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	<title>Saúde da Mulher &#8211; CANTINHO DA NUTRI &#8211; Nutricionista Itaim, Moema, Vila Nova Conceição</title>
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	<description>Carol Faria Coaching de Emagrecimento &#124; Nutrição Esportiva &#124; Materno-Infantil</description>
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		<title>Como a alimentação age no tratamento e controle da endometriose?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jan 2019 10:40:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[A Endometriose é uma patologia caracterizada pela multiplicação do tecido que reveste o útero, o endométrio. Quando não ocorre a fecundação, o tecido descama e sai pelo canal vaginal, sendo este o processo denominado menstruação. Porém, a endometriose é uma patologia de etiologia desconhecida e que faz com que o tecido faça o caminho inverso &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Endometriose é uma patologia caracterizada pela multiplicação do tecido que reveste o útero, o endométrio. Quando não ocorre a fecundação, o tecido descama e sai pelo canal vaginal, sendo este o processo denominado menstruação. Porém, a endometriose é uma patologia de etiologia desconhecida e que faz com que o tecido faça o caminho inverso e siga em direção as trompas uterinas gerando inflamação e sendo uma das principais causas da infertilidade feminina.<br />
O maior sintoma e incômodo das mulheres com Endometriose é a dor pélvica que chega a ser extremamente forte, impossibilitando muitas mulheres de seguirem com as suas atividades diárias. Existem níveis da patologia e o tratamento vai de medicamentos a remoção do tecido inflamado, que é realizado através de método cirúrgico.<br />
A mudança alimentar na terapia nutricional da Endometriose é de suma importância, pois já se sabe que muitos alimentos tem o potencial inflamatório e podem piorar não somente as dores, como também a qualidade de vida em geral. Em um dos estudos, 59 mulheres com histórico de Endometriose e/ou Infertilidade de 19 a 41 anos, foram divididas em dois grupos. O primeiro grupo recebeu vitaminas antioxidantes (C e E) e o segundo não recebeu nada e continuou com suas respectivas dietas.<br />
Após o estudo, foi verificado no grupo que recebeu as vitaminas uma melhora em 43% das pacientes de dor pélvica e redução da dismenorreia em 37%. Sendo que este último sintoma melhorou em apenas 4% das pacientes no segundo grupo.<br />
Portanto, através desses e de centenas de outros estudos, é claro concluir que com a alimentação adequada há uma melhora notável dos sintomas que mais afligem as mulheres com a patologia.<br />
A alimentação como um todo, não só os alimentos antioxidantes podem ajudar muito no tratamento da endometriose e no controle da doença.<br />
Por conta das dores e inflamações que a patologia gera, também foram realizados alguns estudos para verificar se existia alguma forma da alimentação influenciar positivamente na síndrome. E foi observado que sim, ela é capaz de modificar alguns aspectos inflamatórios e contribuir para a melhora deste sintoma.<br />
Por exemplo, o consumo de alimentos ricos em ômega 3 podem ajudar, pois a patologia pode gerar um quadro inflamatório onde os sintomas pioram. O ômega 3 possui agentes que são capazes de impedir a ação das prostaglandinas que pioram as inflamações, atuando diretamente no controle e na melhora dessa inflamação.<br />
Evitar alimentos que pioram as inflamações, como por exemplo, as carnes bovinas, alimentos com lactose e glúten, alimentos industrializados, farinhas refinadas, também é de suma importância.<br />
Manter uma alimentação saudável, balanceada, com a restrição de alimentos industrializados, rica em frutas, legumes, verduras, peixes pode te ajudar.<br />
A importância do intestino<br />
É imprescindível que a mulher com endometriose, tenha um hábito intestinal regular. A paciente que não evacua regularmente, tem retenção de material fecal e aumento de toxinas, e muitas delas deprimem o sistema imunológico. Para um hábito regular é importante que a alimentação seja balanceada e tenha a presença de alguns alimentos em sua rotina alimentar. Incluir alimentos como os integrais, chia, e muita água é benéfico.<br />
Se você tem endometriose, não deixe de tratar! </p>
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		<title>Alimentação na menopausa: como aliviar os sintomas?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jan 2019 10:35:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[A menopausa A menopausa é a data que marca a última menstruação - ela ocorre, em média, entre 48 e 51 anos de idade, embora não haja data certa para acontecer e varie muito de mulher para mulher. A situação acontece devido a interrupção da produção dos hormônios femininos pelos ovários, e pode acontecer de &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A menopausa<br />
A menopausa é a data que marca a última menstruação &#8211; ela ocorre, em média, entre 48 e 51 anos de idade, embora não haja data certa para acontecer e varie muito de mulher para mulher. A situação acontece devido a interrupção da produção dos hormônios femininos pelos ovários, e pode acontecer de forma natural ou cirúrgica.<br />
A menopausa cirúrgica ocorre após a retirada dos ovários ou do útero, normalmente devido à alguma patologia.<br />
Quando aparece após os 55 anos, é intitulada menopausa tardia, e quando acontece antes de 40 anos, é intitulada de menopausa precoce.<br />
