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	<title>dicas &#8211; CANTINHO DA NUTRI &#8211; Nutricionista Itaim, Moema, Vila Nova Conceição</title>
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	<description>Carol Faria Coaching de Emagrecimento &#124; Nutrição Esportiva &#124; Materno-Infantil</description>
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		<title>Gases na gestação: como combater e aliviar?</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Jan 2019 11:28:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Durante a gravidez notamos como os gases podem se tornar mais comuns, muitas vezes gerando alguns constrangimentos. Mas, como eles surgem e como podemos diminuir a frequência desse evento um tanto desconfortável para a gestante? Como ocorrem os gases na gravidez? Durante a gestação os níveis de progesterona aumentam no corpo e como resultado todos &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante a gravidez notamos como os gases podem se tornar mais comuns, muitas vezes gerando alguns constrangimentos. Mas, como eles surgem e como podemos diminuir a frequência desse evento um tanto desconfortável para a gestante?</p>
<p>Como ocorrem os gases na gravidez?</p>
<p>Durante a gestação os níveis de progesterona aumentam no corpo e como resultado todos os músculos relaxam – inclusive no aparelho digestivo.<br />
Isso diminui a digestão, gerando no corpo um acúmulo de gases e também eructações (arrotos), inchaço e flatulência.<br />
Inchaço<br />
No final da gravidez é mais comum que haja inchaços, devido ao aumento do útero e dos níveis hormonais.<br />
A cavidade uterina em constante aumento empurra o estômago e afeta a digestão. Consequentemente, a mulher se sente mais inchada, com azia, acidez ou constipação.<br />
Com o estômago já muito sensível em decorrência da gravidez, é necessário tomar alguns cuidados com a alimentação. Sobretudo se você quiser diminuir a incidência de gases.<br />
 Principais alimentos que causam gases na gestação<br />
Vou listar alguns alimentos que podem gerar gases e incômodos para as grávidas. Uma dica é você criar um caderninho de alimentação, para identificar quais são aqueles que são prejudiciais para seu corpo.<br />
•	Legumes como couve, couve flor, feijão, cebolas, brócolis, alcachofras e aspargos contém carboidratos não absorvíveis. Ou seja, não sendo absorvidos pelo corpo, como resultado podem expelir enxofre, o que causa mau cheiro nos gases;</p>
<p>•	Carboidratos não absorvíveis também estão presentes em frutas como maçãs, manga, passas, ameixas, cerejas, melancia e pêssegos</p>
<p>•	Sementes como girassol, papoula e funcho levam gases ao cólon, desenvolvendo flatulências;</p>
<p>•	Excelentes fontes de fibra como grão de bico e lentilhas em excesso de consumo podem causar gases ao estômago. Porém, para alguns corpos as fibras auxiliam na diminuição de inchaço;</p>
<p>•	Refrigerantes, vinhos e cervejas liberam dióxido de carbono, também causando flatulências. Mas nem preciso lembrar que é bom cessar o consumo de álcool durante a gestação, não é mesmo?</p>
<p>•	Trigo, farelo de trigo e outros alimentos com esta composição fermentam o intestino, causando gases;</p>
<p>Dicas de alimentação durante a gravidez<br />
Mesmo buscando uma alimentação com alimentos de melhor digestão, você pode também diminuir a rotina de grandes refeições. Busque se alimentar por mais vezes, em pequenas refeições ao longo do dia.<br />
A mastigação deve ser lenta e demorada, para triturar melhor os alimentos. Além disso, diminuir a fala durante a refeição confere mais concentração para esse momento.<br />
Corte alimentos fritos, que diminuem o processo de digestão. Bebidas que contenham gás carbônico também não são muito indicadas.</p>
<p>Um carinho para aliviar o estômago: chá de erva cidreira<br />
Devido às ações calmantes e especialmente anti-espasmódicas, o chazinho tem como resultado a alívio de dores e desconfortos.<br />
Para fazer o chá, basta colocar 2 colheres de folhas de erva-cidreira em uma xícara fervente, deixar repousar por aproximadamente 10 minutos, coe e beba até 3 xícaras do chá por dia.<br />
