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	<title>dieta &#8211; CANTINHO DA NUTRI &#8211; Nutricionista Itaim, Moema, Vila Nova Conceição</title>
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	<description>Carol Faria Coaching de Emagrecimento &#124; Nutrição Esportiva &#124; Materno-Infantil</description>
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		<title>Seu bebê está recusando novos alimentos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Dec 2018 13:42:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A introdução alimentar é um assunto que gera um pouco de dúvidas nas mamães. Além da dúvida, gera um pouco de receio e insegurança. Um sentimento bem comum também é o ficar de “cabelo em pé” nas primeiras semanas de introdução alimentar, afinal, assim como a amamentação, é uma coisa nova tanto para o bebê &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A introdução alimentar é um assunto que gera um pouco de dúvidas nas mamães. Além da dúvida, gera um pouco de receio e insegurança.<br />
Um sentimento bem comum também é o ficar de “cabelo em pé” nas primeiras semanas de introdução alimentar, afinal, assim como a amamentação, é uma coisa nova tanto para o bebê quanto para a mãe, e precisa de paciência, cuidado e atenção.<br />
Aquele bebê que só conhecia o leite materno, e se alimentava tão bem, agora faz birra, joga o prato no chão, recusa o alimento&#8230;. Chegou o momento dele  conhecer novos alimentos, texturas, sabores&#8230; mas pode ser que ele não esteja tão preparado assim.<br />
Mas ainda bem que isso é normal. Pode ficar tranquila mamãe, que isso vai passar.</p>
<p>Mudanças não são fáceis:<br />
Aos poucos ele vai aprendendo, afinal mudança não é fácil para ninguém, não é?<br />
O bebê aos poucos vai aprender a sentar sozinho, pegar o alimento, sentir o sabor e ingerir.<br />
Antes de mais nada, é importante dizer que isso vai passar.</p>
<p>O passo a passo:<br />
Não compare o seu filho com os outros bebês. Cada bebê tem um tempo de adaptação diferente. Não compare o seu primeiro filho com o segundo, com os sobrinhos, filhos das amigas&#8230;<br />
Para auxiliar o bebê e tentar melhorar a introdução alimentar, alguns cuidados podem ser tomados. E vamos falar deles, a seguir.<br />
É importante que assim como você tem a rotina alimentar, o bebê tenha. Então crie uma rotina para ele, aos poucos&#8230; Ofereça os alimentos quando ele estiver com fome, pois se ele estiver com a barriga cheia de leite, saciado, provavelmente vai recusar os outros alimentos.<br />
Além disso, os bebês percebem mais do que você imagina e são muito espertos. Por mais que seja novinho, quando ele estiver comendo, diga palavras de incentivo a ele, bata palma, dê um sorriso&#8230; eles percebem tudo!<br />
Muitas mamães querem evitar a sujeira na hora da comida&#8230;. mas não ligue para isso. Deixe o bebê sentir o aroma, textura, sabor, deixe ele pegar no alimento, por mais que amasse tudo&#8230; ele precisa desse contato com a comida.<br />
Também é legal para que você una a sua refeição com a do bebê. Ou seja, comam na mesma hora, na mesa, todos sentados&#8230; por mais que o alimento do bebê seja diferente ao seu (e provavelmente vai ser) deixe que ele coma com a família. Esse momento será de grande aprendizado e o bebê ainda poderá ter a família como um referencial para a alimentação.<br />
Além disso, ofereça sempre os alimentos novos! Não desista na primeira vez que o bebê não gostar&#8230;.<br />
Ajude o bebê nesse momento, ele também precisa aprender e com muito amor.<br />
Acalme- se e saiba que esse momento vai passar e você vai tirar de letra esse desafio,<br />
Cuide e preserve a saúde e a alimentação do seu bebê 😊</p>
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		<title>MULHER GRÁVIDA PODE TER UMA DIETA VEGETARIANA?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Nov 2018 14:32:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A alimentação é muito importante durante qualquer fase da vida, mas durante a gestação é ainda mais e por isso merece destaque! A mulher gestante precisa suprir suas necessidades energéticas e as do bebê, além de precisar também proporcionar todos os nutrientes necessários para que o feto tenha um ótimo crescimento e desenvolvimento. Muitas dúvidas &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A alimentação é muito importante durante qualquer fase da vida, mas durante a gestação é ainda mais e por isso merece destaque!<br />
A mulher gestante precisa suprir suas necessidades energéticas e as do bebê, além de precisar também proporcionar todos os nutrientes necessários para que o feto tenha um ótimo crescimento e desenvolvimento.<br />
Muitas dúvidas vêm durante essa fase, e uma delas é: “A mulher grávida pode ter uma dieta vegetariana?”<br />
