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	<title>Infantil &#8211; CANTINHO DA NUTRI &#8211; Nutricionista Itaim, Moema, Vila Nova Conceição</title>
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	<description>Carol Faria Coaching de Emagrecimento &#124; Nutrição Esportiva &#124; Materno-Infantil</description>
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		<title>O mito do cordão no pescoço</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Jan 2019 11:24:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Gestação, parto e puerpério são assuntos que envolvem muitos mitos e muitas informações erradas. É bem comum quando a mulher está grávida, várias pessoas ao seu redor começarem a contar histórias, dar informações e muitos conceitos. Mas nem sempre essas informações podem ser levadas ao pé da letra e nem sempre são verdadeiras. Isso é &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Gestação, parto e puerpério são assuntos que envolvem muitos mitos e muitas informações erradas.<br />
É bem comum quando a mulher está grávida, várias pessoas ao seu redor começarem a contar histórias, dar informações e muitos conceitos. Mas nem sempre essas informações podem ser levadas ao pé da letra e nem sempre são verdadeiras. Isso é fato.<br />
O parto envolve muitos assuntos, opiniões diferentes e com isso as mulheres que não conhecem os conceitos verídicos, acabam acreditando em tudo e em todos.</p>
<p>E o cordão umbilical? Já ouviu falar que ele pode ser culpado por você terminar em uma cesárea?<br />
O cordão umbilical pode enrolar no pescoço ou no pé, braço&#8230; e nem sempre essa situação é indicação para uma cesárea.<br />
Muitas gestantes são indicadas a fazer a cesárea por conta do cordão umbilical estar enrolado no pescoço e por não serem informadas corretamente acabam optando pelo parto cirúrgico.<br />
Não existe enforcamento de bebe com o cordão umbilical! Até porque ele não respira usando o pescoço dentro do útero. Ele recebe oxigênio pelo cordão umbilical, e não depende do seu pescoço para respirar lá dentro!<br />
O que pode acontecer em uma minoria dos casos, é o cordão enrolar e ficar muito justo e comprimido, podendo diminuir o aporte de sangue para ele. Só que isso pode ocorrer com o cordão ao redor do pescoço, do braço, da perna&#8230;<br />
Mas isso é uma minoria segundo os especialistas. E o médico pode ver durante o parto como está o cordão.<br />
Se o cordão estiver apenas enrolado no pescoço, podemos seguir com o parto normal. É totalmente viável.<br />
Via de regra, em média 95% das vezes que o bebê tem o cordão ao redor do pescoço há possibilidade de nascer de parto normal!<br />
Cabe aos obstetras orientarem suas gestantes de maneira correta quanto a isso, e as tranquilizarem.<br />
E cabe a você, futura mamãe, procurar informações de qualidade e confiáveis, munindo – se de conhecimento e evitando que qualquer informação desencontrada te cause desconforto ou medo.<br />
É importante ficar atenta e claro, ter um médico que você possa confiar de olhos fechados, 100% do tempo e em qualquer situação!</p>
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		<title>Estresse na gestação: como influencia o bebê e como amenizar seus efeitos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Dec 2018 11:03:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Você está gestante? É um período que há muitas mudanças, não é? Sim... São várias adaptações, sentimentos, emoções... e isso é normal. Mas sabia que o estresse pode influenciar na saúde do bebê? Ainda não há estudos que comprovem que, por exemplo, um estresse do dia a dia pode causar um aborto espontâneo. Mas o &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você está gestante? É um período que há muitas mudanças, não é? Sim&#8230; São várias adaptações, sentimentos, emoções&#8230; e isso é normal. Mas sabia que o estresse pode influenciar na saúde do bebê?<br />
Ainda não há estudos que comprovem que, por exemplo, um estresse do dia a dia pode causar um aborto espontâneo.<br />
Mas o estresse extremo precisa ser controlado. A maior parte dos abortos espontâneos não tem causa conhecida ou ocorre por um fator além da possibilidade de controle. Acredita-se que de 50% a 70% das perdas que acontecem no primeiro trimestre sejam devido a anormalidades cromossômicas no óvulo fertilizado, ou seja, ele não teria mesmo possibilidade de se desenvolver normalmente.<br />
Mas essa afirmação não quer dizer que o estresse grave, como um divórcio inesperado, briga na família ou outra situação, não possa afetar a saúde do bebê.<br />
Para comprovar, um estudo dinamarquês, realizado em 2008, com 19 mil gestantes com alto nível de estresse psicológico apontou um risco 80% maior dessas gestantes darem a luz a natimortos, quando comparadas com as gestantes que tinham um estresse moderado.<br />
