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	<title>Estudo &#8211; CANTINHO DA NUTRI &#8211; Nutricionista Itaim, Moema, Vila Nova Conceição</title>
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	<description>Carol Faria Coaching de Emagrecimento &#124; Nutrição Esportiva &#124; Materno-Infantil</description>
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		<title>Endometriose X Bisfenol A</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Dec 2018 11:12:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Você já ouviu falar da relação entre a endometriose e o bisfenol A? Antes de falar dessa relação, vou te explicar o que é endometriose e o que é Bisfenol A. A Endometriose é uma patologia caracterizada pela multiplicação do tecido que reveste o útero, o endométrio. Quando não ocorre a fecundação, o tecido descama &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você já ouviu falar da relação entre a endometriose e o bisfenol A? Antes de falar dessa relação, vou te explicar o que é endometriose e o que é Bisfenol A.<br />
A Endometriose é uma patologia caracterizada pela multiplicação do tecido que reveste o útero, o endométrio. Quando não ocorre a fecundação, o tecido descama e sai pelo canal vaginal, sendo este o processo denominado menstruação. Porém, a endometriose é uma patologia de etiologia desconhecida e que faz com que o  tecido faça o canal inverso e siga em direção as trompas uterinas gerando inflamação e sendo uma das principais causas da infertilidade feminina.<br />
O maior sintoma e incômodo das mulheres com Endometriose é a dor pélvica que chega a ser extremamente forte, impossibilitando muitas mulheres de seguirem com as suas atividades diárias. Existem níveis da patologia e o tratamento vai de medicamentos à remoção do tecido inflamado, que é realizado através de método cirúrgico.<br />
O Bisfenol A (BPA) é um composto utilizado na fabricação de policarbonato, um tipo de resina usada na produção da maioria dos plásticos.<br />
Atua como um desregulador endócrino que se assemelha tanto com o hormônio feminino – estradiol – quando o da tireoide.<br />
A Sociedade Brasileira de Endocrinologia, diz que de acordo com alguns estudos, quando o Bisfenol A entra em contato com o organismo humano, principalmente durante a vida intrauterina, a substância pode afetar o sistema endócrino, podendo aumentar ou diminuir a ação dos hormônios, naturalmente produzidos pelo corpo humano.<br />
Esses danos podem trazer infertilidade, modificações do desenvolvimento do corpo humano, como os órgãos sexuais internos, câncer e endometriose.<br />
“Tudo bem Nutri, já sei a relação de ambos. Quando temos um contato grande com o BPA ainda na vida intrauterina, podemos ter diversas consequências, inclusive a endometriose. Mas como posso diminuir meu contato com essa substância?”<br />
Podemos tomar algumas atitudes que nos deixarão mais longe do BPA, como:<br />
&#8211; Usar mamadeiras e utensílios de vidro, ou BPA free para bebês<br />
&#8211; Bebidas e alimentos acondicionados em plástico, evite esquentar no micro-ondas, pois o BPA é liberado em maiores quantidades quando o plástico é aquecido.<br />
&#8211; Evite levar ao freezer alimentos e bebidas acondicionadas no plástico. A liberação do composto também é mais intenso quando há um resfriamento do plástico.<br />
&#8211; Evite o consumo de alimentos e bebidas enlatadas, pois o bisfenol é utilizado como resina epóxi no revestimento interno das latas.<br />
&#8211; Opte por utensílios de vidro. Evite lavá-los com detergentes fortes ou colocá-los na máquina de lavar louças.<br />
&#8211; Caso utilize embalagens plásticas para acondicionar alimentos ou bebidas, evite aquelas que tenham os símbolos de reciclagem com os números 3 e 7 no seu interior e na parte posterior das embalagens. Eles indicam que a embalagem contem ou pode conter o BPA na sua composição.<br />
Portanto se você tem endometriose, é lactante, gestante, ou até mesmo não entra em nenhuma dessas categorias, evite ficar em muito contato com o Bisfenol A. Coloque em prática essas dicas e traga mais conforto e segurança para o seu dia a dia!</p>
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		<title>Seu bebê está recusando novos alimentos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Dec 2018 13:42:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A introdução alimentar é um assunto que gera um pouco de dúvidas nas mamães. Além da dúvida, gera um pouco de receio e insegurança. Um sentimento bem comum também é o ficar de “cabelo em pé” nas primeiras semanas de introdução alimentar, afinal, assim como a amamentação, é uma coisa nova tanto para o bebê &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A introdução alimentar é um assunto que gera um pouco de dúvidas nas mamães. Além da dúvida, gera um pouco de receio e insegurança.<br />
Um sentimento bem comum também é o ficar de “cabelo em pé” nas primeiras semanas de introdução alimentar, afinal, assim como a amamentação, é uma coisa nova tanto para o bebê quanto para a mãe, e precisa de paciência, cuidado e atenção.<br />
Aquele bebê que só conhecia o leite materno, e se alimentava tão bem, agora faz birra, joga o prato no chão, recusa o alimento&#8230;. Chegou o momento dele  conhecer novos alimentos, texturas, sabores&#8230; mas pode ser que ele não esteja tão preparado assim.<br />
