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	<title>Emagrecimento &#8211; CANTINHO DA NUTRI &#8211; Nutricionista Itaim, Moema, Vila Nova Conceição</title>
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	<description>Carol Faria Coaching de Emagrecimento &#124; Nutrição Esportiva &#124; Materno-Infantil</description>
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		<title>O que é mindful eating?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jan 2019 11:17:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
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		<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[Com a mídia, vemos diversos “modos de comer”, dietas e várias formas de tentar ser mais saudável e perder peso. Em tantas dietas radicais por aí, vemos um modo mais tranquilo e consciente. Mas vale lembrar que qualquer decisão alimentar deve ser tomada junto a um nutricionista. O mindful eating pode ser definido como uma &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com a mídia, vemos diversos “modos de comer”, dietas e várias formas de tentar ser mais saudável e perder peso.<br />
Em tantas dietas radicais por aí, vemos um modo mais tranquilo e consciente. Mas vale lembrar que qualquer decisão alimentar deve ser tomada junto a um nutricionista.</p>
<p>O mindful eating pode ser definido como uma alimentação mais consciente, ou em tradução livre, comer com atenção plena.<br />
Segundo Tarchin Hearn, Mindfulness é a prática de colocarmos toda a nossa atenção, de coração aberto, no que está acontecendo no momento: fisicamente e mentalmente, tanto dentro como em volta de nós.<br />
A prática vai desde preparar, cortar os alimentos até o servir, arrumar o local, desfrutando das cores, sabores, aromas.<br />
A alimentação consciente nos reconecta com nossas necessidades e como percebê-las em nosso corpo, mente e coração.<br />
Por exemplo: você come como? Correndo, com pressa, sem prestar atenção? Come fazendo outra coisa? Essa prática pode interferir em sua saciedade por exemplo, e nesse modo, isso não acontece. A atenção é total.<br />
Segundo alguns sites e pesquisas, a mindful eating pode levar alguns passos para ser realizado o método.<br />
1 – Coma apenas quando estiver com fome. O método indica que você perceba os sinais que o seu corpo te dá para que identifique a fome. Isso te ajudará a comer apenas quando realmente estiver com fome.<br />
2 – Veja o que de melhor está disponível e que você queira comer. Verifique as comidas disponíveis para você, os nutrientes que ela possui, e isso irá lhe permitir que você faça escolhas boas.<br />
3 – Prepare os alimentos. Observe as texturas, cores, aromas, sabores, isso te ajuda a se sintonizar com os alimentos.<br />
4 – Foco nos alimentos. Prestar atenção plenamente no que come. Isso é fatal. Coma com calma, preste atenção em cada alimento, e coloque sua mente para prestar atenção nos alimentos.<br />
5 – Preste atenção após comer. Quando comer, preste atenção na sensação de saciedade e satisfação para que evite excessos.<br />
6 – Depois de algumas horas. Depois de um tempo de se alimentar, preste atenção em como o seu corpo está reagindo.<br />
7 – Sente para comer. Muitas pessoas comem em pé, ou prestando atenção em outro lugar enquanto come. Mas você deve sentar em um lugar que fique com atenção total no alimento, sem distrações.<br />
8 – Coloque seus lanches no prato. Quando for comer algum lanche, ao invés de come-lo diretamente do saquinho, coloque-o em um prato. Isso ajuda a manter a atenção.<br />
9 – Não se distraia. Com a rotina corrida, é bem comum comer enquanto faz outra coisa para poupar tempo. Mas evite isso.<br />
10 – Coma a quantidade certa. Muitas pessoas acabam extrapolando nas quantidades, comendo mais do que deveria.<br />
Com essas dicas você conseguirá prestar mais atenção nos alimentos e como eles reagem ao nosso corpo, tendo uma alimentação saudável, balanceada e consciente.<br />
Mas ainda assim é importante você ter um acompanhamento profissional. Tenha uma nutri para chamar de sua!<br />
Cuide da sua alimentação e da sua saúde.</p>
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		<title>Jejum intermitente é para todo mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Dec 2018 13:32:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