Diversos outros estudos mostram que o estresse excessivo pode levar a abortos espontâneos, partos prematuros, baixo peso ao nascer e até mesmo asma e alergias no futuro para a criança.<br />
Como seria bom se a mulher gestante pudesse ficar longe de todos esses sentimentos negativos, não é? Seria uma maravilha&#8230; Mas infelizmente, não é assim que acontece e você precisa cuidar da sua saúde e pensar que tem uma vida dentro de você, que precisa ser cuidada e com muita atenção.<br />
Sim, não é fácil&#8230; Mas tenho algumas dicas que podem te ajudar a diminuir o estresse e a ficar mais calma nesse período.<br />
Então, se você quer diminuir o estresse extremo e do dia a dia, aqui vai algumas dicas para você:<br />
&#8211; Converse com seu bebê. Acredite, isso faz bem. Sua voz é reconhecida com as vibrações no útero. O bebê sente e reconhece. Sim!<br />
&#8211; Perdoe. É comum nessa fase ficarmos sensíveis, não é? Então aproveite esse momento para perdoar, e amolecer o seu coração para aquela situação que ele se fechou.<br />
&#8211; Respire, conte até 10. O útero é um músculo que se contrai, comprimindo, oprimindo e apertando o bebê. Assim, em momentos de tensões.<br />
&#8211; Use o sexo como relaxamento e distração. As grávidas costumam ter a libido aumentada na gestação, então aproveite esses momentos.<br />
Também é importante deixar um recadinho para a família da gravidinha.<br />
Ajude- a nesse momento! Colabore!<br />
E lembre-se ninguém nasce mãe e preparada para isso. Tenha calma e paciência.</p>
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		<title>Seu bebê está recusando novos alimentos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Dec 2018 13:42:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A introdução alimentar é um assunto que gera um pouco de dúvidas nas mamães. Além da dúvida, gera um pouco de receio e insegurança. Um sentimento bem comum também é o ficar de “cabelo em pé” nas primeiras semanas de introdução alimentar, afinal, assim como a amamentação, é uma coisa nova tanto para o bebê &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A introdução alimentar é um assunto que gera um pouco de dúvidas nas mamães. Além da dúvida, gera um pouco de receio e insegurança.<br />
Um sentimento bem comum também é o ficar de “cabelo em pé” nas primeiras semanas de introdução alimentar, afinal, assim como a amamentação, é uma coisa nova tanto para o bebê quanto para a mãe, e precisa de paciência, cuidado e atenção.<br />
Aquele bebê que só conhecia o leite materno, e se alimentava tão bem, agora faz birra, joga o prato no chão, recusa o alimento&#8230;. Chegou o momento dele  conhecer novos alimentos, texturas, sabores&#8230; mas pode ser que ele não esteja tão preparado assim.<br />
Mas ainda bem que isso é normal. Pode ficar tranquila mamãe, que isso vai passar.</p>
<p>Mudanças não são fáceis:<br />
Aos poucos ele vai aprendendo, afinal mudança não é fácil para ninguém, não é?<br />
O bebê aos poucos vai aprender a sentar sozinho, pegar o alimento, sentir o sabor e ingerir.<br />
Antes de mais nada, é importante dizer que isso vai passar.</p>
<p>O passo a passo:<br />
Não compare o seu filho com os outros bebês. Cada bebê tem um tempo de adaptação diferente. Não compare o seu primeiro filho com o segundo, com os sobrinhos, filhos das amigas&#8230;<br />
Para auxiliar o bebê e tentar melhorar a introdução alimentar, alguns cuidados podem ser tomados. E vamos falar deles, a seguir.<br />
É importante que assim como você tem a rotina alimentar, o bebê tenha. Então crie uma rotina para ele, aos poucos&#8230; Ofereça os alimentos quando ele estiver com fome, pois se ele estiver com a barriga cheia de leite, saciado, provavelmente vai recusar os outros alimentos.<br />
Além disso, os bebês percebem mais do que você imagina e são muito espertos. Por mais que seja novinho, quando ele estiver comendo, diga palavras de incentivo a ele, bata palma, dê um sorriso&#8230; eles percebem tudo!<br />
Muitas mamães querem evitar a sujeira na hora da comida&#8230;. mas não ligue para isso. Deixe o bebê sentir o aroma, textura, sabor, deixe ele pegar no alimento, por mais que amasse tudo&#8230; ele precisa desse contato com a comida.<br />
Também é legal para que você una a sua refeição com a do bebê. Ou seja, comam na mesma hora, na mesa, todos sentados&#8230; por mais que o alimento do bebê seja diferente ao seu (e provavelmente vai ser) deixe que ele coma com a família. Esse momento será de grande aprendizado e o bebê ainda poderá ter a família como um referencial para a alimentação.<br />
Além disso, ofereça sempre os alimentos novos! Não desista na primeira vez que o bebê não gostar&#8230;.<br />
