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	<title>Dicas &#8211; CANTINHO DA NUTRI &#8211; Nutricionista Itaim, Moema, Vila Nova Conceição</title>
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	<description>Carol Faria Coaching de Emagrecimento &#124; Nutrição Esportiva &#124; Materno-Infantil</description>
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		<title>POR QUE PERDER PESO NA SOP É TÃO DIFÍCIL?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jan 2019 10:46:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[SOP]]></category>
		<category><![CDATA[alterações hormonais]]></category>
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					<description><![CDATA[A síndrome do ovário policístico é uma doença endócrina que infelizmente não possui cura. Decorrente de algumas alterações hormonais, alguns sintomas são bem característicos, tais como acne, queda de cabelo, oleosidade na pele e no couro cabeludo, ciclo irregular, pelos em excesso, vontade de doces, cansaço excessivo, entre outros. Esses sintomas precisam de tratamento para &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A síndrome do ovário policístico é uma doença endócrina que infelizmente não possui cura. Decorrente de algumas alterações hormonais, alguns sintomas são bem característicos, tais como acne, queda de cabelo, oleosidade na pele e no couro cabeludo, ciclo irregular, pelos em excesso, vontade de doces, cansaço excessivo, entre outros.<br />
Esses sintomas precisam de tratamento para que não provoquem consequências na saúde da mulher.</p>
<p>As alterações hormonais</p>
<p>Como falamos acima, na SOP algumas alterações hormonais estão envolvidas. Vamos falar sobre as principais!<br />
A primeira alteração é nos hormônios masculinos, em especial a testosterona. Nas mulheres com SOP, geralmente esse hormônio está em quantidade maior do que deveria, dando início a alguns sintomas, como as acnes, excesso de pelos em locais não tão comuns em mulheres (como por exemplo no rosto, seios, glúteos, costas) e ciclos menstruais irregulares ou ausentes.<br />
A segunda alteração é a insulina. Geralmente quando a insulina está alta os hormônios masculinos também estão.<br />
A insulina é um hormônio que ajuda a entrada da glicose (produto do carboidrato) na célula para então gerar energia. Nas mulheres com SOP, a insulina pode ser produzida em quantidade maior do que o necessário, e com isso, ela fica circulante no organismo. Ou então, o organismo pode produzir na quantidade certa, porém ela não realiza as suas funções corretamente, também com a consequência de ficar circulante no organismo. Essa “sobra” de insulina no corpo faz com que mais energia seja estocada (principalmente em forma de gordura abdominal).<br />
Outra alteração comum é nos hormônios da tireoide. A tireoide é uma glândula em forma de borboleta, que fica localizada no pescoço e é uma das maiores glândulas do corpo humano.<br />
Ela age na função de órgãos importantes como o coração, cérebro, fígado e rins. Interfere, também, no crescimento e desenvolvimento das crianças e adolescentes; na regulação dos ciclos menstruais; na fertilidade; no peso; na memória; na concentração; no humor; e no controle emocional.<br />
E é de extrema importância que ela esteja funcionando em perfeito estado, para que tudo ocorra e funcione com harmonia e normalidade.<br />
Ela é responsável pela produção de T3 e T4, hormônios que atuam em todos os sistemas do nosso organismo. Eles podem agir em nosso metabolismo e diretamente na função celular.<br />
E quando não está funcionando corretamente, pode liberar esses hormônios em excesso ou em quantidade insuficiente.<br />
Sabemos que quando os hormônios não estão regulados, algumas consequências podem aparecer. Quando os hormônios T3 e T4 estão aumentados, temos o hipertireoidismo, já quando eles estão em quantidades insuficientes, podem levar ao hipotireoidismo.<br />
E na SOP, os hormônios T3 e T4 tendem a estar alterados, o que justifica uma grande relação entre a SOP e o hipotireoidismo.</p>
<p>Mas o que isso implica na perda de peso?</p>
<p>Os hormônios são muito importantes no organismo como um todo certo? E quando não estão em harmonia, algumas consequências podem aparecer, como a dificuldade em perder peso.</p>
<p>Lembra que falamos da insulina? Que na SOP ela pode não executar suas funções e ser produzida em excesso, causando um acúmulo dessa insulina no sangue? Pois bem! Nada pode ficar sem função ou circulando pelo nosso sangue, e esse acúmulo gera consequências severas no metabolismo da mulher com SOP.</p>
<p>Quando a insulina não exerce nenhuma função ela se acumula no sangue, sinalizando ao nosso cérebro 2 coisas:</p>
<p>1-	Não tem energia (e você se sente apática, com sono, sem vontade de fazer nada e se pudesse dormiria muitas horas por dia)<br />
2-	Como não tem energia, desperta no cérebro o desejo por comida (você sente mais fome e mais vontade de comer, especial alimentos ricos em carboidratos, que seriam mais energéticos.</p>
<p>É nesse momento que se dá início um ciclo vicioso. Você come mais carboidrato, que gera mais insulina, e essa insulina por não desempenhar o papel dela corretamente, gera mais cansaço e mais fome. </p>
<p>Para piorar todo esse quadro, com a insulina “tendo defeito”, o carboidrato ingerido não é corretamente absorvido, e não chega na célula produtora de energia. Esse carboidrato que se acumula no sangue também provoca consequências, das quais a maior delas é o acúmulo de gordura, principalmente no abdômen. </p>
<p>E se há um acúmulo de gordura, logo a perda de peso será dificultada.</p>
