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	<title>anticoncepcional &#8211; CANTINHO DA NUTRI &#8211; Nutricionista Itaim, Moema, Vila Nova Conceição</title>
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	<description>Carol Faria Coaching de Emagrecimento &#124; Nutrição Esportiva &#124; Materno-Infantil</description>
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		<title>TRATAMENTO DA SOP POR ANTICONCEPCIONAIS E TUDO QUE NÃO TE CONTAM</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Oct 2018 13:28:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Com toda certeza, você já ouviu de alguma mulher que toma anticoncepcional que o faz para o tratamento dos ovários policísticos. É algo muito comum e até pouco tempo o único “tratamento” conhecido. Muitas das portadoras, inclusive, dizem não conhecer nenhuma outra forma de controlar os sintomas causados pela SOP, se não for pelo uso &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com toda certeza, você já ouviu de alguma mulher que toma anticoncepcional que o faz para o tratamento dos ovários policísticos. É algo muito comum e até pouco tempo o único “tratamento” conhecido. Muitas das portadoras, inclusive, dizem não conhecer nenhuma outra forma de controlar os sintomas causados pela SOP, se não for pelo uso do anticoncepcional.<br />
Muitas mulheres, inclusive, os utiliza por diversos anos consecutivos, sem pausas, como se fossem o tratamento de ouro da síndrome do ovário policístico.<br />
Como já citamos diversas vezes por aqui, o anticoncepcional não trata de verdade a síndrome e apenas mascara os sintomas, fazendo com que a mulher não sinta mais nenhum deles, enquanto ingere os hormônios.<br />
Assim que ela interrompe o tratamento, todos os sintomas voltam à tona dentro de poucas semanas. Por isso falamos que o anticoncepcional não trata de fato. Podemos dizer que ele coloca todos os sintomas dentro de uma bolha, e quando você interrompe o uso do medicamento, essa bolha estoura e todos os sintomas começam a surgir novamente. Nenhum anticoncepcional pode ser considerado tratamento para SOP, já que nenhum  deles chega, de fato, à raiz do problema.<br />
Diversos médicos e profissionais vêm alertando sobre o uso dos anticoncepcionais, dizendo que os mesmos são um risco para a saúde da mulher, tenha ela a síndrome do ovário policístico ou não.<br />
O anticoncepcional se constitui em um composto de hormônios e substâncias. O excesso de estradiol, por exemplo, que é um hormônio presente nos anticoncepcionais, pode causar problemas de coagulação sanguínea, como trombose, que nada mais é que a formação de trombos, pedaços de sangue coagulado, que poderão afetar o intestino, os membros inferiores, coração e cérebro. Quando não descobertos inicialmente, podem ser fatais, sendo as causas da trombose venal profunda, tromboembolia pulmonar, AVC, dentre outras situações menos comuns.<br />
O raciocínio não deve ser focado só na pílula anticoncepcional. É preciso avaliar a dinâmica dos hormônios sintéticos e entender que eles aumentam a coagulação do sangue. Dessa forma, a mulher tem uma chance maior de uma trombose em qualquer vaso do organismo, há qualquer momento da vida.<br />
O estradiol, em níveis normais, causa benefícios à mulher e é extremamente necessário, mas quando é associado ao uso de anticoncepcional, pode aumentar drasticamente a chance de câncer de mama e de colo de útero, em mulheres de segunda e terceira idade.<br />
O estradiol em excesso, pode aumentar o edema, adipogênese, e o risco de doenças cardiovasculares.</p>
<p>Existem diversas informações que o médico deve perguntar para a paciente antes de receitar qualquer pílula anticoncepcional. Ele deve saber se a mulher ou alguém da família dela tem histórico de trombose, trombose hemorroidária (hemorroida rompida ou comprimida, que deixa o sangue acumulado no ânus, formando um coágulo), aborto de repetição, se ingere pouco líquido diariamente, se tem tendência a varizes, se é uma paciente com quadros de enxaqueca crônica ou se é fumante, com atenção especial aos dois últimos itens, que podem aumentar as chances de trombose de forma significativa.<br />
Pessoas com sobrepeso, obesidade ou que viajam constantemente de avião possuem quatro vezes mais chances de serem diagnosticados com trombose nas pernas, embolia pulmonar, infarto ou AVC.<br />
Mas então, vem a pergunta: “Se o anticoncepcional, não trata a SOP e não é o melhor tratamento para a síndrome, como tratar?”<br />
O melhor tratamento, que traz verdadeiros benefícios e que hoje é considerado como o tratamento de primeira linha para portadoras de SOP é a mudança de estilo de vida, composto por alimentação saudável, atividades físicas, fitoterápicos, chás e suplementos específicos.<br />
Consulte sempre um bom profissional da saúde!</p>
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		<title>SOP: quais exames necessários para diagnosticar e porque o anticoncepcional não trata o problema</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 May 2018 12:35:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estudo]]></category>
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		<category><![CDATA[anticoncepcional]]></category>