Ajude o bebê nesse momento, ele também precisa aprender e com muito amor.<br />
Acalme- se e saiba que esse momento vai passar e você vai tirar de letra esse desafio,<br />
Cuide e preserve a saúde e a alimentação do seu bebê 😊</p>
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		<title>POR QUE AMAMENTAR NÃO É TÃO SIMPLES ASSIM?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Dec 2018 14:30:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A amamentação, com toda certeza é uma fase única, tanto quanto a gestação. Um momento cheio de emoções e muitas novidades. Antes de mais nada, a amamentação é muito importante pois é a melhor maneira de alimentar seu bebê! É o alimento perfeito, o que o bebê realmente precisa, pois contém todos os nutrientes que &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A amamentação, com toda certeza é uma fase única, tanto quanto a gestação. Um momento cheio de emoções e muitas novidades.<br />
Antes de mais nada, a amamentação é muito importante pois é a melhor maneira de alimentar seu bebê! É o alimento perfeito, o que o bebê realmente precisa, pois contém todos os nutrientes que vão suprir as necessidades de um recém nascido até ele completar 6 meses.<br />
Mas nem sempre é tudo flor, não é mesmo? Existem também dificuldades, afinal é um momento de adaptação tanto para a mãe quanto para o bebê.<br />
Os maiores desafios são originados de opiniões de pessoas alheias. E isso é comum: se sentir perdida por conta de tantas opiniões aleatórias que chegam a você.<br />
São tantas opiniões e teorias&#8230; mas é verdade é que cada mãe possui uma experiencia diferente com a amamentação. Por mais que existam e seja importante seguir as orientações profissionais, nem sempre 100% dará certo com todas as mães.<br />
O problema é que a mulher assim que descobre a gestação, já cria teorias, pensamentos negativos e inseguranças quando falamos da amamentação por conta dos comentários que as rodeiam. Você se identifica com isso?<br />
O que devemos saber é que a amamentação exclusiva deve ser feita até os seis meses de idade, sendo complementada até os dois anos. Mas ainda assim, existem as exceções.<br />
E na UTI? A realidade é diferente. Por exemplo, a primeira mamada do bebê acontece ali, onde a mãe nem imaginava. Quando, por algum motivo a mãe não consegue amamentar, ela pode contar com a ajuda do banco de leite, que fornece um leite 100% seguro, com muito cuidado, higiene e todos os procedimentos corretos.<br />
A amamentação é um momento delicado, como falamos, e com isso a mamãe precisa de uma rede de apoio com ela, para que consiga ter uma motivação e cuidado maior.<br />
Algumas mamães possuem uma ótima experiência com a amamentação, mas as vezes pode ser que a mamãe não consiga de primeira acertar na pega, ou em algum outro ponto. Com cuidado e paciência tudo dará certo, pode ter certeza.<br />
Não se compare e nem se culpe por não conseguir amamentar seu filho de primeira. Tenha paciência, peça ajude e saiba que você é a melhor mãe que pode ser para o seu filho, e que ele tem total capacidade de te ajudar e você ajuda-lo.<br />
Se necessário conte com a ajuda de uma assessoria de amamentação, que te ajudará de perto, em todos os quesitos da amamentação e o sucesso para ela.<br />
Cuide da sua saúde e do seu bebê também! </p>
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		<title>AMAMENTAÇÃO E ESTRESSE NÃO COMBINAM!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Nov 2018 19:30:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[Infelizmente, o estresse e a amamentação costumam caminhar juntos, principalmente nos primeiros dias de vida do bebê. Afinal, é um processo de adaptação, aprendizado e uma mudança de rotina, o que pode gerar esse sentimento. Todas as mamães, com toda certeza sentiram isso durante a amamentação. Dias felizes, dias de angustia, inseguranças... enfim. Diversos estudos &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Infelizmente, o estresse e a amamentação costumam caminhar juntos, principalmente nos primeiros dias de vida do bebê. Afinal, é um processo de adaptação, aprendizado e uma mudança de rotina, o que pode gerar esse sentimento.</p>
<p>Todas as mamães, com toda certeza sentiram isso durante a amamentação. Dias felizes, dias de angustia, inseguranças&#8230; enfim.<br />
Diversos estudos vêm colocando que o estresse pode ser prejudicial na amamentação e se por acaso você está passando por isso, saiba que é normal, e que vai passar. Parece meio clichê, mas é a mais pura verdade. Vai passar.</p>
<p>Como falamos acima, o estresse é causado pela mudança de rotina, de hábitos e costumes, e em meio às inseguranças, angústias e medos dessa fase da vida se torna ainda mais presente, pelas situações e pensamentos que cercam a rotina da recém mãe. </p>