Lembre que observar seu corpo é o melhor meio de saber o que realmente faz bem ou mal para você.<br />
Analise minhas dicas e também observe as reações que você terá com cada alimento.<br />
Espero ter ajudado e estou disponível para qualquer dúvida enquanto você está neste momento especial que é a gestação!</p>
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		<title>Endometriose X Bisfenol A</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Dec 2018 11:12:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Você já ouviu falar da relação entre a endometriose e o bisfenol A? Antes de falar dessa relação, vou te explicar o que é endometriose e o que é Bisfenol A. A Endometriose é uma patologia caracterizada pela multiplicação do tecido que reveste o útero, o endométrio. Quando não ocorre a fecundação, o tecido descama &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você já ouviu falar da relação entre a endometriose e o bisfenol A? Antes de falar dessa relação, vou te explicar o que é endometriose e o que é Bisfenol A.<br />
A Endometriose é uma patologia caracterizada pela multiplicação do tecido que reveste o útero, o endométrio. Quando não ocorre a fecundação, o tecido descama e sai pelo canal vaginal, sendo este o processo denominado menstruação. Porém, a endometriose é uma patologia de etiologia desconhecida e que faz com que o  tecido faça o canal inverso e siga em direção as trompas uterinas gerando inflamação e sendo uma das principais causas da infertilidade feminina.<br />
O maior sintoma e incômodo das mulheres com Endometriose é a dor pélvica que chega a ser extremamente forte, impossibilitando muitas mulheres de seguirem com as suas atividades diárias. Existem níveis da patologia e o tratamento vai de medicamentos à remoção do tecido inflamado, que é realizado através de método cirúrgico.<br />
O Bisfenol A (BPA) é um composto utilizado na fabricação de policarbonato, um tipo de resina usada na produção da maioria dos plásticos.<br />
Atua como um desregulador endócrino que se assemelha tanto com o hormônio feminino – estradiol – quando o da tireoide.<br />
A Sociedade Brasileira de Endocrinologia, diz que de acordo com alguns estudos, quando o Bisfenol A entra em contato com o organismo humano, principalmente durante a vida intrauterina, a substância pode afetar o sistema endócrino, podendo aumentar ou diminuir a ação dos hormônios, naturalmente produzidos pelo corpo humano.<br />
Esses danos podem trazer infertilidade, modificações do desenvolvimento do corpo humano, como os órgãos sexuais internos, câncer e endometriose.<br />
“Tudo bem Nutri, já sei a relação de ambos. Quando temos um contato grande com o BPA ainda na vida intrauterina, podemos ter diversas consequências, inclusive a endometriose. Mas como posso diminuir meu contato com essa substância?”<br />
Podemos tomar algumas atitudes que nos deixarão mais longe do BPA, como:<br />
&#8211; Usar mamadeiras e utensílios de vidro, ou BPA free para bebês<br />
&#8211; Bebidas e alimentos acondicionados em plástico, evite esquentar no micro-ondas, pois o BPA é liberado em maiores quantidades quando o plástico é aquecido.<br />
&#8211; Evite levar ao freezer alimentos e bebidas acondicionadas no plástico. A liberação do composto também é mais intenso quando há um resfriamento do plástico.<br />
&#8211; Evite o consumo de alimentos e bebidas enlatadas, pois o bisfenol é utilizado como resina epóxi no revestimento interno das latas.<br />
&#8211; Opte por utensílios de vidro. Evite lavá-los com detergentes fortes ou colocá-los na máquina de lavar louças.<br />
&#8211; Caso utilize embalagens plásticas para acondicionar alimentos ou bebidas, evite aquelas que tenham os símbolos de reciclagem com os números 3 e 7 no seu interior e na parte posterior das embalagens. Eles indicam que a embalagem contem ou pode conter o BPA na sua composição.<br />