<p>Quando há alterações na tireoide, como por exemplo, o hipotireoidismo, que é mais comum na SOP, há uma produção deficiente dos hormônios T3 e T4 causando assim um aumento de peso ainda mais severo, com mais cansaço, dentre outros sintomas. Enquanto não tratar esses dois hormônios, o aumento de peso ainda estará presente.</p>
<p>Como tratar?</p>
<p>A alimentação saudável é essencial para qualquer pessoa. Mas a alimentação quando há algo em alteração em nosso organismo, é ainda mais importante. </p>
<p>Na SOP, a alimentação para o controle dos hormônios, para que eles possam agir da maneira correta é muito importante.</p>
<p>Com a alimentação, você consegue colocar em níveis normais a testosterona, insulina e hormônios da tireoide.</p>
<p>Um exemplo: para diminuir a testosterona, alimentos como hortelã, soja e linhaça podem ajudar. Para diminuir a produção de insulina, uma dieta pobre em carboidratos é extremamente eficiente.</p>
<p>Manter uma alimentação com carboidratos de baixo índice glicêmico, que serão absorvidos com uma maior lentidão, evitando os picos de insulina, é importante, tanto para o controle da insulina em si como para o tratamento global da SOP. Evitar os carboidratos refinados como doces, farinhas brancas também é preciso.</p>
<p>Se você tem a síndrome do ovário policístico, está acima do peso e não consegue perder, procure um nutricionista para uma alimentação correta e eficaz, que te ajudará não apenas com o peso mas com todos os outros sintomas que podem estar te rodeando!</p>
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		<title>Gases na gestação: como combater e aliviar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Jan 2019 11:28:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Gestantes]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[gases na gestação]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante a gravidez notamos como os gases podem se tornar mais comuns, muitas vezes gerando alguns constrangimentos. Mas, como eles surgem e como podemos diminuir a frequência desse evento um tanto desconfortável para a gestante? Como ocorrem os gases na gravidez? Durante a gestação os níveis de progesterona aumentam no corpo e como resultado todos &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante a gravidez notamos como os gases podem se tornar mais comuns, muitas vezes gerando alguns constrangimentos. Mas, como eles surgem e como podemos diminuir a frequência desse evento um tanto desconfortável para a gestante?</p>
<p>Como ocorrem os gases na gravidez?</p>
<p>Durante a gestação os níveis de progesterona aumentam no corpo e como resultado todos os músculos relaxam – inclusive no aparelho digestivo.<br />
Isso diminui a digestão, gerando no corpo um acúmulo de gases e também eructações (arrotos), inchaço e flatulência.<br />
Inchaço<br />
No final da gravidez é mais comum que haja inchaços, devido ao aumento do útero e dos níveis hormonais.<br />
A cavidade uterina em constante aumento empurra o estômago e afeta a digestão. Consequentemente, a mulher se sente mais inchada, com azia, acidez ou constipação.<br />
Com o estômago já muito sensível em decorrência da gravidez, é necessário tomar alguns cuidados com a alimentação. Sobretudo se você quiser diminuir a incidência de gases.<br />
 Principais alimentos que causam gases na gestação<br />
Vou listar alguns alimentos que podem gerar gases e incômodos para as grávidas. Uma dica é você criar um caderninho de alimentação, para identificar quais são aqueles que são prejudiciais para seu corpo.<br />
•	Legumes como couve, couve flor, feijão, cebolas, brócolis, alcachofras e aspargos contém carboidratos não absorvíveis. Ou seja, não sendo absorvidos pelo corpo, como resultado podem expelir enxofre, o que causa mau cheiro nos gases;</p>
<p>•	Carboidratos não absorvíveis também estão presentes em frutas como maçãs, manga, passas, ameixas, cerejas, melancia e pêssegos</p>
<p>•	Sementes como girassol, papoula e funcho levam gases ao cólon, desenvolvendo flatulências;</p>
<p>•	Excelentes fontes de fibra como grão de bico e lentilhas em excesso de consumo podem causar gases ao estômago. Porém, para alguns corpos as fibras auxiliam na diminuição de inchaço;</p>
<p>•	Refrigerantes, vinhos e cervejas liberam dióxido de carbono, também causando flatulências. Mas nem preciso lembrar que é bom cessar o consumo de álcool durante a gestação, não é mesmo?</p>
<p>•	Trigo, farelo de trigo e outros alimentos com esta composição fermentam o intestino, causando gases;</p>
<p>Dicas de alimentação durante a gravidez<br />
Mesmo buscando uma alimentação com alimentos de melhor digestão, você pode também diminuir a rotina de grandes refeições. Busque se alimentar por mais vezes, em pequenas refeições ao longo do dia.<br />
A mastigação deve ser lenta e demorada, para triturar melhor os alimentos. Além disso, diminuir a fala durante a refeição confere mais concentração para esse momento.<br />
Corte alimentos fritos, que diminuem o processo de digestão. Bebidas que contenham gás carbônico também não são muito indicadas.</p>
<p>Um carinho para aliviar o estômago: chá de erva cidreira<br />
Devido às ações calmantes e especialmente anti-espasmódicas, o chazinho tem como resultado a alívio de dores e desconfortos.<br />
Para fazer o chá, basta colocar 2 colheres de folhas de erva-cidreira em uma xícara fervente, deixar repousar por aproximadamente 10 minutos, coe e beba até 3 xícaras do chá por dia.<br />
Lembre que observar seu corpo é o melhor meio de saber o que realmente faz bem ou mal para você.<br />