A maior preocupação da mãe em relação a isso é a possível falta de nutrientes, destacando a possível carência de proteínas e vitamina B12 que viriam com a retirada dos animais e seus derivados da dieta.<br />
E sim! A mulher gestante pode ter uma dieta vegetariana, embora para isso seja necessário que a mulher tenha uma atenção especial à sua alimentação para que consiga ter um bom alcance de nutrientes e assim evitar possíveis carências.<br />
Por exemplo: é preciso que a mulher capriche e eleve a ingestão das proteínas vegetais, para compensar as quantidades de proteínas animais que ela não irá ingerir. Esses alimentos são  representados por ovos (se você for ovolactovegatariana), lentilha, feijão, ervilhas e também as oleaginosas como castanhas, amêndoas e avelãs.<br />
Um nutriente importante para todas as gestantes é o ferro. Ele pode ser encontrado em verduras, brócolis, beterraba, couve, grãos e ervilhas.<br />
O ômega 3 também é essencial para a saúde da mamãe e do bebê. É um nutriente que você pode encontrar na chia, linhaça e óleos vegetais e apresenta papel antioxidante.<br />
O cálcio é muito importante para o desenvolvimento de ossos e dentes e você consegue encontra-lo em vegetais de cor verde escuro, como o espinafre, rúcula, e alimentos como tofu e castanhas.<br />
Cada nutriente possui a sua importância tanto na saúde da mãe quanto na saúde do bebê e é por isso que precisamos dar atenção especial à alimentação da gestante vegetariana.<br />
Algumas dicas também podem melhorar a absorção de nutrientes pelo seu corpo, como por exemplo:<br />
&#8211; evitar o consumo de chás e cafés durante as refeições. Essas bebidas podem ser ingeridas fora das refeições, mas deve-se evitar esse consumo junto dos alimentos, pois o consumo de cafeína inibe e dificulta a absorção de cálcio pelo nosso organismo.<br />
&#8211; quando você consumir alimentos ricos em ferro, evite os alimentos ricos em cálcio nessa mesma refeição, pois o cálcio impede a absorção do ferro.<br />
&#8211; Após as refeições ricas em ferro, que na grande maioria são as de almoço e jantar, consuma frutas ricas em vitamina C. Essa vitamina ajuda na absorção do ferro, tornando-o mais ativo e melhor usado. Então, depois das principais refeições, consuma laranja, kiwi, tangerina, etc.<br />
&#8211; Invista em saladas bem coloridas. Elas devem ser priorizadas para que você alcance vários nutrientes diferentes. Evite comer todos os dias os mesmos alimentos, e procure variar sempre!<br />
Com essas pequenas dicas você já conseguirá melhorar sua dieta e com isso beneficiar sua gestação!<br />
Procure um nutricionista e veja qual é a melhor dieta para você e sempre fique de olho nos níveis dos nutrientes em seu sangue! Fazer exames periódicos é extremamente importante durante a gestação e por mais que pareça desconfortável, são necessários.<br />
Conhece alguma amiga que está passando por esse momento lindo da vida? Marque ela aqui nos comentários!</p>
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		<title>Low carb: A ação da insulina na perda de peso – e porque não são apenas as calorias que contam</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Nov 2018 14:33:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Você faz dieta low carb? Faz algum tipo de alimentação para a perda de peso? Já tentou inúmeras dietas, passou fome, fez promessa e ainda assim os quilinhos a mais não te largam? Não se sinta sozinha: atendo dezenas de mulheres todas as semanas em meu consultório com essa mesma dificuldade. Hoje vou explicar para &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você faz dieta low carb? Faz algum tipo de alimentação para a perda de peso? Já tentou inúmeras dietas, passou fome, fez promessa e ainda assim os quilinhos a mais não te largam?<br />
Não se sinta sozinha: atendo dezenas de mulheres todas as semanas em meu consultório com essa mesma dificuldade.<br />
Hoje vou explicar para você porque todas essas dietas podem não dar certo e como a ação da insulina participa do processo de perda de peso, muitas vezes impedindo você de emagrecer, mesmo que esteja comendo pouco.<br />
Primeiramente, a insulina é um hormônio produzido pelo nosso pâncreas, que permite a entrada de glicose nas células para que ela seja transformada em energia. Ela age como uma chave que abre as fechaduras das células do seu corpo, permitindo que a glicose (açúcar que está no sangue como resultado da digestão de carboidratos) entre e seja usada para gerar energia em suas atividades.<br />