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					<description><![CDATA[Emagrecimento: Jejum é para todo mundo? Você sabe o que é jejum intermitente (JI)? O JI, juntamente com a dieta low carb, pode ser um grande aliado ao emagrecimento. Mas será que ele é uma boa oportunidade para todo mundo? Será que funciona para todos? Primeiro de tudo, o jejum significa não comer, certo? E &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Emagrecimento: Jejum é para todo mundo?</strong></p>
<p>Você sabe o que é jejum intermitente (JI)? O JI, juntamente com a dieta low carb, pode ser um grande aliado ao emagrecimento. Mas será que ele é uma boa oportunidade para todo mundo? Será que funciona para todos?<br />
Primeiro de tudo, o jejum significa não comer, certo? E o não comer é uma restrição mais severa, e que exige cuidados.<br />
Sempre alerto meus pacientes sobre a compulsão alimentar. Muitas pessoas saem de uma compulsão e entram no jejum. Isso é um caminho e uma grande porta aberta para a compulsão chegar novamente.<br />
Antes de mais nada, a low carb é um estilo de vida com uma alimentação saudável e de verdade. Com um pouco menos de carboidratos, mas sempre priorizando a alimentação saudável.<br />
O jejum intermitente pode ser aliado da dieta low carb para ajudar na perda de peso, quando entramos no efeito platô e queremos destravar a balança.<br />
Quando você tem uma dieta low carb e faz o jejum intermitente, o seu corpo estará com os estoques de glicogênio baixos, então usará a gordura como fonte de energia, auxiliando assim, a perda de peso.</p>
<p><strong>Existem diversos protocolos para seguir o jejum intermitente, como 8, 12, 16 horas de jejum&#8230;</strong></p>
<p>Mas será que é indicado para todo mundo?<br />
Mas o jejum intermitente não é indicado para todo mundo. Precisamos analisar com cautela o caso a caso e verificar se é uma boa opção.<br />
Por exemplo: gestantes e lactantes são mulheres que não devem seguir protocolos de Jejum intermitente, pois tem necessidades energéticas aumentadas e diferentes. Jejuar nesses casos poderia atrapalhar o desenvolvimento do bebê ou até comprometer o aleitamento materno.<br />
Pessoas com algumas patologias, como insuficiência renal, diabéticos, pacientes com infecções ou sistema imunológico comprometido, hipoglicemia, pacientes anêmicos e que usam medicações controladoa antes de iniciar o jejum, precisam consultar um profissional e serem acompanhados durante todo o processo.<br />
Além da preocupação com a perda de peso, é fundamental nos preocuparmos também com a saúde. Uma mudança de peso só acontecerá de forma sustentável se a saúde não for colocada em risco.<br />
Perca peso e ganhe saúde, e não o contrário!</p>
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		<title>Endometriose: Por que é tão difícil o diagnóstico?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Dec 2018 13:32:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emagrecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[A endometriose é uma doença que não possui cura e que é caracterizada pela presença do endométrio (camada que reveste o útero) fora da cavidade uterina, podendo estar presente nas trompas, bexiga e outras cavidades. É bem comum mulheres irem ao ginecologista, fazer seus exames de rotina, terem sintomas como dores fortes, dores na relação &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A endometriose é uma doença que não possui cura e que é caracterizada pela presença do endométrio (camada que reveste o útero) fora da cavidade uterina, podendo estar presente nas trompas, bexiga e outras cavidades.<br />
É bem comum mulheres irem ao ginecologista, fazer seus exames de rotina, terem sintomas como dores fortes, dores na relação sexual, fortes sangramentos e os médicos não diagnosticarem como endometriose. E isso acontece no mundo inteiro, não só no Brasil.<br />
Pesquisas da área apontam que o diagnóstico da endometriose costuma demorar de 7 a 10 anos entre o inicio dos sintomas e enfim, o diagnóstico correto.<br />
Isso acontece porque os exames de rotina, como o ultrassom e a ressonância pélvica não são especializados, e por isso muitas vezes não são capazes de diagnosticar a endometriose, pois trata-se de uma doença que infiltra nos órgãos mas que não interfere na sua anatomia macroscópica, como acontece com outras doenças (como pólipos, cistos e miomas que crescem e são visíveis ao exame de imagem).<br />