Analise minhas dicas e também observe as reações que você terá com cada alimento.<br />
Espero ter ajudado e estou disponível para qualquer dúvida enquanto você está neste momento especial que é a gestação!</p>
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		<title>O mito do cordão no pescoço</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Jan 2019 11:24:28 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Gestantes]]></category>
		<category><![CDATA[Infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[Gestação, parto e puerpério são assuntos que envolvem muitos mitos e muitas informações erradas. É bem comum quando a mulher está grávida, várias pessoas ao seu redor começarem a contar histórias, dar informações e muitos conceitos. Mas nem sempre essas informações podem ser levadas ao pé da letra e nem sempre são verdadeiras. Isso é &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Gestação, parto e puerpério são assuntos que envolvem muitos mitos e muitas informações erradas.<br />
É bem comum quando a mulher está grávida, várias pessoas ao seu redor começarem a contar histórias, dar informações e muitos conceitos. Mas nem sempre essas informações podem ser levadas ao pé da letra e nem sempre são verdadeiras. Isso é fato.<br />
O parto envolve muitos assuntos, opiniões diferentes e com isso as mulheres que não conhecem os conceitos verídicos, acabam acreditando em tudo e em todos.</p>
<p>E o cordão umbilical? Já ouviu falar que ele pode ser culpado por você terminar em uma cesárea?<br />
O cordão umbilical pode enrolar no pescoço ou no pé, braço&#8230; e nem sempre essa situação é indicação para uma cesárea.<br />
Muitas gestantes são indicadas a fazer a cesárea por conta do cordão umbilical estar enrolado no pescoço e por não serem informadas corretamente acabam optando pelo parto cirúrgico.<br />
Não existe enforcamento de bebe com o cordão umbilical! Até porque ele não respira usando o pescoço dentro do útero. Ele recebe oxigênio pelo cordão umbilical, e não depende do seu pescoço para respirar lá dentro!<br />
O que pode acontecer em uma minoria dos casos, é o cordão enrolar e ficar muito justo e comprimido, podendo diminuir o aporte de sangue para ele. Só que isso pode ocorrer com o cordão ao redor do pescoço, do braço, da perna&#8230;<br />
Mas isso é uma minoria segundo os especialistas. E o médico pode ver durante o parto como está o cordão.<br />
Se o cordão estiver apenas enrolado no pescoço, podemos seguir com o parto normal. É totalmente viável.<br />
Via de regra, em média 95% das vezes que o bebê tem o cordão ao redor do pescoço há possibilidade de nascer de parto normal!<br />
Cabe aos obstetras orientarem suas gestantes de maneira correta quanto a isso, e as tranquilizarem.<br />
E cabe a você, futura mamãe, procurar informações de qualidade e confiáveis, munindo – se de conhecimento e evitando que qualquer informação desencontrada te cause desconforto ou medo.<br />
É importante ficar atenta e claro, ter um médico que você possa confiar de olhos fechados, 100% do tempo e em qualquer situação!</p>
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		<title>O que comer depois do treino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jan 2019 11:20:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Exercícios Físicos]]></category>
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					<description><![CDATA[Será que seu pós treino está sendo uma boa escolha? Comer boas opções antes e depois dos exercícios garantirá a você não apenas um melhor resultado em um menor tempo, como também ajudará na recuperação muscular, melhora da força e diminuição da dor após o esforço. Boas escolhas depois da malhação também podem atuar prevenindo &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Será que seu pós treino está sendo uma boa escolha?<br />
Comer boas opções antes e depois dos exercícios garantirá a você não apenas um melhor resultado em um menor tempo, como também ajudará na recuperação muscular, melhora da força e diminuição da dor após o esforço.<br />
Boas escolhas depois da malhação também podem atuar prevenindo lesões e melhorando a saúde como um todo.<br />
Mas quase ninguém sabe como escolher essa refeição&#8230;.<br />
Antes de escolher sobre o que comer. Tudo dependerá de alguns fatos:<br />
Para quem não sabe onde está indo, qualquer lugar serve&#8230;.<br />
Antes de decidir o que comer após o treino nosso de casa dia, você precisa saber o que quer e onde pretende chegar.<br />
Seu objetivo é diminuir o percentual de gordura, aumentar massa muscular ou apenas perder peso total??<br />
Suas opções ajudarão a acelerar o processo ou acabarão atrapalhando o objetivo final.<br />
Vou tentar te ajudar nessa escolha.<br />
Comer após o treino serve para reparar, recuperar e nutrir. O que você tem escolhido para comer?<br />
Fazendo boas escolhas após a atividade física você poderá melhorar o ganho massa muscular, perder gordura ou simplesmente manter uma vida mais saudável.<br />
Más escolhas nesse momento podem não apenas piorar sua recuperação e consequentemente você se machucar, como também podem naufragar os objetivos estéticos. Isso quer dizer aumentar a gordura e perder a massa muscular. Não é isso que você deseja, é?</p>
<p>Opções e estratégias sobre o que você pode inserir na sua alimentação<br />
Durante a atividade física o corpo solicita um grande número de fibras musculares e acaba usando a reserva de energia que ele possui.<br />