Sempre que você come um carboidrato, por exemplo, o seu cérebro sinaliza ao seu pâncreas para que ele produza insulina. Ele vai produzir de acordo com a quantidade que você consumiu, mas principalmente de acordo com o volume de carboidrato que será absorvido de uma única vez. Ou seja: se o carboidrato consumido for de um alimento simples ou refinado, que é absorvido pelo organismo rapidamente, a produção de insulina será maior do que quando o carboidrato ingerido for de uma fonte integral, ou que esteja combinado com proteínas e gorduras (nutrientes que são absorvidos de forma lenta e por isso tornam lenta a absorção do carboidrato consumido na mesma refeição).<br />
Quando a refeição é rica em carboidratos simples e de fácil absorção, a insulina precisará ser absorvida em maior quantidade. Isso não seria um problema se esse excesso de insulina fosse imediatamente excluído após o uso, mas não é isso que acontece.<br />
Uma vez produzida, cada molécula de insulina tem 6h de “vida”. Ou seja: insulina em excesso = absorção rápida de carboidratos = insulina circulando no sangue, sem função.<br />
Essa insulina que “sobra” fica circulando pelo sangue, tendo 2 funções:<br />
1-	Sinalizar para o cérebro que está faltando energia (pois não há mais carboidratos ali para serem transportados por ela)<br />
2-	Armazenamento do carboidrato consumido em forma de gordura<br />
As consequências dessas 2 funções, então, são:<br />
a-	Aumento da vontade de consumir carboidratos (doces ou salgados), gerando compulsão e, ao mesmo tempo, gerando muito cansaço, fadiga e indisposição<br />
b-	Aumento dos estoques de gordura (principalmente abdominal), que resulta em aumento de peso e dificuldade em emagrecer<br />
“Ah nutri, então quer dizer que o problema todo está na insulina?” “Mesmo comendo poucas calorias posso não conseguir emagrecer?”<br />
Sim.<br />
E é exatamente por isso, que a low carb pode te ajudar! Não basta consumir poucas calorias apenas. Quando consumimos um doce, por exemplo, ele é rapidamente absorvido, então rapidamente chega a mensagem para o pâncreas produzir muita insulina, pois estão sendo absorvidas várias moléculas de glicose juntas, ao mesmo tempo. Rapidamente elas serão convertidas em energia e seu excesso em gordura, gerando mais vontade de comer doces e massas ou pães. Com isso a pessoa ganha peso e gordura, ao mesmo tempo que tem mais vontade de comer. E tudo isso, independente dela ter consumido poucas calorias.<br />
Em contrapartida, com um maior consumo de proteínas e gorduras, consome-se mais energia (calorias) mas estes são nutrientes que não precisam da insulina para serem metabolizados ou absorvidos. Ou seja: são alimentos na maioria das vezes mais calóricos mas que não despertam no organismo a necessidade da produção de insulina.  Esse é o segredo para quem deseja comer mais e sentir menos fome, mesmo durante um processo de perda de peso.<br />
Com a low carb você conseguirá controlar a sua ingestão de carboidratos e evitar que haja picos de insulina, fazendo com que ela seja produzida sem excesso e sem favorecer o armazenamento de gordura.<br />
Com isso, podemos concluir que não são apenas as calorias que contam em uma dieta, e sim a qualidade e a combinação certa de cada alimento nas refeições.<br />
Vale lembrar também que a dieta low carb é a melhor conduta nutricional para o tratamento e controle da Síndrome do Ovário Policístico. Mas não é qualquer low carb que resolve. A dieta para tratamento efetivo e definitivo da SOP deve ter inclusão de alimentos específicos que estimulam o controle hormonal, ao mesmo tempo que evita algumas fontes proteicas que na dieta low carb para emagrecimento seriam permitidas.<br />
Procure um nutricionista e tenha uma dieta específica para a sua necessidade!</p>
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		<title>NUTRIÇÃO NA GESTAÇÃO: POR QUE E PARA QUE?</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Oct 2018 17:17:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Muito se fala sobre a alimentação na gestação, como deve ser, o que se deve comer, o que se deve evitar. Mas você sabe o porquê? E para que um acompanhamento nutricional na gestação é importante? Sabe o motivo, de uma alimentação saudável e equilibrada na gestação? O motivo de ter tanta importância? Saber todos &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muito se fala sobre a alimentação na gestação, como deve ser, o que se deve comer, o que se deve evitar. </p>
<p>Mas você sabe o porquê? E para que um acompanhamento nutricional na gestação é importante? Sabe o motivo, de uma alimentação saudável e equilibrada na gestação? O motivo de ter tanta importância? </p>
<p>Saber todos esses porquês é o primeiro passo para que consigamos seguir um planejamento alimentar mais saudável na gestação.<br />
Então&#8230;. Vamos descobrir juntas?!</p>