Portanto se você tem endometriose, é lactante, gestante, ou até mesmo não entra em nenhuma dessas categorias, evite ficar em muito contato com o Bisfenol A. Coloque em prática essas dicas e traga mais conforto e segurança para o seu dia a dia!</p>
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		<title>Estresse na gestação: como influencia o bebê e como amenizar seus efeitos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Dec 2018 11:03:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Você está gestante? É um período que há muitas mudanças, não é? Sim... São várias adaptações, sentimentos, emoções... e isso é normal. Mas sabia que o estresse pode influenciar na saúde do bebê? Ainda não há estudos que comprovem que, por exemplo, um estresse do dia a dia pode causar um aborto espontâneo. Mas o &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você está gestante? É um período que há muitas mudanças, não é? Sim&#8230; São várias adaptações, sentimentos, emoções&#8230; e isso é normal. Mas sabia que o estresse pode influenciar na saúde do bebê?<br />
Ainda não há estudos que comprovem que, por exemplo, um estresse do dia a dia pode causar um aborto espontâneo.<br />
Mas o estresse extremo precisa ser controlado. A maior parte dos abortos espontâneos não tem causa conhecida ou ocorre por um fator além da possibilidade de controle. Acredita-se que de 50% a 70% das perdas que acontecem no primeiro trimestre sejam devido a anormalidades cromossômicas no óvulo fertilizado, ou seja, ele não teria mesmo possibilidade de se desenvolver normalmente.<br />
Mas essa afirmação não quer dizer que o estresse grave, como um divórcio inesperado, briga na família ou outra situação, não possa afetar a saúde do bebê.<br />
Para comprovar, um estudo dinamarquês, realizado em 2008, com 19 mil gestantes com alto nível de estresse psicológico apontou um risco 80% maior dessas gestantes darem a luz a natimortos, quando comparadas com as gestantes que tinham um estresse moderado.<br />
Diversos outros estudos mostram que o estresse excessivo pode levar a abortos espontâneos, partos prematuros, baixo peso ao nascer e até mesmo asma e alergias no futuro para a criança.<br />
Como seria bom se a mulher gestante pudesse ficar longe de todos esses sentimentos negativos, não é? Seria uma maravilha&#8230; Mas infelizmente, não é assim que acontece e você precisa cuidar da sua saúde e pensar que tem uma vida dentro de você, que precisa ser cuidada e com muita atenção.<br />
Sim, não é fácil&#8230; Mas tenho algumas dicas que podem te ajudar a diminuir o estresse e a ficar mais calma nesse período.<br />
Então, se você quer diminuir o estresse extremo e do dia a dia, aqui vai algumas dicas para você:<br />
&#8211; Converse com seu bebê. Acredite, isso faz bem. Sua voz é reconhecida com as vibrações no útero. O bebê sente e reconhece. Sim!<br />
&#8211; Perdoe. É comum nessa fase ficarmos sensíveis, não é? Então aproveite esse momento para perdoar, e amolecer o seu coração para aquela situação que ele se fechou.<br />
&#8211; Respire, conte até 10. O útero é um músculo que se contrai, comprimindo, oprimindo e apertando o bebê. Assim, em momentos de tensões.<br />
&#8211; Use o sexo como relaxamento e distração. As grávidas costumam ter a libido aumentada na gestação, então aproveite esses momentos.<br />
Também é importante deixar um recadinho para a família da gravidinha.<br />
Ajude- a nesse momento! Colabore!<br />
E lembre-se ninguém nasce mãe e preparada para isso. Tenha calma e paciência.</p>
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		<title>POR QUE AMAMENTAR NÃO É TÃO SIMPLES ASSIM?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Dec 2018 14:30:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[A amamentação, com toda certeza é uma fase única, tanto quanto a gestação. Um momento cheio de emoções e muitas novidades. Antes de mais nada, a amamentação é muito importante pois é a melhor maneira de alimentar seu bebê! É o alimento perfeito, o que o bebê realmente precisa, pois contém todos os nutrientes que &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A amamentação, com toda certeza é uma fase única, tanto quanto a gestação. Um momento cheio de emoções e muitas novidades.<br />