Apesar de não haver uma data pré-estabelecida para o início do climatério (período de transição para a menopausa), algumas mudanças no corpo feminino indicam a chegada desse momento. A intensidade ou a duração do fluxo menstrual modifica-se, os ciclos tendem a ficar mais espaçados e irregulares, até pararem por completo.</p>
<p>Sintomas<br />
Os principais sintomas da menopausa são: ausência de menstruação, ressecamento vaginal, ondas de calor, suores noturnos, insônia, perda de massa óssea, depressão, diminuição do desejo sexual, diminuição da atenção e memória, aumento do risco cardiovascular, entre outros.</p>
<p>Tratamentos e/ou cuidados<br />
Por mais que seja algo natural e inevitável do organismo da mulher, é importante olhar de perto e tratar, a fim de diminuir a maior parte dos desconfortos e deixar o momento menos doloroso.<br />
O método mais eficaz de tratar a menopausa é a terapia de reposição hormonal. Ela traz de volta ao organismo os hormônios que nosso corpo deixa de produzir, o estrogênio e a progesterona, de modo a amenizar e/ou reverter os sintomas da menopausa. Mas o tratamento pode variar de paciente para paciente e algumas mulheres apresentam contra indicação ao uso de hormônios (mulheres com histórico de trombose, embolia, problemas de coagulação sanguínea, etc.)</p>
<p>A alimentação<br />
A alimentação sempre nos direciona para o melhor caminho e na maior parte dos casos atua firmemente na melhora da condição de saúde da pessoa. Muitas vezes uma dieta adequada é capaz de evitar doenças, e quando elas já existem, uma alimentação voltada ao problema atua como parte importante do tratamento.<br />
Menopausa não é doença, mas traz muitos desconfortos que podem ser amenizados através do que a mulher consome, já que muitos alimentos agem diretamente em nossos hormônios, em sua produção e excreção.<br />
A ingestão de alimentos ricos em vitamina E, C e D3, zinco, cálcio, ácido fólico, magnésio, selênio, carboidratos integrais, proteínas de alto valor biológico, substâncias fitoestrogeneas e fitonutrientes ameniza as causas decorrentes dos déficits hormonais, tanto de estrógeno quanto  de progesterona.<br />
Nessa fase, principalmente, o consumo de frutas e castanha do Pará faz toda a diferença. A vitamina C das frutas cítricas torna-se necessária para a síntese de hormônios ovarianos. Já o selênio, da castanha do Pará, além de antioxidante, fortalece as funções cerebrais que durante a menopausa têm uma diminuição. </p>
<p>Alimentos que podem ajudar<br />
A soja possui uma substância chamada isoflavona, que possui uma ação parecida com a do estrogênio no corpo da mulher. Com isso, ela alivia algumas reações causadas pela menopausa, como o ressecamento da pele.<br />
Alimentos ricos em ômega 3, um ácido graxo essencial para controlar os níveis de colesterol, prevenir doenças cardíacas e ajudar nas funções cerebrais também devem estar presentes no dia a dia da mulher. </p>
<p>Fontes de vitamina D, junto à exposição solar adequada colaboram para a formação óssea e facilitam a absorção do cálcio, fator importantíssimo para as mulheres na menopausa (o nutriente age impedindo perda óssea, prevenindo osteopenia e osteoporose)<br />
Alimentos ricos em vitamina E ajudam no alívio das ondas de calor típicas da menopausa, diminuindo o desconforto causado pelas quedas hormonais.<br />
Se você está nesse período e está sofrendo com os sintomas, opte por uma alimentação saudável e um estilo de vida que te ajude a passar por isso com menos desconfortos e mais saúde! Procure ajuda nutricional, será fundamental para esse momento da vida!</p>
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		<title>O mito do cordão no pescoço</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Jan 2019 11:24:28 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[Gestação, parto e puerpério são assuntos que envolvem muitos mitos e muitas informações erradas. É bem comum quando a mulher está grávida, várias pessoas ao seu redor começarem a contar histórias, dar informações e muitos conceitos. Mas nem sempre essas informações podem ser levadas ao pé da letra e nem sempre são verdadeiras. Isso é &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Gestação, parto e puerpério são assuntos que envolvem muitos mitos e muitas informações erradas.<br />
É bem comum quando a mulher está grávida, várias pessoas ao seu redor começarem a contar histórias, dar informações e muitos conceitos. Mas nem sempre essas informações podem ser levadas ao pé da letra e nem sempre são verdadeiras. Isso é fato.<br />
O parto envolve muitos assuntos, opiniões diferentes e com isso as mulheres que não conhecem os conceitos verídicos, acabam acreditando em tudo e em todos.</p>
<p>E o cordão umbilical? Já ouviu falar que ele pode ser culpado por você terminar em uma cesárea?<br />
O cordão umbilical pode enrolar no pescoço ou no pé, braço&#8230; e nem sempre essa situação é indicação para uma cesárea.<br />
Muitas gestantes são indicadas a fazer a cesárea por conta do cordão umbilical estar enrolado no pescoço e por não serem informadas corretamente acabam optando pelo parto cirúrgico.<br />
Não existe enforcamento de bebe com o cordão umbilical! Até porque ele não respira usando o pescoço dentro do útero. Ele recebe oxigênio pelo cordão umbilical, e não depende do seu pescoço para respirar lá dentro!<br />
O que pode acontecer em uma minoria dos casos, é o cordão enrolar e ficar muito justo e comprimido, podendo diminuir o aporte de sangue para ele. Só que isso pode ocorrer com o cordão ao redor do pescoço, do braço, da perna&#8230;<br />