<p>A alimentação saudável e equilibrada é muito importante em qualquer fase da vida! Com a alimentação, conseguimos ter uma saúde melhor, com mais vitalidade, energia, e muito mais qualidade de vida. Além disso, garantimos um peso saudável, e também evitamos e tratamos diversas doenças. </p>
<p>Porém, na gestação, é ainda mais importante. Nesse período, o corpo da mulher passa por uma série de alterações físicas, hormonais, comportamentais e sociais, e o corpo precisa estar em ótimo estado nutricional para dar suporte a tanta mudança.<br />
As principais mudanças fisiológicas, são:</p>
<p>&#8211; Aumento do gasto energético<br />
&#8211; Aumento das necessidades nutricionais<br />
&#8211; Mudanças hormonais</p>
<p>Além de que, a mulhe também precisa ter um bom aporte nutricional, para que ela consiga suprir suas necessidades nutricionais, com saúde, energia, e também para o bebê que está crescendo.</p>
<p>O bebê, que está se formando, precisa de uma bela nutrição da mãe, para que consiga crescer e se desenvolver, cheio de saúde e energia.<br />
Você sabia que a alimentação da mãe pode influenciar diretamente na saúde até na fase adulta do seu filho?<br />
Sim! É o que chamamos de programação metabólica. A mulher pode ajudar seu filho a ter uma melhor nutrição, um estado nutricional ótimo e uma menor prevalência de doenças.<br />
Com diversas alterações na mulher gestante, algumas doenças podem surgir, se a mulher não tratar a alimentação.<br />
Diabetes gestacional, pré- eclampsia, aumento de peso dentre outras podem surgir, impactando na saúde da gestante, do bebê, e na hora do parto também.</p>
<p>Voltando na questão do crescimento e desenvolvimento do bebê, os nutrientes são importantíssimos para que ocorra dentro do esperado.<br />
Por exemplo, o cálcio, é importante para a formação dos ossos e dentes, o ácido fólico, para a formação do tubo neural, evitando malformações. </p>
<p>Por isso, a alimentação é de extrema importância na gestação, para que possa garantir tanto à mulher quanto ao bebê, um período tranquilo, seguro, com muita saúde, energia, e muita qualidade de vida!<br />
Mantenha a alimentação saudável, balanceada! Cuide da sua alimentação! Não negligencie e não ache que não há tanta importância nas escolhas que você faz no dia a dia. </p>
<p>Procure a ajuda de um nutricionista para um atendimento individualizado, e veja o quanto gostoso é ajudar seu bebê a crescer forte e saudável!</p>
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		<title>Emagrecimento: Acúmulo de gordura no fígado: por que a culpa é dos carboidratos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Sep 2018 11:58:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Esteatose hepática: termo complicado e de difícil entendimento, mas que quer dizer acúmulo de gordura no fígado. Atinge cada vez mais brasileiros e pode ser dividida em graus, que vão do leve ao grave. Primeiramente, vamos falar do fígado! O fígado desenvolve uma série de funções em nosso organismo, como auxiliar a digestão das gorduras, &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esteatose hepática: termo complicado e de difícil entendimento, mas que quer dizer acúmulo de gordura no fígado. Atinge cada vez mais brasileiros e pode ser dividida em graus, que vão do leve ao grave. </p>
<p>Primeiramente, vamos falar do fígado! O fígado desenvolve uma série de funções em nosso organismo, como auxiliar a digestão das gorduras, armazenamento de algumas vitaminas e minerais. </p>
<p>É um órgão que está completamente envolvido com o processamento de carboidratos, proteínas e lipídeos, sendo uma das suas funções analisar se  os nutrientes ingeridos serão utilizados para dar energia ao seu corpo, e as funções que ele precisa realizar, ou se será armazenado.</p>
<p>Vamos com um exemplo! Se você come um alimento em quantidade maior do que você precisa, é como se o seu organismo pensasse assim: Ok! Ele já tem toda a energia que precisa para agora, e não usará mais, então nós vamos estocar essa energia para depois.<br />
Isso pode acontecer quando ingerimos tanto carboidratos quanto proteínas e gorduras. </p>
<p>Porém, a digestão da proteína, por exemplo, queima entre duas a três vezes mais calorias em relação à digestão dos carboidratos!<br />
Há um outro ponto a ser dito sobre eles: quando consumimos, o nosso corpo precisa produzir insulina, para que esse carboidrato entre na célula para gerar energia. Se temos muita insulina em nosso corpo, logo ela vai dizer que essa energia pode ser estocada, o que fará o acúmulo de gordura acontecer, inclusive, no órgão. </p>
<p>Por isso, podemos dizer que o acúmulo de gordura no fígado provem do excesso de carboidratos. Mas, claro que ele não é o único culpado!</p>
<p>Por isso, sempre enfatizamos a importância de uma alimentação saudável, equilibrada e sempre com moderação.<br />