Há tempos atrás, acreditava- se que o diagnóstico da endometriose só era possível através de uma cirurgia, a laparoscopia diagnóstica. Ainda hoje, alguns casos são descobertos somente através dela, enquanto outros são descobertos por alterações sanguíneas e nos exames de imagem, porém, através da cirurgia descobre-se que o foco era bem maior ou mais abrangente do que se acreditava pelos exames.<br />
Estudos feitos por profissionais da USP, apontam que quando o diagnóstico é realizado por profissionais especializados, é ainda mais rápido e assertivo em 70% nos casos. Nesse caso o diagnóstico acontece sem cirurgia, apenas pelos sintomas apresentados pela mulher e toque vaginal.<br />
Centros especializados de endometriose conseguem acusar cerca de 90 a 99% da doença com exames mais especializados, como o ultrassom transvaginal especializado, feito com um preparo específico intestinal e a ressonância magnética especializada que é vista por radiologistas experts na doença.<br />
Se você desconfia que tem endometriose, o melhor a fazer é buscar centros e profissionais de confiança e que sejam especialistas na patologia, para que você tenha o diagnostico correto e o quanto antes, para que se possa tratar de maneira correta, tendo em vista que a doença é progressiva e pode aumentar ao longo do tempo.<br />
Portanto, se você sente algum dos sintomas específicos da endometriose, como dores pélvicas, dores crônicas, alterações intestinais e urinárias durante o ciclo menstrual e dores durante a relação sexual, procure seu médico e relate a ele esses sintomas!<br />
E se você tem endometriose, não deixe de tratar, mesmo que a doença esteja em seu nível mais simples e assintomático.<br />
O tratamento pode variar de acordo com o grau da doença, mas pode ser feito através de medicações juntamente com o estilo de vida saudável, como uma alimentação equilibrada e a prática de atividades físicas.<br />
Tratamentos complementares como uso de chás e fitoterápicos também podem ajudar.<br />
Tenha uma nutricionista para chamar de sua!</p>
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		<title>Gordura sim, ilimitada não!</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Dec 2018 14:26:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Você já ouviu falar da dieta low carb? A low carb como o próprio nome já diz é uma dieta com baixo carboidrato. Muitas pessoas confundem a low carb com a cetogênica, mas são dietas e condutas completamente diferentes. Na low carb o consumo de carboidratos é reduzido, mas ainda permanece. Geralmente, os carboidratos representam &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você já ouviu falar da dieta low carb?<br />
A low carb como o próprio nome já diz é uma dieta com baixo carboidrato. Muitas pessoas confundem a low carb com a cetogênica, mas são dietas e condutas completamente diferentes.<br />
Na low carb o consumo de carboidratos é reduzido, mas ainda permanece. Geralmente, os carboidratos representam de 20 a 40% do valor calórico total da dieta.<br />
Com isso, os outros macronutrientes (proteínas e gorduras) precisam subir de quantidade para que consiga atingir as necessidades nutricionais do indivíduo.<br />
Então, a low carb consiste em uma redução de carboidrato e um aumento da gordura e da proteína, mas devemos nos lembrar e sempre deixar claro que o equilíbrio é fundamental.<br />
É bem comum as pessoas diminuírem o consumo de carboidrato e associarem a um aumento brusco das gorduras em sua dieta.<br />
Mas será que é saudável e seguro aumentar a quantidade de gordura, como se não houvesse amanhã?<br />
Como tudo nessa vida, e como sempre falo, o equilíbrio é a chave do sucesso.<br />
Não adianta eu diminuir a quantidade dos carboidratos, designar ele como vilão, e subir as gorduras além da conta.<br />
O carboidrato é muito importante em nossa dieta, pois ele é o macronutriente que mais nos fornece energia. Devemos priorizar os carboidratos complexos que são aqueles que são absorvidos com uma maior lentidão no organismo e dão mais saciedade. As gorduras também são importantes e devemos consumi-las, pois elas também podem gerar energia e transportar as vitaminas lipossolúveis (A, D, E e K).<br />
Quando falamos em consumir gorduras na low carb, falamos das gorduras boas, que possuem o poder de aumentar o nosso colesterol bom, o HDL e diminuir o ruim, LDL, dentre outras funções. São elas: Castanhas, azeites, coco, abacate&#8230;<br />
Mas mesmo consumindo gorduras boas ou “ruins” não é indicado que você consuma com excesso, pois prejuízos podem chegar.<br />