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					<description><![CDATA[Como ocorre em outras doenças relacionadas a mulheres, a Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP) é uma das causas de infertilidade feminina. Uma em cada 15 mulheres são portadoras da síndrome. Apesar de não haver cura, pode haver tratamento e melhora dos sintomas. Quanto mais cedo a síndrome é detectada, mais fácil controlar o metabolismo, portanto, &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Como ocorre em outras doenças relacionadas a mulheres, a Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP) é uma das causas de infertilidade feminina. Uma em cada 15 mulheres são portadoras da síndrome. Apesar de não haver cura, pode haver tratamento e melhora dos sintomas. Quanto mais cedo a síndrome é detectada, mais fácil controlar o metabolismo, portanto, o diagnóstico é fundamental, para tanto é necessário que a paciente apresente dois ou três sintomas combinados, após a exclusão de outras patologias. Os exames podem ser solicitados assim que houver suspeita de um quadro de SOP.</p>
<p><strong>Os sintomas presentes que levam a confirmação de SOP são:</strong><br />
&#8211; Hiperandrogenia (aumento excessivo de hormônios masculinos) causando hirsutismo, acne, queda de cabelo;<br />
&#8211; Ciclos menstruais com intervalos irregulares curtos ou longos demais e a falta de ovulação;<br />
&#8211; Ovários com presença de cistos, observados através do ultrassom.</p>
<p><strong>Exames que podem e devem ser solicitados:</strong><br />
Ultrassom: o ideal é que seja realizado por via transvaginal. É possível observar o volume ovariano, a textura do ovário e a presença de pequenos cistos. A presença de 12 ou mais em cada ovário, medindo 2 a 9 mm no seu maior diâmetro, é característica da síndrome.<br />
Avaliação hormonal: para identificar a hiperandrogenia (aumento dos hormônios) característica da doença e descartar outras possibilidades. São avaliados os seguintes hormônios: </p>
<p>•	FSH e LH: a relação LH e FSH é geralmente > 3:1<br />
•	T3, T4, T4 livre e TSH: hormônios ligados à tireoide que estão relacionados à síndrome do ovário policístico e podem estar alterados.<br />
•	Prolactina: normalmente aumentado em pacientes com SOP.<br />
•	Androgênios: 17-Hidroxiprogesterona, testosterona total, testosterona livre, SHBG,     SDHEA, androstenediona e cortisol.<br />
•	Hidroxiprogesterona (17 OHP): hormônio que deve ser mensurado com o intuito de descartar hiperplasia congênita da glândula supra-renal (causa sintomas parecidos com os da SOP).</p>
<p>Resistência à insulina: A insulina é o hormônio que participa da entrada da molécula de glicose na célula. Quando a mulher é portadora da SOP, existe um desequilíbrio metabólico que leva a um defeito em sua ação, o que gera acúmulo de glicose no sangue. Em consequência desse desequilíbrio, pode haver o surgimento de diabetes e aumento da concentração de insulina no sangue. Esta característica está presente em 50% a 70% dos quadros de SOP, principalmente na presença de sobrepeso. Essa resistência à insulina tem total ligação com o aumento da produção de hormônios andrógenos e estradiol, assim como na diminuição da síntese de SHBG pelo fígado, aumentando a taxa de testosterona. A investigação por meio de exames para identificar a resistência à insulina são extremante importantes. Seu controle também envolve prevenção de desenvolvimento de diabetes melitus. </p>
<p>Avaliação metabólica: para saber informações detalhadas sobre o metabolismo da paciente, analisando o perfil lipídico (triglicérides, colesterol HDL, colesterol LDL e colesterol total), pois as alterações nesses índices caracterizam a Dislipidemia, comum em quadros de síndrome metabólica. Também é feita e analisada a curva glicêmica e de insulina, onde é possível observar o metabolismo de carboidratos do paciente, com o intuito de diagnosticar a resistência à insulina. </p>
<p><strong>Anticoncepcional como tratamento </strong><br />
A indicação de uso de anticoncepcional para qualquer mulher é comum atualmente, muitas delas, assim que entram na fase inicial da vida reprodutiva já começam a fazer uso com a intensão de diminuir cólicas, regulação do ciclo e até diminuir espinhas, enfim. Para as mulheres portadoras de SOP a recomendação é quase inânime, tomar a pílula como forma de tratamento é a maneira mais fácil e rápida de reverter alguns sintomas. </p>
<p>O que não é falado é que esse método apenas mascara o problema, tratando apenas os sintomas e não a causa da síndrome. Essa é a razão pela qual o anticoncepcional não trata o problema, pois não vai na raiz da SOP. </p>
<p>A disfunção metabólica que dá origem à SOP é que deve ser tratada, o desequilíbrio hormonal. Um tratamento eficiente tem o intuito de regularizar os ciclos menstruais, combater o excesso de hormônios masculinos, reduzir o peso se necessário, prevenir o desenvolvimento de câncer do endométrio, diminuir o risco de desenvolvimento de diabetes tipo II e de síndrome metabólica.<br />
A melhor forma de se tratar a SOP é por meio de mudança nos hábitos alimentares e de rotina de vida, como a inclusão de exercícios físicos. A alimentação tem total relação com o nosso metabolismo, todos os alimentos que ingerimos são capazes de interferir no funcionamento do nosso organismo, porque não utilizar de estratégias a fim de atingir a raiz do problema, ou seja, as alterações metabólicas? Essas estratégias por meio da alimentação são eficazes e proporcionam grande melhora no quadro da síndrome.</p>
<p>As formas de tratamento via alimentação inclui uma dieta com restrição de carboidrato, onde apenas carboidratos complexos são consumidos, a fim de regular os níveis de insulina. As fibras também são muito bem quistas, além de diminuírem o índice glicêmico da alimentação, também diminui as chances de problemas relacionados ao colesterol, muito comum na SOP.<br />
As gorduras saturadas – de origem animal &#8211; também devem ser evitadas na alimentação favorável do tratamento de SOP. Mas as gorduras mono e poli saturadas, são benéficas, elas são de origem vegetal, presentes em alimentos como azeite de oliva extra virgem, abacate e oleaginosas.</p>
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