E também é importante dizer que devemos cuidar do excesso de gordura no fígado e tratar o problema! Pois se esse quadro não for tratado e apenas evoluir, poderá levar a algumas consequências não tão agradáveis, como uma cirrose hepática não alcoólica.<br />
Cuide da sua alimentação e do seu estilo de vida! </p>
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		<title>Emagrecimento: o que a ciência diz sobre o jejum?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Sep 2018 15:26:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Quem vive na luta contra a balança provavelmente já tentou e testou inúmeras dietas e estratégias nutricionais de emagrecimento. A moda atual é fazer jejum intermitente que, segundo o que dizem, não só ajuda a emagrecer, mas também a se manter jovem por mais tempo. Embora existam diferentes modelos, o mais comum é o de &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem vive na luta contra a balança provavelmente já tentou e testou inúmeras dietas e estratégias nutricionais de emagrecimento. A moda atual é fazer jejum intermitente que, segundo o que dizem, não só ajuda a emagrecer, mas também a se manter jovem por mais tempo.</p>
<p>Embora existam diferentes modelos, o mais comum é o de 5:2, ou seja, a pessoa passa cinco dias comendo normalmente e dois se submetendo a uma dieta hipocalórica com intervalos de no mínimo 12h entre as refeições. Um argumento muito usado por quem defende o jejum intermitente como forma de controle de peso é de que ele faz sentido do ponto de vista evolutivo, já que nossos ancestrais comiam apenas quando tinham comida disponível, permanecendo por vários dias seguidos sem um alimento sequer e sob esforço intenso. </p>
<p>O que a teoria não leva em conta porém, é que fazer jejum na verdade diminui nossas taxas metabólicas, justamente porque o corpo entende que se deve conservar energia. Portanto, se o objetivo é queimar calorias, fazer jejum não faria sentido. A afirmação de Thom &#038; Lean, (2017) nos alerta para a falta de existência de estudos em humanos que confirmem os benefícios do jejum à saúde. Para se ter certeza dos seus benefícios ou malefícios, seriam necessários anos de acompanhamento, e por ser uma estratégica recente, não “daria tempo” ainda de se notar essas variações. </p>
<p>Os artigos usados pelos que defendem a estratégia, em geral, comparam restrição calórica intermitente com uma alimentação ruim. No entanto, quando a comparação envolve uma alimentação distribuída de maneira equilibrada e outra nutricionalmente similar envolvendo jejum os resultados tendem a ser diferentes.</p>
<p>Por exemplo, revisões recentes apontam que fazer jejum gera a mesma perda de peso que restringir calorias (Davis et al., 2016; Harvie &#038; Howell, 2017). Inclusive, em pessoas de peso normal, há possibilidade do jejum causar problemas na sensibilidade à insulina no longo prazo, segundo Harvie &#038; Howell (2017). </p>
<p>Alguns estudos apontam o jejum intermitente como sendo benéfico para grupos de pessoas com patologias relacionadas ao metabolismo de carboidratos, tais como diabetes 1 e 2, resistência à insulina, Síndrome do Ovário Policístico, Síndrome Congênita da Glândula Supra Renal, entre outros. </p>
<p>O fato é: pode ser uma estratégica benéfica para alguns e extremamente maléfica para outros. Indivíduos que apresentam hipoglicemia e doenças renais, por exemplo, não devem sequer pensar em se submeter a jejuns tão longos com objetivo apenas de emagrecimento ou melhora estética. </p>
<p>Antes de tentar qualquer estratégia nutricional, é imprescindível que sejam feitos exames de sangue, que possam diagnosticar qualquer anormalidade bioquímica no indivíduo. Carências nutricionais também devem ser igualmente avaliadas e tratadas antes de uma estratégia de jejum.<br />
Para as pessoas mais ansiosas e compulsivas, a restrição alimentar pode ocasionar rebotes intensos, que não fariam valer o período sem alimentação. Por tanto, características emocionais e psicológicas também devem ser avaliadas antes de submeter o indivíduo ao jejum. </p>
<p>Consulte sempre um profissional nutricionista!</p>
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		<title>SOP: COMO DEVE SER A DIETA PARA A PACIENTE QUE TEM SOP MAS NÃO PRECISA PERDER PESO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Sep 2018 16:55:37 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[Sabemos que a dieta no tratamento da síndrome do ovário policístico é muito importante. Com a alimentação conseguimos controlar os sintomas, ajudar os hormônios a estarem em seus níveis normais, e ainda prevenir possíveis consequências. Sempre em que falamos de uma dieta para a síndrome, citamos a melhora do ciclo, acne, queda de cabelo, oleosidade, &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sabemos que a dieta no tratamento da síndrome do ovário policístico é muito importante. Com a alimentação conseguimos controlar os sintomas, ajudar os hormônios a estarem em seus níveis normais, e ainda prevenir possíveis consequências.</p>