Antes de mais nada, a amamentação é muito importante pois é a melhor maneira de alimentar seu bebê! É o alimento perfeito, o que o bebê realmente precisa, pois contém todos os nutrientes que vão suprir as necessidades de um recém nascido até ele completar 6 meses.<br />
Mas nem sempre é tudo flor, não é mesmo? Existem também dificuldades, afinal é um momento de adaptação tanto para a mãe quanto para o bebê.<br />
Os maiores desafios são originados de opiniões de pessoas alheias. E isso é comum: se sentir perdida por conta de tantas opiniões aleatórias que chegam a você.<br />
São tantas opiniões e teorias&#8230; mas é verdade é que cada mãe possui uma experiencia diferente com a amamentação. Por mais que existam e seja importante seguir as orientações profissionais, nem sempre 100% dará certo com todas as mães.<br />
O problema é que a mulher assim que descobre a gestação, já cria teorias, pensamentos negativos e inseguranças quando falamos da amamentação por conta dos comentários que as rodeiam. Você se identifica com isso?<br />
O que devemos saber é que a amamentação exclusiva deve ser feita até os seis meses de idade, sendo complementada até os dois anos. Mas ainda assim, existem as exceções.<br />
E na UTI? A realidade é diferente. Por exemplo, a primeira mamada do bebê acontece ali, onde a mãe nem imaginava. Quando, por algum motivo a mãe não consegue amamentar, ela pode contar com a ajuda do banco de leite, que fornece um leite 100% seguro, com muito cuidado, higiene e todos os procedimentos corretos.<br />
A amamentação é um momento delicado, como falamos, e com isso a mamãe precisa de uma rede de apoio com ela, para que consiga ter uma motivação e cuidado maior.<br />
Algumas mamães possuem uma ótima experiência com a amamentação, mas as vezes pode ser que a mamãe não consiga de primeira acertar na pega, ou em algum outro ponto. Com cuidado e paciência tudo dará certo, pode ter certeza.<br />
Não se compare e nem se culpe por não conseguir amamentar seu filho de primeira. Tenha paciência, peça ajude e saiba que você é a melhor mãe que pode ser para o seu filho, e que ele tem total capacidade de te ajudar e você ajuda-lo.<br />
Se necessário conte com a ajuda de uma assessoria de amamentação, que te ajudará de perto, em todos os quesitos da amamentação e o sucesso para ela.<br />
Cuide da sua saúde e do seu bebê também! </p>
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		<title>As 10 principais dúvidas sobre a endometriose</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Nov 2018 14:21:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A endometriose é uma é uma doença caracterizada pela presença do endométrio fora da cavidade uterina. (O endométrio é a parede que reveste o útero, e é responsável pela menstruação). Neste caso, o local mais comum de implantação dos fragmentos é a região pélvica, onde ficam aderidos a uma ou mais estruturas - tubas uterinas, &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A endometriose é uma é uma doença caracterizada pela presença do endométrio fora da cavidade uterina. (O endométrio é a parede que reveste o útero, e é responsável pela menstruação).<br />
Neste caso, o local mais comum de implantação dos fragmentos é a região pélvica, onde ficam aderidos a uma ou mais estruturas &#8211; tubas uterinas, ovários, bexiga, intestino e outros órgãos.<br />
Pode ser considerada uma doença que ainda está sendo estudada, sem causa ou tratamento específicos. E comum que algumas portadoras possuam muitas dúvidas e questionamentos sobre a patologia, seus sintomas e tratamentos.<br />
Vamos falar hoje sobre as principais dúvidas.</p>
<p>1: A endometriose tem cura?<br />
Infelizmente a cura ainda não existe para essa doença. É considerada uma doença crônica. </p>
<p>2: Existe tratamento eficaz?<br />
Sim! A mulher com endometriose possui um leque de tratamentos que podem ajudar muito e que podem variar de mulher para mulher e de acordo com o grau da doença.</p>
<p>3: É hereditária?<br />
