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	<title>bebe &#8211; CANTINHO DA NUTRI &#8211; Nutricionista Itaim, Moema, Vila Nova Conceição</title>
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	<description>Carol Faria Coaching de Emagrecimento &#124; Nutrição Esportiva &#124; Materno-Infantil</description>
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		<title>Seu bebê está recusando novos alimentos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Dec 2018 13:42:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
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					<description><![CDATA[A introdução alimentar é um assunto que gera um pouco de dúvidas nas mamães. Além da dúvida, gera um pouco de receio e insegurança. Um sentimento bem comum também é o ficar de “cabelo em pé” nas primeiras semanas de introdução alimentar, afinal, assim como a amamentação, é uma coisa nova tanto para o bebê &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A introdução alimentar é um assunto que gera um pouco de dúvidas nas mamães. Além da dúvida, gera um pouco de receio e insegurança.<br />
Um sentimento bem comum também é o ficar de “cabelo em pé” nas primeiras semanas de introdução alimentar, afinal, assim como a amamentação, é uma coisa nova tanto para o bebê quanto para a mãe, e precisa de paciência, cuidado e atenção.<br />
Aquele bebê que só conhecia o leite materno, e se alimentava tão bem, agora faz birra, joga o prato no chão, recusa o alimento&#8230;. Chegou o momento dele  conhecer novos alimentos, texturas, sabores&#8230; mas pode ser que ele não esteja tão preparado assim.<br />
Mas ainda bem que isso é normal. Pode ficar tranquila mamãe, que isso vai passar.</p>
<p>Mudanças não são fáceis:<br />
Aos poucos ele vai aprendendo, afinal mudança não é fácil para ninguém, não é?<br />
O bebê aos poucos vai aprender a sentar sozinho, pegar o alimento, sentir o sabor e ingerir.<br />
Antes de mais nada, é importante dizer que isso vai passar.</p>
<p>O passo a passo:<br />
Não compare o seu filho com os outros bebês. Cada bebê tem um tempo de adaptação diferente. Não compare o seu primeiro filho com o segundo, com os sobrinhos, filhos das amigas&#8230;<br />
Para auxiliar o bebê e tentar melhorar a introdução alimentar, alguns cuidados podem ser tomados. E vamos falar deles, a seguir.<br />
É importante que assim como você tem a rotina alimentar, o bebê tenha. Então crie uma rotina para ele, aos poucos&#8230; Ofereça os alimentos quando ele estiver com fome, pois se ele estiver com a barriga cheia de leite, saciado, provavelmente vai recusar os outros alimentos.<br />
Além disso, os bebês percebem mais do que você imagina e são muito espertos. Por mais que seja novinho, quando ele estiver comendo, diga palavras de incentivo a ele, bata palma, dê um sorriso&#8230; eles percebem tudo!<br />
Muitas mamães querem evitar a sujeira na hora da comida&#8230;. mas não ligue para isso. Deixe o bebê sentir o aroma, textura, sabor, deixe ele pegar no alimento, por mais que amasse tudo&#8230; ele precisa desse contato com a comida.<br />
Também é legal para que você una a sua refeição com a do bebê. Ou seja, comam na mesma hora, na mesa, todos sentados&#8230; por mais que o alimento do bebê seja diferente ao seu (e provavelmente vai ser) deixe que ele coma com a família. Esse momento será de grande aprendizado e o bebê ainda poderá ter a família como um referencial para a alimentação.<br />
Além disso, ofereça sempre os alimentos novos! Não desista na primeira vez que o bebê não gostar&#8230;.<br />
Ajude o bebê nesse momento, ele também precisa aprender e com muito amor.<br />
Acalme- se e saiba que esse momento vai passar e você vai tirar de letra esse desafio,<br />
Cuide e preserve a saúde e a alimentação do seu bebê 😊</p>
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		<title>Alergia à proteína do leite de vaca</title>