Mas ainda bem que isso é normal. Pode ficar tranquila mamãe, que isso vai passar.</p>
<p>Mudanças não são fáceis:<br />
Aos poucos ele vai aprendendo, afinal mudança não é fácil para ninguém, não é?<br />
O bebê aos poucos vai aprender a sentar sozinho, pegar o alimento, sentir o sabor e ingerir.<br />
Antes de mais nada, é importante dizer que isso vai passar.</p>
<p>O passo a passo:<br />
Não compare o seu filho com os outros bebês. Cada bebê tem um tempo de adaptação diferente. Não compare o seu primeiro filho com o segundo, com os sobrinhos, filhos das amigas&#8230;<br />
Para auxiliar o bebê e tentar melhorar a introdução alimentar, alguns cuidados podem ser tomados. E vamos falar deles, a seguir.<br />
É importante que assim como você tem a rotina alimentar, o bebê tenha. Então crie uma rotina para ele, aos poucos&#8230; Ofereça os alimentos quando ele estiver com fome, pois se ele estiver com a barriga cheia de leite, saciado, provavelmente vai recusar os outros alimentos.<br />
Além disso, os bebês percebem mais do que você imagina e são muito espertos. Por mais que seja novinho, quando ele estiver comendo, diga palavras de incentivo a ele, bata palma, dê um sorriso&#8230; eles percebem tudo!<br />
Muitas mamães querem evitar a sujeira na hora da comida&#8230;. mas não ligue para isso. Deixe o bebê sentir o aroma, textura, sabor, deixe ele pegar no alimento, por mais que amasse tudo&#8230; ele precisa desse contato com a comida.<br />
Também é legal para que você una a sua refeição com a do bebê. Ou seja, comam na mesma hora, na mesa, todos sentados&#8230; por mais que o alimento do bebê seja diferente ao seu (e provavelmente vai ser) deixe que ele coma com a família. Esse momento será de grande aprendizado e o bebê ainda poderá ter a família como um referencial para a alimentação.<br />
Além disso, ofereça sempre os alimentos novos! Não desista na primeira vez que o bebê não gostar&#8230;.<br />
Ajude o bebê nesse momento, ele também precisa aprender e com muito amor.<br />
Acalme- se e saiba que esse momento vai passar e você vai tirar de letra esse desafio,<br />
Cuide e preserve a saúde e a alimentação do seu bebê 😊</p>
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		<title>Ovário Policístico (OP) x Síndrome do Ovário Policístico (SOP)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Dec 2018 13:32:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Você sabe a diferença entre ter Ovário Policístico e ter a Síndrome do Ovário Policístico? É comum encontrarmos pessoas que acreditam se tratar do mesmo problema, mas são patologias completamente diferentes. O único fato que as une é em relação à cura, que infelizmente não existe em nenhum dos casos. Ainda que se tenha cistos &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você sabe a diferença entre ter Ovário Policístico e ter a Síndrome do Ovário Policístico? É comum encontrarmos pessoas que acreditam se tratar do mesmo problema, mas são patologias completamente diferentes.<br />
O único fato que as une é em relação à cura, que infelizmente não existe em nenhum dos casos.<br />
Ainda que se tenha cistos no ovário, nem sempre isso quer dizer que se tem a Síndrome do Ovário Policístico. A diferenciação pode ser feita com base nas características clínicas, laboratoriais e de imagem. </p>
<p>Ovário Policístico (OP)</p>
<p>Definição<br />
Antes de mais nada, vale à pena entender que existem alguns tipos de cistos ovarianos normais e fisiológicos, sendo os mais comuns o cisto folicular e o cisto de corpo lúteo. Ambos são denominados funcionais e fazem parte do processo normal do ciclo ovulatório. Geralmente, eles não provocam sintomas e desaparecem de forma espontânea. Ter esses cistos não quer dizer que a mulher tenha OP ou SOP.<br />
Ovários policísticos (OP), como o próprio nome indica, são ovários que têm muitos cistos. Para que o caso seja considerado clinicamente como OP, é necessário que haja dez folículos de 10 mm em cada ovário, no mínimo. Estes cistos não desaparecem com o passar do ciclo menstrual e não são funcionais.<br />
Dentre os sintomas do OP estão: inchaço e sensação de pressão no abdômen, dor pélvica e dificuldade para engravidar. Menos comuns, mas que também podem acontecer: aumento de peso, cansaço, dor aguda na região lombar ou nas coxas, sensibilidade nas mamas, dor ao evacuar, náuseas e até vômitos.<br />
Muitas pessoas questionam se quem tem OP tem maior propensão para desenvolver SOP. A ligação entre as condições é inexistente. Na SOP é a produção desregulada de hormônios masculinos a responsável pela síndrome, não a pré-existência de cistos. Ou seja, uma mulher que tenha OP pode passar a vida toda sem desenvolver a SOP.</p>
<p>Tratamento<br />
Quem tem OP não precisa, necessariamente, de um tratamento. A mulher pode viver com seus folículos normalmente, sem apresentar queixas ou outros problemas de saúde por conta deles. Se a mulher apresentar alguma dificuldade para engravidar ou sintoma desconfortável, aí sim vale a pena buscar ajuda e tratamento.</p>
<p>Síndrome do Ovário Policístico (SOP)</p>
<p>Definição<br />
A SOP possui um quadro clínico maior e completamente diferente do quadro de quem tem OP.<br />
A Síndrome atinge 1 em cada 10 mulheres em idade fértil. Isso representa até 20% das mulheres em todo o mundo, somando – se mais de 100 milhões de casos ao redor do planeta.<br />