Se você quer fazer uma low carb com segurança, e de forma correta, procure um profissional que te ajude a adequar as quantidades de acordo com as suas necessidades nutricionais, e faça um cardápio excelente para que você possa perder peso, ter uma reeducação alimentar e melhor estilo de vida com muita saúde!<br />
Se você quiser saber mais sobre como colocar a low carb em prática e ter sucesso com ela, sem o efeito sanfona, entre em contato comigo, que poderei te ajudar!!</p>
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		<title>Low carb: A ação da insulina na perda de peso – e porque não são apenas as calorias que contam</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Nov 2018 14:33:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Você faz dieta low carb? Faz algum tipo de alimentação para a perda de peso? Já tentou inúmeras dietas, passou fome, fez promessa e ainda assim os quilinhos a mais não te largam? Não se sinta sozinha: atendo dezenas de mulheres todas as semanas em meu consultório com essa mesma dificuldade. Hoje vou explicar para &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você faz dieta low carb? Faz algum tipo de alimentação para a perda de peso? Já tentou inúmeras dietas, passou fome, fez promessa e ainda assim os quilinhos a mais não te largam?<br />
Não se sinta sozinha: atendo dezenas de mulheres todas as semanas em meu consultório com essa mesma dificuldade.<br />
Hoje vou explicar para você porque todas essas dietas podem não dar certo e como a ação da insulina participa do processo de perda de peso, muitas vezes impedindo você de emagrecer, mesmo que esteja comendo pouco.<br />
Primeiramente, a insulina é um hormônio produzido pelo nosso pâncreas, que permite a entrada de glicose nas células para que ela seja transformada em energia. Ela age como uma chave que abre as fechaduras das células do seu corpo, permitindo que a glicose (açúcar que está no sangue como resultado da digestão de carboidratos) entre e seja usada para gerar energia em suas atividades.<br />
Sempre que você come um carboidrato, por exemplo, o seu cérebro sinaliza ao seu pâncreas para que ele produza insulina. Ele vai produzir de acordo com a quantidade que você consumiu, mas principalmente de acordo com o volume de carboidrato que será absorvido de uma única vez. Ou seja: se o carboidrato consumido for de um alimento simples ou refinado, que é absorvido pelo organismo rapidamente, a produção de insulina será maior do que quando o carboidrato ingerido for de uma fonte integral, ou que esteja combinado com proteínas e gorduras (nutrientes que são absorvidos de forma lenta e por isso tornam lenta a absorção do carboidrato consumido na mesma refeição).<br />
Quando a refeição é rica em carboidratos simples e de fácil absorção, a insulina precisará ser absorvida em maior quantidade. Isso não seria um problema se esse excesso de insulina fosse imediatamente excluído após o uso, mas não é isso que acontece.<br />
Uma vez produzida, cada molécula de insulina tem 6h de “vida”. Ou seja: insulina em excesso = absorção rápida de carboidratos = insulina circulando no sangue, sem função.<br />
Essa insulina que “sobra” fica circulando pelo sangue, tendo 2 funções:<br />
1-	Sinalizar para o cérebro que está faltando energia (pois não há mais carboidratos ali para serem transportados por ela)<br />
2-	Armazenamento do carboidrato consumido em forma de gordura<br />
As consequências dessas 2 funções, então, são:<br />
a-	Aumento da vontade de consumir carboidratos (doces ou salgados), gerando compulsão e, ao mesmo tempo, gerando muito cansaço, fadiga e indisposição<br />
b-	Aumento dos estoques de gordura (principalmente abdominal), que resulta em aumento de peso e dificuldade em emagrecer<br />
“Ah nutri, então quer dizer que o problema todo está na insulina?” “Mesmo comendo poucas calorias posso não conseguir emagrecer?”<br />
Sim.<br />
E é exatamente por isso, que a low carb pode te ajudar! Não basta consumir poucas calorias apenas. Quando consumimos um doce, por exemplo, ele é rapidamente absorvido, então rapidamente chega a mensagem para o pâncreas produzir muita insulina, pois estão sendo absorvidas várias moléculas de glicose juntas, ao mesmo tempo. Rapidamente elas serão convertidas em energia e seu excesso em gordura, gerando mais vontade de comer doces e massas ou pães. Com isso a pessoa ganha peso e gordura, ao mesmo tempo que tem mais vontade de comer. E tudo isso, independente dela ter consumido poucas calorias.<br />