Mas isso é uma minoria segundo os especialistas. E o médico pode ver durante o parto como está o cordão.<br />
Se o cordão estiver apenas enrolado no pescoço, podemos seguir com o parto normal. É totalmente viável.<br />
Via de regra, em média 95% das vezes que o bebê tem o cordão ao redor do pescoço há possibilidade de nascer de parto normal!<br />
Cabe aos obstetras orientarem suas gestantes de maneira correta quanto a isso, e as tranquilizarem.<br />
E cabe a você, futura mamãe, procurar informações de qualidade e confiáveis, munindo – se de conhecimento e evitando que qualquer informação desencontrada te cause desconforto ou medo.<br />
É importante ficar atenta e claro, ter um médico que você possa confiar de olhos fechados, 100% do tempo e em qualquer situação!</p>
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		<title>O que é mindful eating?</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jan 2019 11:17:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Com a mídia, vemos diversos “modos de comer”, dietas e várias formas de tentar ser mais saudável e perder peso. Em tantas dietas radicais por aí, vemos um modo mais tranquilo e consciente. Mas vale lembrar que qualquer decisão alimentar deve ser tomada junto a um nutricionista. O mindful eating pode ser definido como uma &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com a mídia, vemos diversos “modos de comer”, dietas e várias formas de tentar ser mais saudável e perder peso.<br />
Em tantas dietas radicais por aí, vemos um modo mais tranquilo e consciente. Mas vale lembrar que qualquer decisão alimentar deve ser tomada junto a um nutricionista.</p>
<p>O mindful eating pode ser definido como uma alimentação mais consciente, ou em tradução livre, comer com atenção plena.<br />
Segundo Tarchin Hearn, Mindfulness é a prática de colocarmos toda a nossa atenção, de coração aberto, no que está acontecendo no momento: fisicamente e mentalmente, tanto dentro como em volta de nós.<br />
A prática vai desde preparar, cortar os alimentos até o servir, arrumar o local, desfrutando das cores, sabores, aromas.<br />
A alimentação consciente nos reconecta com nossas necessidades e como percebê-las em nosso corpo, mente e coração.<br />
Por exemplo: você come como? Correndo, com pressa, sem prestar atenção? Come fazendo outra coisa? Essa prática pode interferir em sua saciedade por exemplo, e nesse modo, isso não acontece. A atenção é total.<br />
Segundo alguns sites e pesquisas, a mindful eating pode levar alguns passos para ser realizado o método.<br />
1 – Coma apenas quando estiver com fome. O método indica que você perceba os sinais que o seu corpo te dá para que identifique a fome. Isso te ajudará a comer apenas quando realmente estiver com fome.<br />
2 – Veja o que de melhor está disponível e que você queira comer. Verifique as comidas disponíveis para você, os nutrientes que ela possui, e isso irá lhe permitir que você faça escolhas boas.<br />
3 – Prepare os alimentos. Observe as texturas, cores, aromas, sabores, isso te ajuda a se sintonizar com os alimentos.<br />
4 – Foco nos alimentos. Prestar atenção plenamente no que come. Isso é fatal. Coma com calma, preste atenção em cada alimento, e coloque sua mente para prestar atenção nos alimentos.<br />
5 – Preste atenção após comer. Quando comer, preste atenção na sensação de saciedade e satisfação para que evite excessos.<br />
6 – Depois de algumas horas. Depois de um tempo de se alimentar, preste atenção em como o seu corpo está reagindo.<br />
7 – Sente para comer. Muitas pessoas comem em pé, ou prestando atenção em outro lugar enquanto come. Mas você deve sentar em um lugar que fique com atenção total no alimento, sem distrações.<br />
8 – Coloque seus lanches no prato. Quando for comer algum lanche, ao invés de come-lo diretamente do saquinho, coloque-o em um prato. Isso ajuda a manter a atenção.<br />
9 – Não se distraia. Com a rotina corrida, é bem comum comer enquanto faz outra coisa para poupar tempo. Mas evite isso.<br />
10 – Coma a quantidade certa. Muitas pessoas acabam extrapolando nas quantidades, comendo mais do que deveria.<br />
Com essas dicas você conseguirá prestar mais atenção nos alimentos e como eles reagem ao nosso corpo, tendo uma alimentação saudável, balanceada e consciente.<br />
Mas ainda assim é importante você ter um acompanhamento profissional. Tenha uma nutri para chamar de sua!<br />
Cuide da sua alimentação e da sua saúde.</p>
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		<item>
		<title>SOP: A Síndrome do Ovário Policístico pode ser mais comum do que você imagina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Dec 2018 11:13:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[SOP]]></category>
		<category><![CDATA[duvidas]]></category>
		<category><![CDATA[Ovário Policístico]]></category>
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					<description><![CDATA[Você já ouviu falar da síndrome do ovário policístico? Creio que sim! A SOP é uma doença endócrina que acomete uma série de mulheres em idade fértil, entre 15 e 49 anos, podendo atingir de 7 a 20% das mulheres. A síndrome geralmente aparece na adolescência, mas pode aparecer também na fase adulta. A síndrome &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você já ouviu falar da síndrome do ovário policístico? Creio que sim! A SOP é uma doença endócrina que acomete uma série de mulheres em idade fértil, entre 15 e 49 anos, podendo atingir de 7 a 20% das mulheres.<br />
