://cantinhodanutri.com.br/emagrecimento-o-que-a-ciencia-diz-sobre-o-jejum/</link>
					<comments>https://cantinhodanutri.com.br/emagrecimento-o-que-a-ciencia-diz-sobre-o-jejum/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Sep 2018 15:26:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Dietas]]></category>
		<category><![CDATA[Emagrecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[benefícios]]></category>
		<category><![CDATA[dieta]]></category>
		<category><![CDATA[intermitente]]></category>
		<category><![CDATA[jejum]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[riscos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cantinhodanutri.com.br/?p=1639</guid>

					<description><![CDATA[Quem vive na luta contra a balança provavelmente já tentou e testou inúmeras dietas e estratégias nutricionais de emagrecimento. A moda atual é fazer jejum intermitente que, segundo o que dizem, não só ajuda a emagrecer, mas também a se manter jovem por mais tempo. Embora existam diferentes modelos, o mais comum é o de &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem vive na luta contra a balança provavelmente já tentou e testou inúmeras dietas e estratégias nutricionais de emagrecimento. A moda atual é fazer jejum intermitente que, segundo o que dizem, não só ajuda a emagrecer, mas também a se manter jovem por mais tempo.</p>
<p>Embora existam diferentes modelos, o mais comum é o de 5:2, ou seja, a pessoa passa cinco dias comendo normalmente e dois se submetendo a uma dieta hipocalórica com intervalos de no mínimo 12h entre as refeições. Um argumento muito usado por quem defende o jejum intermitente como forma de controle de peso é de que ele faz sentido do ponto de vista evolutivo, já que nossos ancestrais comiam apenas quando tinham comida disponível, permanecendo por vários dias seguidos sem um alimento sequer e sob esforço intenso. </p>
<p>O que a teoria não leva em conta porém, é que fazer jejum na verdade diminui nossas taxas metabólicas, justamente porque o corpo entende que se deve conservar energia. Portanto, se o objetivo é queimar calorias, fazer jejum não faria sentido. A afirmação de Thom &#038; Lean, (2017) nos alerta para a falta de existência de estudos em humanos que confirmem os benefícios do jejum à saúde. Para se ter certeza dos seus benefícios ou malefícios, seriam necessários anos de acompanhamento, e por ser uma estratégica recente, não “daria tempo” ainda de se notar essas variações. </p>
<p>Os artigos usados pelos que defendem a estratégia, em geral, comparam restrição calórica intermitente com uma alimentação ruim. No entanto, quando a comparação envolve uma alimentação distribuída de maneira equilibrada e outra nutricionalmente similar envolvendo jejum os resultados tendem a ser diferentes.</p>
<p>Por exemplo, revisões recentes apontam que fazer jejum gera a mesma perda de peso que restringir calorias (Davis et al., 2016; Harvie &#038; Howell, 2017). Inclusive, em pessoas de peso normal, há possibilidade do jejum causar problemas na sensibilidade à insulina no longo prazo, segundo Harvie &#038; Howell (2017). </p>
<p>Alguns estudos apontam o jejum intermitente como sendo benéfico para grupos de pessoas com patologias relacionadas ao metabolismo de carboidratos, tais como diabetes 1 e 2, resistência à insulina, Síndrome do Ovário Policístico, Síndrome Congênita da Glândula Supra Renal, entre outros. </p>
<p>O fato é: pode ser uma estratégica benéfica para alguns e extremamente maléfica para outros. Indivíduos que apresentam hipoglicemia e doenças renais, por exemplo, não devem sequer pensar em se submeter a jejuns tão longos com objetivo apenas de emagrecimento ou melhora estética. </p>
<p>Antes de tentar qualquer estratégia nutricional, é imprescindível que sejam feitos exames de sangue, que possam diagnosticar qualquer anormalidade bioquímica no indivíduo. Carências nutricionais também devem ser igualmente avaliadas e tratadas antes de uma estratégia de jejum.<br />
Para as pessoas mais ansiosas e compulsivas, a restrição alimentar pode ocasionar rebotes intensos, que não fariam valer o período sem alimentação. Por tanto, características emocionais e psicológicas também devem ser avaliadas antes de submeter o indivíduo ao jejum. </p>