Em contrapartida, com um maior consumo de proteínas e gorduras, consome-se mais energia (calorias) mas estes são nutrientes que não precisam da insulina para serem metabolizados ou absorvidos. Ou seja: são alimentos na maioria das vezes mais calóricos mas que não despertam no organismo a necessidade da produção de insulina.  Esse é o segredo para quem deseja comer mais e sentir menos fome, mesmo durante um processo de perda de peso.<br />
Com a low carb você conseguirá controlar a sua ingestão de carboidratos e evitar que haja picos de insulina, fazendo com que ela seja produzida sem excesso e sem favorecer o armazenamento de gordura.<br />
Com isso, podemos concluir que não são apenas as calorias que contam em uma dieta, e sim a qualidade e a combinação certa de cada alimento nas refeições.<br />
Vale lembrar também que a dieta low carb é a melhor conduta nutricional para o tratamento e controle da Síndrome do Ovário Policístico. Mas não é qualquer low carb que resolve. A dieta para tratamento efetivo e definitivo da SOP deve ter inclusão de alimentos específicos que estimulam o controle hormonal, ao mesmo tempo que evita algumas fontes proteicas que na dieta low carb para emagrecimento seriam permitidas.<br />
Procure um nutricionista e tenha uma dieta específica para a sua necessidade!</p>
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		<title>AUMENTAR MASSA MAGRA COM A LOW CARB: É POSSÍVEL?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Nov 2018 19:37:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A dieta low carb é uma dieta que recomenda uma ingestão reduzida de carboidratos, ou seja, onde consumo desse nutriente é menor que as diretrizes oficiais dos órgãos de saúde. Muitas pessoas acabam confundindo a low carb com a dieta cetogênica, porém são condutas diferentes. A low carb, como o próprio nome diz, é uma &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A dieta low carb é uma dieta que recomenda uma ingestão reduzida de carboidratos, ou seja, onde consumo desse nutriente é menor que as diretrizes oficiais dos órgãos de saúde.<br />
Muitas pessoas acabam confundindo a low carb com a dieta cetogênica, porém são condutas diferentes. A low carb, como o próprio nome diz, é uma alimentação com pouco carboidrato, e não com zero ingestão.<br />
Na low carb, o consumo de carboidratos complexos é priorizado. São exemplos: os alimentos integrais, batata doce, raízes de forma geral, entre outros. Esses alimentos são absorvidos com uma maior lentidão no corpo, evitando picos de insulina, e dando mais saciedade por um maior tempo.<br />
Já os carboidratos refinados, como açúcar e doces, devem ser evitados, pois são absorvidos com mais rapidez, gerando picos de insulina, o que causa mais fome e mais necessidade de carboidratos. Esse é o chamado efeito rebote.<br />
A dieta low carb vem sendo utilizada por muitas pessoas, pois traz muitos benefícios a saúde e à estética, ajudando em uma perda de peso com definição muscular.<br />
Muitas pessoas quando perdem peso e alcançam o seu objetivo, querem aumentar a massa magra, e então, a dúvida vem: “Será que dá para aumentar massa magra com a dieta low carb?”<br />
A resposta é sim! Porém algumas ressalvas precisam ser ditas e realizadas.<br />
Primeiramente, mesmo que a dieta seja low carb, ela precisa ser composta com um pouco mais de calorias do que a dieta destinada ao emagrecimento, pois você não consegue sintetizar massa magra sem um “excedente” de energia.<br />
O seu músculo para tomar forma, precisa de energia para se desenvolver, e se você fizer uma dieta com baixas calorias, você não conseguirá esse resultado.<br />
Como colocar em prática? Você reduz a quantidade de carboidrato sim, como a low carb diz, mas aumenta um pouco a quantidade de proteína e gordura (importante ressaltar que a prioridade são as gorduras boas, insaturadas, pois aumentam os níveis do colesterol bom e diminuem os níveis do colesterol ruim. São exemplos: abacate, azeite, castanhas, óleos vegetais&#8230;)<br />
Vale ressaltar que o equilíbrio é a chave e o excesso nunca é bom. Quando falamos em aumentar a quantidade de proteína e gordura, precisamos fazer isso com cautela e orientados por um profissionais. Às vistas de uma explicação bioquímica, isso pode não ser tão benéfico assim e por isso não serve para todo mundo.<br />
Para o aumento da massa magra, com ou sem a dieta a low carb, os exercícios são de extrema importância.<br />