		<link>https://cantinhodanutri.com.br/alergia-a-proteina-do-leite-de-vaca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Apr 2018 16:50:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[alergia]]></category>
		<category><![CDATA[bebe]]></category>
		<category><![CDATA[leite de vaca]]></category>
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					<description><![CDATA[Alergia à proteína do leite de vaca: você entende o que é? Se a resposta foi não, mais ou menos ou talvez, vem comigo para esse texto: O que é A alergia a proteína do leite de vaca (APLV) é uma reação do sistema imunológico às proteínas do leite, principalmente às proteínas do coalho (caseína) &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Alergia à proteína do leite de vaca: você entende o que é? Se a resposta foi não, mais ou menos ou talvez, vem comigo para esse texto:</p>
<p><strong>O que é</strong><br />
A alergia a proteína do leite de vaca (APLV) é uma reação do sistema imunológico às proteínas do leite, principalmente às proteínas do coalho (caseína) e as proteínas do soro (alfa-<br />
lactoalbumina e beta-lactoglobulina).<br />
A ocorrência de alergia alimentar vem aumentando no mundo como um todo. Estima-se que a prevalência de alergias alimentares em geral seja em torno 6% em crianças menores de 3 anos e 3,5% em adultos.</p>
<p><strong>Sintomas</strong><br />
Se seu filho apresentar um ou mais desses sintomas, você deve procurar um médico especialista:<br />
&#8211; Dificuldade para engolir;<br />
&#8211; Dificuldade de ingestão;<br />
&#8211; Regurgitação;<br />
&#8211; Cólicas intensas;<br />
&#8211; Coriza frequente,<br />
&#8211; Obstrução nasal;<br />
&#8211; Urticária sem relato de infecção,<br />
&#8211; Ingestão de medicamentos;<br />
&#8211; Inchaço de lábios e etc.<br />
Vale ressaltar que esses sintomas também podem ser fisiológicos ou estar associados a outras causas, por isso a avaliação de um alergista é fundamental e indispensável.</p>
<p><strong>Causas</strong><br />
As possíveis causas associadas à APLV são:</p>
<p>1- Influência genética / familiar: é fator mais associado ao desenvolvimento da alergia;<br />
2- Hipótese da higiene: essa tem sido considerada uma das possíveis causas do aumento das alergias alimentares, pois os hábitos de limpeza, as vacinas e os antibióticos tornam as pessoas menos expostas a infecções, o que pode colaborar para um sistema imunológico menos reativo<br />
3- Exposição precoce às proteínas do leite: ao nascer, o intestino e o sistema de defesa do bebê ainda estão terminando de se formar, ou seja, “aprendendo” a fazer a digestão dos alimentos e a defender o organismo contra substâncias nocivas.<br />
A oferta precoce de leite de vaca para bebês, principalmente nos primeiros dias de vida, aumenta as chances de a criança desenvolver APLV, pois os órgãos do trato digestório ainda<br />
não estão prontos e a criança poderá ter dificuldade de digerí-lo, absorvendo suas proteínas inteiras, antes de serem digeridas até peptídeos e aminoácidos.<br />
O sistema de defesa do bebê, que também está em fase de maturação, pode confundir a proteína do leite de vaca com algo nocivo e começar a reagir, desencadeando a alergia.</p>
<p><strong>Quando ocorre o diagnóstico</strong><br />
Quando bebê já é mais velho e é diagnosticado com APLV, o tratamento é a exclusão do leite de vaca e todos os seus derivados e qualquer alimento que tenha traços do leite por um<br />
período determinado, pois a alergia não é causada pela quantidade ingerida, e sim pela proteína em si. Portanto, até uma pequena quantidade pode causar a reação alérgica.<br />
Se o bebê ou criança não mamar no peito, nesse caso a mãe não precisa fazer restrições alimentares, mas terá que tomar cuidados, para que o bebê não tenha contato com o leite que<br />