<p>Consulte sempre um profissional nutricionista!</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://cantinhodanutri.com.br/emagrecimento-o-que-a-ciencia-diz-sobre-o-jejum/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Síndrome do Ovário Policístico e resistência à insulina: Como diagnosticar e tratar?</title>
		<link>https://cantinhodanutri.com.br/sindrome-do-ovario-policistico-e-resistencia-a-insulina-como-diagnosticar-e-tratar/</link>
					<comments>https://cantinhodanutri.com.br/sindrome-do-ovario-policistico-e-resistencia-a-insulina-como-diagnosticar-e-tratar/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Jul 2018 12:31:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[SOP]]></category>
		<category><![CDATA[ovario]]></category>
		<category><![CDATA[policístico]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cantinhodanutri.com.br/?p=1539</guid>

					<description><![CDATA[A Síndrome do Ovário Policístico (SOP) é uma doença endócrina que acomete de 6 a 10% das mulheres em idade reprodutiva. Não há cura portando é preciso que o tratamento seja feito através de uma alimentação adequada e prática de exercícios. Cerca de 90% das mulheres com SOP apresentam resistência à insulina e isso ocorre, &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Síndrome do Ovário Policístico (SOP) é uma doença endócrina que acomete de 6 a 10% das mulheres em idade reprodutiva. Não há cura portando é preciso que o tratamento seja feito através de uma alimentação adequada e prática de exercícios. Cerca de 90% das mulheres com SOP apresentam resistência à insulina e isso ocorre, pois metades das mulheres portadoras estão obesas.</p>
<p>E isso influencia na melhora da síndrome, pois resulta em várias anormalidades metabólicas como hipertensão arterial, dislipidemia e resistência à insulina, por exemplo. A resistência faz com que a insulina seja pouco produzida pelo pâncreas ou apenas não seja produzida. O que acontece em decorrência disso é o acúmulo de glicose na corrente sanguínea. Fazendo com que a mulher fique sem energia, pois não há glicose dentro das suas células, e por conta disso fique com mais vontade de comer alimentos fontes de carboidrato seja doce ou salgado.  Para o diagnóstico de resistência insulínica em portadoras de SOP, é necessária a realização do exame de Curva Glicêmica. </p>
<p>Corrigir a ingestão calórica, desestimular o consumo de doces, consumir carboidratos integrais, incluir na dieta o consumo de proteínas magras, aumentar o consumo de fibras e inibir a ingesta de industrializados, são alguns dos objetivos da terapia nutricional na SOP.</p>
<p>A alimentação quando feita de uma forma mais saudável, resulta em melhoras para o seu corpo, e evita complicações futuras. Quando se consome alimentos com um índice glicêmico alto, a corrente sanguínea fica com várias moléculas de glicose, e por sua vez a insulina age direcionando a glicose para dentro das células. Por outro lado, quando se tem a resistência insulínica, a glicose não entra nas células e é convertida em gordura. Então, através da alimentação podemos conseguir melhores resultados tanto na prevenção quanto quando já somos portadores da patologia.<br />
O consumo de fibras é bom tanto pela saciedade que ela nos oferta, pois atrasa o trânsito intestinal e faz com que fiquemos saciados por mais tempo, quanto por manter os níveis glicêmicos adequados. Substituir alimentos industrializados por frutas, legumes e verduras, consumir produtos lácteos de forma moderada, consumir oleaginosas como macadâmia, nozes e castanhas, pois ajudam na saciedade. Desestimular o consumo de alimentos com gordura saturada e trans, pois interferem negativamente na glicemia e no perfil lipídico.</p>
<p>Lembrando que é importante fazer tanto o exame de Curva glicêmica para analisar se há de fato a resistência insulínica, pois muitas mulheres com SOP estão tomando medicações que não precisariam, e não ajudam de fato a tratar a patologia, sem saber de fato se tem resistência. Portanto, você portadora de SOP, pesquise, vá atrás e esteja sempre informada para escolher os melhores profissionais para te ajudarem no tratamento! </p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://cantinhodanutri.com.br/sindrome-do-ovario-policistico-e-resistencia-a-insulina-como-diagnosticar-e-tratar/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Síndrome do Ovário Policístico: entenda de uma vez por todas o que é, como diagnosticar, descobrir e tratar.</title>