Você precisa estimular o seu músculo para que ele trabalhe de forma correta e para que ganhe forma. E nesse ponto, a presença de um educador físico para te acompanhar, orientar e dizer qual a melhor maneira para você se exercitar é muito importante e não deve ser deixado de lado.<br />
Muitas pessoas perguntam sobre suplementação, e sim, ela pode ajudar nesse quesito, porém precisa ser vista de forma individual a fim de que seja feita, se necessário, da melhor forma: para você, de acordo com as suas necessidades energéticas, rotina, estado nutricional e outros pontos.<br />
No quesito alimentação, é importante que você priorize sua alimentação antes e após o treino.<br />
Quando falamos em dieta low carb, é preciso que você priorize o consumo de carboidratos nessas duas refeições, pois você precisa de energia para poder fazer os exercícios físicos e após o treino para ter a recuperação adequada.<br />
O consumo de água precisa ser adequado. Se você faz a  dieta low carb, logo terá menores estoques de glicogênio e consequentemente de água. Por isso, precisamos manter as quantidades de água ideais para uma hidratação perfeita. Vale lembrar que para sintetizar massa muscular, nosso organismo também precisa de água para os processos e reações químicas necessários.<br />
Todas essas dicas podem ser inseridas em sua rotina, mas o ideal é ter um acompanhamento individual, para que você consiga os resultados de acordo com o seu corpo e organismo. Procure sempre uma profissional nutricionista!</p>
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		<title>Emagrecimento: Low Carb x Paleo – indicações e contra indicações de cada uma</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Oct 2018 12:12:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Low Carb e a Paleo são duas dietas que vem sendo muito comentadas, questionadas e seguidas por inúmeras pessoas, muitas vezes com nenhum tipo de informação profissional ou orientação nutricional. Elas somente fazem. Mas será que sabem de fato do que se trata? Quais são as indicações e contra indicações de cada tipo ou &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Low Carb e a Paleo são duas dietas que vem sendo muito comentadas, questionadas e seguidas por inúmeras pessoas, muitas vezes com nenhum tipo de informação profissional ou orientação nutricional. Elas somente fazem. Mas será que sabem de fato do que se trata? Quais são as indicações e contra indicações de cada tipo ou estilo de alimentação?<br />
A dieta Low Carb nada mais é do que a restrição do consumo de alimentos fonte de carboidrato. Ela tem como maior objetivo promover a utilização da gordura como fonte de energia, uma vez que sua primeira fonte – o carboidrato – não estará presente. Consequentemente, há a diminuição do peso. Para portadores de comorbidades como resistência insulínica, obesidade, diabetes e problemas metabólicos, é de fato, um auxilio. Contribui sim para o emagrecimento e para a diminuição do açúcar (glicose) no sangue. Porém, no primeiro momento, quando você não está acostumado (a) a ficar um tempo sem ingerir carboidratos, é possível que sinta tontura, enjoos, dor de cabeça e visão turva.<br />
Já para portadores de hipoglicemia, não é uma estratégia nutricional tão interessante, uma vez que esses sintomas já ocorrem com frequência e a dieta pioraria todos esses desconfortos. Devido à exclusão de alimentos fontes de fibra, pessoas com obstipação intestinal também podem sofrer com o estilo low carb, que intensificaria ainda mais as questões intestinais.<br />
Na dieta Paleo também há restrição de carboidratos, porém ocorre também um aumento do consumo de proteína para que ela também seja utilizada, junto à gordura, como fonte de energia.<br />
As contra indicações do estilo paleo são parecidas com as da Low Carb. Porém, além de também poder piorar as condições já citadas, ainda são levadas em consideração a chance de uma sobrecarga renal, desidratação, tonturas, fraqueza, cãibras.<br />
É importante ressaltar que dificilmente você poderá continuar com essas dietas durante muito tempo, pois elas são feitas para auxiliar você a chegar ao seu objetivo e não para você segui-las como um estilo de vida, pois é gerado um stress devido à restrição alimentar e o seu corpo e mente podem não estar preparados para tanto.<br />