A síndrome geralmente aparece na adolescência, mas pode aparecer também na fase adulta.<br />
A síndrome envolve uma série de alterações hormonais, como aumento dos hormônios masculinos, insulina e outros, o que pode ocasionar vários sintomas como acne, queda de cabelo, ciclo irregular, pelos em excesso, vontade por doces, cansaço excessivo, ansiedade, resistência insulínica e muitos outros&#8230;<br />
Nem todos os sintomas são obrigatórios, ou seja, pode ser que você tenha todos os sintomas, e pode ser que a sua amiga, tenha poucos&#8230; vai depender do seu fenótipo.<br />
Por exemplo, a resistência insulínica, não atinge todas as mulheres, mas atinge 50 de 70% das portadoras, o que pode predispor o surgimento de condições como: obesidade, dislipidemia (colesterol e triglicérides aumentados), intolerância à glicose (pré-diabetes), diabetes, hipertensão arterial e associar-se à síndrome metabólica.<br />
Por isso, podemos dizer que a síndrome do ovário policístico é mais frequente do que imaginamos entre as mulheres férteis.<br />
Além disso, existem duas vertentes de aparecimento e surgimento da SOP.<br />
A primeira vertente é a genética. Os estudos ainda não são 100% claros, mas muitos já explanam o assunto e apresentam a teoria de que meninas filhas de mulheres com SOP podem ter a síndrome. Os estudos mais conclusivos explicam que a “culpada” seria a célula MK, um gene que passa de mãe para filha e que explicaria as alterações metabólicas associadas a SOP.<br />
Outra vertente quanto ao surgimento da síndrome, acusa a disbiose como culpada pelo desenvolvimento da SOP. Em nosso intestino, há dois grandes grupos de bactérias (chamadas de forma leiga, de boas e ruins) e que precisam estar em equilíbrio. Quando estão em desequilíbrio, logo, estão em disbiose.<br />
Alguns fatores, como alimentação rica em industrializados, ultraprocessados, farinhas brancas, sem fibras, juntam-se a vida sedentária do cotidiano e parecem ser as culpadas por causar esse desequilíbrio da microbiota intestinal.<br />
Com isso, resulta-se em um surgimento da permeabilidade aumentada do intestino à lipopolissacarídeos de bactérias gram-negativas, que influenciarão nosso sistema imunológico à induzir um estado de resistência insulínica.<br />
A insulina que aumentará no sangue, levará ao aumento da produção dos hormônios androgênicos, como por exemplo, a testosterona, surgindo assim os sintomas citados no início do texto.<br />
“Tudo bem Nutri, a síndrome é muito mais comum e pode aparecer de acordo com meu estilo de vida também, certo?”<br />
Sim. Podemos perceber que com os hábitos de vida e alimentação incorreta, várias doenças estão surgindo com maior facilidade, e a SOP também pode aparecer assim.<br />
Mas que bom que sabemos sobre o melhor tratamento, que é a alimentação!<br />
Quanto mais cedo você começar a tratar, mais eficiente será esse tratamento e com mais qualidade de vida!<br />
Compartilha com as amigas e se você tem, trate o quanto antes!</p>
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		<title>Endometriose X Bisfenol A</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Dec 2018 11:12:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Endometriose]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Bisfenol A]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[endometriose]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Você já ouviu falar da relação entre a endometriose e o bisfenol A? Antes de falar dessa relação, vou te explicar o que é endometriose e o que é Bisfenol A. A Endometriose é uma patologia caracterizada pela multiplicação do tecido que reveste o útero, o endométrio. Quando não ocorre a fecundação, o tecido descama &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você já ouviu falar da relação entre a endometriose e o bisfenol A? Antes de falar dessa relação, vou te explicar o que é endometriose e o que é Bisfenol A.<br />
A Endometriose é uma patologia caracterizada pela multiplicação do tecido que reveste o útero, o endométrio. Quando não ocorre a fecundação, o tecido descama e sai pelo canal vaginal, sendo este o processo denominado menstruação. Porém, a endometriose é uma patologia de etiologia desconhecida e que faz com que o  tecido faça o canal inverso e siga em direção as trompas uterinas gerando inflamação e sendo uma das principais causas da infertilidade feminina.<br />
O maior sintoma e incômodo das mulheres com Endometriose é a dor pélvica que chega a ser extremamente forte, impossibilitando muitas mulheres de seguirem com as suas atividades diárias. Existem níveis da patologia e o tratamento vai de medicamentos à remoção do tecido inflamado, que é realizado através de método cirúrgico.<br />
O Bisfenol A (BPA) é um composto utilizado na fabricação de policarbonato, um tipo de resina usada na produção da maioria dos plásticos.<br />
Atua como um desregulador endócrino que se assemelha tanto com o hormônio feminino – estradiol – quando o da tireoide.<br />
A Sociedade Brasileira de Endocrinologia, diz que de acordo com alguns estudos, quando o Bisfenol A entra em contato com o organismo humano, principalmente durante a vida intrauterina, a substância pode afetar o sistema endócrino, podendo aumentar ou diminuir a ação dos hormônios, naturalmente produzidos pelo corpo humano.<br />
Esses danos podem trazer infertilidade, modificações do desenvolvimento do corpo humano, como os órgãos sexuais internos, câncer e endometriose.<br />