		<link>https://cantinhodanutri.com.br/sindrome-do-ovario-policistico-entenda-de-uma-vez-por-todas-o-que-e-como-diagnosticar-descobrir-e-tratar/</link>
					<comments>https://cantinhodanutri.com.br/sindrome-do-ovario-policistico-entenda-de-uma-vez-por-todas-o-que-e-como-diagnosticar-descobrir-e-tratar/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 May 2018 17:03:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[SOP]]></category>
		<category><![CDATA[ovario]]></category>
		<category><![CDATA[policístico]]></category>
		<category><![CDATA[sop]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cantinhodanutri.com.br/?p=1438</guid>

					<description><![CDATA[O que é a Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP)? É uma síndrome dos ovários policístico é também chamada e conhecida como SOP. É caracterizada por alterações hormonais que podem repercutir no organismo causando vários sintomas. Ao contrário do que muitos imaginam, é uma disfunção hormonal, e não ovariana. Os ovários apenas sofrem as consequências das &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O que é a Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP)?</strong></p>
<p>É uma síndrome dos ovários policístico é também chamada e conhecida como SOP. É caracterizada por alterações hormonais que podem repercutir no organismo causando vários sintomas.</p>
<p>Ao contrário do que muitos imaginam, é uma disfunção hormonal, e não ovariana. Os ovários apenas sofrem as consequências das alterações hormonais.</p>
<p>Normalmente, ao invés de se formar um único folículo no ovário, que é um processo natural e normal, formam-se vários que ficam “acumulados” e não liberam os óvulos. Eles não se rompem, permanecendo no ovário ciclo após ciclo. Daí o nome “ovários policísticos” que, como explicarei daqui há pouco, não é alteração orgânica obrigatória nesta síndrome. Muitas mulheres portadoras de SOP NÃO apresentam microcistos no ovário.</p>
<p>Existem vários hormônios que participam destas alterações, mas os principais são os androgênios (hormônios masculinos normalmente produzidos pelos ovários, em quantidades pequenas e que nos casos de SOP estão aumentados).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como é realizado o diagnóstico dá síndrome?</strong></p>
<p>O diagnóstico da SOP pode ser feito através do histórico da paciente, exame clínico e exames laboratoriais. Os 3 são de extrema importância e devem ser avaliados. Entenda o papel de cada um:</p>
<p><strong>Histórico e exame clínico</strong></p>
<p>O médico deve fazer uma avaliação de todo histórico da paciente, bem como precisa avaliar os sintomas presentes e ausentes no momento da consulta. Os sintomas clínicos mais comuns da SOP envolvem:</p>
<ol>
<li><strong>Menstruação irregular:</strong> é uma das principais características. Os ciclos menstruais podem acontecer esporadicamente, podendo demorar até 180 dias entre uma menstruação e outra. Muitas vezes elas só aparecem quando as pacientes recebem medicamentos para estimular o ciclo ou usam anticoncepcionais para essa finalidade. Algumas mulheres menstruam regularmente por alguns meses, e depois passam meses sem menstruar. Outras menstruam um mês, e depois ficam até 6 meses sem o ciclo acontecer. Mas, não é uma regra: algumas mulheres com SOP podem ter ciclos regulares, que valiam de 28 a 45 dias.</li>