<p>É comum a mãe sentir estresse mediante situações e pensamentos do dia a dia, como por exemplo, o leite ser fraco, a comparação entre os filhos e bebês das amigas, as mudanças do corpo e do relacionamento entre o casal. Mediante tudo isso o nosso organismo reage produzindo mais adrenalina, que por consequência faz a diminuição da ocitocina acontecer, que é um dos hormônios responsáveis pela produção do leite materno, mais especificamente pela ejeção do leite.</p>
<p>E é por esse motivo que muitas vezes o leite diminui, sua produção e a “descida” são comprometidos.<br />
Quanto mais estressada a mãe está, mais impacto terá sobre o aleitamento materno.</p>
<p>E então dizemos: “Mãe, o ideal é você diminuir esse estresse, pois ele não está fazendo bem para a sua amamentação.”<br />
Mas será que é apenas isso que devemos dizer?<br />
Sabemos que o aleitamento materno é importante sim, e é exatamente por isso, que a mamãe deve ao máximo fazer um esforço para que consiga manter essa amamentação.<br />
Ela é essencial e deve ser exclusiva até os seis meses de idade, e depois juntamente com a introdução alimentar, pode seguir até os dois anos ou mais.<br />
O leite materno é o alimento perfeito para o bebê, pois possui água, nutrientes e substâncias na quantidade certa, e que suprirão todas as necessidades do bebê. E mais, não existe leite fraco!<br />
Imagine só! O seu leite se adapta as necessidades especificas do bebê. Por exemplo, se o seu bebê está doente, o seu organismo modificará a composição do seu leite para ajudar na saúde do bebê, aumentando por exemplo, a quantidade de anticorpos e proteínas. Se ele se adapta as necessidades e condições do seu filho, logo ele nunca será fraco.<br />
Sabemos que o apoio familiar é importante em qualquer fase da vida, e mais ainda nessa fase de amamentação. Fale com seu marido, mãe, familiares que podem te ajudar nesse momento, para que você tenha apoio, e tenha tranquilidade e momentos de bem-estar.<br />
Pedir ajuda não é errado. Muitas mamães não gostam de pedir um socorro sempre, pois acreditam que se pedirem ajuda, não serão capazes nunca e que estão falhando em sua parte de ser mãe. Mas isso não é um sinal de fraqueza, mulheres!<br />
Saiba que esse primeiro momento, é um momento de adaptação e que como qualquer fase, precisa de mais paciência, cuidado e muita dedicação, e a ajuda será sempre bem-vinda.</p>
<p>Saiba que aos poucos você se adaptará à rotina, vai ganhar confiança, e terá mais segurança com essa nova fase.<br />
Preserve e cuide da sua saúde e da saúde do seu filho! Desejo que você tenha momentos ótimos em sua amamentação!</p>
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		<item>
		<title>Materno: Paciência e empatia na introdução alimentar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Oct 2018 20:21:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[Você tem enfrentado dificuldade para fazer a introdução alimentar do seu filho? Quem é mãe, sabe: bebê não vem com manual de instruções, e para piorar, cada serzinho é um. Bebês tem personalidade, preferências, gostos pessoais e tudo isso deve ser respeitado e até incentivado por nós mães. Difícil mesmo é lidar com todo esse &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você tem enfrentado dificuldade para fazer a introdução alimentar do seu filho?</p>
<p>Quem é mãe, sabe: bebê não vem com manual de instruções, e para piorar, cada serzinho é um. Bebês tem personalidade, preferências, gostos pessoais e tudo isso deve ser respeitado e até incentivado por nós mães. Difícil mesmo é lidar com todo esse conjunto em algumas fases da primeira infância. Um dos obstáculos mais difíceis dessa fase tem nome: introdução alimentar.</p>
<p>Antes de mais nada, vale ressaltar: toda e qualquer mãe ou pai tem o direito de errar. Importante é errar com desejo de acertar, fazendo sempre nosso melhor e agindo com paciência e amor. </p>
<p>Ter empatia e carinho nos momentos difíceis não só os tornam mais fáceis como também nos ajuda no papel mais importante das nossas vidas: o de transmitir bons valores e educação para essas pessoinhas. </p>
<p>A fase de introdução alimentar é quase uma hora da provação!! É nesta fase que o nosso filho irá formar seu hábito alimentar, desenvolver gostos e preferências alimentares que o acompanharão pelo resto da vida. Mas calma; isso não quer dizer que eles nunca mais poderão mudar de preferências. Um dos grandes medos dos pais é que eles não consigam estabelecer uma boa relação dos seus filhos com alguns grupos de alimentos, e que eles nunca mais reestabelecerão essa relação.</p>
<p>Não é incomum vermos crianças que não consomem determinados alimentos crescerem adolescentes seletivos mas que na fase adulta, por algum estímulo, acabam passando por uma reeducação alimentar que os leva a provar e aprovar alimentos que antes não consumiam. </p>
