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	<title>Dietas &#8211; CANTINHO DA NUTRI &#8211; Nutricionista Itaim, Moema, Vila Nova Conceição</title>
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	<description>Carol Faria Coaching de Emagrecimento &#124; Nutrição Esportiva &#124; Materno-Infantil</description>
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		<title>Gordura sim, ilimitada não!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Dec 2018 14:26:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Você já ouviu falar da dieta low carb? A low carb como o próprio nome já diz é uma dieta com baixo carboidrato. Muitas pessoas confundem a low carb com a cetogênica, mas são dietas e condutas completamente diferentes. Na low carb o consumo de carboidratos é reduzido, mas ainda permanece. Geralmente, os carboidratos representam &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você já ouviu falar da dieta low carb?<br />
A low carb como o próprio nome já diz é uma dieta com baixo carboidrato. Muitas pessoas confundem a low carb com a cetogênica, mas são dietas e condutas completamente diferentes.<br />
Na low carb o consumo de carboidratos é reduzido, mas ainda permanece. Geralmente, os carboidratos representam de 20 a 40% do valor calórico total da dieta.<br />
Com isso, os outros macronutrientes (proteínas e gorduras) precisam subir de quantidade para que consiga atingir as necessidades nutricionais do indivíduo.<br />
Então, a low carb consiste em uma redução de carboidrato e um aumento da gordura e da proteína, mas devemos nos lembrar e sempre deixar claro que o equilíbrio é fundamental.<br />
É bem comum as pessoas diminuírem o consumo de carboidrato e associarem a um aumento brusco das gorduras em sua dieta.<br />
Mas será que é saudável e seguro aumentar a quantidade de gordura, como se não houvesse amanhã?<br />
Como tudo nessa vida, e como sempre falo, o equilíbrio é a chave do sucesso.<br />
Não adianta eu diminuir a quantidade dos carboidratos, designar ele como vilão, e subir as gorduras além da conta.<br />
O carboidrato é muito importante em nossa dieta, pois ele é o macronutriente que mais nos fornece energia. Devemos priorizar os carboidratos complexos que são aqueles que são absorvidos com uma maior lentidão no organismo e dão mais saciedade. As gorduras também são importantes e devemos consumi-las, pois elas também podem gerar energia e transportar as vitaminas lipossolúveis (A, D, E e K).<br />
Quando falamos em consumir gorduras na low carb, falamos das gorduras boas, que possuem o poder de aumentar o nosso colesterol bom, o HDL e diminuir o ruim, LDL, dentre outras funções. São elas: Castanhas, azeites, coco, abacate&#8230;<br />
Mas mesmo consumindo gorduras boas ou “ruins” não é indicado que você consuma com excesso, pois prejuízos podem chegar.<br />
Se você quer fazer uma low carb com segurança, e de forma correta, procure um profissional que te ajude a adequar as quantidades de acordo com as suas necessidades nutricionais, e faça um cardápio excelente para que você possa perder peso, ter uma reeducação alimentar e melhor estilo de vida com muita saúde!<br />
Se você quiser saber mais sobre como colocar a low carb em prática e ter sucesso com ela, sem o efeito sanfona, entre em contato comigo, que poderei te ajudar!!</p>
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		<title>MULHER GRÁVIDA PODE TER UMA DIETA VEGETARIANA?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Nov 2018 14:32:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A alimentação é muito importante durante qualquer fase da vida, mas durante a gestação é ainda mais e por isso merece destaque! A mulher gestante precisa suprir suas necessidades energéticas e as do bebê, além de precisar também proporcionar todos os nutrientes necessários para que o feto tenha um ótimo crescimento e desenvolvimento. Muitas dúvidas &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A alimentação é muito importante durante qualquer fase da vida, mas durante a gestação é ainda mais e por isso merece destaque!<br />
A mulher gestante precisa suprir suas necessidades energéticas e as do bebê, além de precisar também proporcionar todos os nutrientes necessários para que o feto tenha um ótimo crescimento e desenvolvimento.<br />
Muitas dúvidas vêm durante essa fase, e uma delas é: “A mulher grávida pode ter uma dieta vegetariana?”<br />
A maior preocupação da mãe em relação a isso é a possível falta de nutrientes, destacando a possível carência de proteínas e vitamina B12 que viriam com a retirada dos animais e seus derivados da dieta.<br />
E sim! A mulher gestante pode ter uma dieta vegetariana, embora para isso seja necessário que a mulher tenha uma atenção especial à sua alimentação para que consiga ter um bom alcance de nutrientes e assim evitar possíveis carências.<br />
Por exemplo: é preciso que a mulher capriche e eleve a ingestão das proteínas vegetais, para compensar as quantidades de proteínas animais que ela não irá ingerir. Esses alimentos são  representados por ovos (se você for ovolactovegatariana), lentilha, feijão, ervilhas e também as oleaginosas como castanhas, amêndoas e avelãs.<br />
Um nutriente importante para todas as gestantes é o ferro. Ele pode ser encontrado em verduras, brócolis, beterraba, couve, grãos e ervilhas.<br />
O ômega 3 também é essencial para a saúde da mamãe e do bebê. É um nutriente que você pode encontrar na chia, linhaça e óleos vegetais e apresenta papel antioxidante.<br />