<p>Sempre em que falamos de uma dieta para a síndrome, citamos a melhora do ciclo, acne, queda de cabelo, oleosidade, resistência insulínica e a perda de peso.</p>
<p>A SOP, devido a suas alterações hormonais, causa uma dificuldade na perda de peso, e também por isso a dieta é muito importante.</p>
<p>Mas será que todas as mulheres com SOP estão acima do peso? A resposta é não!</p>
<p>Mas isso não quer dizer que você, mesmo não tendo excesso de peso, não precise de um tratamento e uma dieta. A dieta deve ser feita da mesma forma, porém com a intenção de manter o peso ideal da mulher ou até de aumenta-lo, caso essa seja a sua vontade.</p>
<p>A dieta para tratamento da SOP é sempre low carb, ou seja, com restrição do consumo de carboidratos, principalmente aqueles vindos de pães brancos, bolos, doces, alimentos industrializados e que combinem açúcar e gordura ruim na receita.</p>
<p>A mulher magra portadora da SOP também segue uma dieta low carb, no entanto com mais calorias do que aquela mulher que precisa perder peso.</p>
<p>A dieta de uma mulher com sobrepeso ou obesidade por exemplo, pode ter 30% de calorias vindas do carboidrato, em uma dieta de 1400Kcal. A mulher magra com SOP também consome os mesmos 30% de carboidrato, no entanto faz uma dieta de 2000Kcal, ou mais. Os números aqui são apenas hipotéticos, para exemplificar o que quero demonstrar.</p>
<p>A mulher magra com SOP também pode e deve consumir chás e fitoterápicos que ajudem no controle dos hormônios e que não influenciam na perda de peso, tais como hortelã, uxi amarelo, unha de gato, gengibre, canela, etc.</p>
<p>Alimentos funcionais que ajudam no metabolismo de carboidratos e por isso favorecem o bom uso da insulina também deve ser estimulado.</p>
<p>É importante dizer também que a mulher com SOP que é magra deve ser avaliada do ponto de vista da composição corporal. Essa, inclusive, é mais importante de ser avaliada do que o peso corporal em si.</p>
<p>Muitas mulheres tem baixo peso corporal, são magras visivelmente e usam manequins pequenos. No entanto, não é raro que mulheres assim apresentem o percentual de gordura elevado (são as chamadas “falsas magras”)</p>
<p>No caso da Síndrome do Ovário Policístico, é imprescindível controlar o % de gordura corporal, mantendo-o menor de 24,9% (considerado como saudável pela OMS). Se você é magra e pesa pouco mas tem mais gordura do que o recomendado, isso pode atrapalhar seu tratamento. Nesse caso o indicado é que você perca gordura e também aumente a massa muscular, o que manterá ou até aumentará o peso final.</p>
<p>Em resumo: deve-se antes de mais nada avaliar a composição corporal da mulher portadora de SOP, e então designar o melhor cardápio para seu tratamento. A dieta tende a ser low carb mas não precisa ser hipocalórica e voltada ao emagrecimento. A mulher também deve fazer uso de fitoterápicos e alimentos funcionais que ajudem no controle hormonal.</p>
<p>Aumentar o peso magro é benéfico, e a mulher não precisa emagrecer para tratar a SOP.</p>
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		<title>Emagrecimento: óleo de coco é mesmo um vilão?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Sep 2018 16:44:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
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		<category><![CDATA[óleo de coco]]></category>
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					<description><![CDATA[O óleo de coco tem um alto teor de gorduras saturadas e propriedades inflamatórias. Foi isso que disse um estudo recente, realizado e publicado na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos. O que é verdade: a gordura saturada presente no óleo de coco também pode aumentar o colesterol LDL e contribuir com o aumento da &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O óleo de coco tem um alto teor de gorduras saturadas e propriedades inflamatórias. Foi isso que disse um estudo recente, realizado e publicado na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos.</p>
<p>O que é verdade: a gordura saturada presente no óleo de coco também pode aumentar o colesterol LDL e contribuir com o aumento da gordura abdominal. Estes fatores aumentam o risco de doenças cardiovasculares.</p>
<p>O que é mentira: que ele é um dos piores alimentos do mundo e que deve ser evitado em toda e qualquer situação.</p>
<p>Explico:</p>