Alguns estudos mostram que dentre os fatores de risco, o caráter hereditário está presente em 51% dos casos.</p>
<p>4: Desaparece com a menopausa?<br />
Com a chegada da menopausa, o corpo não produz mais estrogênio, hormônio responsável pela ovulação e com isso a endometriose tende a não se proliferar.</p>
<p>5: Possui a chance de gestação?<br />
Sim! A mulher com endometriose que trata a doença pode conceber sim. O ideal é tratar de forma correta e o quanto antes.</p>
<p>6: A alimentação pode ajudar na endometriose?<br />
Sim! A alimentação é fundamental para o controle. A alimentação no tratamento da endometriose é de extrema importância para o controle dos focos de inflamação e consequentemente controle e diminuição das dores. Da mesma forma, é importante cuidar da alimentação também para que se consiga ter um funcionamento ótimo do intestino, que impactará diretamente no tratamento da endometriose e controle da inflamação. </p>
<p>7: Se não tratar, pode deixar a mulher infértil?<br />
Infelizmente, se você não tratar a endometriose, a instalação da doença nos ovários pode provocar o aparecimento de um cisto denominado endometrioma. Este cisto pode atingir grandes proporções e comprometer o futuro reprodutivo da mulher.</p>
<p>8: Possui sintomas específicos?<br />
Os sintomas são aparentes e podem ser dores durante a relação sexual, alterações intestinais e urinárias durante o período de menstruação, fadiga crônica e exaustão, dificuldade para engravidar, cólicas menstruais intensas, dor difusa ou crônica na região pélvica.</p>
<p>9: Como é diagnosticado?<br />
É feito por meio de exame físico, ultrassom (ultrassonografia) endovaginal especializado, exame ginecológico, dosagem de marcadores e outros exames de laboratório.</p>
<p>10: É uma doença progressiva?<br />
Se trata de uma doença progressiva, e quando não há tratamento pode gerar uma série de processos de aderências de infiltração dos focos da doença em órgãos vizinhos, podendo atingir o intestino, os ovários e a bexiga, por exemplo.</p>
<p>Essas são as dúvidas mais comuns e eu espero que tenha te ajudado! Se a sua dúvida não está aqui, me escreva contando qual é! Terei o maior prazer em te ajudar com isso 😊 </p>
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		<title>10 COISAS QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE A SOP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Oct 2018 17:12:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A síndrome do ovário policístico é uma doença endócrina que envolve uma série de alterações hormonais. Com a SOP a mulher tende a apresentar uma série de sintomas e requer um tratamento a longo prazo, pois infelizmente, é uma doença que não tem cura. A SOP pode, inclusive, ser considerada uma nova doença, embora exista &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A síndrome do ovário policístico é uma doença endócrina que envolve uma série de alterações hormonais.<br />
Com a SOP a mulher tende a apresentar uma série de sintomas e requer um tratamento a longo prazo, pois infelizmente, é uma doença que não tem cura.</p>
<p>A SOP pode, inclusive, ser considerada uma nova doença, embora exista há décadas. Os estudos ainda estão sendo realizados e publicados e só bem recentemente o assunto começou a ser discutido, mesmo com mais de 1 milhão de casos em todo mundo. A etiologia da doença, bem como seus sinais, sintomas e consequências não eram assunto antigamente discutidos, ou que tinham destaque nos interesses de pesquisadores. </p>
<p>E por não ter muitos profissionais que falem sobre o assunto e exponham as informações para o público, muitas delas se tornam inacessíveis, fazendo com que as mulheres portadoras da síndrome não saibam de muitos fatores importantes para o tratamento.<br />
Portanto, nesse texto, vou te falar sobre 10 coisas que você precisa saber sobre a síndrome do ovário policístico. Espero que te ajude!</p>