O cálcio é muito importante para o desenvolvimento de ossos e dentes e você consegue encontra-lo em vegetais de cor verde escuro, como o espinafre, rúcula, e alimentos como tofu e castanhas.<br />
Cada nutriente possui a sua importância tanto na saúde da mãe quanto na saúde do bebê e é por isso que precisamos dar atenção especial à alimentação da gestante vegetariana.<br />
Algumas dicas também podem melhorar a absorção de nutrientes pelo seu corpo, como por exemplo:<br />
&#8211; evitar o consumo de chás e cafés durante as refeições. Essas bebidas podem ser ingeridas fora das refeições, mas deve-se evitar esse consumo junto dos alimentos, pois o consumo de cafeína inibe e dificulta a absorção de cálcio pelo nosso organismo.<br />
&#8211; quando você consumir alimentos ricos em ferro, evite os alimentos ricos em cálcio nessa mesma refeição, pois o cálcio impede a absorção do ferro.<br />
&#8211; Após as refeições ricas em ferro, que na grande maioria são as de almoço e jantar, consuma frutas ricas em vitamina C. Essa vitamina ajuda na absorção do ferro, tornando-o mais ativo e melhor usado. Então, depois das principais refeições, consuma laranja, kiwi, tangerina, etc.<br />
&#8211; Invista em saladas bem coloridas. Elas devem ser priorizadas para que você alcance vários nutrientes diferentes. Evite comer todos os dias os mesmos alimentos, e procure variar sempre!<br />
Com essas pequenas dicas você já conseguirá melhorar sua dieta e com isso beneficiar sua gestação!<br />
Procure um nutricionista e veja qual é a melhor dieta para você e sempre fique de olho nos níveis dos nutrientes em seu sangue! Fazer exames periódicos é extremamente importante durante a gestação e por mais que pareça desconfortável, são necessários.<br />
Conhece alguma amiga que está passando por esse momento lindo da vida? Marque ela aqui nos comentários!</p>
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		<title>Low carb: A ação da insulina na perda de peso – e porque não são apenas as calorias que contam</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Nov 2018 14:33:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Você faz dieta low carb? Faz algum tipo de alimentação para a perda de peso? Já tentou inúmeras dietas, passou fome, fez promessa e ainda assim os quilinhos a mais não te largam? Não se sinta sozinha: atendo dezenas de mulheres todas as semanas em meu consultório com essa mesma dificuldade. Hoje vou explicar para &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você faz dieta low carb? Faz algum tipo de alimentação para a perda de peso? Já tentou inúmeras dietas, passou fome, fez promessa e ainda assim os quilinhos a mais não te largam?<br />
Não se sinta sozinha: atendo dezenas de mulheres todas as semanas em meu consultório com essa mesma dificuldade.<br />
Hoje vou explicar para você porque todas essas dietas podem não dar certo e como a ação da insulina participa do processo de perda de peso, muitas vezes impedindo você de emagrecer, mesmo que esteja comendo pouco.<br />
Primeiramente, a insulina é um hormônio produzido pelo nosso pâncreas, que permite a entrada de glicose nas células para que ela seja transformada em energia. Ela age como uma chave que abre as fechaduras das células do seu corpo, permitindo que a glicose (açúcar que está no sangue como resultado da digestão de carboidratos) entre e seja usada para gerar energia em suas atividades.<br />
Sempre que você come um carboidrato, por exemplo, o seu cérebro sinaliza ao seu pâncreas para que ele produza insulina. Ele vai produzir de acordo com a quantidade que você consumiu, mas principalmente de acordo com o volume de carboidrato que será absorvido de uma única vez. Ou seja: se o carboidrato consumido for de um alimento simples ou refinado, que é absorvido pelo organismo rapidamente, a produção de insulina será maior do que quando o carboidrato ingerido for de uma fonte integral, ou que esteja combinado com proteínas e gorduras (nutrientes que são absorvidos de forma lenta e por isso tornam lenta a absorção do carboidrato consumido na mesma refeição).<br />
Quando a refeição é rica em carboidratos simples e de fácil absorção, a insulina precisará ser absorvida em maior quantidade. Isso não seria um problema se esse excesso de insulina fosse imediatamente excluído após o uso, mas não é isso que acontece.<br />
Uma vez produzida, cada molécula de insulina tem 6h de “vida”. Ou seja: insulina em excesso = absorção rápida de carboidratos = insulina circulando no sangue, sem função.<br />
Essa insulina que “sobra” fica circulando pelo sangue, tendo 2 funções:<br />
1-	Sinalizar para o cérebro que está faltando energia (pois não há mais carboidratos ali para serem transportados por ela)<br />
2-	Armazenamento do carboidrato consumido em forma de gordura<br />
As consequências dessas 2 funções, então, são:<br />
a-	Aumento da vontade de consumir carboidratos (doces ou salgados), gerando compulsão e, ao mesmo tempo, gerando muito cansaço, fadiga e indisposição<br />
b-	Aumento dos estoques de gordura (principalmente abdominal), que resulta em aumento de peso e dificuldade em emagrecer<br />
“Ah nutri, então quer dizer que o problema todo está na insulina?” “Mesmo comendo poucas calorias posso não conseguir emagrecer?”<br />
Sim.<br />
E é exatamente por isso, que a low carb pode te ajudar! Não basta consumir poucas calorias apenas. Quando consumimos um doce, por exemplo, ele é rapidamente absorvido, então rapidamente chega a mensagem para o pâncreas produzir muita insulina, pois estão sendo absorvidas várias moléculas de glicose juntas, ao mesmo tempo. Rapidamente elas serão convertidas em energia e seu excesso em gordura, gerando mais vontade de comer doces e massas ou pães. Com isso a pessoa ganha peso e gordura, ao mesmo tempo que tem mais vontade de comer. E tudo isso, independente dela ter consumido poucas calorias.<br />