<p>Claro que, como pais, não devemos nem podemos contar com essa reeducação alimentar na fase adulta, e que por isso devemos dar nosso melhor para uma educação alimentar primária variada e não seletiva. Quero apenas tranquilizar você em relação ao que pode acontecer no futuro, tirando das suas costas a responsabilidade total pelos hábitos alimentares do seu filhote quando ele for adulto.</p>
<p>Mas Carol, como fazer uma introdução alimentar sem estresse e traumas?</p>
<p>O primeiro e mais importante item: lembre-se que cada bebê é um bebê, e que o tempo de um nem sempre será o tempo do outro.<br />
É consenso que a introdução alimentar deva começar aos 6 meses de idade. Mas será que todo bebê está preparado para comer com essa idade?<br />
A resposta é não. E você não precisa se desesperar por isso.<br />
O aleitamento materno deve ser exclusivo até o sexto mês de vida, e o leite materno continua sendo o principal alimento do bebê até 12 meses completos, ou seja, 1 ano de vida.<br />
Você sabe o que isso quer dizer? Que dos 6 aos 12 meses de idade, o leite materno é o principal alimento do bebê e a os alimentos sólidos da introdução alimentar são complementares.<br />
Se o seu bebê não aceita bem os alimentos, come pouco (às suas vistas) e não tem um paladar tão fácil assim, calma! Você ainda tem alguns bons meses para esse quadro mudar, e isso não acarretará prejuízo algum na saúde dele.</p>
<p>Meu próprio filho por exemplo, mamou exclusivamente no peito até 8 meses. Antes disso não aceitava nenhum alimento, cuspia e tinha ânsia com tudo que oferecíamos a ele. O que eu fiz? Esperei que ele desse sinais de que estava pronto para comer. Voltei a oferecer alimentos quando ele demonstrou interesse, tentando pegar os alimentos que nós comíamos em casa, salivando ao nos ver fazer uma refeição ou até buscando frutas nas fruteira de casa. Com 8 meses ele estava pronto, tinha interesse e sentia vontade de comer. A introdução alimentar aconteceu nessa época, sem estresse, sem traumas e sem pressão de nenhum dos lados. </p>
<p>Além de saber esperar o melhor momento para introduzir os alimentos, algumas atitudes podem facilitar o processo, quando ele começar:</p>
<p>1)	Não adie a introdução de proteínas e outros grupos alimentares. No ato da introdução alimentar, todos os grupos devem ser oferecidos ao bebê, um a um e separadamente, mas sem aguardar grandes períodos para essa introdução. </p>
<p>2)	Não bata a comida no liquidificador. Os alimentos devem ser oferecidos amassados ou em pequenos pedaços, mas não liquidificados ou em forma de papinhas líquidas. O melhor é oferecer os alimentos separadamente para que o bebê possa identificar os diferentes sabores, texturas e cheiros, e sempre em pequenos pedaços capazes de incentivar a mastigação e o nascimento dos dentes.</p>
<p>3)	Não force ou use métodos para distrair a criança enquanto ela se alimenta. Prestar atenção no que estamos fazendo, sentir o sabor e a textura de cada alimento e ter consciência sobre o momento da refeição é primordial para uma boa introdução alimentar. Lembre-se, novamente, que até o primeiro ano de vida os alimentos são apenas complementares. Ou seja, seu bebê não precisa comer muito nem raspar o prato. A principal função dessa fase e coloca-lo em contato com diferentes sabores e texturas, e para isso não precisa de muito! Deixe-o tocar nos alimentos, satisfaça suas curiosidades e não o faça comer a todo custo. Desenhos e outras distrações para esse momento não são uma boa alternativa. </p>
<p>Não esqueça de você!</p>
<p>O primeiro contato do seu filho com os sabores começa, na verdade, quando ele ainda está no útero. Pesquisas mostram que grávidas com dieta diversificada costumam dar à luz bebês mais abertos à experimentação alimentar.</p>
<p>Até o leite materno fica com o gosto daquilo que a mãe come. Por isso, os cuidados com a sua alimentação são essenciais.</p>
<p>Mas não é só você que precisa fazer sacrifícios. Afinal, como é que você e o pai vão exigir que a criança evite doces e coma saladas se essa não é a regra da casa? Caso a família como um todo não se alimente bem, uma mudança de hábitos é necessária antes que o bebê chegue à introdução alimentar.</p>
<p>Parece clichê, mas é a mais pura verdade: nossos filhos são reflexos de nós mesmas e das pessoas com quem ele convive. Se você deseja que seu bebê seja flexível e coma de tudo, comece você mesma a aplicar isso no seu dia a dia!</p>
<p>No mínimo 15 vezes</p>
<p>Você deu um caqui, ele cuspiu. O maior erro é assumir a derrota e deixar a fruta de lado. Primeiro porque é natural que o bebê jogue os alimentos para fora com a língua. Afinal, ele está imitando o movimento de sucção, e ainda não aprendeu a como deglutir. </p>