Quem tem SOP possui alterações hormonais, que precisam ser diagnosticadas e tratadas. Há aumento de hormônios masculinos e resistência insulínica na maior parte dos casos (o que origina os sintomas típicos da síndrome, como acne, queda de cabelo, oleosidade, ciclo menstrual irregular, pelos em excesso, cansaço e indisposição).</p>
<p>Diagnóstico<br />
A SOP é diagnosticada por uma série de exames em conjunto, combinados com as avaliações clínicas (de sinais e sintomas). Na mulher com SOP muitas vezes também é possível ver cistos no ovário através do ultrassom, mas essa não é uma regra, e mesmo em mulheres com ausência de cistos, pode-se confirmar o diagnóstico de SOP através de outros sintomas, sinais e exames.<br />
Os critérios para o diagnóstico da SOP ainda são motivo de discussão na literatura. De acordo com o consenso de Rotterdam, o diagnóstico de SOP inclui pelo menos dois dos seguintes critérios: amenorreia e/ou oligomenorreia (ciclos menstruais irregulares ou anovulatórios), sinais clínicos e/ou bioquímicos de hiperandrogenismo (principalmente hirsutismo, com aumento de pelos no rosto e no corpo) e/ou ovário policístico à ultrassonografia, excluindo-se outras causas com manifestações clínicas semelhantes.<br />
Esse consenso ainda define o OP pela presença de 12 ou mais folículos medindo entre 2 e 9 milímetros de diâmetro e/ou aumento do volume ovariano (maior que 10 cm3) ao exame ultrassonográfico.<br />
Vale mencionar que a avaliação e o diagnóstico da SOP não devem ser realizados quando a mulher utiliza contraceptivos hormonais, que podem levar a redução ou desaparecimento dos cistos, mascarando também outros sinais e sintomas. Nesse caso, a ausência ou o pequeno número de alterações podem induzir ao erro no diagnóstico da SOP.<br />
Importante: enquanto a observação de um ou até mesmo de poucos cistos ovarianos não caracteriza por si só a SOP, a sua ausência também não afasta essa possibilidade</p>
<p>Exames<br />
Para o correto diagnóstico da SOP são necessários exames de sangue para avaliação de insulina, glicemia, curva glicêmica, TSH, FSH, LH, testosterona total, testosterona livre, 17 OHP, SDHEA, SHGB, T3, T3 livre, T4, T4 livre, colesterol total e frações, vitamina D, hemoglobina glicada e homa-r.<br />
É importante também realizar o exame de ultrassonografia por via transvaginal e avaliação clínica (análise dos sintomas)</p>
<p>Tratamento<br />
O tratamento da SOP é tão complexo quando sua fisiopatologia.<br />
Primeiramente, precisamos saber quais os efeitos da SOP no organismo da paciente. É comum mulheres com a Síndrome terem alterações no metabolismo de carboidratos, com resistência à insulina (RI) e até a consequência de uma RI não tratada, que é o diabetes tipo 2. As mulheres com essa condição costumam sentir uma necessidade por carboidratos bem maior, além de mais cansaço, fadiga e indisposição.<br />
Observa-se também aumento de gordura no fígado, alterações de colesterol e triglicerídeos e disbiose (desequilíbrio da micro flora intestinal, com sintomas como gases, dilatação e distensão abdominal).<br />
Não menos comuns, são as mulheres que sofrem também de crises de ansiedade, Síndrome do Pânico e depressão.<br />
Todo esse conjunto de sinais e consequências também deve ser levado em consideração no tratamento, que consiste primeiramente na mudança de hábitos de vida.<br />
Mudar a alimentação, praticar atividades físicas e controlar o estresse são partes fundamentais do tratamento da SOP. Uso de suplementos e fitoterápicos também auxiliam no tratamento das disfunções e suas alterações.<br />
Medicamentos e anticoncepcionais não devem ser considerados como tratamento da SOP, uma vez que atuam pontualmente mascarando os sintomas mas não agem na causa do problema. Tratar os sintomas e não suas causas pode provocar uma ideia errada de cura, uma vez que os sintomas ficam amenos ou até desaparecem enquanto se faz uso dessas substâncias.<br />
Quando se tem o controle da SOP às custas de métodos contraceptivos hormonais ou antidiabéticos, deve-se ter consciência de que ao interromper o uso das drogas os sintomas voltarão, possivelmente piores e mais sérios.</p>
<p>A dieta<br />
A principal forma de tratamento da SOP é a dieta.<br />
Um planejamento alimentar personalizado, com baixo consumo de carboidratos e maior consumo de proteínas e gorduras saudáveis estimula o melhor funcionamento do organismo, controlando e remediando a resistência à insulina, que parece estar na origem dos sintomas e da própria doença.<br />
Importante: Não é qualquer low carb que resolve a questão, mas sim uma dieta funcional, rica em antioxidantes e nutrientes que auxiliam no bom funcionamento hormonal feminino.<br />
Mais uma vez, é imprescindível orientação profissional! Procure ajuda, por você e pela sua saúde!</p>
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		<title>Endometriose: Por que é tão difícil o diagnóstico?</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Dec 2018 13:32:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A endometriose é uma doença que não possui cura e que é caracterizada pela presença do endométrio (camada que reveste o útero) fora da cavidade uterina, podendo estar presente nas trompas, bexiga e outras cavidades. É bem comum mulheres irem ao ginecologista, fazer seus exames de rotina, terem sintomas como dores fortes, dores na relação &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A endometriose é uma doença que não possui cura e que é caracterizada pela presença do endométrio (camada que reveste o útero) fora da cavidade uterina, podendo estar presente nas trompas, bexiga e outras cavidades.<br />