<li><strong>Obesidade:</strong> cerca de metade das mulheres com SOP estão acima do peso, isto é, com o Índice de Massa Corpórea (IMC) está acima dos 25Km/m² (lembrete: IMC = Peso /Altura²). Esse é um fator fundamental para futuras complicações desta doença. A circunferência abdominal superior a 88 cm está associada a um maior risco de problemas cardíacos (alguns já consideram o valor máximo de 80 cm para mulheres). É importante ressaltar que o IMC é um critério de avaliação da Organização Mundial da Saúde (OMS) que o utiliza para grandes populações e grupos, quando não é possível avaliar individualmente cada pessoa. Em consultas nutricionais o melhor parâmetro é o % de gordura corporal. Ele é diferenciado dependendo do sexo, idade, fator atividade física e outras características pessoais do avaliado, sendo mais preciso e confiável. É comum mulheres com IMC dentro do adequado apresentarem % de gordura elevado. Nesse caso, podendo ser também fator de risco para casos de SOP. Consulte sempre uma nutricionista para ter esse diagnóstico de maneira mais detalhada e confiável.</li>
<li><strong>Infertilidade:</strong> devido às alterações hormonais, mulheres com SOP podem ovular menos ou de maneira inadequada e por isso podem ter dificuldade em engravidar. Das causas de infertilidade o fator ovulatório ocupa um lugar de destaque e 75% é devido a esta síndrome. Além disso, essas mulheres têm um alto índice de abortamento. Porém, estamos falando aqui da <strong><em><u>SOP descontrolada. </u></em></strong>Mulheres com SOP que seguem dieta adequada, controlam o peso e principalmente a resistência à insulina, podem apresentar ovulação normal e terem filhos saudáveis sem apresentarem, necessariamente, dificuldade. Uma perda de 10% do peso corporal ou de 15% do peso em gordura é capaz de restaurar a fertilidade e a ovulação na grande maioria dos casos.</li>
<li><strong>Hirsutismo:</strong> é o aparecimento de pelos em locais onde normalmente não deveriam existir na mulher (face, tórax, glúteos, ao redor dos mamilos, região inferior do abdômen e parte superior do dorso). Na maioria das vezes esse excesso de peso está relacionado ao aumento da testosterona, hormônio masculino que fica elevado nos casos de SOP.</li>
<li><strong>Acne:</strong> Costuma estar presente em 30% das mulheres com SOP. Decorrente do aumento da insulina, o excesso de espinhas e cravos consiste num processo inflamatório da pele, que pode acometer tanto o rosto como outras regiões do corpo. Na maior parte das vezes, a acne é caracterizada por erupções superficiais causadas pela obstrução dos poros, que em seguida inflamam.</li>
<li><strong>Alopécia:</strong> é a queda em excesso de cabelos na região do couro cabeludo. Essa queda de cabelo normalmente acontece pelo aumento da testosterona, bem como pela diminuição de hormônios femininos. Podem ser em maior ou menor grau, e quando não tratada, pode originar calvice.</li>
<li><strong>Seborréia: </strong>é a oleosidade da pele e couro cabeludo. Nas mulheres com SOP, essa oleosidade pode ser bem maior que o normal, sendo a origem dos acnes e inflamações epiteliais (ou seja, da pele)</li>
<li><strong>Acantosis nigricans:</strong> nome estranho, que parece grego, mas que quer dizer aumento da pigmentação da pele (manchas escuras) em áreas de dobras, como pescoço e axilas. Na maioria das mulheres com SOP essas manchas surgem pelo aumento da insulina e desaparecem assim que a Síndrome é controlada.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Exames que devem ser realizados para o diagnóstico da SOP</strong></p>
<ol>
<li><strong>Ultrassom:</strong> o ideal é ser realizado pela via transvaginal, mas, em mulheres virgens pode ser feito através do abdômen (como é feito em gestantes de segundo e terceiro trimestre). Neste exame observa-se:</li>
</ol>
<ul>
<li>o volume ovariano ( que deve ser menor que 10cm3);</li>
<li>a textura do ovário</li>
<li>a presença de pequenos cistos.</li>
</ul>
<p>Se houver a presença de 12 cistos ou mais em cada ovário, medindo 2 a 9 mm no seu maior diâmetro, o diagnóstico de SOP poderá ser confirmado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li><strong>Resistência à insulina:</strong> a insulina é um hormônio transportador da glicose. Toda vez que ingerimos um carboidrato, ele é quebrado até ser transformado em glicose para poder ser absorvido. A insulina é o hormônio que tem a função de captar essa glicose e leva-la até o interior da célula, onde irá gerar energia. Em algumas doenças como a SOP, existe um defeito na sua ação, o que provoca o acúmulo de glicose no sangue, assim como o acúmulo de insulina, que fica sem função. Esse quadro é chamado de resistência à insulina, e