Quem tem o percentual de gordura maior tem mais estoque de energia. O que essa pessoa come não precisa ser o que uma pessoa com percentual de gordura menor come. Tanto na quantidade quanto na qualidade ou tipos de alimentos. Afinal, se você tem mais estoque acumulado no corpo e comer mais, seu corpo não usará seu estoque, mas, sim a energia dos alimentos que você está comendo antes do treino e ao longo do dia. Deu para entender parte da estratégia que eu uso em consultório?</p>
<p>Qual o tipo de treino que você tem feito X alimentação?<br />
Musculação, corrida na esteira, um aeróbico, aeróbico em jejum, escada, dança? Isso também influencia. O ideal é não comer demais e nem de menos. Precisa ser o suficiente para você treinar bem e perceber em você os resultados ao longo das semanas. </p>
<p>Atividade física seja ela qual for,  causará danos ou fadiga aos tecidos musculares. Para que você consiga ter uma boa reparação, reconstruir essas fibras musculares e queimar ainda mais gordura, a refeição pós-treino é interessantíssima e precisa ser feita de uma forma bem correta.</p>
<p>Independente de qual seja seu objetivo, uma regra á válida: após o treino é necessário consumir carboidratos (sim!!), proteínas, vitaminas e minerais.</p>
<p>Também é importante controlar o consumo de gordura. A gordura é um nutriente que demora a ser digerido e por isso pode lentificar a absorção dos nutrientes que precisamos absorver rapidamente.</p>
<p>As proteínas:  é interessante que você não consuma muita gordura neste momento pós-treino, exceto, se a sua alimentação for paleolítica ou que tenha uma base toda calculada em cima de gordura ao longo do dia.<br />
As proteínas são nutrientes importantes após a atividade física, pois elas fazem com que exista um reparo muscular, afinal de contas os músculos são formados por proteínas estruturais como actina e a miosina.<br />
As fibras musculares também são compostas por enzimas, glicogênio, fosfatos e íons. Quem quiser manter massa magra, nesse caso vai precisar de proteínas que tenham uma absorção mais rápida.<br />
Exemplos de proteína de rápida absorção: cottage, clara de ovo, frango, Whey, grãos<br />
proteicos para veganos, etc.</p>
<p>Quais são as opções de carboidrato que posso consumir?<br />
Você pode utilizar uma banana, manga, mamão, aveia, batata doce, inhame, etc. Ou um carboidrato que tem um índice glicêmico mais alto, ou seja, que vai te oferecer uma energia um pouco mais rapidamente.<br />
Exemplo: tapioca, bolacha de arroz ou arroz branco. Lembrando que tudo isso depende do seu percentual de gordura atual e do seu objetivo. Se você deseja perder peso e não necessariamente aumentar massa magra, talvez evitar os carboidratos refinados seja uma melhor opção.<br />
Couve, abobrinha, abóbora e brócolis são ótimas opções após o treino pois ajudam na recuperação muscular sem aumentar demais o índice glicêmico, sendo boas opções para quem está com percentual de gordura elevado. </p>
<p>E o whey protein, usar ou não?<br />
Você não precisa tomar whey obrigatoriamente, mesmo que você queira ganhar massa muscular. Nada substitui o alimento, e comida de verdade é e sempre vai ser a melhor opção.</p>
<p>Espero  ter ajudado. Procure um profissional nutricionista para te acompanhar de perto, de acordo com o seu objetivo!</p>
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		<item>
		<title>Leia isso antes de decidir parar o seu treino até o ano que vem!</title>
		<link>https://cantinhodanutri.com.br/leia-isso-antes-de-decidir-parar-o-seu-treino-ate-o-ano-que-vem/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Dec 2018 11:03:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Exercícios Físicos]]></category>
		<category><![CDATA[atividade fisica]]></category>
		<category><![CDATA[fim de ano]]></category>
		<category><![CDATA[pausa treino]]></category>
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					<description><![CDATA[“Estou atarefada, preguiçosa, querendo dar um tempo na academia.... vou voltar, talvez, só em 2019. Isso não vai me prejudicar, vai? Sabemos que existem vários motivos para a inatividade física temporária (doenças, gestações de risco, recuperação de lesões, mudanças drásticas na rotina, excesso de tarefas no trabalho....) Se você se encaixa num desses, tudo bem. &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“Estou atarefada, preguiçosa, querendo dar um tempo na academia&#8230;. vou voltar, talvez, só em 2019. Isso não vai me prejudicar, vai?<br />
Sabemos que existem vários motivos para a inatividade física temporária (doenças, gestações de risco, recuperação de lesões, mudanças drásticas na rotina, excesso de tarefas no trabalho&#8230;.)</p>
<p>Se você se encaixa num desses, tudo bem. Mas saiba que vai entrar na zona do sedentarismo mesmo assim, de forma temporária. </p>
<p>Você acaba de optar pela redução no seu gasto energético diário, redução na capacidade de gerar força, aumento nas chances de desenvolver doenças crônicas/cardiovasculares, dislipidemia, queda na qualidade de vida, sobrepeso e aumento dos riscos de morte.<br />
É assim que o corpo se comporta diante da inatividade, mesmo que por 1 ou 2 meses.</p>
<p>Bastam poucos dias para a redução dos níveis de atividade física te presentear com efeitos negativos. Tem um estudo do Breen L., de 2013, que mostra os malefícios da simples redução de passos na saúde do indivíduo. Os participantes da pesquisa, após pararem de se exercitar por 14 dias, apresentaram resistência à insulina, aumento de gordura abdominal, redução de capacidade física e perda de massa muscular.</p>
<p>Se após 2 semaninhas de inatividade, a gente já entra nesse esquema furadíssimo, imagina após 6 meses, 1 ano, 2 anos&#8230;</p>