Tenha um profissional da saúde por perto que você confie, para que ele / ela te ajude a esclarecer dúvidas e estabelecer um tratamento que seja individualizado e adequado a você, seu estilo de vida, suas necessidades nutricionais e suas questões de saúde.<br />
Consulte sempre uma nutricionista 😊 </p>
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		<title>Emagrecimento: Acúmulo de gordura no fígado: por que a culpa é dos carboidratos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Sep 2018 11:58:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Esteatose hepática: termo complicado e de difícil entendimento, mas que quer dizer acúmulo de gordura no fígado. Atinge cada vez mais brasileiros e pode ser dividida em graus, que vão do leve ao grave. Primeiramente, vamos falar do fígado! O fígado desenvolve uma série de funções em nosso organismo, como auxiliar a digestão das gorduras, &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esteatose hepática: termo complicado e de difícil entendimento, mas que quer dizer acúmulo de gordura no fígado. Atinge cada vez mais brasileiros e pode ser dividida em graus, que vão do leve ao grave. </p>
<p>Primeiramente, vamos falar do fígado! O fígado desenvolve uma série de funções em nosso organismo, como auxiliar a digestão das gorduras, armazenamento de algumas vitaminas e minerais. </p>
<p>É um órgão que está completamente envolvido com o processamento de carboidratos, proteínas e lipídeos, sendo uma das suas funções analisar se  os nutrientes ingeridos serão utilizados para dar energia ao seu corpo, e as funções que ele precisa realizar, ou se será armazenado.</p>
<p>Vamos com um exemplo! Se você come um alimento em quantidade maior do que você precisa, é como se o seu organismo pensasse assim: Ok! Ele já tem toda a energia que precisa para agora, e não usará mais, então nós vamos estocar essa energia para depois.<br />
Isso pode acontecer quando ingerimos tanto carboidratos quanto proteínas e gorduras. </p>
<p>Porém, a digestão da proteína, por exemplo, queima entre duas a três vezes mais calorias em relação à digestão dos carboidratos!<br />
Há um outro ponto a ser dito sobre eles: quando consumimos, o nosso corpo precisa produzir insulina, para que esse carboidrato entre na célula para gerar energia. Se temos muita insulina em nosso corpo, logo ela vai dizer que essa energia pode ser estocada, o que fará o acúmulo de gordura acontecer, inclusive, no órgão. </p>
<p>Por isso, podemos dizer que o acúmulo de gordura no fígado provem do excesso de carboidratos. Mas, claro que ele não é o único culpado!</p>
<p>Por isso, sempre enfatizamos a importância de uma alimentação saudável, equilibrada e sempre com moderação.<br />
E também é importante dizer que devemos cuidar do excesso de gordura no fígado e tratar o problema! Pois se esse quadro não for tratado e apenas evoluir, poderá levar a algumas consequências não tão agradáveis, como uma cirrose hepática não alcoólica.<br />
Cuide da sua alimentação e do seu estilo de vida! </p>
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		<title>Emagrecimento: o que a ciência diz sobre o jejum?</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Sep 2018 15:26:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Quem vive na luta contra a balança provavelmente já tentou e testou inúmeras dietas e estratégias nutricionais de emagrecimento. A moda atual é fazer jejum intermitente que, segundo o que dizem, não só ajuda a emagrecer, mas também a se manter jovem por mais tempo. Embora existam diferentes modelos, o mais comum é o de &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem vive na luta contra a balança provavelmente já tentou e testou inúmeras dietas e estratégias nutricionais de emagrecimento. A moda atual é fazer jejum intermitente que, segundo o que dizem, não só ajuda a emagrecer, mas também a se manter jovem por mais tempo.</p>
<p>Embora existam diferentes modelos, o mais comum é o de 5:2, ou seja, a pessoa passa cinco dias comendo normalmente e dois se submetendo a uma dieta hipocalórica com intervalos de no mínimo 12h entre as refeições. Um argumento muito usado por quem defende o jejum intermitente como forma de controle de peso é de que ele faz sentido do ponto de vista evolutivo, já que nossos ancestrais comiam apenas quando tinham comida disponível, permanecendo por vários dias seguidos sem um alimento sequer e sob esforço intenso. </p>