É bem comum mulheres irem ao ginecologista, fazer seus exames de rotina, terem sintomas como dores fortes, dores na relação sexual, fortes sangramentos e os médicos não diagnosticarem como endometriose. E isso acontece no mundo inteiro, não só no Brasil.<br />
Pesquisas da área apontam que o diagnóstico da endometriose costuma demorar de 7 a 10 anos entre o inicio dos sintomas e enfim, o diagnóstico correto.<br />
Isso acontece porque os exames de rotina, como o ultrassom e a ressonância pélvica não são especializados, e por isso muitas vezes não são capazes de diagnosticar a endometriose, pois trata-se de uma doença que infiltra nos órgãos mas que não interfere na sua anatomia macroscópica, como acontece com outras doenças (como pólipos, cistos e miomas que crescem e são visíveis ao exame de imagem).<br />
Há tempos atrás, acreditava- se que o diagnóstico da endometriose só era possível através de uma cirurgia, a laparoscopia diagnóstica. Ainda hoje, alguns casos são descobertos somente através dela, enquanto outros são descobertos por alterações sanguíneas e nos exames de imagem, porém, através da cirurgia descobre-se que o foco era bem maior ou mais abrangente do que se acreditava pelos exames.<br />
Estudos feitos por profissionais da USP, apontam que quando o diagnóstico é realizado por profissionais especializados, é ainda mais rápido e assertivo em 70% nos casos. Nesse caso o diagnóstico acontece sem cirurgia, apenas pelos sintomas apresentados pela mulher e toque vaginal.<br />
Centros especializados de endometriose conseguem acusar cerca de 90 a 99% da doença com exames mais especializados, como o ultrassom transvaginal especializado, feito com um preparo específico intestinal e a ressonância magnética especializada que é vista por radiologistas experts na doença.<br />
Se você desconfia que tem endometriose, o melhor a fazer é buscar centros e profissionais de confiança e que sejam especialistas na patologia, para que você tenha o diagnostico correto e o quanto antes, para que se possa tratar de maneira correta, tendo em vista que a doença é progressiva e pode aumentar ao longo do tempo.<br />
Portanto, se você sente algum dos sintomas específicos da endometriose, como dores pélvicas, dores crônicas, alterações intestinais e urinárias durante o ciclo menstrual e dores durante a relação sexual, procure seu médico e relate a ele esses sintomas!<br />
E se você tem endometriose, não deixe de tratar, mesmo que a doença esteja em seu nível mais simples e assintomático.<br />
O tratamento pode variar de acordo com o grau da doença, mas pode ser feito através de medicações juntamente com o estilo de vida saudável, como uma alimentação equilibrada e a prática de atividades físicas.<br />
Tratamentos complementares como uso de chás e fitoterápicos também podem ajudar.<br />
Tenha uma nutricionista para chamar de sua!</p>
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		<title>Seu intestino pode ser o culpado por você ter SOP!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Dec 2018 14:34:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Você já ouviu falar da síndrome do ovário policístico, mais conhecida como SOP? Creio que sim, sempre falo sobre ela aqui nos meus textos, redes sociais, canal do Youtube... Trata-se de uma doença endócrina que acomete uma série de mulheres em idade fértil. Para ser mais exata, pode ser que atinja 20% das mulheres em &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você já ouviu falar da síndrome do ovário policístico, mais conhecida como SOP? Creio que sim, sempre falo sobre ela aqui nos meus textos, redes sociais, canal do Youtube&#8230;<br />
Trata-se de uma doença endócrina que acomete uma série de mulheres em idade fértil. Para ser mais exata, pode ser que atinja 20% das mulheres em todo o mundo, causando sintomas como queda de cabelo, acne, excesso de pelos, cansaço, compulsão por carboidratos, ciclos menstruais irregulares, entre outros sintomas e consequências.<br />
Tratar a síndrome é de extrema importância, não somente pelas alterações hormonais responsáveis por muitos sintomas como também (e principalmente) pela saúde da mulher.<br />
As causas e os mecanismos que levam à SOP ainda não estão 100% esclarecidos, mas o que se sabe até o momento é que se trata de uma doença que não tem cura. A boa notícia é que cada vez mais se conhece o papel da alimentação e do estilo de vida no tratamento, que pode controlar a SOP para sempre.<br />
A resistência insulínica, condição muito presente em mulheres com Síndrome do Ovário Policístico, se dá quando a insulina não executa suas funções corretamente. Ela pode ser produzida na quantidade ideal mas não estar desempenhando seu papel, pode ser produzida em quantidade elevada e não ser utilizada totalmente ou ainda não ser produzida em quantidade suficiente.<br />
Quando há excesso de insulina e ela permanece circulando no sangue, podemos dizer que ocorre um quadro chamado de hiperinsulinemia (excesso de insulina na corrente sanguínea). Esse seria o principal estimulante do desenvolvimento da SOP na mulher.  </p>