Em contrapartida, com um maior consumo de proteínas e gorduras, consome-se mais energia (calorias) mas estes são nutrientes que não precisam da insulina para serem metabolizados ou absorvidos. Ou seja: são alimentos na maioria das vezes mais calóricos mas que não despertam no organismo a necessidade da produção de insulina.  Esse é o segredo para quem deseja comer mais e sentir menos fome, mesmo durante um processo de perda de peso.<br />
Com a low carb você conseguirá controlar a sua ingestão de carboidratos e evitar que haja picos de insulina, fazendo com que ela seja produzida sem excesso e sem favorecer o armazenamento de gordura.<br />
Com isso, podemos concluir que não são apenas as calorias que contam em uma dieta, e sim a qualidade e a combinação certa de cada alimento nas refeições.<br />
Vale lembrar também que a dieta low carb é a melhor conduta nutricional para o tratamento e controle da Síndrome do Ovário Policístico. Mas não é qualquer low carb que resolve. A dieta para tratamento efetivo e definitivo da SOP deve ter inclusão de alimentos específicos que estimulam o controle hormonal, ao mesmo tempo que evita algumas fontes proteicas que na dieta low carb para emagrecimento seriam permitidas.<br />
Procure um nutricionista e tenha uma dieta específica para a sua necessidade!</p>
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		<title>Endometriose x Enxaqueca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Oct 2018 20:32:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Endometriose acontece quando o endométrio, tecido que reveste o útero, cresce para fora do órgão. Os fragmentos vão parar no ovário, nas trompas e até em regiões vizinhas. Mesmo deslocado, o tecido excedente é estimulado a crescer por conta dos hormônios e, na hora da menstruação, descama junto com o endométrio original. A partir daí, &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Endometriose acontece quando o endométrio, tecido que reveste o útero, cresce para fora do órgão. Os fragmentos vão parar no ovário, nas trompas e até em regiões vizinhas. Mesmo deslocado, o tecido excedente é estimulado a crescer por conta dos hormônios e, na hora da menstruação, descama junto com o endométrio original.<br />
A partir daí, surgem as cólicas intensas, o desconforto e, com o tempo, dificuldades para engravidar. Além disso, o risco de câncer de ovário é mais alto em mulheres com o problema.</p>
<p>Trata-se de uma patologia que acomete cerca de 10% das mulheres em idade fértil, e que pode ocasionar algumas alterações metabólicas ou até sintomas que estão ligados, de alguma forma, com a patologia.<br />
Um estudo realizado na universidade de Gênova comprovou que mulheres com Endometriose tem 2x mais enxaqueca do que mulheres que não são portadoras da patologia.<br />
Ainda são necessários estudos que expliquem mais claramente o porquê desta relação. Alguns estudiosos acreditam que  ela pode acontecer por conta da alteração celular que a Endometriose causa não só na cavidade uterina, como também, em inúmeras vezes, em outros órgãos. Suspeita-se que essa alteração celular seja a responsável por gerar as crises de forte dor de cabeça.<br />
A grande dificuldade das mulheres com endometriose que possuem também crises de enxaqueca seria a dificuldade em usar métodos contraceptivos via oral.<br />
O uso de anticoncepcionais parece ser uma boa alternativa para mulheres com endometriose, pois ao interromperem os ciclos menstruais, desestimulariam também o crescimento dos focos de endometriose dessa mulher.<br />
Devemos lembrar também que os anticoncepcionais apresentam-se como fator de risco para inúmeras patologias: a própria enxaqueca crônica, trombose, tromboembolia pulmonar, aumento de peso, dentre outras alterações.<br />
Dessa forma, fica difícil afirmar que esses medicamentos são boas alternativas para o tratamento da endometriose ou de qualquer outra patologia, devido aos fatores de risco que sua utilização a longo prazo traz.<br />
A endometriose, dependendo do seu nível, é tratada também através de cirurgia, medicamentos, mudança no estilo de vida e alimentação saudável.<br />
É de extrema importância que seja feito um tratamento contínuo com a mulher portadora, observando o caso clínico como um todo e agindo como método paliativo de controle da dor.<br />
A alimentação pode ser muito efetiva tanto no tratamento da endometriose, quanto no alívio das crises de enxaqueca. Você sabia disso?</p>
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		<title>SOP &#8211; Por que muita insulina também é um problema</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Oct 2018 20:21:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Por que ter muita insulina é um problema? Portadoras de Síndrome do Ovário Policístico (SOP) podem ser produtoras de insulina em quantidades insuficientes, em quantidades normais (mas por alguma razão essa insulina não desempenha o papel dela adequadamente), ou, em último caso, produzir insulina em excesso. Então se ela é produzida em excesso, isso é &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por que ter muita insulina é um problema?</p>
<p>Portadoras de Síndrome do Ovário Policístico (SOP) podem ser produtoras de insulina em quantidades insuficientes, em quantidades normais (mas por alguma razão essa insulina não desempenha o papel dela adequadamente), ou, em último caso, produzir insulina em excesso.<br />