<p>O que a teoria não leva em conta porém, é que fazer jejum na verdade diminui nossas taxas metabólicas, justamente porque o corpo entende que se deve conservar energia. Portanto, se o objetivo é queimar calorias, fazer jejum não faria sentido. A afirmação de Thom &#038; Lean, (2017) nos alerta para a falta de existência de estudos em humanos que confirmem os benefícios do jejum à saúde. Para se ter certeza dos seus benefícios ou malefícios, seriam necessários anos de acompanhamento, e por ser uma estratégica recente, não “daria tempo” ainda de se notar essas variações. </p>
<p>Os artigos usados pelos que defendem a estratégia, em geral, comparam restrição calórica intermitente com uma alimentação ruim. No entanto, quando a comparação envolve uma alimentação distribuída de maneira equilibrada e outra nutricionalmente similar envolvendo jejum os resultados tendem a ser diferentes.</p>
<p>Por exemplo, revisões recentes apontam que fazer jejum gera a mesma perda de peso que restringir calorias (Davis et al., 2016; Harvie &#038; Howell, 2017). Inclusive, em pessoas de peso normal, há possibilidade do jejum causar problemas na sensibilidade à insulina no longo prazo, segundo Harvie &#038; Howell (2017). </p>
<p>Alguns estudos apontam o jejum intermitente como sendo benéfico para grupos de pessoas com patologias relacionadas ao metabolismo de carboidratos, tais como diabetes 1 e 2, resistência à insulina, Síndrome do Ovário Policístico, Síndrome Congênita da Glândula Supra Renal, entre outros. </p>
<p>O fato é: pode ser uma estratégica benéfica para alguns e extremamente maléfica para outros. Indivíduos que apresentam hipoglicemia e doenças renais, por exemplo, não devem sequer pensar em se submeter a jejuns tão longos com objetivo apenas de emagrecimento ou melhora estética. </p>
<p>Antes de tentar qualquer estratégia nutricional, é imprescindível que sejam feitos exames de sangue, que possam diagnosticar qualquer anormalidade bioquímica no indivíduo. Carências nutricionais também devem ser igualmente avaliadas e tratadas antes de uma estratégia de jejum.<br />
Para as pessoas mais ansiosas e compulsivas, a restrição alimentar pode ocasionar rebotes intensos, que não fariam valer o período sem alimentação. Por tanto, características emocionais e psicológicas também devem ser avaliadas antes de submeter o indivíduo ao jejum. </p>
<p>Consulte sempre um profissional nutricionista!</p>
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		<title>Endometriose: Efeitos da melatonina no tratamento da endometriose</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Sep 2018 16:44:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A endometriose é uma doença crônica multifatorial caracterizada pela implantação de tecido endometrial fora da cavidade uterina com reação inflamatória intensa. É a causa mais comum de dor pélvica crônica em mulheres na idade reprodutiva. Apesar dos avanços terapêuticos, as opções disponíveis para tratamento da endometriose apresentam impacto limitado no curso da doença, com resultados &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A endometriose é uma doença crônica multifatorial caracterizada pela implantação de tecido endometrial fora da cavidade uterina com reação inflamatória intensa. É a causa mais comum de dor pélvica crônica em mulheres na idade reprodutiva.</p>
<p>Apesar dos avanços terapêuticos, as opções disponíveis para tratamento da endometriose apresentam impacto limitado no curso da doença, com resultados insatisfatórios e efeitos adversos pouco tolerados.</p>
<p>A melatonina é um neuro hormônio produzido principalmente pela glândula pineal, mas também, pelo trato gastrointestinal, olhos, pulmões, pele, rins, fígado, tireoide, timo, pâncreas e sistema imune, sendo metabolizada nos rins e no fígado.</p>
<p>Ela possui ações cronobióticas, analgésicas e anti inflamatórias, tem sido um agente analgésico, antioxidante e anti-inflamatório no tratamento da dor aguda e crônica.</p>
<p>A glândula pineal secreta a melatonina durante a noite, utilizando a serotonina como precursor. O mecanismo que controla a produção da melatonina é chamado de ciclo circadiano, ou ciclo de sono e vigília.</p>
<p>Ela possui um potente efeito antioxidante, agindo contra espécies reativas de oxigênio e de nitrogênio, provenientes do metabolismo celular. Alterações crônicas no ciclo circadiano são relacionadas a problemas cardiovasculares, obesidade e até câncer.</p>
<p>Importante deixar claro que qualquer suplementação deve ser feita de forma individual por um profissional!</p>
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