<p><strong>A primeira:</strong> A SOP é uma doença endócrina! Pelo fato do sintoma mais comum, e mais considerado, o maior de todos, ser a presença de cistos no ovário, e com isso surgir a dificuldade de engravidar, muitas pessoas acreditam que a síndrome é de causa ginecológica. E sim, também é. Mas a SOP é causada e desencadeada pelas alterações hormonais. E por isso, é uma doença endócrina. Não é culpa do seu aparelho reprodutor, nem se soluciona com a retirada de útero e/ou ovários.</p>
<p><strong>Segunda verdade:</strong> A SOP, segundo alguns profissionais e doutores atinge 1 em cada 15 mulheres. E a resistência insulínica, que também faz parte das alterações hormonais, sendo um sintoma muito comum, atinge cerca de 90% das mulheres com SOP. Ou seja; você não está sozinha!</p>
<p><strong>Terceira: </strong>Muitas pessoas diagnosticam a SOP apenas pelo fato de ter cistos no ovário, mas esse não é o modo correto. A mulher com SOP precisa ter dois dos quatro critérios de diagnóstico, segundo o consenso de Rotterdam. O consenso envolve a irregularidade ou a ausência de menstruação, cistos no ovário e hiperandrogenismo, ou seja, o excesso de hormônios masculinos, que são responsáveis pelos sintomas como acne, queda de cabelo, oleosidade, ciclo irregular, pelos em excesso, resistência insulínica e infertilidade. Ou seja: você nem precisa ter cistos no ovário para ter a Síndrome do Ovário Policístico. Basta ter ciclos menstruais irregulares ou anovulatórios, associados a alterações hormonais.</p>
<p><strong>Quarta:</strong> A SOP, na maior parte das vezes, é descoberta na fase juvenil, porém, é um distúrbio que pode se manifestar de diversas formas e em qualquer idade! Sem contar que a SOP pode ser um fator de risco para outras doenças, como endometriose, doenças cardiovasculares, gordura no fígado, entre outras consequências. Mas calma: elas aparecem quando a SOP não é tratada!</p>
<p><strong>Quinta: </strong>O verdadeiro tratamento da SOP, considerado como carro chefe, é a alimentação e a mudança de estilo de vida. Há pouco tempo atrás, antes desse assunto começar a ser falado e os estudos serem realizados, a maioria das mulheres conheciam apenas o anticoncepcional para o tratamento da SOP, e nada mais. Hoje, inclusive, sabe-se que o anticoncepcional não trata a SOP, apenas mascara os sintomas. Com isso o problema continua existindo e ao interromper o uso do medicamento, os sintomas voltam a reaparecer, de forma cada vez pior e mais intensa. Além da alimentação, a prática de atividades físicas é de extrema importância, pois ajuda no tratamento da SOP, dos sintomas e a prevenir possíveis consequências.</p>
<p><strong>Sexta: </strong>De acordo com a Diretriz Brasileira sobre a SOP, a alimentação juntamente com a prática de atividades físicas, também é considerado o tratamento de primeira linha, com mais eficácia. Com essa dupla podemos melhorar a resistência insulínica e com uma perda de 10% do peso ponderal ou de 15% do peso em gordura, é possível restaurar a fertilidade da mulher portadora. </p>
<p><strong>Sétima: </strong>Com a mudança de estilo de vida, a mulher com SOP pode vir a perder peso! Com a perda de peso, outros benefícios vêm junto, como por exemplo, a baixa dos hormônios masculinos, que são causadores dos sintomas. Além disso, ajudará a melhorar o perfil lipídico e glicídico da mulher. Com isso, a mulher possui menos chances de ter consequências da SOP e as chances de engravidar naturalmente passam a ser as mesmas da mulher não portadora.</p>
<p><strong>Oitava: </strong>Induzir a ovulação ou usar medicamentos para isso sem antes controlar todo o quadro pode resultar em aborto. A gestante com SOP descompensada e não tratada também apresenta maior risco de desenvolver diabetes gestacional, pré eclampsia, eclampsia, ter nascimento de natimorto ou parto prematuro. </p>
<p><strong>Nona:</strong> Mulheres com a síndrome costumam apresentar um maior nível de percentual de gordura, adiposidade central, ou seja, gordura acumulada no abdomen, testosterona,  triglicerídeos, insulina e colesterol. Apresentam fatores de risco para doenças cardiovasculares, se comparadas com mulheres sem a síndrome, mesmo com o mesmo índice de massa corporal (IMC).</p>