Então se ela é produzida em excesso, isso é algo bom, pois assim a insulina consegue captar mais glicose? Na realidade não. A hiperinsulinemia não é algo saudável para ninguém e para mulheres com SOP menos ainda. A maior causa desta condição é exatamente a resistência insulínica, que acomete 90% das mulheres com a síndrome.<br />
A hiperinsulinemia pode ser acompanhada de uma baixa glicose no sangue. Com mais insulina circulando, a glicose é captada rapidamente e gera energia a partir da sua entrada nas células. Porém, com o passar do tempo, quanto mais insulina circulando, maior se torna a resistência das células em capta-la. Ou seja, em um primeiro momento pode haver baixa de carboidratos no sangue (hipoglicemia), mas esse quadro tende a se torno reverso com o tempo, originando uma hiperglicemia clássica, por resistência à insulina.<br />
Entenda como funciona a Resistência à insulina:<br />
&#8211; Se estamos comendo carboidratos refinados e açúcares a cada poucas horas, então o resultado é uma elevação constante nos níveis de glicose no sangue.<br />
&#8211; Como resultado, o pâncreas está trabalhando excessivamente para liberar insulina e reduzir esses açúcares no sangue.<br />
&#8211; Do lado negativo, esta situação não pode durar para sempre, e ao longo do tempo as células do corpo tornam-se resistentes aos efeitos da insulina, por fadiga e excesso de trabalho.<br />
&#8211; Neste caso, à medida em que a resistência à insulina aumenta, existe uma quantidade maior de glicose correspondente no sangue.<br />
&#8211; Esta grande quantidade de glicose sanguínea resulta em constantes níveis de insulina circulantes mais elevados para tentar controlar a quantidade de glicose no sangue. Isto também é conhecido como hiperinsulinemia, um quadro de pré resistência à insulina clássica.</p>
<p>Ponto chave: A dieta moderna desempenha um grande papel no desenvolvimento da resistência à insulina. Especificamente, elevações contínuas na glicose sanguínea provenientes de carboidratos excessivos faz com que as células do corpo se tornem resistentes à insulina.</p>
<p>Resistência à insulina de qualquer tipo não é algo bom para as portadoras da SOP, uma vez que o cansaço aumenta, pois não se tem energia dentro das células, tanto quanto aumenta também a vontade de comer doces e carboidratos refinados. Enquanto isso a glicose que fica circulante, é armazenada em forma de gordura, dificultando o processo de emagrecimento.<br />
A Síndrome do Ovário Policístico, quando não tratada, pode resultar em outras condições, tais como hipertensão, acúmulo de gordura no fígado, cirrose, diabetes tipo 2, doenças neurológicas degenerativas, doença renal, entre outras.<br />
É importante que uma equipe multidisciplinar (Nutricionista, Endocrinologista, Ginecologista) esteja por trás do seu tratamento. A SOP não tem cura, mas tem e precisa de um tratamento!</p>
<p>E a dieta nutri, como interfere?<br />
A resistência à insulina tem uma ligação significativa com os alimentos que comemos. Para ser específica: alimentos que aumentam maciçamente a glicose no sangue.<br />
Para reverter a hiperinsulinemia, é essencial remover o problema subjacente de níveis excessivos de glicose no sangue.<br />
E muitas pessoas têm desfrutado de sucesso ao fazer isso, adotando uma deita low carb, com restrição de carboidratos.<br />
A composição geral dessas dietas é baixa em carboidratos (<40%), com proteína moderada e maiores quantidades de gorduras saudáveis.
Para uma ideia de como essa dieta seria, os seguintes alimentos são enfatizados:
- Carnes
- Legumes
- Frutas com menor teor de carboidratos (abacate, coco, frutas vermelhas)
- Peixes
- Nozes
- Sementes
- Lanches com pouco açúcar (por exemplo, chocolate amargo – 70% ou mais de cacau)

O que a ciência diz?
Do lado positivo, há dezenas de estudos que apoiam dietas de baixo carboidrato como uma possível intervenção para níveis elevados de glicose sanguínea (e hiperinsulinemia).
Aqui está apenas uma pequena seleção das descobertas:
- Dietas de baixo teor de carboidratos induzem vários efeitos metabólicos favoráveis, incluindo diminuição da glicose sanguínea e redução dos níveis de insulina
- Em mulheres com obesidade, uma dieta cetogênica de baixo carboidrato resultou em uma redução significativa nos níveis de insulina em jejum (-54%) ao longo de 24 semanas. Lembrando que cetogênese é alcançada com uma ingestão de carboidratos inferior a 10% do total calórico do dia, e jamais devem ser feitas sem auxílio de um profissional nutricionista capacitado.
- A restrição de carboidratos em pacientes idosos obesos leva a melhorias na sensibilidade à insulina. 
- Em um estudo randomizado envolvendo pacientes diabéticos, uma baixa ingestão de carboidratos mostrou menores níveis de glicose e de insulina em comparação com uma dieta rica em carboidratos. Ambas as dietas induziram reduções semelhantes no peso, de modo que os benefícios da dieta de baixo carboidrato foram independentes da perda de peso.

Ponto-chave: A adesão a dietas de baixo carboidrato reduz, de forma confiável, os níveis de glicose sanguínea e de insulina circulantes.

É importante lembrar que níveis elevados de glicose no sangue e insulina são prejudiciais para todos, não apenas para mulheres com SOP.
Todas nós podemos tomar medidas simples para melhorar a nossa saúde, minimizando a quantidade de açúcar/carboidratos refinados que consumimos, e mantendo uma rotina saudável.
Por último, não devemos negligenciar os benefícios do sono e do exercício, ambos os quais desempenham um papel inestimável na nossa saúde geral e também no controle da glicemia e insulina circulantes. 