<p>Cronicamente, o sedentarismo pode evoluir para diabetes tipo 2, Pressão alta, sarcopenia, baixa autoestima, ansiedade, depressão, redução da libido, entre outras consequências ruins para nosso organismo.<br />
A fatura de cobrança por seus comportamentos sempre vai chegar e você não pode culpar mais ninguém por isso, só você mesma.</p>
<p>Se cuide, cuide da sua saúde. Comece fazendo mesmo que por obrigação e então verá como é bom, e quantos benefícios terá. Assim você começará a fazer por prazer e quando menos esperar já será parte da sua rotina.<br />
Procrastinar te deixa com uma dívida do passado, que atrapalha seu presente e detona seu futuro.</p>
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		<title>Estresse na gestação: como influencia o bebê e como amenizar seus efeitos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Dec 2018 11:03:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Gestantes]]></category>
		<category><![CDATA[Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[estresse]]></category>
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					<description><![CDATA[Você está gestante? É um período que há muitas mudanças, não é? Sim... São várias adaptações, sentimentos, emoções... e isso é normal. Mas sabia que o estresse pode influenciar na saúde do bebê? Ainda não há estudos que comprovem que, por exemplo, um estresse do dia a dia pode causar um aborto espontâneo. Mas o &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você está gestante? É um período que há muitas mudanças, não é? Sim&#8230; São várias adaptações, sentimentos, emoções&#8230; e isso é normal. Mas sabia que o estresse pode influenciar na saúde do bebê?<br />
Ainda não há estudos que comprovem que, por exemplo, um estresse do dia a dia pode causar um aborto espontâneo.<br />
Mas o estresse extremo precisa ser controlado. A maior parte dos abortos espontâneos não tem causa conhecida ou ocorre por um fator além da possibilidade de controle. Acredita-se que de 50% a 70% das perdas que acontecem no primeiro trimestre sejam devido a anormalidades cromossômicas no óvulo fertilizado, ou seja, ele não teria mesmo possibilidade de se desenvolver normalmente.<br />
Mas essa afirmação não quer dizer que o estresse grave, como um divórcio inesperado, briga na família ou outra situação, não possa afetar a saúde do bebê.<br />
Para comprovar, um estudo dinamarquês, realizado em 2008, com 19 mil gestantes com alto nível de estresse psicológico apontou um risco 80% maior dessas gestantes darem a luz a natimortos, quando comparadas com as gestantes que tinham um estresse moderado.<br />
Diversos outros estudos mostram que o estresse excessivo pode levar a abortos espontâneos, partos prematuros, baixo peso ao nascer e até mesmo asma e alergias no futuro para a criança.<br />
Como seria bom se a mulher gestante pudesse ficar longe de todos esses sentimentos negativos, não é? Seria uma maravilha&#8230; Mas infelizmente, não é assim que acontece e você precisa cuidar da sua saúde e pensar que tem uma vida dentro de você, que precisa ser cuidada e com muita atenção.<br />
Sim, não é fácil&#8230; Mas tenho algumas dicas que podem te ajudar a diminuir o estresse e a ficar mais calma nesse período.<br />
Então, se você quer diminuir o estresse extremo e do dia a dia, aqui vai algumas dicas para você:<br />
&#8211; Converse com seu bebê. Acredite, isso faz bem. Sua voz é reconhecida com as vibrações no útero. O bebê sente e reconhece. Sim!<br />
&#8211; Perdoe. É comum nessa fase ficarmos sensíveis, não é? Então aproveite esse momento para perdoar, e amolecer o seu coração para aquela situação que ele se fechou.<br />
&#8211; Respire, conte até 10. O útero é um músculo que se contrai, comprimindo, oprimindo e apertando o bebê. Assim, em momentos de tensões.<br />
&#8211; Use o sexo como relaxamento e distração. As grávidas costumam ter a libido aumentada na gestação, então aproveite esses momentos.<br />
Também é importante deixar um recadinho para a família da gravidinha.<br />
Ajude- a nesse momento! Colabore!<br />
E lembre-se ninguém nasce mãe e preparada para isso. Tenha calma e paciência.</p>
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		<title>Seu bebê está recusando novos alimentos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Dec 2018 13:42:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A introdução alimentar é um assunto que gera um pouco de dúvidas nas mamães. Além da dúvida, gera um pouco de receio e insegurança. Um sentimento bem comum também é o ficar de “cabelo em pé” nas primeiras semanas de introdução alimentar, afinal, assim como a amamentação, é uma coisa nova tanto para o bebê &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A introdução alimentar é um assunto que gera um pouco de dúvidas nas mamães. Além da dúvida, gera um pouco de receio e insegurança.<br />
Um sentimento bem comum também é o ficar de “cabelo em pé” nas primeiras semanas de introdução alimentar, afinal, assim como a amamentação, é uma coisa nova tanto para o bebê quanto para a mãe, e precisa de paciência, cuidado e atenção.<br />
Aquele bebê que só conhecia o leite materno, e se alimentava tão bem, agora faz birra, joga o prato no chão, recusa o alimento&#8230;. Chegou o momento dele  conhecer novos alimentos, texturas, sabores&#8230; mas pode ser que ele não esteja tão preparado assim.<br />
Mas ainda bem que isso é normal. Pode ficar tranquila mamãe, que isso vai passar.</p>
<p>Mudanças não são fáceis:<br />
Aos poucos ele vai aprendendo, afinal mudança não é fácil para ninguém, não é?<br />
O bebê aos poucos vai aprender a sentar sozinho, pegar o alimento, sentir o sabor e ingerir.<br />