<p>A novidade agora é que a culpa por você ter SOP pode ser do seu intestino.<br />
Você dá importância para ele?<br />
Alguns fatores como alimentação rica em industrializados, ultraprocessados, farinhas brancas e alimentos pobres em fibras, juntam-se à vida sedentária do cotidiano, o que leva ao desequilíbrio da microbiota intestinal, também chamado de disbiose.<br />
Essa disbiose pode resultar em um surgimento da permeabilidade aumentada do intestino à lipopolissacarídeos, alimentos de bactérias gram-negativas que se multiplicarão além do esperado, influenciando nosso sistema imunológico à induzir um estado de resistência insulínica.<br />
A insulina que aumentará no sangue, levará ao aumento da produção dos hormônios androgênicos, como a testosterona. Esse aumento é o principal motivo pelos quais surgem os sintomas citados no início do texto.<br />
E então, gera-se um ciclo: a alimentação desregulada e inadequada que leva ao desequilíbrio da microbiota intestinal, que pode levar e agravar a resistência insulínica, que levará ao aumento dos andrógenos e estes causarão os sintomas da síndrome.<br />
Com os hormônios andrógenos aumentados, outros poderão entrar em níveis não adequados, provocando outras consequências que surgem quando a SOP não é tratada.<br />
Por isso, se você é mulher, cuide da sua alimentação e do seu estilo de vida, para que assim previna possíveis doenças como essa e tantas outras ocasionadas pela má alimentação.<br />
Se você tem SOP e o seu intestino não está funcionando regularmente, trate – o para que o tratamento da síndrome seja mais eficaz.<br />
Procure sempre ajuda nutricional!</p>
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		<item>
		<title>As 10 principais dúvidas sobre a endometriose</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Nov 2018 14:21:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A endometriose é uma é uma doença caracterizada pela presença do endométrio fora da cavidade uterina. (O endométrio é a parede que reveste o útero, e é responsável pela menstruação). Neste caso, o local mais comum de implantação dos fragmentos é a região pélvica, onde ficam aderidos a uma ou mais estruturas - tubas uterinas, &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A endometriose é uma é uma doença caracterizada pela presença do endométrio fora da cavidade uterina. (O endométrio é a parede que reveste o útero, e é responsável pela menstruação).<br />
Neste caso, o local mais comum de implantação dos fragmentos é a região pélvica, onde ficam aderidos a uma ou mais estruturas &#8211; tubas uterinas, ovários, bexiga, intestino e outros órgãos.<br />
Pode ser considerada uma doença que ainda está sendo estudada, sem causa ou tratamento específicos. E comum que algumas portadoras possuam muitas dúvidas e questionamentos sobre a patologia, seus sintomas e tratamentos.<br />
Vamos falar hoje sobre as principais dúvidas.</p>
<p>1: A endometriose tem cura?<br />
Infelizmente a cura ainda não existe para essa doença. É considerada uma doença crônica. </p>
<p>2: Existe tratamento eficaz?<br />
Sim! A mulher com endometriose possui um leque de tratamentos que podem ajudar muito e que podem variar de mulher para mulher e de acordo com o grau da doença.</p>
<p>3: É hereditária?<br />
Alguns estudos mostram que dentre os fatores de risco, o caráter hereditário está presente em 51% dos casos.</p>
<p>4: Desaparece com a menopausa?<br />
Com a chegada da menopausa, o corpo não produz mais estrogênio, hormônio responsável pela ovulação e com isso a endometriose tende a não se proliferar.</p>
<p>5: Possui a chance de gestação?<br />
Sim! A mulher com endometriose que trata a doença pode conceber sim. O ideal é tratar de forma correta e o quanto antes.</p>
<p>6: A alimentação pode ajudar na endometriose?<br />
Sim! A alimentação é fundamental para o controle. A alimentação no tratamento da endometriose é de extrema importância para o controle dos focos de inflamação e consequentemente controle e diminuição das dores. Da mesma forma, é importante cuidar da alimentação também para que se consiga ter um funcionamento ótimo do intestino, que impactará diretamente no tratamento da endometriose e controle da inflamação. </p>
<p>7: Se não tratar, pode deixar a mulher infértil?<br />
Infelizmente, se você não tratar a endometriose, a instalação da doença nos ovários pode provocar o aparecimento de um cisto denominado endometrioma. Este cisto pode atingir grandes proporções e comprometer o futuro reprodutivo da mulher.</p>
<p>8: Possui sintomas específicos?<br />
Os sintomas são aparentes e podem ser dores durante a relação sexual, alterações intestinais e urinárias durante o período de menstruação, fadiga crônica e exaustão, dificuldade para engravidar, cólicas menstruais intensas, dor difusa ou crônica na região pélvica.</p>
<p>9: Como é diagnosticado?<br />
É feito por meio de exame físico, ultrassom (ultrassonografia) endovaginal especializado, exame ginecológico, dosagem de marcadores e outros exames de laboratório.</p>
<p>10: É uma doença progressiva?<br />
Se trata de uma doença progressiva, e quando não há tratamento pode gerar uma série de processos de aderências de infiltração dos focos da doença em órgãos vizinhos, podendo atingir o intestino, os ovários e a bexiga, por exemplo.</p>
<p>Essas são as dúvidas mais comuns e eu espero que tenha te ajudado! Se a sua dúvida não está aqui, me escreva contando qual é! Terei o maior prazer em te ajudar com isso 😊 </p>