pode progredir para um diabetes, por exemplo. Os exames para investigar a resistência à insulina são muito importantes, tanto para o diagnóstico como para avaliar as possíveis complicações futuras que serão descritas mais adiante. Ao contrário do que muitos imaginam, não basta apenas medir a glicose em jejum!! Além desse item, devemos também avaliar a insulina de jejum e fazermos a curva glicêmica. Nesse exame, a paciente deve chegar em jejum de 8h no laboratório, extrair sangue para análise e em seguida ingerir uma solução rica em glicose. Após a ingestão, a paciente é submetida a extrações de sangue a cada 30 minutos por 2 ou 3 horas. A partir desse exame o diagnóstico de resistência à insulina poderá ser realizado.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li><strong>Avaliação hormonal: </strong>A avaliação hormonal também acontece através de exames de sangue, e devem ser repetidos a cada 4 ou 6 meses. Nesses exames, é importante avaliar:</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>FSH e LH – a relação LH e FSH é geralmente &gt; 3:1 em mulheres saudáveis e apresenta alterações em casos de SOP;</li>
<li>Hidroxiprogesterona (17 OHP) – trata-se de um hormônio que deve ser mensurado a fim de que se descarte a hiperplasia congênita da glândula supra-renal, uma patologia também hormonal que pode causar um quadro clínico com sintomas muito parecidos com os sintomas da SOP, dificultando o diagnóstico correto.</li>
<li>T3, T4, T4 livre e TSH – são hormônios ligados à tireoide que estão relacionados à síndrome do ovário policístico e podem estar alterados. Casos de hipotireoidismo e de Tireoidismo de Hashimoto são muito comuns em mulheres com SOP.</li>
<li>Prolactina – hormônio que está aumentado normalmente em mulheres que estão amamentando, mas fora desta condição causa alterações menstruais e normalmente está aumentado em pacientes com SOP.</li>
<li>Hormônios Androgênios: Testosterona, Testosterona Livre, SHBG e SDHEA, androstenediona e cortisol. Cortisol é o hormônio do estresse, e normalmente apresenta-se elevado em mulheres com SOP.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="4">
<li><strong>Avaliação metabólica: </strong>para nós nutricionistas, é imprescindível uma avaliação detalhada sobre o metabolismo da paciente. Normalmente, os exames básicos para essa avaliação incluem:</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>Perfil lipídico (colesterol total, colesterol HDL, colesterol LDL, triglicérides). Alterações nesses índices sugerem o que chamamos de Dislipidemia, situação comum em mulheres com SOP e Síndrome Metabólica.</li>
<li>Curva glicêmica e de insulina: com a curva é possível avaliarmos o metabolismo de carboidratos da paciente, desde o momento do consumo até 3 horas depois da ingestão. Muito importante para o diagnóstico de resistência à insulina e também para diagnosticar dificuldade no metabolismo do nutriente (relacionada à vontade de doces, menor disposição e outros sintomas)</li>
<li>HOMA-r/HOMA-B – são testes para avaliar a resistência à insulina e não são realizados em exames de rotina. Importante para pacientes com SOP ou qualquer disfunção hormonal.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>O diagnóstico de SOP é confirmado quando pelo menos dois dos três itens abaixo estão presentes:</p>
<ul>
<li>Hiperandrogenismo (aumento do hormônio masculino) refletido por hirsutismo, acne, queda de cabelo (ver histórico e exame clínico descritos anteriormente) ou exames de laboratório;</li>
<li>Ciclos menstruais com intervalos irregulares curtos ou longos (atrasos menstruais); são quase sempre anovulatórios, ou seja, sem ovulação;</li>
<li>Ovários com presença de cistos, vistos pelo ultrassom.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Antes de fechar um diagnóstico, é importante descartar outras patologias com sintomas e quadros extremamente parecidos com os da SOP, como tumores virilizantes, hiperplasia congênita da glândula supra-renal e a Síndrome de Cushing.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Importante: para ser diagnosticada com SOP, a mulher não precisa ter todos os sintomas da Síndrome. Por conta disso, atualmente temos 4 fenótipos possíveis para essas mulheres.</p>