Antes de mais nada, é importante dizer que isso vai passar.</p>
<p>O passo a passo:<br />
Não compare o seu filho com os outros bebês. Cada bebê tem um tempo de adaptação diferente. Não compare o seu primeiro filho com o segundo, com os sobrinhos, filhos das amigas&#8230;<br />
Para auxiliar o bebê e tentar melhorar a introdução alimentar, alguns cuidados podem ser tomados. E vamos falar deles, a seguir.<br />
É importante que assim como você tem a rotina alimentar, o bebê tenha. Então crie uma rotina para ele, aos poucos&#8230; Ofereça os alimentos quando ele estiver com fome, pois se ele estiver com a barriga cheia de leite, saciado, provavelmente vai recusar os outros alimentos.<br />
Além disso, os bebês percebem mais do que você imagina e são muito espertos. Por mais que seja novinho, quando ele estiver comendo, diga palavras de incentivo a ele, bata palma, dê um sorriso&#8230; eles percebem tudo!<br />
Muitas mamães querem evitar a sujeira na hora da comida&#8230;. mas não ligue para isso. Deixe o bebê sentir o aroma, textura, sabor, deixe ele pegar no alimento, por mais que amasse tudo&#8230; ele precisa desse contato com a comida.<br />
Também é legal para que você una a sua refeição com a do bebê. Ou seja, comam na mesma hora, na mesa, todos sentados&#8230; por mais que o alimento do bebê seja diferente ao seu (e provavelmente vai ser) deixe que ele coma com a família. Esse momento será de grande aprendizado e o bebê ainda poderá ter a família como um referencial para a alimentação.<br />
Além disso, ofereça sempre os alimentos novos! Não desista na primeira vez que o bebê não gostar&#8230;.<br />
Ajude o bebê nesse momento, ele também precisa aprender e com muito amor.<br />
Acalme- se e saiba que esse momento vai passar e você vai tirar de letra esse desafio,<br />
Cuide e preserve a saúde e a alimentação do seu bebê 😊</p>
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		<title>Ovário Policístico (OP) x Síndrome do Ovário Policístico (SOP)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Dec 2018 13:32:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Você sabe a diferença entre ter Ovário Policístico e ter a Síndrome do Ovário Policístico? É comum encontrarmos pessoas que acreditam se tratar do mesmo problema, mas são patologias completamente diferentes. O único fato que as une é em relação à cura, que infelizmente não existe em nenhum dos casos. Ainda que se tenha cistos &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você sabe a diferença entre ter Ovário Policístico e ter a Síndrome do Ovário Policístico? É comum encontrarmos pessoas que acreditam se tratar do mesmo problema, mas são patologias completamente diferentes.<br />
O único fato que as une é em relação à cura, que infelizmente não existe em nenhum dos casos.<br />
Ainda que se tenha cistos no ovário, nem sempre isso quer dizer que se tem a Síndrome do Ovário Policístico. A diferenciação pode ser feita com base nas características clínicas, laboratoriais e de imagem. </p>
<p>Ovário Policístico (OP)</p>
<p>Definição<br />
Antes de mais nada, vale à pena entender que existem alguns tipos de cistos ovarianos normais e fisiológicos, sendo os mais comuns o cisto folicular e o cisto de corpo lúteo. Ambos são denominados funcionais e fazem parte do processo normal do ciclo ovulatório. Geralmente, eles não provocam sintomas e desaparecem de forma espontânea. Ter esses cistos não quer dizer que a mulher tenha OP ou SOP.<br />
Ovários policísticos (OP), como o próprio nome indica, são ovários que têm muitos cistos. Para que o caso seja considerado clinicamente como OP, é necessário que haja dez folículos de 10 mm em cada ovário, no mínimo. Estes cistos não desaparecem com o passar do ciclo menstrual e não são funcionais.<br />
Dentre os sintomas do OP estão: inchaço e sensação de pressão no abdômen, dor pélvica e dificuldade para engravidar. Menos comuns, mas que também podem acontecer: aumento de peso, cansaço, dor aguda na região lombar ou nas coxas, sensibilidade nas mamas, dor ao evacuar, náuseas e até vômitos.<br />
Muitas pessoas questionam se quem tem OP tem maior propensão para desenvolver SOP. A ligação entre as condições é inexistente. Na SOP é a produção desregulada de hormônios masculinos a responsável pela síndrome, não a pré-existência de cistos. Ou seja, uma mulher que tenha OP pode passar a vida toda sem desenvolver a SOP.</p>
<p>Tratamento<br />
Quem tem OP não precisa, necessariamente, de um tratamento. A mulher pode viver com seus folículos normalmente, sem apresentar queixas ou outros problemas de saúde por conta deles. Se a mulher apresentar alguma dificuldade para engravidar ou sintoma desconfortável, aí sim vale a pena buscar ajuda e tratamento.</p>
<p>Síndrome do Ovário Policístico (SOP)</p>
<p>Definição<br />
A SOP possui um quadro clínico maior e completamente diferente do quadro de quem tem OP.<br />
A Síndrome atinge 1 em cada 10 mulheres em idade fértil. Isso representa até 20% das mulheres em todo o mundo, somando – se mais de 100 milhões de casos ao redor do planeta.<br />
Quem tem SOP possui alterações hormonais, que precisam ser diagnosticadas e tratadas. Há aumento de hormônios masculinos e resistência insulínica na maior parte dos casos (o que origina os sintomas típicos da síndrome, como acne, queda de cabelo, oleosidade, ciclo menstrual irregular, pelos em excesso, cansaço e indisposição).</p>
<p>Diagnóstico<br />