“Tudo bem Nutri, já sei a relação de ambos. Quando temos um contato grande com o BPA ainda na vida intrauterina, podemos ter diversas consequências, inclusive a endometriose. Mas como posso diminuir meu contato com essa substância?”<br />
Podemos tomar algumas atitudes que nos deixarão mais longe do BPA, como:<br />
&#8211; Usar mamadeiras e utensílios de vidro, ou BPA free para bebês<br />
&#8211; Bebidas e alimentos acondicionados em plástico, evite esquentar no micro-ondas, pois o BPA é liberado em maiores quantidades quando o plástico é aquecido.<br />
&#8211; Evite levar ao freezer alimentos e bebidas acondicionadas no plástico. A liberação do composto também é mais intenso quando há um resfriamento do plástico.<br />
&#8211; Evite o consumo de alimentos e bebidas enlatadas, pois o bisfenol é utilizado como resina epóxi no revestimento interno das latas.<br />
&#8211; Opte por utensílios de vidro. Evite lavá-los com detergentes fortes ou colocá-los na máquina de lavar louças.<br />
&#8211; Caso utilize embalagens plásticas para acondicionar alimentos ou bebidas, evite aquelas que tenham os símbolos de reciclagem com os números 3 e 7 no seu interior e na parte posterior das embalagens. Eles indicam que a embalagem contem ou pode conter o BPA na sua composição.<br />
Portanto se você tem endometriose, é lactante, gestante, ou até mesmo não entra em nenhuma dessas categorias, evite ficar em muito contato com o Bisfenol A. Coloque em prática essas dicas e traga mais conforto e segurança para o seu dia a dia!</p>
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		<item>
		<title>VONTADE DE COMER DOCE E CANSAÇO NA SOP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Dec 2018 11:03:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A síndrome do ovário policístico (SOP) é uma doença endócrina que não possui cura. A doença causa uma série de disfunções hormonais,que trazem sintomas, tais como acne, queda de cabelo, pele oleosa, pelos em excesso, queda de desejo, cansaço, fadiga e indisposição. Geralmente, os sintomas mais falados são os relacionados a estética, mas todos os &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A síndrome do ovário policístico (SOP) é uma doença endócrina que não possui cura. A doença causa uma série de disfunções hormonais,que trazem sintomas, tais como acne, queda de cabelo, pele oleosa, pelos em excesso, queda de desejo, cansaço, fadiga e indisposição.</p>
<p>Geralmente, os sintomas mais falados são os relacionados a estética, mas todos os sintomas merecem uma atenção especial.</p>
<p>O cansaço, a fadiga e a indisposição acontecem pois quando consumimos um carboidrato refinado, como por exemplo, um pão francês, doces, arroz branco ou alimentos feitos com farinha de trigo, eles são rapidamente absorvidos pelo corpo, fazendo com que a insulina seja produzida rapidamente e em grande quantidade. </p>
<p>Quando a insulina é produzida com muita rapidez, os carboidratos também são absorvidos rapidamente, o que faz com que nosso corpo entenda que precisamos de ainda mais energia, e então temos a sensação de cansaço.</p>
<p>E esse sintoma é muito comum nas mulheres com SOP, mas não é de fácil percepção, pois a maioria das pessoas, atualmente, possuem uma vida corrida e com diversos afazeres, o que torna mais difícil associar o cansaço com a SOP.</p>
<p>Assim é também com a vontade por doces. Existem um ciclo, chamado efeito rebote, quando comemos um carboidrato simples. </p>
<p>Por exemplo, quando consumimos um doce, a nossa glicemia dispara, e então a insulina entende que precisa ser produzida também, e logo se produz com a mesma intensidade e velocidade. Com isso, a glicemia despenca tão rápido quanto subiu, trazendo ainda mais vontade de doces.</p>
<p>Basicamente:<br />
Consumo maior de carboidratos = maior produção de insulina<br />
Mais insulina no sangue = absorção rápida de carboidratos<br />
Absorção rápida de carboidratos = mais cansaço e fadiga + maior necessidade por carboidratos</p>
<p>E o ciclo recomeça&#8230;.</p>
<p>Portanto, os sintomas possuem uma relação entre si e precisam ser controlados.</p>
<p>Tanto para controlar o cansaço como a vontade por doces, precisamos nos atentar ao consumo de carboidratos refinados. Evitar o consumo é essencial para que esses sintomas sejam diminuídos. </p>
<p>Quanto aos carboidratos complexos, aqueles absorvidos com uma maior lentidão, seu consumo é permitido e deve ser estimulado, porém sempre combinados com uma fonte de proteína ou gordura.  Por exemplo: pão integral com algum queijo, frutas com iogurte, frutas com castanhas e assim por diante.</p>
<p>Para controlar o cansaço, além de evitar os carboidratos refinados, você deve consumir alguns alimentos funcionais que ajudem na disposição, tais como  a banana, oleaginosas, maca peruana, café.</p>
<p>Mel, aveia, iogurte, e chás como o de gengibre também podem te ajudar.</p>
<p>Além disso, a prática de atividades físicas é muito benéfica no controle do cansaço. Parece ser meio contraditório, dizer que gastando energia, você terá mais disposição, mas é verdade!</p>
<p>A atividade física ajuda na disposição pois atua na melhora da função insulínica, diminuindo a resistência que mulheres com SOP normalmente apresentam ao hormônio, além de liberar endorfina, hormônio responsável pelo humor e bem-estar. </p>