<ul>
<li>Fenótipo A: mulheres que apresentam disfunção hormonal, disfunção ovulatória e presença de cistos no ovário, vistos pelo ultrassom.</li>
<li>Fenótipo B: mulheres que apresentam disfunção ovulatória e hormonal</li>
<li>Fenótipo C: mulheres que apresentam disfunção hormonal e cistos vistos nos ovários.</li>
<li>Fenótipo D: mulheres que apresentam disfunção ovulatória e presença de cistos.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Síndrome metabólica em mulheres com SOP</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Síndrome metabólica é muito comum em mulheres com SOP, e está relacionada à obesidade. É caracterizada pela associação de fatores de riscos para doenças cardiovasculares (ataque cardíaco e acidente vascular cerebral, o AVC) e também diabetes tipo 2. Tem como base a resistência à insulina que falamos há pouco,  o que obriga o pâncreas a produzir mais este hormônio. O risco desta complicação pode ser avaliado precocemente, evitando maiores danos à saúde de suas portadoras.</p>
<p>A Síndrome Metabólica normalmente se apresenta quando há:</p>
<ul>
<li>Intolerância à glicose, caracterizada por glicemia em jejum na faixa de 100 a 125, ou por glicemia entre 140 e 200 após administração de glicose;</li>
<li>Hipertensão arterial ou pressão alta;</li>
<li>Níveis altos do colesterol LDL (também chamado de colesterol “ruim” e baixos do colesterol HDL (ou colesterol bom);</li>
<li>Aumento dos níveis de triglicérides;</li>
<li>Obesidade, especialmente obesidade central, com acúmulo de gordura no abdômen, que está associada à presença de gordura visceral e casos de esteatose hepática;</li>
<li>Ácido úrico elevado;</li>
<li>Microalbuminúria, isto é, eliminação de proteína pela urina;</li>
<li>Fatores pró-trombóticos que favorecem a coagulação do sangue;</li>
<li>Marcadores inflamatórios elevados (a inflamação da camada interna dos vasos sanguíneos favorece a instalação de doenças cardiovasculares e outras complicações).</li>
</ul>
<p>O diagnóstico da Síndrome Metabólica leva em conta as características clínicas (presença dos fatores de risco) e dados laboratoriais. Basta a associação de três dos fatores acima relacionados para diagnosticar a síndrome metabólica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Câncer x SOP:</strong></p>
<p>O câncer do endométrio é o 4º mais comum entre as mulheres e o mais freqüente entre os do sistema reprodutivo feminino, quando não se consideram as mamas.</p>
<p>A SOP pode aumentar a chance desta doença pelas alterações hormonais que levam a ciclos menstruais longos, um estímulo estrogênico prolongado sem a ação do hormônio progesterona, além da obesidade que muitas vezes é acompanhada de hipertensão arterial (síndrome metabólica).</p>
<p>Casos de câncer também são maiores em pessoas com hábitos alimentares inadequados, com alto consumo de açúcares e farinhas, alimentos industrializados, adoçantes e gorduras saturadas. Normalmente uma dieta baseada nessas condições promove o aumento de peso e está presente na rotina das mulheres com SOP.</p>
<p>Para minimizar o risco de câncer endometrial, é recomendado um cardápio rico em antioxidantes naturais, com baixo consumo de carboidratos refinados e de alto índice glicêmico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Qualidade do sono e SOP</strong></p>
<p>Alterações do sono e dificuldade de respiração durante o mesmo são as principais queixas de pessoas com qualidade ruim de sono. Este quadro está freqüentemente associado com obesidade, distribuição inadequada da gordura pelo corpo, à resistência da insulina, hipertensão arterial e a síndrome dos ovários policísticos, principalmente quando há excesso de andrógenos.</p>
<p>Para minimizar esse quadro, é fortemente recomendada a perda de peso, que por si só já é capaz de minimizar as alterações hormonais e solucionar a resistência à insulina. Uma dieta rica em alimentos fontes de triptofano também é recomendada. O triptofano é um precursor da serotonina, hormônio do bem estar que pode melhorar a qualidade do sono. Alguns exemplos de alimentos com essa característica: banana, mel, aveia, maça.</p>