Consulte sempre uma nutri 😊 




</p>
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		<title>Low Carb: o que é e quanto de carboidrato consumir por dia?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Oct 2018 20:21:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Não há um consenso exato do que seria a dieta low-carb, mas ela se caracteriza por evitar e/ou diminuir a ingestão de carboidratos, tais como grãos (até mesmo os integrais), massas, pães e bolos, substituindo-os por proteínas e gorduras. O protagonista dessa dieta são os vegetais, que constituem 70% da base alimentar. O restante é &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Não há um consenso exato do que seria a dieta low-carb, mas ela se caracteriza por evitar e/ou diminuir a ingestão de carboidratos, tais como grãos (até mesmo os integrais), massas, pães e bolos, substituindo-os por proteínas e gorduras.<br />
O protagonista dessa dieta são os vegetais, que constituem 70% da base alimentar. O restante é completado com alimentos como carnes, ovos e queijo: combinações de proteínas de alto valor biológico com gorduras saudáveis.<br />
Vale lembrar que os carboidratos são a principal substância a ser convertida em fonte de energia, o famoso Trifosfato de Adenosina (ATP), que é a “gasolina” para o organismo desempenhar diferentes atividades, tanto internas como externas.<br />
Com a diminuição da ingestão de carboidratos, a tendência é que o corpo passe a usar a própria gordura corporal como fonte de energia para realizar as tarefas diárias.<br />
Além disso, o equilíbrio entre o consumo de proteínas e gorduras pode promover uma diminuição do apetite, porque o nível de insulina se mantém menor. Insulina é o hormônio produzido sempre que consumimos carboidratos, e que tem a função de transportá-los pela corrente sanguínea até nossas células, onde eles serão convertidos em energia.<br />
Como a dieta tira um dos pilares da alimentação, os carboidratos, ela só deve ser feita durante um período específico de tempo ou até se chegar a um determinado objetivo.<br />
Após esse tempo, os carboidratos devem ser reintroduzidos aos poucos na rotina, mas é claro que você não precisa voltar a comer a mesma quantidade que antes. Tanto o ingresso quanto o egresso da dieta, bem como a sua duração, devem ser orientadas e acompanhadas por um nutricionista.</p>
<p>Mas quanto de carboidrato deve ser consumido por dia em uma dieta Low Carb?</p>
<p>A dieta low carb vem sendo utilizada por muitas pessoas, pois fornece uma rápida perda de peso e também para uma alimentação mais saudável. Quando feita de uma forma sem radicalismos, de maneira mais natural, ajuda muito no emagrecimento e na melhora da disposição! Mas a dieta também pode ser feita para manutenção do peso, controle de patologias e até para definição corporal. É o objetivo de cada indivíduo que vai determinar a quantidade exata de carboidratos que deve ser consumida por dia. </p>
<p>A dieta Low Carb também é ideal para portadores de comorbidades como resistência insulínica, SOP, obesidade, diabetes e problemas metabólicos. O problema que ela visa tratar também pode impactar na quantidade de carboidrato ideal para um dia. </p>
<p>Em um primeiro momento, quando você não está acostumado(a) a ficar um tempo sem ingerir carboidratos, é possível que sinta tontura, enjoos, dor de cabeça e visão turva. Por isso a importância de se começar aos poucos, reduzindo gradativamente a quantidade de carboidratos ingerida. </p>
<p>Já para portadores de hipoglicemia, não é uma estratégia nutricional tão interessante, uma vez que esses sintomas já ocorrem com frequência e a dieta pioraria todos esses desconfortos. Devido à exclusão de alimentos fontes de fibra, pessoas com obstipação intestinal também podem sofrer com o estilo low carb, que aumentaria ainda mais as questões intestinais. Outra desvantagem é a restrição de certos alimentos que podem causar um episódio compulsivo.</p>
<p>Pessoas que sofrem com problemas de insuficiência renal, cardíaca ou hepática ou ainda com diabetes, não devem aderir à dieta, a menos que haja recomendação médica e nutricional específica para isso. Além disso, pessoas que praticam atividades físicas regularmente ou atletas, devem consultar sua nutricionista antes de começá-la, pois necessitam de adaptações específicas, em decorrência da rotina de exercícios.</p>
<p>Mas, e a quantidade nutri?<br />
A quantidade recomendada pela OMS para ingestão de carboidratos diária varia de 40% a 60% do VET (valor energético total), enquanto que em uma dieta low carb a porcentagem é de 20% a 40%. Deixo claro que não há uma quantidade correta em gramas de carboidratos a serem ingeridas, pois esse cálculo depende da necessidade de cada indivíduo e seus objetivos.</p>
<p>As vertentes da dieta<br />
Muito se engana quem pensa que só existe um tipo de dieta.<br />
Apesar de toda dieta low-carb se caracterizar por diminuir a ingestão de carboidratos, a fim de que a gordura se torne fonte de energia, existem algumas variações e outras diretrizes. Dessa forma, coexistem diferentes vertentes. Conheça agora algumas delas:<br />
Dieta de Atkins<br />
Proposta pelo médico Robert Atkins no início do anos 70, é a única que apresenta 4 grandes fases, com um elemento em comum: restringir a quantidade de carboidratos líquidos por dia.<br />
A primeira fase se inicia com uma grande restrição na quantidade de carboidratos (no máximo 22g de carbo ao dia), e a cada fase essa restrição fica um pouco menor. As fases estão divididas em:<br />
1.	Indução;<br />
2.	Perda de peso;<br />
3.	Pré-manutenção;<br />
4.	Manutenção.<br />
Dieta Cetogênica<br />
Essa dieta foi descoberta por médicos que implantavam um tratamento em pacientes com epilepsia. A alimentação deles era extremamente restrita em carboidratos.<br />