<p>Além dos exercícios, é importante saber que existem alguns alimentos que podem te ajudar no controle da vontade de doces! A tâmara é um ótimo exemplo! Além de ter um sabor adocicado, é rica em zinco, cálcio, cobre, nutrientes muito benéficos e atuam metabolicamente contra a necessidade exagerada por doces.</p>
<p>A banana também ajuda, pois é rica em triptofano, responsável por oferecer uma sensação de bem-estar, parecida com a de quando comemos um doce.</p>
<p>O amendoim, se consumido em quantidades moderadas, também entra na lista! Além de ser rico em nutrientes, ajuda na disposição, humor e combate o estresse, trazendo as mesmas sensações de um doce, por exemplo. </p>
<p>O grão de bico, também é rico em triptofano, que ajuda na sensação de prazer e bem-estar!</p>
<p>Além disso, a canela, quando consumida em outros alimentos, também ajuda no combate a vontade de doces, além de ser benéfica na SOP e atuar na melhora da resistência à insulina.</p>
<p>As receitinhas também podem te ajudar! Fazer por exemplo, banana com canela, maçã aquecida com canela, bolinhos de caneca sem farinha e sem açúcar, vitaminas de frutas com aveia, frutas com mel, entre outras opções.</p>
<p>É importante deixar claro que a vontade por doces não desaparecerá do dia para a noite! É um processo gradual que precisa de atenção e paciência, afinal, desde pequenos, somos habituados a uma alimentação rica em açúcares, e nesse momento, seu organismo está trabalhando a favor dessa necessidade.</p>
<p>Mude sua alimentação, seus hábitos e veja as mudanças acontecerem também na sua energia e disposição!</p>
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		<title>Seu bebê está recusando novos alimentos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Dec 2018 13:42:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
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		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos]]></category>
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		<category><![CDATA[comida]]></category>
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					<description><![CDATA[A introdução alimentar é um assunto que gera um pouco de dúvidas nas mamães. Além da dúvida, gera um pouco de receio e insegurança. Um sentimento bem comum também é o ficar de “cabelo em pé” nas primeiras semanas de introdução alimentar, afinal, assim como a amamentação, é uma coisa nova tanto para o bebê &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A introdução alimentar é um assunto que gera um pouco de dúvidas nas mamães. Além da dúvida, gera um pouco de receio e insegurança.<br />
Um sentimento bem comum também é o ficar de “cabelo em pé” nas primeiras semanas de introdução alimentar, afinal, assim como a amamentação, é uma coisa nova tanto para o bebê quanto para a mãe, e precisa de paciência, cuidado e atenção.<br />
Aquele bebê que só conhecia o leite materno, e se alimentava tão bem, agora faz birra, joga o prato no chão, recusa o alimento&#8230;. Chegou o momento dele  conhecer novos alimentos, texturas, sabores&#8230; mas pode ser que ele não esteja tão preparado assim.<br />
Mas ainda bem que isso é normal. Pode ficar tranquila mamãe, que isso vai passar.</p>
<p>Mudanças não são fáceis:<br />
Aos poucos ele vai aprendendo, afinal mudança não é fácil para ninguém, não é?<br />
O bebê aos poucos vai aprender a sentar sozinho, pegar o alimento, sentir o sabor e ingerir.<br />
Antes de mais nada, é importante dizer que isso vai passar.</p>
<p>O passo a passo:<br />
Não compare o seu filho com os outros bebês. Cada bebê tem um tempo de adaptação diferente. Não compare o seu primeiro filho com o segundo, com os sobrinhos, filhos das amigas&#8230;<br />
Para auxiliar o bebê e tentar melhorar a introdução alimentar, alguns cuidados podem ser tomados. E vamos falar deles, a seguir.<br />
É importante que assim como você tem a rotina alimentar, o bebê tenha. Então crie uma rotina para ele, aos poucos&#8230; Ofereça os alimentos quando ele estiver com fome, pois se ele estiver com a barriga cheia de leite, saciado, provavelmente vai recusar os outros alimentos.<br />
Além disso, os bebês percebem mais do que você imagina e são muito espertos. Por mais que seja novinho, quando ele estiver comendo, diga palavras de incentivo a ele, bata palma, dê um sorriso&#8230; eles percebem tudo!<br />
Muitas mamães querem evitar a sujeira na hora da comida&#8230;. mas não ligue para isso. Deixe o bebê sentir o aroma, textura, sabor, deixe ele pegar no alimento, por mais que amasse tudo&#8230; ele precisa desse contato com a comida.<br />
Também é legal para que você una a sua refeição com a do bebê. Ou seja, comam na mesma hora, na mesa, todos sentados&#8230; por mais que o alimento do bebê seja diferente ao seu (e provavelmente vai ser) deixe que ele coma com a família. Esse momento será de grande aprendizado e o bebê ainda poderá ter a família como um referencial para a alimentação.<br />
Além disso, ofereça sempre os alimentos novos! Não desista na primeira vez que o bebê não gostar&#8230;.<br />
Ajude o bebê nesse momento, ele também precisa aprender e com muito amor.<br />
Acalme- se e saiba que esse momento vai passar e você vai tirar de letra esse desafio,<br />
Cuide e preserve a saúde e a alimentação do seu bebê 😊</p>
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		<title>Ovário Policístico (OP) x Síndrome do Ovário Policístico (SOP)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Dec 2018 13:32:21 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[SOP]]></category>
		<category><![CDATA[OP]]></category>
		<category><![CDATA[ovario]]></category>