A SOP é diagnosticada por uma série de exames em conjunto, combinados com as avaliações clínicas (de sinais e sintomas). Na mulher com SOP muitas vezes também é possível ver cistos no ovário através do ultrassom, mas essa não é uma regra, e mesmo em mulheres com ausência de cistos, pode-se confirmar o diagnóstico de SOP através de outros sintomas, sinais e exames.<br />
Os critérios para o diagnóstico da SOP ainda são motivo de discussão na literatura. De acordo com o consenso de Rotterdam, o diagnóstico de SOP inclui pelo menos dois dos seguintes critérios: amenorreia e/ou oligomenorreia (ciclos menstruais irregulares ou anovulatórios), sinais clínicos e/ou bioquímicos de hiperandrogenismo (principalmente hirsutismo, com aumento de pelos no rosto e no corpo) e/ou ovário policístico à ultrassonografia, excluindo-se outras causas com manifestações clínicas semelhantes.<br />
Esse consenso ainda define o OP pela presença de 12 ou mais folículos medindo entre 2 e 9 milímetros de diâmetro e/ou aumento do volume ovariano (maior que 10 cm3) ao exame ultrassonográfico.<br />
Vale mencionar que a avaliação e o diagnóstico da SOP não devem ser realizados quando a mulher utiliza contraceptivos hormonais, que podem levar a redução ou desaparecimento dos cistos, mascarando também outros sinais e sintomas. Nesse caso, a ausência ou o pequeno número de alterações podem induzir ao erro no diagnóstico da SOP.<br />
Importante: enquanto a observação de um ou até mesmo de poucos cistos ovarianos não caracteriza por si só a SOP, a sua ausência também não afasta essa possibilidade</p>
<p>Exames<br />
Para o correto diagnóstico da SOP são necessários exames de sangue para avaliação de insulina, glicemia, curva glicêmica, TSH, FSH, LH, testosterona total, testosterona livre, 17 OHP, SDHEA, SHGB, T3, T3 livre, T4, T4 livre, colesterol total e frações, vitamina D, hemoglobina glicada e homa-r.<br />
É importante também realizar o exame de ultrassonografia por via transvaginal e avaliação clínica (análise dos sintomas)</p>
<p>Tratamento<br />
O tratamento da SOP é tão complexo quando sua fisiopatologia.<br />
Primeiramente, precisamos saber quais os efeitos da SOP no organismo da paciente. É comum mulheres com a Síndrome terem alterações no metabolismo de carboidratos, com resistência à insulina (RI) e até a consequência de uma RI não tratada, que é o diabetes tipo 2. As mulheres com essa condição costumam sentir uma necessidade por carboidratos bem maior, além de mais cansaço, fadiga e indisposição.<br />
Observa-se também aumento de gordura no fígado, alterações de colesterol e triglicerídeos e disbiose (desequilíbrio da micro flora intestinal, com sintomas como gases, dilatação e distensão abdominal).<br />
Não menos comuns, são as mulheres que sofrem também de crises de ansiedade, Síndrome do Pânico e depressão.<br />
Todo esse conjunto de sinais e consequências também deve ser levado em consideração no tratamento, que consiste primeiramente na mudança de hábitos de vida.<br />
Mudar a alimentação, praticar atividades físicas e controlar o estresse são partes fundamentais do tratamento da SOP. Uso de suplementos e fitoterápicos também auxiliam no tratamento das disfunções e suas alterações.<br />
Medicamentos e anticoncepcionais não devem ser considerados como tratamento da SOP, uma vez que atuam pontualmente mascarando os sintomas mas não agem na causa do problema. Tratar os sintomas e não suas causas pode provocar uma ideia errada de cura, uma vez que os sintomas ficam amenos ou até desaparecem enquanto se faz uso dessas substâncias.<br />
Quando se tem o controle da SOP às custas de métodos contraceptivos hormonais ou antidiabéticos, deve-se ter consciência de que ao interromper o uso das drogas os sintomas voltarão, possivelmente piores e mais sérios.</p>
<p>A dieta<br />
A principal forma de tratamento da SOP é a dieta.<br />
Um planejamento alimentar personalizado, com baixo consumo de carboidratos e maior consumo de proteínas e gorduras saudáveis estimula o melhor funcionamento do organismo, controlando e remediando a resistência à insulina, que parece estar na origem dos sintomas e da própria doença.<br />
Importante: Não é qualquer low carb que resolve a questão, mas sim uma dieta funcional, rica em antioxidantes e nutrientes que auxiliam no bom funcionamento hormonal feminino.<br />
Mais uma vez, é imprescindível orientação profissional! Procure ajuda, por você e pela sua saúde!</p>
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		<title>Jejum intermitente é para todo mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Dec 2018 13:32:15 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Emagrecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[efeitos colaterais]]></category>
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					<description><![CDATA[Emagrecimento: Jejum é para todo mundo? Você sabe o que é jejum intermitente (JI)? O JI, juntamente com a dieta low carb, pode ser um grande aliado ao emagrecimento. Mas será que ele é uma boa oportunidade para todo mundo? Será que funciona para todos? Primeiro de tudo, o jejum significa não comer, certo? E &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Emagrecimento: Jejum é para todo mundo?</strong></p>
<p>Você sabe o que é jejum intermitente (JI)? O JI, juntamente com a dieta low carb, pode ser um grande aliado ao emagrecimento. Mas será que ele é uma boa oportunidade para todo mundo? Será que funciona para todos?<br />
Primeiro de tudo, o jejum significa não comer, certo? E o não comer é uma restrição mais severa, e que exige cuidados.<br />
Sempre alerto meus pacientes sobre a compulsão alimentar. Muitas pessoas saem de uma compulsão e entram no jejum. Isso é um caminho e uma grande porta aberta para a compulsão chegar novamente.<br />