<p>Para a melhora do sono, também recomendo uma rotina de sono, que facilita o adormecer e “educa” o organismo quanto à produção de hormônios que deve acontecer durante a noite. Evitar o uso de celulares e tablets próximo do horário de deitar, evitar situações ou conversas desagradáveis, bem como deitar 30 minutos antes do horário planejado para o sono são atividades que ajudam muito. Praticar yoga ou meditação, bem como atividade física regular também favorece um bom sono.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Diabetes e Resistência à insulina</strong></p>
<p>A resistência à insulina não tratada favorece o surgimento da diabetes, de forma ainda mais potente quando a paciente apresenta também obesidade ou aumento de peso.</p>
<p>O órgão produtor da insulina, chamado pâncreas, pode ser sobrecarregado em casos de resistência à insulina.</p>
<p>Uma vez que o hormônio está sendo produzido mas que não é o suficiente, o pâncreas recebe uma sinalização para produzir ainda mais insulina. Essa sobrecarga no órgão pode promover a sua falência, principal causa da diabetes a longo prazo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como tratar a SOP?</strong></p>
<p>Ao contrário do que muitos imaginam, o tratamento para a SOP não se dá através de anticoncepcionais ou anti-diabéticos. Esses medicamentos, na verdade, visam apenas evitar os sintomas, e não atuam nas causas do problema.</p>
<p>Um tratamento eficiente visa regularizar os ciclos menstruais, bem como combater o excesso de hormônios masculinos, reduzir o peso quando necessário, prevenir o câncer do endométrio, diminuir o risco de diabetes tipo II e de síndrome metabólica.</p>
<p>Já se sabe através de estudos que a perda de 10% do peso corpóreo ou de 15% do peso em gordura pode restaurar a ovulação e a fertilidade, além de melhorar os níveis de colesterol, a pressão arterial, os quadros de resistência a insulina e até diminuir as queixas de excesso de pelos e acne. Para as mulheres que desejam engravidar, a melhora de todos esses itens resultará em um aumento e melhora da fertilidade, promovendo uma gravidez com mais facilidade.</p>
<p>Para que essa melhora generalizada aconteça, acaba sendo fundamental a modificação do estilo de vida como um todo, através de uma dieta balanceada e a prática de exercícios físicos regularmente.</p>
<p>Dietas com restrição de carboidrato como as low carb são as mais indicadas para mulheres portadoras da SOP. O que diferencia um dieta low carb tradicional para uma dieta low carb funcional para SOP (ou seja, que realmente colabore para a melhora dos sintomas) é a quantidade de gordura saturada e de sódio presente na dieta.</p>
<p>Enquanto dietas low carb, cetogênicas e paleolíticas tradicionais restringem o consumo de carboidratos e deixam as gorduras e proteínas serem consumidas de forma a vontade, o ideal na dieta para SOP é o equilíbrio. O excesso de gorduras saturadas e de sódio não são indicados e podem provocar a piora de sintomas como retenção de líquidos e excesso de gordura no fígado.</p>
<p>Na dieta para SOP deve haver o controle da ingestão de carboidratos, que podem representar até 30% do consumo energético do dia, através de raízes, tubérculos e frutas.</p>
<p>Alimentos naturalmente ricos em gordura também devem fazer parte da rotina, tais como: abacate, coco, azeite, gorduras vegetais, castanhas, etc.</p>
<p>Alimentos processados, ultra processados e industrializados devem ser evitados ao máximo, bem como os adoçantes, que ativam a insulina e podem provocar maior compulsão por doces.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Dicas de alimentação</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>Evite todas as formas de açúcar e alimentos que o contenham. Muito cuidado com industrializados, que os contém de forma “camuflada”. Você sabia que molho de tomate é rico em açúcar?</li>
<li>Evite ao máximo os carboidratos refinados, brancos e simples, tais como pão, massas, biscoitos e cereais industrializados</li>
<li>Exclua da rotina refrigerantes, mesmo os “diet” ou “light”. Eles são ricos em adoçantes, capazes de elevar a insulina (ainda que não contenham calorias) e educam o paladar a exigir alimentos cada vez mais doces, podendo piorar o desejo por sobremesas e doces ao longo do dia.</li>