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		<category><![CDATA[sindrome]]></category>
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					<description><![CDATA[Você sabe a diferença entre ter Ovário Policístico e ter a Síndrome do Ovário Policístico? É comum encontrarmos pessoas que acreditam se tratar do mesmo problema, mas são patologias completamente diferentes. O único fato que as une é em relação à cura, que infelizmente não existe em nenhum dos casos. Ainda que se tenha cistos &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você sabe a diferença entre ter Ovário Policístico e ter a Síndrome do Ovário Policístico? É comum encontrarmos pessoas que acreditam se tratar do mesmo problema, mas são patologias completamente diferentes.<br />
O único fato que as une é em relação à cura, que infelizmente não existe em nenhum dos casos.<br />
Ainda que se tenha cistos no ovário, nem sempre isso quer dizer que se tem a Síndrome do Ovário Policístico. A diferenciação pode ser feita com base nas características clínicas, laboratoriais e de imagem. </p>
<p>Ovário Policístico (OP)</p>
<p>Definição<br />
Antes de mais nada, vale à pena entender que existem alguns tipos de cistos ovarianos normais e fisiológicos, sendo os mais comuns o cisto folicular e o cisto de corpo lúteo. Ambos são denominados funcionais e fazem parte do processo normal do ciclo ovulatório. Geralmente, eles não provocam sintomas e desaparecem de forma espontânea. Ter esses cistos não quer dizer que a mulher tenha OP ou SOP.<br />
Ovários policísticos (OP), como o próprio nome indica, são ovários que têm muitos cistos. Para que o caso seja considerado clinicamente como OP, é necessário que haja dez folículos de 10 mm em cada ovário, no mínimo. Estes cistos não desaparecem com o passar do ciclo menstrual e não são funcionais.<br />
Dentre os sintomas do OP estão: inchaço e sensação de pressão no abdômen, dor pélvica e dificuldade para engravidar. Menos comuns, mas que também podem acontecer: aumento de peso, cansaço, dor aguda na região lombar ou nas coxas, sensibilidade nas mamas, dor ao evacuar, náuseas e até vômitos.<br />
Muitas pessoas questionam se quem tem OP tem maior propensão para desenvolver SOP. A ligação entre as condições é inexistente. Na SOP é a produção desregulada de hormônios masculinos a responsável pela síndrome, não a pré-existência de cistos. Ou seja, uma mulher que tenha OP pode passar a vida toda sem desenvolver a SOP.</p>
<p>Tratamento<br />
Quem tem OP não precisa, necessariamente, de um tratamento. A mulher pode viver com seus folículos normalmente, sem apresentar queixas ou outros problemas de saúde por conta deles. Se a mulher apresentar alguma dificuldade para engravidar ou sintoma desconfortável, aí sim vale a pena buscar ajuda e tratamento.</p>
<p>Síndrome do Ovário Policístico (SOP)</p>
<p>Definição<br />
A SOP possui um quadro clínico maior e completamente diferente do quadro de quem tem OP.<br />
A Síndrome atinge 1 em cada 10 mulheres em idade fértil. Isso representa até 20% das mulheres em todo o mundo, somando – se mais de 100 milhões de casos ao redor do planeta.<br />
Quem tem SOP possui alterações hormonais, que precisam ser diagnosticadas e tratadas. Há aumento de hormônios masculinos e resistência insulínica na maior parte dos casos (o que origina os sintomas típicos da síndrome, como acne, queda de cabelo, oleosidade, ciclo menstrual irregular, pelos em excesso, cansaço e indisposição).</p>
<p>Diagnóstico<br />
A SOP é diagnosticada por uma série de exames em conjunto, combinados com as avaliações clínicas (de sinais e sintomas). Na mulher com SOP muitas vezes também é possível ver cistos no ovário através do ultrassom, mas essa não é uma regra, e mesmo em mulheres com ausência de cistos, pode-se confirmar o diagnóstico de SOP através de outros sintomas, sinais e exames.<br />
Os critérios para o diagnóstico da SOP ainda são motivo de discussão na literatura. De acordo com o consenso de Rotterdam, o diagnóstico de SOP inclui pelo menos dois dos seguintes critérios: amenorreia e/ou oligomenorreia (ciclos menstruais irregulares ou anovulatórios), sinais clínicos e/ou bioquímicos de hiperandrogenismo (principalmente hirsutismo, com aumento de pelos no rosto e no corpo) e/ou ovário policístico à ultrassonografia, excluindo-se outras causas com manifestações clínicas semelhantes.<br />
Esse consenso ainda define o OP pela presença de 12 ou mais folículos medindo entre 2 e 9 milímetros de diâmetro e/ou aumento do volume ovariano (maior que 10 cm3) ao exame ultrassonográfico.<br />
Vale mencionar que a avaliação e o diagnóstico da SOP não devem ser realizados quando a mulher utiliza contraceptivos hormonais, que podem levar a redução ou desaparecimento dos cistos, mascarando também outros sinais e sintomas. Nesse caso, a ausência ou o pequeno número de alterações podem induzir ao erro no diagnóstico da SOP.<br />
Importante: enquanto a observação de um ou até mesmo de poucos cistos ovarianos não caracteriza por si só a SOP, a sua ausência também não afasta essa possibilidade</p>
<p>Exames<br />
Para o correto diagnóstico da SOP são necessários exames de sangue para avaliação de insulina, glicemia, curva glicêmica, TSH, FSH, LH, testosterona total, testosterona livre, 17 OHP, SDHEA, SHGB, T3, T3 livre, T4, T4 livre, colesterol total e frações, vitamina D, hemoglobina glicada e homa-r.<br />
É importante também realizar o exame de ultrassonografia por via transvaginal e avaliação clínica (análise dos sintomas)</p>