<p>Os pais devem oferecer de 12 a 15 vezes o mesmo alimento para que o bebê aprenda a gostar.  A insistência não pode ser feita de qualquer maneira. O ideal é que se espere alguns dias para tentar novamente e que o alimento venha apresentado também de diferentes maneiras. Por exemplo, um dia a cenoura vem ralada no arroz, depois, cozida em pedaços. No terceiro dia, tente purê ou bolinhos, e por aí vai.</p>
<p>Lembre-se também dos temperos. Nem todos costumam ser bem aceitos pelos pequenos. Coentro por exemplo, pode ser o seu preferido, mas talvez o filhote precise de mais maturidade e alguns anos a mais para aprender a gostar de um sabor tão marcante.</p>
<p>Claro que a comida não precisa ser sem gosto nem tempero algum, mas lembre-se sempre de que o tempero deve ser um toque a mais, e nunca substituir o sabor verdadeiro do alimento. </p>
<p>Não compare, não ameaça nem faça substituições<br />
Mantenha sempre a calma e não demonstre nervosismo ou irritação com a recusa alimentar,  já que atitudes como essa vêm acompanhadas de uma associação negativa do alimento. Em outras palavras, podem gerar trauma e dificultar ainda mais o seu trabalho.</p>
<p>Ou seja&#8230;.<br />
Calma! Respira, todas já passamos por isso. Com paciência e perseverança, eu acredito que construiremos um futuro de muito mais saúde e bons hábitos alimentares para aqueles a quem mais amamos!! Podem contar comigo nessa tarefa.<br />
No meu livro Introdução Alimentar de A a Z vocês encontram todos os detalhes sobre a introdução alimentar! À venda no link http://www.cantinhodanutri.kpages.online/introducaoalimentardeaaz</p>
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		<title>HIPERATIVIDADE E ALIMENTAÇÃO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Oct 2018 12:12:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[A hiperatividade é um excesso de energia que pode ser tanto física, ou seja, motora, quanto também mental, com intenso fluxo de pensamentos. Também pode ser caracterizada como excesso de atividade física ou profissional. Estudos recentes mostram que o consumo em excesso de açúcar e de produtos ricos em aditivos químicos podem estar associados a &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A hiperatividade é um excesso de energia que pode ser tanto física, ou seja, motora, quanto também mental, com intenso fluxo de pensamentos. Também pode ser caracterizada como excesso de atividade física ou profissional.<br />
Estudos recentes mostram que o consumo em excesso de açúcar e de produtos ricos em aditivos químicos podem estar associados a hiperatividade infantil. </p>
<p>Existe uma série de outros sintomas que podem ser ocasionados pelos maus hábitos alimentares, como irritação, obesidade, diabetes, colesterol, dentre outros.<br />
A literatura nos mostra que o órgão que necessita de uma ótima energia para seu funcionamento correto é o cérebro! </p>
<p>O cérebro é o órgão que coordena todas as funções do nosso corpo, e precisa de uma ótima condição para que faça tudo corretamente.</p>
<p>Se a alimentação da criança não fornece essa ótima condição ao seu cérebro, pode ter algumas consequências como interferência em seu crescimento e desenvolvimento, raciocínio, aprendizado, podendo agravar os distúrbios de atenção e a hiperatividade.</p>
<p>Mas, a boa notícia é que você pode sim implantar hábitos alimentares saudáveis em seu filho, e já ter consequências disso! Além de ajudar em seu crescimento e desenvolvimento.<br />
Comece implantando uma rotina saudável, estimulando o consumo de alimentos in natura, como frutas, legumes e verduras e diminuindo o consumo de industrializados. É aquela velha e ótima regrinha: Desembale menos e descasque mais!<br />
Evite as farinhas processadas, e dê preferência sempre para os alimentos integrais, que possuem mais benefícios para a saúde e maior teor de fibras.<br />
Para as crianças que são diagnosticadas com a hiperatividade, o ideal é que elas tenham um acompanhamento com uma nutricionista materno infantil, para um tratamento adequado, sendo observadas as necessidades individuais de cada criança.<br />
Alguns alimentos podem ajudar na hiperatividade infantil, e podem ser incluídos na rotina alimentar.<br />
O espinafre, assim como outros vegetais verde escuros, frango, ovos, peixes como salmão e atum, óleo de linhaça, frutas cítricas e maçã são exemplos de alimentos que devem fazer parte da rotina da criança hiperativa.<br />
O ideal é manter uma rotina saudável e acompanhar o desenvolvimento e crescimento da criança juntamente com os profissionais da saúde.<br />
Cuide da alimentação do seu filho e garanta a ele um ótimo desenvolvimento!</p>