<p><strong>Décima:</strong> A síndrome pode se manifestar de diversas maneiras, e exatamente por isso, é de extrema importância fazer o tratamento adequado. Até o momento não se tem informações sobre porque ela acontece, nem se conhece o caminho para a cura. O que temos de informação diz respeito ao tratamento, e fazendo tudo da forma correta, a mulher com SOP pode se tornar assintomática por anos, sem prejuízos para a sua saúde. </p>
<p>Em resumo, é de extrema importância que você conheça e trate a SOP, trate os sintomas, e tenha um estilo de vida saudável.<br />
Tenha uma equipe completa ao seu lado, com endocrinologista, nutricionista, ginecologista, e para ficar completa, com um personal trainner.<br />
Não subestime nenhum profissional, e não negligencie nenhum exame!<br />
Trate, de forma correta, e viva livre da SOP!  </p>
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		<title>Materno infantil: como montar uma lancheira saudável?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Sep 2018 16:47:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[Se você tem um filho pequeno, sabe que faz parte da rotina da semana planejar e organizar os alimentos que ele consumirá na escola. Nem sempre montar uma lancheira saudável e que agrade à criançada é uma tarefa fácil, mas com algumas dicas esse processo pode se tornar mais simples. Envolva o seu filho no &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se você tem um filho pequeno, sabe que faz parte da rotina da semana planejar e organizar os alimentos que ele consumirá na escola. Nem sempre montar uma lancheira saudável e que agrade à criançada é uma tarefa fácil, mas com algumas dicas esse processo pode se tornar mais simples.</p>
<p>Envolva o seu filho no processo, isso quer dizer levá-lo ao supermercado ou à feira para fazer as compras e chamá-lo para montar os lanches, sempre explicando os benefícios de cada alimento. Essas atitudes fazem com que, desde cedo, ele aprenda a ter autonomia e no futuro possa fazer as melhores escolhas alimentares.</p>
<p>Escolha alimentos práticos, e isso não é só para facilitar o trabalho de montar a lancheira, mas também para oferecer opções simples para os pequenos consumirem no ambiente escolar. As frutas por exemplo, podem ser enviadas já cortadas e sem casca.</p>
<p>Abuse da criatividade, um sanduíche de bichinho, frutas cortadas em formatos divertidos. Hoje em dia, muitos pais compartilham nas redes sociais fotos dos pratos que elaboram para os seus filhos. Inspire-se nessas receitas e crie opções que são atrativas visualmente para os pequenos.</p>
<p>Não tenha medo de inserir novos alimentos, fuja do óbvio e aproveite os lanches escolares para apresentar coisas diferentes. Essa é a melhor maneira de expandir o olhar e até o paladar da criança, que estará aberta para experimentar sabores diversos.</p>
<p>Prefira os alimentos naturais tais como sucos naturais e até mesmo frutas in natura. As castanhas, frutas secas com iogurte natural e granola são uma boa alternativa para a sobremesa. Essas pequenas substituições vão ajudar o seu filho a crescer mais saudável.</p>
<p>As preferências alimentares variam de acordo com alguns fatores, como a rotina em que a família está inserida e os hábitos culturais que ela segue, mas é fundamental estar de olho no que é consumido pelo pequeno até mesmo porque os hábitos saudáveis são criados ainda na infância.</p>
<p>Lembre-se de uma coisa muito importante, nenhuma comida deve ser rotulada como proibida. O mais eficiente é explicar que existem alimentos para momentos diferentes, ou seja, alguns são para o dia a dia, enquanto outros são mais adequados para os finais de semana ou festinhas.</p>
<p>E não se esqueça da segurança alimentar! Cuide para que esse alimento seja oferecido a criança com segurança! Utilize bolsas térmicas por exemplo.</p>
<p>Quer saber mais sobre como ter a lancheira perfeita para o seu filho? Eu tenho um material super completo que pode te ajudar! Basta clicar no link: http://cantinhodanutri.kpages.online/lancheirasaudavel</p>
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