<li>Consuma quantidades adequadas de proteínas, mas evite os alimentos industrializados e processados. Uma mortadela nunca será mais saudável que um abacate, embora não contenha carboidratos.</li>
<li>Não exclua da rotina frutas!! Dê preferência às vermelhas, que não são muito doces (morango, framboesa, cereja, amora, etc). Quando ingerir uma fruta com mais carboidratos, tenha o cuidado de combiná-la com alimentos ricos em proteínas ou gorduras, como castanhas, iogurtes, queijos.</li>
<li>Elimine por completo álcool e cigarro, que são nocivos em vários aspectos.</li>
<li>Aumente o consumo de fibras, através de vegetais crus e frutas com casca.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Tratamento medicamentoso:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os tratamentos com medicamentos podem ser opção para solucionar os sintomas que a incomodam, mas eles não curam o problema nem resolvem a questão. Devem ser escolhidos de acordo com o perfil e a prioridade da paciente, sempre com auxílio de um médico especialista.</p>
<p>Podem ser indicados anticoncepcionais via oral, anti diabéticos e controladores da insulina, inibidores dos receptores de testosterona, entre outros. Porém, ao cessar seu uso, com o tempo, os sintomas aparecerão novamente, caso o problema não tenha sido controlado através da dieta e dos exercícios.</p>
<p>Existem medicamentos naturais que podem ser uma alternativa interessante, mas só devem ser receitados por especialistas e sob controle profissional.</p>
<p>Alimentos funcionais, chás e ervas podem ser indicados e auxiliarem em todo o tratamento, não havendo contra indicação para a maior parte dos casos.</p>
<p>No entanto, prescrições, dosagens e maneiras de se utilizar devem ser avaliados individualmente e prescritos conforme necessidade da paciente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Cirurgia</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O tratamento cirúrgico com remoção dos ovários, ao contrário do muitos imagenima, não resolve o problema. Como disse acima, os ovários apenas sofrem as consequências da Síndrome, que é um problema hormonal e envolve outras glândulas produtoras de hormônios além dos ovários.</p>
<p>O tratamento cirúrgico é recomendado somente em situações excepcionais em que todos os tratamentos clínicos utilizados não tiveram bons resultados e não foram capazes de promover a melhora do quadro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ou seja&#8230;.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A SOP é uma síndrome complexa que tem várias possíveis origens e uma delas é a resistência a insulina. Não se trata de um problema ovariano, e sim hormonal. Por conta disso, é necessário um tratamento com bom endocrinologista, e não apenas com médico ginecologista.</p>
<p>O foco do tratamento dietoterápido deve ser o combate a esta resistência à insulina, e muitas pesquisas têm sido direcionadas com o objetivo de avaliar outros fatores determinantes como os ambientais e genéticos que poderão ter influência direta nesta doença. Já se acredita, por exemplo, que filhas de mães com SOP apresentam maior tendência a também desenvolverem a SOP. Sabendo-se disso, o tratamento fica mais fácil e possível de ser antecipado ao problema propriamente dito.</p>
<p>Fique atenta ao seu corpo, aos sintomas que podem surgir e procure ajuda quando precisar! Um bom endocrinologista capaz de identificar as alterações hormonais, um ginecologista que não pense apenas em anticoncepcionais como forma de tratamento e uma nutricionista que entenda o problema e que vá muito além de uma dieta low carb convencional!!</p>
<p>Estar munida de informação de qualidade e não acreditar em tudo o que se vê ou lê, é o primeiro passo para se ver livre do problema de uma vez por todas.</p>
<p>Espero que esse e book tenha sido útil para você e que tenha te ajudado a entender esse mundo que é a SOP!</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://cantinhodanutri.com.br/sindrome-do-ovario-policistico-entenda-de-uma-vez-por-todas-o-que-e-como-diagnosticar-descobrir-e-tratar/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