<p>O estudo comparou o óleo de coco com azeite de oliva. Mais uma vez, a gordura da fruta aumentou o LDL (o colesterol ruim). A explicação está no perfil dos ácidos graxos do óleo de coco, composto em 82% de gordura saturada, relacionada diretamente às doenças cardiovasculares.</p>
<p>Foi comprovado também que o uso do óleo de coco para a finalidade antibacteriana, como muitas pessoas usavam, não deve ser indicado para esse fim por não possuir benefícios.</p>
<p>Porém, outros estudos, feitos anteriormente, comprovaram que o óleo de coco é riquíssimo em ácido láurico, o mesmo ácido graxo presente no leite materno.</p>
<p>É naquela parte carnuda, branquinha e suavemente doce do coco que se encontra essa substância, com tantas aptidões para promover a saúde. O ácido láurico compõe a maior parte das gorduras do coco, e como se trata de um ácido graxo de cadeia média, ele pode contribuir para elevar o nível de HDL, o chamado colesterol bom. Ou seja: dá uma força para manter as taxas de colesterol sob controle, contrariando totalmente as novas hipóteses levantadas em Harvard.</p>
<p>A rápida absorção é outra característica aclamada desse tipo de gordura, porque acelera o gasto calórico. É claro que, sem aderir a uma dieta equilibrada, ninguém deve esperar perder pneuzinhos e ver despencar os ponteiros da balança usando o coco como uma poção mágica. Mas uma pesquisa feita na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) evidenciou melhora no Índice de Massa Corporal (IMC), redução da medida da cintura e diminuição dos triglicerídeos em pessoas que consumiram o leite de coco, igualmente rico em ácido láurico. Além disso, esse componente participa dos processos de defesa do corpo, sendo um aliado no aumento da imunidade, com ação antimicrobiana e antifúngica.</p>
<p>Para fazer jus a esse coquetel de benefícios, o poderoso alimento deve ser levado à mesa com regularidade. E o melhor é que não faltam versões para incluir o coco no cardápio: em pedaços, ralado, em forma de farinha, de óleo – e agora também em leite pronto para beber. Mas, o seu excesso pode sim fazer mal.</p>
<p>Acredito, fielmente, que é esse o alerto que o estudo de Harvard queria nos fazer.</p>
<p>Desde que ele foi relacionado à perda de peso e medidas, as pessoas passaram a usar o óleo de coco indiscriminadamente, de forma excessiva e nas mais variadas preparações. Esse excesso, não é bom.</p>
<p>Como tudo nessa vida, devemos consumir tudo com cautela e equilíbrio! Mesmo sendo considerado vilão por uns, possui muitos benefícios comprovados por outros. Enquanto não se tem uma definição, minha recomendação continua a mesma de sempre; equilíbrio.</p>
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		<title>Dieta materna no pós-parto imediato. O que evitar e o que priorizar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Aug 2018 17:22:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>
		<category><![CDATA[Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[dieta]]></category>
		<category><![CDATA[pos parto]]></category>
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					<description><![CDATA[O pós-parto nem sempre é uma fase fácil, mas não precisa também ser tão complicada. Na maioria dos casos, é necessária uma adaptação à nova rotina, uma organização diferente e mais planejamento, para aproveitar ao máximo os momentos com o bebê. Após o parto, o seu corpo passa aos poucos a retornar com suas funções &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O pós-parto nem sempre é uma fase fácil, mas não precisa também ser tão complicada. Na maioria dos casos, é necessária uma adaptação à nova rotina, uma organização diferente e mais planejamento, para aproveitar ao máximo os momentos com o bebê.</p>
<p>Após o parto, o seu corpo passa aos poucos a retornar com suas funções normais. O organismo está voltando a funcionar normalmente, e é como se você ainda estivesse entendendo tudo o que aconteceu. Nessas horas são muitas coisas para assimilar e você pode acabar deixando de lado fatores importantes, como por exemplo, sua alimentação.</p>
<p>Nesse momento e nem em qualquer outro, faça uma dieta restritiva. O seu corpo está voltando ao seu funcionamento antigo e precisa reparar células, tecidos e órgãos, portanto necessita de nutrientes construtores, energéticos e plásticos. Ou seja, todos. A alimentação deve ser bem variada. Fontes de proteína não podem faltar de forma alguma. Carnes de cortes magros, lacticínios, leguminosas e oleaginosas são alguns dos alimentos ricos neste nutriente.</p>
<p>Dependendo do parto, a mulher terá cortes que estão em processo de cicatrização. A proteína favorece essa cicatrização e contribui para que ela ocorra mais rapidamente. Além disso, o leite materno tem como um dos seus componentes mais abundantes a proteína.</p>