<p>Tratamento<br />
O tratamento da SOP é tão complexo quando sua fisiopatologia.<br />
Primeiramente, precisamos saber quais os efeitos da SOP no organismo da paciente. É comum mulheres com a Síndrome terem alterações no metabolismo de carboidratos, com resistência à insulina (RI) e até a consequência de uma RI não tratada, que é o diabetes tipo 2. As mulheres com essa condição costumam sentir uma necessidade por carboidratos bem maior, além de mais cansaço, fadiga e indisposição.<br />
Observa-se também aumento de gordura no fígado, alterações de colesterol e triglicerídeos e disbiose (desequilíbrio da micro flora intestinal, com sintomas como gases, dilatação e distensão abdominal).<br />
Não menos comuns, são as mulheres que sofrem também de crises de ansiedade, Síndrome do Pânico e depressão.<br />
Todo esse conjunto de sinais e consequências também deve ser levado em consideração no tratamento, que consiste primeiramente na mudança de hábitos de vida.<br />
Mudar a alimentação, praticar atividades físicas e controlar o estresse são partes fundamentais do tratamento da SOP. Uso de suplementos e fitoterápicos também auxiliam no tratamento das disfunções e suas alterações.<br />
Medicamentos e anticoncepcionais não devem ser considerados como tratamento da SOP, uma vez que atuam pontualmente mascarando os sintomas mas não agem na causa do problema. Tratar os sintomas e não suas causas pode provocar uma ideia errada de cura, uma vez que os sintomas ficam amenos ou até desaparecem enquanto se faz uso dessas substâncias.<br />
Quando se tem o controle da SOP às custas de métodos contraceptivos hormonais ou antidiabéticos, deve-se ter consciência de que ao interromper o uso das drogas os sintomas voltarão, possivelmente piores e mais sérios.</p>
<p>A dieta<br />
A principal forma de tratamento da SOP é a dieta.<br />
Um planejamento alimentar personalizado, com baixo consumo de carboidratos e maior consumo de proteínas e gorduras saudáveis estimula o melhor funcionamento do organismo, controlando e remediando a resistência à insulina, que parece estar na origem dos sintomas e da própria doença.<br />
Importante: Não é qualquer low carb que resolve a questão, mas sim uma dieta funcional, rica em antioxidantes e nutrientes que auxiliam no bom funcionamento hormonal feminino.<br />
Mais uma vez, é imprescindível orientação profissional! Procure ajuda, por você e pela sua saúde!</p>
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		<title>Jejum intermitente é para todo mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Dec 2018 13:32:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Emagrecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[efeitos colaterais]]></category>
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					<description><![CDATA[Emagrecimento: Jejum é para todo mundo? Você sabe o que é jejum intermitente (JI)? O JI, juntamente com a dieta low carb, pode ser um grande aliado ao emagrecimento. Mas será que ele é uma boa oportunidade para todo mundo? Será que funciona para todos? Primeiro de tudo, o jejum significa não comer, certo? E &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Emagrecimento: Jejum é para todo mundo?</strong></p>
<p>Você sabe o que é jejum intermitente (JI)? O JI, juntamente com a dieta low carb, pode ser um grande aliado ao emagrecimento. Mas será que ele é uma boa oportunidade para todo mundo? Será que funciona para todos?<br />
Primeiro de tudo, o jejum significa não comer, certo? E o não comer é uma restrição mais severa, e que exige cuidados.<br />
Sempre alerto meus pacientes sobre a compulsão alimentar. Muitas pessoas saem de uma compulsão e entram no jejum. Isso é um caminho e uma grande porta aberta para a compulsão chegar novamente.<br />
Antes de mais nada, a low carb é um estilo de vida com uma alimentação saudável e de verdade. Com um pouco menos de carboidratos, mas sempre priorizando a alimentação saudável.<br />
O jejum intermitente pode ser aliado da dieta low carb para ajudar na perda de peso, quando entramos no efeito platô e queremos destravar a balança.<br />
Quando você tem uma dieta low carb e faz o jejum intermitente, o seu corpo estará com os estoques de glicogênio baixos, então usará a gordura como fonte de energia, auxiliando assim, a perda de peso.</p>
<p><strong>Existem diversos protocolos para seguir o jejum intermitente, como 8, 12, 16 horas de jejum&#8230;</strong></p>
<p>Mas será que é indicado para todo mundo?<br />
Mas o jejum intermitente não é indicado para todo mundo. Precisamos analisar com cautela o caso a caso e verificar se é uma boa opção.<br />
Por exemplo: gestantes e lactantes são mulheres que não devem seguir protocolos de Jejum intermitente, pois tem necessidades energéticas aumentadas e diferentes. Jejuar nesses casos poderia atrapalhar o desenvolvimento do bebê ou até comprometer o aleitamento materno.<br />
Pessoas com algumas patologias, como insuficiência renal, diabéticos, pacientes com infecções ou sistema imunológico comprometido, hipoglicemia, pacientes anêmicos e que usam medicações controladoa antes de iniciar o jejum, precisam consultar um profissional e serem acompanhados durante todo o processo.<br />
Além da preocupação com a perda de peso, é fundamental nos preocuparmos também com a saúde. Uma mudança de peso só acontecerá de forma sustentável se a saúde não for colocada em risco.<br />
Perca peso e ganhe saúde, e não o contrário!</p>
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