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		<title>MATERNO: USO DE SUPLEMENTOS POR GESTANTES</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Sep 2018 11:57:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sabemos que na gestação é de extrema importância que a mulher tenha uma alimentação e um estilo de vida saudáveis para que consiga um período tranquilo, seguro e com muita saúde. Além de que precisamos proporcionar um bom estado para o bebê, para que ele possa crescer e se desenvolver em ótimas condições. Sabemos que &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sabemos que na gestação é de extrema importância que a mulher tenha uma alimentação e um estilo de vida saudáveis para que consiga um período tranquilo, seguro e com muita saúde. </p>
<p>Além de que precisamos proporcionar um bom estado para o bebê, para que ele possa crescer e se desenvolver em ótimas condições.<br />
Sabemos que enquanto uma gestante gera um bebê, todas as suas necessidades aumentam! As necessidades energéticas aumentam, e as necessidades de vitamina e minerais também aumentam, afinal a mamãe precisa suprir suas necessidades e a do bebê para que não ocorra nada fora do esperado!</p>
<p>Mesmo com uma alimentação muito saudável, alguns nutrientes não conseguem ser consumidos em suas quantidades necessárias apenas com os alimentos, sendo então, necessária a suplementação.<br />
A maioria dos suplementos alimentares são indicados para as gestantes que possuem carências nutricionais, e que não conseguirão suprir com a alimentação.</p>
<p>Mas podemos ver que alguns nutrientes são suplementados em quase todos os casos, pois a necessidade é grande e dificilmente serão atingidos apenas com a alimentação. Geralmente esses nutrientes são: ácido fólico, que é muito importante para a formação do tubo neural do bebê, ferro, cálcio e ômega 3.</p>
<p>Alguns podem ser suplementados em necessidades especiais, como falamos acima, por carências nutricionais!<br />
Mas será que todas as gestantes precisam tomar os suplementos polivitamínicos que são tão comentados na gestação?</p>
<p>A resposta é não! Isso precisa ser avaliado individualmente, de acordo com os níveis de cada vitamina e mineral presente no organismo da mulher!</p>
<p>Por isso, sempre falamos que suplementação é com um profissional! Não devemos nos auto medicar, pois assim como os alimentos e algumas substâncias em excesso fazem mal, assim também é com os nutrientes, que precisam ser avaliados individualmente para que não ocorra nenhum prejuízo!</p>
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		<title>Materno infantil: como montar uma lancheira saudável?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Sep 2018 16:47:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[Se você tem um filho pequeno, sabe que faz parte da rotina da semana planejar e organizar os alimentos que ele consumirá na escola. Nem sempre montar uma lancheira saudável e que agrade à criançada é uma tarefa fácil, mas com algumas dicas esse processo pode se tornar mais simples. Envolva o seu filho no &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se você tem um filho pequeno, sabe que faz parte da rotina da semana planejar e organizar os alimentos que ele consumirá na escola. Nem sempre montar uma lancheira saudável e que agrade à criançada é uma tarefa fácil, mas com algumas dicas esse processo pode se tornar mais simples.</p>
<p>Envolva o seu filho no processo, isso quer dizer levá-lo ao supermercado ou à feira para fazer as compras e chamá-lo para montar os lanches, sempre explicando os benefícios de cada alimento. Essas atitudes fazem com que, desde cedo, ele aprenda a ter autonomia e no futuro possa fazer as melhores escolhas alimentares.</p>
<p>Escolha alimentos práticos, e isso não é só para facilitar o trabalho de montar a lancheira, mas também para oferecer opções simples para os pequenos consumirem no ambiente escolar. As frutas por exemplo, podem ser enviadas já cortadas e sem casca.</p>
<p>Abuse da criatividade, um sanduíche de bichinho, frutas cortadas em formatos divertidos. Hoje em dia, muitos pais compartilham nas redes sociais fotos dos pratos que elaboram para os seus filhos. Inspire-se nessas receitas e crie opções que são atrativas visualmente para os pequenos.</p>
<p>Não tenha medo de inserir novos alimentos, fuja do óbvio e aproveite os lanches escolares para apresentar coisas diferentes. Essa é a melhor maneira de expandir o olhar e até o paladar da criança, que estará aberta para experimentar sabores diversos.</p>
<p>Prefira os alimentos naturais tais como sucos naturais e até mesmo frutas in natura. As castanhas, frutas secas com iogurte natural e granola são uma boa alternativa para a sobremesa. Essas pequenas substituições vão ajudar o seu filho a crescer mais saudável.</p>