Após algum tempo, além da diminuição dos sintomas da epilepsia, também foi observada uma redução da gordura corporal desses pacientes.<br />
Isso ocorre porque o organismo busca uma outra fonte de energia e entra em um estado de cetose. Esse estado se caracteriza pela produção de corpos cetônicos pelo fígado, que ocorre em momentos de jejum ou pela ausência de carboidratos no organismo.<br />
Nesse contexto, ela é a que menos permite a ingestão de carboidratos, que representariam de 5 a 10% do valor energético de um dia.<br />
Dieta Paleolítica<br />
O próprio nome da dieta já nos dá uma dica dos seus princípios. Ela consiste em replicar uma alimentação inspirada no período paleolítico, que foca no consumo de alimentos naturais e também no modo como o nosso organismo evolui para digerir os alimentos.<br />
Apesar da aproximação, essa dieta é apenas uma inspiração, de forma que você não vai precisar comer ovos e carnes crus, por exemplo, mas sim diminuir o consumo de alimentos processados e açúcar refinado.<br />
Essa dieta também possui várias vertentes, que se diferem na permissividade do que pode ou não pode ser ingerido.<br />
Slow-Carb<br />
Apresentada no livro “4 Horas por semana” de Timothy Ferriss, a dieta é indicada para aquelas pessoas que não querem se preocupar com muitas regras.<br />
As recomendações dessa dieta são 2 no geral:<br />
•	Evitar consumir alimentos com alto índice glicêmico, tais como: frutas, massas e carboidratos refinados<br />
•	Ter um dia do lixo para comer o que quiser (uma vez na semana).<br />
Porém alimentos com baixo índice glicêmico (feijão, lentilha, etc) são permitidos, por isso do nome “Slow”, que em inglês significa lento ou devagar.<br />
Contagem de carboidratos na dieta Low-Carb<br />
Existe ainda uma outra variação no que diz respeito a quantidade de carboidratos consumidas dentro da dieta.<br />
Para que você faça essas contagens é importante ser bem disciplinado e lembrar de olhar as informações nutricionais de todos os alimentos que você ingerir ao longo do dia. Nesse contexto, existem 4 grandes grupos:<br />
Very low-carb<br />
Nesse modelo, o consumo de carboidratos é muito baixo, ficando em torno de 20 a 30 gramas diários. Com isso, fica mais fácil de se atingir o estado de cetose, já explicado anteriormente.<br />
Normalmente, essa prática é recomendada para pessoas que precisam perder muito peso ou possuem distúrbios com insulina.<br />
Low-carb<br />
Para os praticantes da low-carb, a recomendação é um consumo entre 50 e 100 gramas por dia. Também traz ótimos resultado no que diz respeito a perda de gordura corporal. Por isso, é considerado um das mais fáceis.<br />
Lower-carb<br />
Essa seria a metodologia adotada para os praticantes da vertentes Slow Carb, que mesmo sendo um pouco mais tolerante com a quantidade de consumo de carboidratos, é muito abaixo do “padrão” ocidental de ingestão.<br />
SAD (Standard American Diet)<br />
Essa dieta é a que a maioria de nós partica. O padrão nos é apresentado ainda na infância e é como nos acostumamos, achando que é a melhor dieta a ser seguida.<br />
Nela, os carboidratos, constituem cerca de 60% de todas as calorias que consumimos no dia a dia, ou seja, aproximadamente 300 gramas, por dia.</p>
<p>Conclusão<br />
Agora que você já sabe quase tudo sobre a dieta Low-carb só falta um passo para você começar a seguí-la: ir ao nutricionista para que ele sim possa te dar todas as diretrizes e avaliar se a dieta é ideal para você.<br />
Ah, e vale lembrar que se jogar em uma dieta só por padrões estéticos, nunca é uma boa. O que tem que estar em dia, em primeiro lugar, é sua saúde e também a sua auto-estima. Se você não tem um corpo que é o estampado na mídia, mas se sente bem com ele, está tudo bem!</p>
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		<title>EXERCÍCIOS AERÓBICOS NÃO EMAGRECEM</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Oct 2018 13:33:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os exercícios aeróbicos são aqueles definidos pela oxigenação do músculo. Durante sua execução a maior parte dos grupos musculares do corpo necessita de mais oxigênio, com isso o coração acelera, elevando o batimento cardíaco na finalidade do sangue transportar mais oxigênio, suprindo essa solicitação. Uma dinâmica de movimentos em que o indivíduo o prolongue por &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os exercícios aeróbicos são aqueles definidos pela oxigenação do músculo. Durante sua execução a maior parte dos grupos musculares do corpo necessita de mais oxigênio, com isso o coração acelera, elevando o batimento cardíaco na finalidade do sangue transportar mais oxigênio, suprindo essa solicitação. Uma dinâmica de movimentos em que o indivíduo o prolongue por minutos é considerada aeróbica.<br />
Agora, pasme: estudos recentes vêm mostrando que esse tipo de exercício não emagrece! Na verdade, nunca houve nenhum estudo que comprove que os exercícios aeróbicos de baixa intensidade emagrecem. Autores colocam que tudo isso foi apenas uma construção com base em conceitos usados inadequadamente.<br />
Por exemplo: em 1992, Hardman et al, compararam um grupo de mulheres que permaneceram sedentárias por 1 ano, com outro grupo, que fazia cerca de 18km de caminhada por semana. Como não houve mudança nas alimentações, o déficit calórico passou das 40.000kcal, o que daria a perda de 6 kg, segundo os cálculos comuns.<br />
Em contrapartida, o grupo que caminhou saiu de 36,1% para 37,1% de gordura, enquanto aquele que ficou sedentário, foi de 34,9% para 34,5% de gordura.<br />
Depois disso, Bond-Brill et al, em 2002, passaram dietas de 1200 a 1400 kcal para as mulheres com sobrepeso e as dividiram em três grupos. O que não fazia nada, o que caminhava 5 vezes na semana por 30 minutos e o outro que caminhada 60 minutos, também 5 vezes na semana.<br />