<p>O leite materno é o único alimento que deve ser oferecido ao bebê, portanto as proteínas devem ser consumidas em quantidades adequadas, pensando também na qualidade de vida do recém-nascido.</p>
<p>Frutas, legumes e verduras são ricos em fibras, e são excelentes fontes de vitaminas e minerais. O corpo da mulher está precisando restaurar o equilíbrio deles e também as vitaminas tem as mais variadas funções. São reconstrutoras, energéticas, algumas delas antioxidantes e melhoram ainda mais a nossa saúde. Portanto, a mulher não deve dispensar de forma alguma esses alimentos. Procure sempre consumir dos mais variados! Cada dia, um alimento diferente. As possibilidades são enormes e seu intestino também precisa deles!</p>
<p>Consumir alimentos fontes de carboidrato complexo e gorduras boas também é imprescindível. O consumo de carboidrato integral ajuda no bom funcionamento do intestino, além de ser um nutriente responsável pelo fornecimento de energia.</p>
<p>O consumo de industrializados, bebida alcoólicas, bebidas açucaradas deve ser evitado! No período do pós-parto, o corpo da mulher está voltando a funcionar da maneira que funcionava antes, voltando a se reestruturar fisicamente. O que a mulher precisa agora é de nutrientes, vindos de comida de verdade. Arroz, feijão, legumes, verduras, proteína. Alimentos industrializados são ricos em açúcar e podem contribuir com facilidade para alterações nos níveis hormonais da mulher, como a insulina, por exemplo. Portanto, o cuidado com a alimentação no pós-parto é de suma importância. O cuidado vai muito além do que apenas durante a gestação, e mesmo depois do nascimento, a saúde do bebê também depende do que a mamãe consome.</p>
<p>Consulta uma nutricionista materno infantil.</p>
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		<title>Frutas na Low Carb: pode?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Aug 2018 15:17:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Dietas]]></category>
		<category><![CDATA[Emagrecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[açucar]]></category>
		<category><![CDATA[dieta]]></category>
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		<category><![CDATA[lowcarb]]></category>
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					<description><![CDATA[Você quer perder peso, sabe que a low carb é uma excelente estratégia de emagrecimento e busca inúmeros artigos e cardápios na internet, tentando encontrar a dieta perfeita para você? Se a resposta foi sim, aposto que você já se perguntou: mas e as frutas, podem? Antes de mais nada, vale lembrar que as frutas &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você quer perder peso, sabe que a low carb é uma excelente estratégia de emagrecimento e busca inúmeros artigos e cardápios na internet, tentando encontrar a dieta perfeita para você?</p>
<p>Se a resposta foi sim, aposto que você já se perguntou: mas e as frutas, podem?</p>
<p>Antes de mais nada, vale lembrar que as frutas são sim, alimentos saudáveis. Isso porque elas tendem a ser ricas em nutrientes importantes para a nossa boa saúde, como:</p>
<ul>
<li>Minerais,</li>
<li>Vitaminas</li>
</ul>
<p>No caso de pessoas que já estejam com o metabolismo prejudicado, pode ser interessante ter uma estratégia que modere a ingestão de açúcares inclusive os açúcares das frutas. Mas não são as frutas que causam síndrome metabólica, muito pelo contrário, elas são saudáveis e muitas são usadas no seu tratamento. Porém pode acontecer de algumas pessoas terem que moderar a ingestão das frutas por algum tempo até que seu metabolismo volte ao normal.</p>
<p>O que você precisa fazer é controlar este consumo cuidadosamente. Tentar consumir a fruta inteira e não apenas seu suco, para manter as fibras e todos os seus benefícios pode ser o primerio passo.</p>
<p>Ou seja, na low carb nós podemos sim comer frutas, afinal elas são muito importantes em nossa alimentação, mas devemos preferir as frutas de baixo índice glicêmico, que são absorvidas com mais lentidão, evitando picos de insulina e por isso evitando os sucos, mesmo que sejam naturais.</p>
<p>Portanto, se você deseja seguir uma dieta low carb prefira frutas como maçã, pera, melão, morango, limão, abacate, coco, mamão. São frutas cheias de nutrientes, e que podem ajudar muito no seu processo de perda de peso.</p>
<p>Importante dar uma dica: Na low carb, sempre que for consumir uma fruta, consuma-a com um alimento fonte de proteína ou gordura, para que você consiga diminuir o índice glicêmico, fazer com que ela seja absorvida com mais lentidão e traga mais saciedade! Alimentos que podem ser consumidos com as frutas são castanhas, iogurtes, queijos, proteínas animas e /ou vegetais.</p>
<p>Consulte sempre uma nutricionista!</p>
]]></content:encoded>
					
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