<p>As preferências alimentares variam de acordo com alguns fatores, como a rotina em que a família está inserida e os hábitos culturais que ela segue, mas é fundamental estar de olho no que é consumido pelo pequeno até mesmo porque os hábitos saudáveis são criados ainda na infância.</p>
<p>Lembre-se de uma coisa muito importante, nenhuma comida deve ser rotulada como proibida. O mais eficiente é explicar que existem alimentos para momentos diferentes, ou seja, alguns são para o dia a dia, enquanto outros são mais adequados para os finais de semana ou festinhas.</p>
<p>E não se esqueça da segurança alimentar! Cuide para que esse alimento seja oferecido a criança com segurança! Utilize bolsas térmicas por exemplo.</p>
<p>Quer saber mais sobre como ter a lancheira perfeita para o seu filho? Eu tenho um material super completo que pode te ajudar! Basta clicar no link: http://cantinhodanutri.kpages.online/lancheirasaudavel</p>
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		<title>Dieta materna no pós-parto imediato. O que evitar e o que priorizar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Aug 2018 17:22:29 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
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		<category><![CDATA[pos parto]]></category>
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					<description><![CDATA[O pós-parto nem sempre é uma fase fácil, mas não precisa também ser tão complicada. Na maioria dos casos, é necessária uma adaptação à nova rotina, uma organização diferente e mais planejamento, para aproveitar ao máximo os momentos com o bebê. Após o parto, o seu corpo passa aos poucos a retornar com suas funções &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O pós-parto nem sempre é uma fase fácil, mas não precisa também ser tão complicada. Na maioria dos casos, é necessária uma adaptação à nova rotina, uma organização diferente e mais planejamento, para aproveitar ao máximo os momentos com o bebê.</p>
<p>Após o parto, o seu corpo passa aos poucos a retornar com suas funções normais. O organismo está voltando a funcionar normalmente, e é como se você ainda estivesse entendendo tudo o que aconteceu. Nessas horas são muitas coisas para assimilar e você pode acabar deixando de lado fatores importantes, como por exemplo, sua alimentação.</p>
<p>Nesse momento e nem em qualquer outro, faça uma dieta restritiva. O seu corpo está voltando ao seu funcionamento antigo e precisa reparar células, tecidos e órgãos, portanto necessita de nutrientes construtores, energéticos e plásticos. Ou seja, todos. A alimentação deve ser bem variada. Fontes de proteína não podem faltar de forma alguma. Carnes de cortes magros, lacticínios, leguminosas e oleaginosas são alguns dos alimentos ricos neste nutriente.</p>
<p>Dependendo do parto, a mulher terá cortes que estão em processo de cicatrização. A proteína favorece essa cicatrização e contribui para que ela ocorra mais rapidamente. Além disso, o leite materno tem como um dos seus componentes mais abundantes a proteína.</p>
<p>O leite materno é o único alimento que deve ser oferecido ao bebê, portanto as proteínas devem ser consumidas em quantidades adequadas, pensando também na qualidade de vida do recém-nascido.</p>
<p>Frutas, legumes e verduras são ricos em fibras, e são excelentes fontes de vitaminas e minerais. O corpo da mulher está precisando restaurar o equilíbrio deles e também as vitaminas tem as mais variadas funções. São reconstrutoras, energéticas, algumas delas antioxidantes e melhoram ainda mais a nossa saúde. Portanto, a mulher não deve dispensar de forma alguma esses alimentos. Procure sempre consumir dos mais variados! Cada dia, um alimento diferente. As possibilidades são enormes e seu intestino também precisa deles!</p>
<p>Consumir alimentos fontes de carboidrato complexo e gorduras boas também é imprescindível. O consumo de carboidrato integral ajuda no bom funcionamento do intestino, além de ser um nutriente responsável pelo fornecimento de energia.</p>
<p>O consumo de industrializados, bebida alcoólicas, bebidas açucaradas deve ser evitado! No período do pós-parto, o corpo da mulher está voltando a funcionar da maneira que funcionava antes, voltando a se reestruturar fisicamente. O que a mulher precisa agora é de nutrientes, vindos de comida de verdade. Arroz, feijão, legumes, verduras, proteína. Alimentos industrializados são ricos em açúcar e podem contribuir com facilidade para alterações nos níveis hormonais da mulher, como a insulina, por exemplo. Portanto, o cuidado com a alimentação no pós-parto é de suma importância. O cuidado vai muito além do que apenas durante a gestação, e mesmo depois do nascimento, a saúde do bebê também depende do que a mamãe consome.</p>
<p>Consulta uma nutricionista materno infantil.</p>
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