Qual o resultado que poderíamos esperar? Que a caminhada ajudaria na perda de peso, certo? Mas o resultado não foi bem assim. Todos perderam o mesmo tanto em peso / gordura.<br />
Um estudo recente de 2015, de Friedenreich, colocou 400 mulheres inativas e com média de 40% de gordura para passar 12 meses caminhando por 30 a 60 minutos, 5 vezes na semana, sem nenhuma mudança na alimentação. E sabe qual foi o resultado? Apenas 1,79 kg para quem caminhava por 30 minutos e de 2,52 kg para quem caminhava 60 minutos.<br />
Esses são alguns exemplos para te mostrar que os exercícios de baixa intensidade parecem promover mudanças metabólicas desfavoráveis.<br />
Com esse texto, não quero assustar, desestimular a prática de atividade física ou desmerecer os exercícios.<br />
Praticar atividade física regularmente é importante sim, mas precisa ser aliada a uma alimentação saudável, e junto com um personal trainner que te orientará a melhor atividade física para você e para o seu objetivo.</p>
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		<title>TRATAMENTO DA SOP POR ANTICONCEPCIONAIS E TUDO QUE NÃO TE CONTAM</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Oct 2018 13:28:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Com toda certeza, você já ouviu de alguma mulher que toma anticoncepcional que o faz para o tratamento dos ovários policísticos. É algo muito comum e até pouco tempo o único “tratamento” conhecido. Muitas das portadoras, inclusive, dizem não conhecer nenhuma outra forma de controlar os sintomas causados pela SOP, se não for pelo uso &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com toda certeza, você já ouviu de alguma mulher que toma anticoncepcional que o faz para o tratamento dos ovários policísticos. É algo muito comum e até pouco tempo o único “tratamento” conhecido. Muitas das portadoras, inclusive, dizem não conhecer nenhuma outra forma de controlar os sintomas causados pela SOP, se não for pelo uso do anticoncepcional.<br />
Muitas mulheres, inclusive, os utiliza por diversos anos consecutivos, sem pausas, como se fossem o tratamento de ouro da síndrome do ovário policístico.<br />
Como já citamos diversas vezes por aqui, o anticoncepcional não trata de verdade a síndrome e apenas mascara os sintomas, fazendo com que a mulher não sinta mais nenhum deles, enquanto ingere os hormônios.<br />
Assim que ela interrompe o tratamento, todos os sintomas voltam à tona dentro de poucas semanas. Por isso falamos que o anticoncepcional não trata de fato. Podemos dizer que ele coloca todos os sintomas dentro de uma bolha, e quando você interrompe o uso do medicamento, essa bolha estoura e todos os sintomas começam a surgir novamente. Nenhum anticoncepcional pode ser considerado tratamento para SOP, já que nenhum  deles chega, de fato, à raiz do problema.<br />
Diversos médicos e profissionais vêm alertando sobre o uso dos anticoncepcionais, dizendo que os mesmos são um risco para a saúde da mulher, tenha ela a síndrome do ovário policístico ou não.<br />
O anticoncepcional se constitui em um composto de hormônios e substâncias. O excesso de estradiol, por exemplo, que é um hormônio presente nos anticoncepcionais, pode causar problemas de coagulação sanguínea, como trombose, que nada mais é que a formação de trombos, pedaços de sangue coagulado, que poderão afetar o intestino, os membros inferiores, coração e cérebro. Quando não descobertos inicialmente, podem ser fatais, sendo as causas da trombose venal profunda, tromboembolia pulmonar, AVC, dentre outras situações menos comuns.<br />
O raciocínio não deve ser focado só na pílula anticoncepcional. É preciso avaliar a dinâmica dos hormônios sintéticos e entender que eles aumentam a coagulação do sangue. Dessa forma, a mulher tem uma chance maior de uma trombose em qualquer vaso do organismo, há qualquer momento da vida.<br />
O estradiol, em níveis normais, causa benefícios à mulher e é extremamente necessário, mas quando é associado ao uso de anticoncepcional, pode aumentar drasticamente a chance de câncer de mama e de colo de útero, em mulheres de segunda e terceira idade.<br />
O estradiol em excesso, pode aumentar o edema, adipogênese, e o risco de doenças cardiovasculares.</p>
<p>Existem diversas informações que o médico deve perguntar para a paciente antes de receitar qualquer pílula anticoncepcional. Ele deve saber se a mulher ou alguém da família dela tem histórico de trombose, trombose hemorroidária (hemorroida rompida ou comprimida, que deixa o sangue acumulado no ânus, formando um coágulo), aborto de repetição, se ingere pouco líquido diariamente, se tem tendência a varizes, se é uma paciente com quadros de enxaqueca crônica ou se é fumante, com atenção especial aos dois últimos itens, que podem aumentar as chances de trombose de forma significativa.<br />
Pessoas com sobrepeso, obesidade ou que viajam constantemente de avião possuem quatro vezes mais chances de serem diagnosticados com trombose nas pernas, embolia pulmonar, infarto ou AVC.<br />
Mas então, vem a pergunta: “Se o anticoncepcional, não trata a SOP e não é o melhor tratamento para a síndrome, como tratar?”<br />
O melhor tratamento, que traz verdadeiros benefícios e que hoje é considerado como o tratamento de primeira linha para portadoras de SOP é a mudança de estilo de vida, composto por alimentação saudável, atividades físicas, fitoterápicos, chás e suplementos específicos.<br />
Consulte sempre um bom profissional da saúde!</p>