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		<title>ENDOMETRIOSE: COMO ELA SURGE E QUAIS SÃO OS SINTOMAS?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Nov 2018 14:29:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Endometriose]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[A endometriose é uma doença caracterizada pela presença do endométrio fora da cavidade uterina. (O endométrio é a parede que reveste o útero e que constitui o sangue que eliminamos mensalmente pela menstruação). Em mulheres com endometriose o local mais comum de implantação desses fragmentos é a região pélvica, onde ficam aderidos a uma ou &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A endometriose é uma doença caracterizada pela presença do endométrio fora da cavidade uterina. (O endométrio é a parede que reveste o útero e que constitui o sangue que eliminamos mensalmente pela menstruação).<br />
Em mulheres com endometriose o local mais comum de implantação desses fragmentos é a região pélvica, onde ficam aderidos a uma ou mais estruturas &#8211; tubas uterinas, ovários, bexiga, intestino e outros órgãos.<br />
Alguns estudos mostram que há uma demora de 7 anos para que a mulher tenha o diagnóstico de endometriose, e é exatamente por isso que nos últimos anos, muitas campanhas estão sendo realizadas para que as mulheres conheçam a doença, os sintomas e como fazer o diagnóstico correto.<br />
O diagnóstico depende de algumas etapas. Primeiramente, o profissional avaliará o histórico da mulher, com todos os sintomas atuais e todos aqueles que a mulher já teve, de que forma foram mudando ao longo do tempo e como se manifestaram. Nessa anamnese é importante ressaltar a utilização de remédios e tratamentos já feitos nesse período.<br />
Logo após vem o exame ginecológico. Nele o profissional poderá fazer uma avaliação específica da saúde do útero, ovários, tubas e ligamentos, para então poder verificar possível alteração anatômica ou alguma lesão típica causada pela endometriose. Os uterossacros são pequenos e finos ligamentos que saem do colo do útero e direcionam-se para a região sacral. Eles formam o local mais comum de implantação da endometriose, e sua inflamação causa dor e desconfortos na região lombar e sacral.<br />
Logo após isso, um exame de imagem pode ser necessário. Os mais indicados nesses casos são o ultrassom transvaginal e a ressonância magnética, principalmente diante da suspeita de endometriose profunda intestinal. Em casos específicos pode ser necessária a solicitação da eco-colonoscopia.<br />
O exame laboratorial mais conhecido para indicar a endometriose é o Ca-125, porém alguns estudos mostram que ele pode ter baixa sensibilidade e especificidade. Isto significa que pode apresentar taxas aumentadas em mulheres sem endometriose e níveis normais em mulheres com casos graves da doença.<br />
Para algumas mulheres, a laparoscopia pode ser necessária para confirmação definitiva do diagnóstico, mas para a grande maioria o diagnóstico e a confirmação são feitos antes dessa etapa, e esse exame é utilizado então para o tratamento.<br />
A endometriose ocorre como resultado de um processo chamado menstruação retrógrada, no qual parte do fluxo menstrual percorre as tubas uterinas em direção à cavidade pélvica, e com isso faz com que algumas células do endométrio chegue a região pélvica e se fixem próximo aos ovários, tubas e útero. Em alguns casos, há uma predisposição genética.<br />
Apenas a menstruação retrograda não é o suficiente para dizer que a mulher possui endometriose, e algumas alterações precisam ser avaliadas.<br />
As alterações imunológicas fazem com que o organismo de algumas mulheres não consiga eliminar as células endometrióticas quando chegam à cavidade pélvica. Assim, essas células lentamente vão se aderindo às estruturas pélvicas como ovários, trompas, útero e intestino.<br />
As alterações endometriais fazem com que o tecido da mulher tenha mais facilidade em se aderir quando chega a região pélvica. Assim, há uma maior produção de vasos sanguíneos e com isso o endométrio dessas mulheres possui uma maior ação proliferativa levando ao avanço da doença.<br />
Os fatores ambientais foram conhecidos há pouco tempo. O mais estudado é a dioxina, um poluente encontrado principalmente nas grandes metrópoles. Estudos mostraram que a dioxina acentua as alterações endometriais, atuando através de receptores de progesterona.<br />
Os sintomas mais comuns são cólicas intensas que não amenizam com remédios. Conforme o passar do tempo, a cólica se intensifica e pode agregar novos sintomas, tais como enxaqueca, náuseas, alterações intestinais, etc. Outro sintoma muito comum é a dor durante a relação sexual.<br />
A mulher costuma ter infertilidade ou dificuldade maior para engravidar, dependendo de onde se encontram os focos endometriais.<br />
Durante o período menstrual a mulher pode ter alterações intestinais e dor para urinar, e segundo estudos, podem haver também alterações no sono.<br />
Se você sente esses sintomas, procure um médico! Lembrando sempre que a alimentação constitui parte fundamental do tratamento!</p>