ela ingere, seja através de um beijo ou do toque com as mãos sujas. Além disso, ela deverá evitar o uso de cosméticos ou produtos de higiene contendo leite na composição, como<br />
cremes hidratantes e sabonetes, por exemplo.<br />
No caso de o bebê receber exclusivamente leite materno ou ter a alimentação complementada, ainda assim pode apresentar sintomas tardios ou crônicos que podem estar relacionados à APLV, tais como diarréia ou intestino preso, muco ou sangue nas fezes, cólica, refluxo gastroesofágico, baixo ganho de peso, dermatite, entre outras manifestações. Nesses casos a amamentação deve ser continuada e a dieta de exclusão de leite de vaca e seus derivados deve ser realizada pela mãe.</p>
<p><strong>A amamentação e a APLV</strong><br />
O leite materno possui substâncias que estimulam a imunidade, fortalecendo o bebê. Também possui substâncias anti-inflamatórias e anti-infecciosas, substâncias protetoras da mucosa intestinal, probióticos naturais e principalmente, o que chamamos de fatores de crescimento do trato gastrointestinal que ajudam na recuperação do intestino do bebê com APLV.<br />
O leite materno ainda é o padrão ouro no que diz respeito à alimentação infantil, por isso, ao diagnosticar a APLV no seu bebê, a mamãe não deve interromper a amamentação, seja ela<br />
exclusiva ou não.</p>
<p><strong>A dieta da mamãe</strong><br />
Quando o bebê é diagnosticado com APLV, é preciso que a mãe tome alguns cuidados em sua alimentação para que não interfira no aleitamento materno.<br />
A alimentação da mãe deve estar restrita de leite de vaca e os derivados, bem como qualquer alimento que leve leite na composição ou que contenha traços.<br />
É de extrema importância que a mãe tenha um acompanhamento nutricional para que eja feita sa prescrição de uma dieta individualizada e suplementação medicamentosa se necessário. É importante se atentar principalmente ao cálcio.<br />
O tratamento nutricional é de extrema importância tanto para a mãe quanto para o bebê, para não colocar em risco nutricional nenhum deles.<br />
Em alguns casos é necessário que a mãe retire da sua alimentação outras proteínas, como por exemplo do ovo. Mas isso varia de caso para caso e deve ser avaliado por profissionais da área.</p>
<p><strong>Quando a amamentação precisa ser interrompida?</strong><br />
A amamentação para bebês com APLV é muito importante, sendo exclusivo até os 6 meses de idade, e com manutenção até os dois anos de idade para que o bebê receba todos os nutrientes necessários para seu desenvolvimento em perfeito estado. A amamentação não deve ser interrompida, pelo contrário!! É de total importância que seja continuada para que o sistema imunológico do bebê se fortifique.</p>
<p><strong>Introdução alimentar</strong><br />
Quando chegar a fase da introdução alimentar é necessário que o bebê tenha uma alimentação um pouco diferenciada. Deve-se excluir todos os alimentos que possuem a proteína do leite de vaca.<br />
Bebês com aleitamento materno ou maiores de 2 anos não necessitam de fórmulas. Já os bebês menores de dois anos que não possuem o aleitamento materno por alguma razão, precisam do uso de fórmulas como complemento da alimentação. Nesse caso, o ideal é ir direto para fórmulas que contenham proteínas hidrolisadas recomendada pelo médico. Essas fórmulas têm grande probabilidade de resolver o problema.<br />
A alimentação do bebê deve ser acompanhada de perto por um profissional da Nutrição para que observe como está a absorção dos nutrientes do bebê, para que não ocorra nenhuma deficiência nutricional e que seu crescimento e desenvolvimento sejam mantidos dentro da curva de normalidade.</p>
<p><strong>Gostou da dica? Compartilha com as mamães que você conhece!</p>
<p>E você mamãe, já passou ou ainda passa por isso? </strong></p>
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