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		<title>SOP: Efeitos de probióticos e selênio na SOP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Oct 2018 12:31:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A síndrome do ovário policístico (SOP) é uma doença endócrina, que envolve uma série de hormônios! A maior parte das alterações hormonais são vindas do aumento dos androgênicos, hormônios masculinos que são responsáveis por muitos sintomas da SOP, tais como as acnes, queda de cabelo, oleosidade, ciclo menstrual irregular, pelos em excesso, resistência insulínica... Sintomas &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A síndrome do ovário policístico (SOP) é uma doença endócrina, que envolve uma série de hormônios!<br />
A maior parte das alterações hormonais são vindas do aumento dos androgênicos, hormônios masculinos que são responsáveis por muitos sintomas da SOP, tais como as acnes, queda de cabelo, oleosidade, ciclo menstrual irregular, pelos em excesso, resistência insulínica&#8230;</p>
<p>Sintomas que deixam as mulheres com a auto estima muito baixa e que podem levar a outros sintomas e a outras consequências. Por isso, a importância de um tratamento eficaz!<br />
Como citado acima, um dos sintomas (ou consequências) da SOP é a resistência insulínica, conhecida, inclusive, como o principal acusador da síndrome.</p>
<p>Você sabia que a disbiose (desequilíbrio intestinal entre as bactérias “benéficas” e maléficas) é colocada em estudos como a principal origem da síndrome do ovário policístico?</p>
<p>Alguns fatores, como alimentação rica em industrializados, ultraprocessados, farinhas brancas, pouco consumo de fibras, juntam-se a vida sedentária do cotidiano, o que leva ao desequilíbrio da microbiota intestinal.<br />
Então, podemos dizer que atualmente a disbiose vem sendo associada a fisiopatologia da SOP, com tanta importância quanto a resistência à insulina! </p>
<p>Um estudo divulgado atualmente, nesse ano de 2018, vêm colocando a importância do uso de probióticos, sendo especificamente Lactobacillus acidophilus, Lactobacillus reuteri, Lactobacillus fermentum and Bifidobacterium bifidum, 2 bilhões CFU/g/ cada juntamente com  200 μg/dia de selênio teve alguns resultados relevantes na saúde mental das portadoras de SOP, com melhoras expressivas dos níveis de testosterona e melhora do hirsutismo, que é o excesso de pelos.</p>
<p>Tal suplementação também mostrou resultados positivos no estresse oxidativo e nos marcadores inflamatórios das portadoras de SOP.</p>
<p>Tanto os probióticos quanto o selênio pode atuar beneficamente na melhora do funcionamento e da microbiota intestinal, aumentando a digestão e a absorção dos nutrientes da dieta, também combatendo ao estresse oxidativo, que envolve a diminuição do nível de testosterona.<br />
É importante que antes de qualquer medicação e/ou suplementação, você consulte um profissional! Mas lembre-se; o verdadeiro tratamento da SOP está no que você come e no estilo de vida que você tem!</p>
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		<title>HIPERATIVIDADE E ALIMENTAÇÃO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Oct 2018 12:12:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A hiperatividade é um excesso de energia que pode ser tanto física, ou seja, motora, quanto também mental, com intenso fluxo de pensamentos. Também pode ser caracterizada como excesso de atividade física ou profissional. Estudos recentes mostram que o consumo em excesso de açúcar e de produtos ricos em aditivos químicos podem estar associados a &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A hiperatividade é um excesso de energia que pode ser tanto física, ou seja, motora, quanto também mental, com intenso fluxo de pensamentos. Também pode ser caracterizada como excesso de atividade física ou profissional.<br />
Estudos recentes mostram que o consumo em excesso de açúcar e de produtos ricos em aditivos químicos podem estar associados a hiperatividade infantil. </p>
<p>Existe uma série de outros sintomas que podem ser ocasionados pelos maus hábitos alimentares, como irritação, obesidade, diabetes, colesterol, dentre outros.<br />
A literatura nos mostra que o órgão que necessita de uma ótima energia para seu funcionamento correto é o cérebro! </p>
<p>O cérebro é o órgão que coordena todas as funções do nosso corpo, e precisa de uma ótima condição para que faça tudo corretamente.</p>
<p>Se a alimentação da criança não fornece essa ótima condição ao seu cérebro, pode ter algumas consequências como interferência em seu crescimento e desenvolvimento, raciocínio, aprendizado, podendo agravar os distúrbios de atenção e a hiperatividade.</p>
<p>Mas, a boa notícia é que você pode sim implantar hábitos alimentares saudáveis em seu filho, e já ter consequências disso! Além de ajudar em seu crescimento e desenvolvimento.<br />
Comece implantando uma rotina saudável, estimulando o consumo de alimentos in natura, como frutas, legumes e verduras e diminuindo o consumo de industrializados. É aquela velha e ótima regrinha: Desembale menos e descasque mais!<br />
Evite as farinhas processadas, e dê preferência sempre para os alimentos integrais, que possuem mais benefícios para a saúde e maior teor de fibras.<br />
Para as crianças que são diagnosticadas com a hiperatividade, o ideal é que elas tenham um acompanhamento com uma nutricionista materno infantil, para um tratamento adequado, sendo observadas as necessidades individuais de cada criança.<br />
Alguns alimentos podem ajudar na hiperatividade infantil, e podem ser incluídos na rotina alimentar.<br />
O espinafre, assim como outros vegetais verde escuros, frango, ovos, peixes como salmão e atum, óleo de linhaça, frutas cítricas e maçã são exemplos de alimentos que devem fazer parte da rotina da criança hiperativa.<br />
O ideal é manter uma rotina saudável e acompanhar o desenvolvimento e crescimento da criança juntamente com os profissionais da saúde.<br />
Cuide da alimentação do seu filho e garanta a ele um ótimo desenvolvimento!</p>
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