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		<title>SOP: 10 SINTOMAS QUE VOCÊ NÃO PODE IGNORAR</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Nov 2018 14:27:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Como já disse em alguns textos por aqui, a SOP, é uma doença endócrina que acomete uma série de mulheres em idade fértil e que altera diversos hormônios, causando alguns sintomas. A síndrome é caracterizada pelo aumento dos hormônios masculinos, em sua maioria a testosterona, que desencadeia a alteração de outros hormônios em cascata, causando &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Como já disse em alguns textos por aqui, a SOP, é uma doença endócrina que acomete uma série de mulheres em idade fértil e que altera diversos hormônios, causando alguns sintomas.<br />
A síndrome é caracterizada pelo aumento dos hormônios masculinos, em sua maioria a testosterona, que desencadeia a alteração de outros hormônios em cascata, causando diversos sintomas.<br />
Muitas mulheres possuem todos os sintomas ativos, outras nem todos&#8230; mas não é uma regra! Você pode ter todos, como ter apenas um ou dois, e é por isso que os exames são de extrema importância para que você consiga saber de fato, onde estão os pontos que precisam ser tratados.<br />
Uma outra questão é que a intensidade dos sintomas é bem relativa. Em algumas mulheres, vem com uma alta intensidade, e em outras, aparecem bem pouco. E é aqui que mora o problema.<br />
Muitas mulheres não se incomodam com os sintomas por serem amenos ou não perceptíveis, e por isso, não se preocupam em tratam a SOP.<br />
Agora você deve estar se perguntando: se não tenho sintomas ou tenho poucos e eles não me incomodam, porque isso seria um problema?<br />
A questão está nas possíveis consequências de uma SOP não tratada, que variam desde o desenvolvimento de diabetes tipo 2 até doenças cardio vasculares, síndrome do pânico, depressão, trombose, entre outras.<br />
Vou te falar aqui 10 sintomas da SOP que você NÃO pode ignorar, que precisa investigar etratar por mais que eles não te incomodem ou que estejam em baixa intensidade.<br />
&#8211; Ganho de peso<br />
&#8211; Manchas na pele<br />
&#8211; Acne<br />
&#8211; Queda de cabelo<br />
&#8211; Hirsutismo (aumento dos pelos no rosto, glúteos, peito, seios e virilhas)<br />
&#8211; Falta de energia e indisposição<br />
&#8211; Depressão<br />
&#8211; Dificuldade para engravidar<br />
&#8211; Ciclos menstruais irregulares<br />
&#8211; Compulsão e maior necessidade por carboidratos<br />
Cada sintoma precisa ser olhado e analisado com cautela, para que você consiga trata-lo da forma correta.<br />
Um exemplo: você sempre manteve o peso sob controle, mesmo que não facilmente. Nos últimos meses ou anos ganhou mais peso que o habitual e os esforços que antes surtiam efeito hoje parecem não resultarem em nada. Você então cansou de lutar contra a balança e preferiu se aceitar com os quilinhos a mais mesmo. Qual o problema disso? O aumento de peso pode piorar a resistência à insulina, condição extremamente comum e que atinge mais de 90% das mulheres com SOP. Com o aumento de peso e o agravamento dessa resistência à insulina, o metabolismo piora como um todo, e com isso pioram o cansaço, a compulsão por carboidratos doces ou salgados, os sintomas de depressão, ansiedade ou síndrome do pânico, e até os sintomas clínicos que surgem com a piora dos hormônios, tais como pelos, acne, queda de cabelo e irregularidade dos ciclos menstruais.<br />
Quando não tratamos cada sintoma da SOP, estamos não só os deixando mais intensos como também favorecendo o aparecimento de outras e novas doenças.<br />
Devemos nos lembrar sempre: para cada sintoma não tratado, estamos colocando um tijolinho a mais no muro da SOP, para que ela piore a cada dia e intensifique cada vez mais as manifestações.<br />
Cuide da sua saúde e diga adeus aos sintomas da SOP. A alimentação é parte fundamenta desse tratamento!</p>
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		<title>SOP E TIREOIDE: QUAL A RELAÇÃO?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Nov 2018 19:49:48 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[SOP]]></category>
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					<description><![CDATA[Você já ouviu falar que a síndrome do ovário policístico (SOP) possui uma relação com a tireoide? Sim, possui. Mas antes de te mostrar qual é a relação, vamos falar um pouquinho de cada ponto separadamente. A SOP é uma doença endócrina que não possui cura, e por esse fato necessita de um tratamento contínuo &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você já ouviu falar que a síndrome do ovário policístico (SOP) possui uma relação com a tireoide? Sim, possui.<br />
Mas antes de te mostrar qual é a relação, vamos falar um pouquinho de cada ponto separadamente.<br />
A SOP é uma doença endócrina que não possui cura, e por esse fato necessita de um tratamento contínuo e duradouro.<br />
A síndrome envolve uma série de alterações hormonais que elevam principalmente os hormônios masculinos, entre outros.<br />
Já a tireoide é uma glândula em forma de borboleta, que fica localizada no pescoço  e é uma das maiores glândulas do corpo humano.<br />
Ela age na função de órgãos importantes como o coração, cérebro, fígado e rins. Interfere, também, no crescimento e desenvolvimento das crianças e adolescentes; na regulação dos ciclos menstruais; na fertilidade; no peso; na memória; na concentração; no humor; e no controle emocional.<br />