Antes de mais nada, a low carb é um estilo de vida com uma alimentação saudável e de verdade. Com um pouco menos de carboidratos, mas sempre priorizando a alimentação saudável.<br />
O jejum intermitente pode ser aliado da dieta low carb para ajudar na perda de peso, quando entramos no efeito platô e queremos destravar a balança.<br />
Quando você tem uma dieta low carb e faz o jejum intermitente, o seu corpo estará com os estoques de glicogênio baixos, então usará a gordura como fonte de energia, auxiliando assim, a perda de peso.</p>
<p><strong>Existem diversos protocolos para seguir o jejum intermitente, como 8, 12, 16 horas de jejum&#8230;</strong></p>
<p>Mas será que é indicado para todo mundo?<br />
Mas o jejum intermitente não é indicado para todo mundo. Precisamos analisar com cautela o caso a caso e verificar se é uma boa opção.<br />
Por exemplo: gestantes e lactantes são mulheres que não devem seguir protocolos de Jejum intermitente, pois tem necessidades energéticas aumentadas e diferentes. Jejuar nesses casos poderia atrapalhar o desenvolvimento do bebê ou até comprometer o aleitamento materno.<br />
Pessoas com algumas patologias, como insuficiência renal, diabéticos, pacientes com infecções ou sistema imunológico comprometido, hipoglicemia, pacientes anêmicos e que usam medicações controladoa antes de iniciar o jejum, precisam consultar um profissional e serem acompanhados durante todo o processo.<br />
Além da preocupação com a perda de peso, é fundamental nos preocuparmos também com a saúde. Uma mudança de peso só acontecerá de forma sustentável se a saúde não for colocada em risco.<br />
Perca peso e ganhe saúde, e não o contrário!</p>
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		<title>Seu intestino pode ser o culpado por você ter SOP!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Dec 2018 14:34:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[Você já ouviu falar da síndrome do ovário policístico, mais conhecida como SOP? Creio que sim, sempre falo sobre ela aqui nos meus textos, redes sociais, canal do Youtube... Trata-se de uma doença endócrina que acomete uma série de mulheres em idade fértil. Para ser mais exata, pode ser que atinja 20% das mulheres em &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você já ouviu falar da síndrome do ovário policístico, mais conhecida como SOP? Creio que sim, sempre falo sobre ela aqui nos meus textos, redes sociais, canal do Youtube&#8230;<br />
Trata-se de uma doença endócrina que acomete uma série de mulheres em idade fértil. Para ser mais exata, pode ser que atinja 20% das mulheres em todo o mundo, causando sintomas como queda de cabelo, acne, excesso de pelos, cansaço, compulsão por carboidratos, ciclos menstruais irregulares, entre outros sintomas e consequências.<br />
Tratar a síndrome é de extrema importância, não somente pelas alterações hormonais responsáveis por muitos sintomas como também (e principalmente) pela saúde da mulher.<br />
As causas e os mecanismos que levam à SOP ainda não estão 100% esclarecidos, mas o que se sabe até o momento é que se trata de uma doença que não tem cura. A boa notícia é que cada vez mais se conhece o papel da alimentação e do estilo de vida no tratamento, que pode controlar a SOP para sempre.<br />
A resistência insulínica, condição muito presente em mulheres com Síndrome do Ovário Policístico, se dá quando a insulina não executa suas funções corretamente. Ela pode ser produzida na quantidade ideal mas não estar desempenhando seu papel, pode ser produzida em quantidade elevada e não ser utilizada totalmente ou ainda não ser produzida em quantidade suficiente.<br />
Quando há excesso de insulina e ela permanece circulando no sangue, podemos dizer que ocorre um quadro chamado de hiperinsulinemia (excesso de insulina na corrente sanguínea). Esse seria o principal estimulante do desenvolvimento da SOP na mulher.  </p>
<p>A novidade agora é que a culpa por você ter SOP pode ser do seu intestino.<br />
Você dá importância para ele?<br />
Alguns fatores como alimentação rica em industrializados, ultraprocessados, farinhas brancas e alimentos pobres em fibras, juntam-se à vida sedentária do cotidiano, o que leva ao desequilíbrio da microbiota intestinal, também chamado de disbiose.<br />
Essa disbiose pode resultar em um surgimento da permeabilidade aumentada do intestino à lipopolissacarídeos, alimentos de bactérias gram-negativas que se multiplicarão além do esperado, influenciando nosso sistema imunológico à induzir um estado de resistência insulínica.<br />
A insulina que aumentará no sangue, levará ao aumento da produção dos hormônios androgênicos, como a testosterona. Esse aumento é o principal motivo pelos quais surgem os sintomas citados no início do texto.<br />
E então, gera-se um ciclo: a alimentação desregulada e inadequada que leva ao desequilíbrio da microbiota intestinal, que pode levar e agravar a resistência insulínica, que levará ao aumento dos andrógenos e estes causarão os sintomas da síndrome.<br />
Com os hormônios andrógenos aumentados, outros poderão entrar em níveis não adequados, provocando outras consequências que surgem quando a SOP não é tratada.<br />
Por isso, se você é mulher, cuide da sua alimentação e do seu estilo de vida, para que assim previna possíveis doenças como essa e tantas outras ocasionadas pela má alimentação.<br />
Se você tem SOP e o seu intestino não está funcionando regularmente, trate – o para que o tratamento da síndrome seja mais eficaz.<br />
Procure sempre ajuda nutricional!</p>
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