É de extrema importância que ela esteja funcionando em perfeito estado, para que tudo ocorra e funcione com harmonia e normalidade.<br />
Ela é responsável pela produção de T3 e T4, hormônios que atuam em todos os sistemas do nosso organismo e podem agir em nosso metabolismo.<br />
E quando a tireoide não está funcionando corretamente? Ela pode liberar esses hormônios em excesso ou em quantidade insuficiente.<br />
Sabemos que quando os hormônios não estão regulados, algumas consequências podem aparecer. Quando os hormônios T3 e T4 estão aumentados, temos o hipertireoidismo, já quando eles estão em quantidades insuficientes, podem levar ao hipotireoidismo.<br />
Vale lembrar que na SOP, além dos níveis alterados de hormônios masculinos, os hormônios T3 e T4 também são alterados em alguns casos.<br />
Alguns estudos vêm mostrando a relação da síndrome do ovário policístico com o hipotireoidismo. E então descobriram que a SOP e o hipotireoidismo andam de mãos dadas, e que ele pode ser a causa da SOP. Mas nada comprovado 100%.<br />
Então, se pararmos para pensar a alteração desses dois hormônios podem trazer uma série de consequências, tanto no hipotireoidismo quando na SOP.<br />
Para o diagnóstico, um exame de sangue pode solucionar. Analisar os níveis de TSH, T3 e T4 já nos mostram a probabilidade do hipotireoidismo.<br />
Já para o diagnóstico da SOP, outros exames precisam ser realizados, como LH. FSH, insulina, curva glicêmica, glicemia em jejum, ultrassom, vitamina D, 17 OHP, homa – r.<br />
Portanto, se você está percebendo sintomas comuns de algumas dessas patologias, o ideal é investigar, para que faça o tratamento correto, se houver alguma disfunção.<br />
Gostou da informação? Compartilha o texto com quem conhece! </p>
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		<title>MITOS E VERDADES SOBRE A ENDOMETRIOSE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Nov 2018 19:46:34 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Endometriose]]></category>
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		<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[A endometriose é uma doença caracterizada pela presença do endométrio, que é a camada que reveste o útero, fora da cavidade uterina, podendo estar nas trompas, ovários, intestino e bexiga. Todos os meses, o endométrio, fica mais espesso para que o óvulo fecundado possa se implantar nele. Mas quando não há fecundação, o endométrio que &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A endometriose é uma doença caracterizada pela presença do endométrio, que é a camada que reveste o útero, fora da cavidade uterina, podendo estar nas trompas, ovários, intestino e bexiga.<br />
Todos os meses, o endométrio, fica mais espesso para que o óvulo fecundado possa se implantar nele. Mas quando não há fecundação, o endométrio que aumentou, descama e é expelido na menstruação.<br />
Em alguns casos, um pouco desse sangue migra no sentido oposto, caindo na cavidade abdominal ou ovários, causando os desconfortos.<br />
As causas ainda são desconhecidas, mas sabemos que precisa ser tratada de forma correta.<br />
Os sintomas são aparentes e podem causar dores durante a relação sexual, alterações intestinais e urinárias durante o período de menstruação, fadiga crônica e exaustão, dificuldade para engravidar, cólicas menstruais intensas, dor difusa ou crônica na região pélvica.<br />
O diagnóstico, precisa ser feito com cautela, para que não seja avaliado incorretamente.<br />
É feito por meio de exame físico, ultrassom (ultrassonografia) endovaginal especializado, exame ginecológico, dosagem de marcadores e outros exames de laboratório.<br />
Mas por ser uma doença que vem sendo explanada recentemente, alguns estudos ainda estão em andamento, e muitas informações circulam pela internet. Será que todas são verdades?<br />
Vamos falar sobre os mitos e as verdades da endometriose.<br />
&#8211; É uma doença silenciosa, que não apresenta sintomas: MITO! Como falamos acima, é uma doença que apresenta sintomas sim, onde prevalece as dores.<br />
&#8211; A endometriose se não tratada, pode deixar a mulher infértil: VERDADE! Infelizmente, se você não tratar a endometriose, a instalação da doença nos ovários pode provocar o aparecimento de um cisto denominado endometrioma. Este cisto pode atingir grandes proporções e comprometer o futuro reprodutivo da mulher.<br />
&#8211; A falta de tratamento da endometriose pode fazer com que a doença atinja outros órgãos: VERDADE! Se trata de uma doença progressiva, e quando não há tratamento pode gerar uma série de processos de aderências de infiltração dos focos da doença em órgãos vizinhos, podendo atingir o intestino, os ovários e a bexiga, por exemplo.<br />
&#8211; A endometriose tem cura: MITO! Infelizmente, não possui a cura definitiva. Mas possui uma série de opções de tratamento. E o tratamento será escolhido de acordo com a severidade dos sintomas e do grau da doença instalada.<br />
Por isso, é muito importante que você trate a doença, e não negligencie nenhum tratamento.<br />
Também é importante que você se atente as informações que estão na internet, pois informações erradas e contraditórias, podem interferir negativamente no seu tratamento.<br />
Conhece alguma mulher que sofre com a endometriose? Compartilha essa informação com ela!</p>
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