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	<title>duvidas &#8211; CANTINHO DA NUTRI &#8211; Nutricionista Itaim, Moema, Vila Nova Conceição</title>
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	<description>Carol Faria Coaching de Emagrecimento &#124; Nutrição Esportiva &#124; Materno-Infantil</description>
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		<title>SOP: A Síndrome do Ovário Policístico pode ser mais comum do que você imagina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Dec 2018 11:13:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[SOP]]></category>
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		<category><![CDATA[Ovário Policístico]]></category>
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					<description><![CDATA[Você já ouviu falar da síndrome do ovário policístico? Creio que sim! A SOP é uma doença endócrina que acomete uma série de mulheres em idade fértil, entre 15 e 49 anos, podendo atingir de 7 a 20% das mulheres. A síndrome geralmente aparece na adolescência, mas pode aparecer também na fase adulta. A síndrome &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você já ouviu falar da síndrome do ovário policístico? Creio que sim! A SOP é uma doença endócrina que acomete uma série de mulheres em idade fértil, entre 15 e 49 anos, podendo atingir de 7 a 20% das mulheres.<br />
A síndrome geralmente aparece na adolescência, mas pode aparecer também na fase adulta.<br />
A síndrome envolve uma série de alterações hormonais, como aumento dos hormônios masculinos, insulina e outros, o que pode ocasionar vários sintomas como acne, queda de cabelo, ciclo irregular, pelos em excesso, vontade por doces, cansaço excessivo, ansiedade, resistência insulínica e muitos outros&#8230;<br />
Nem todos os sintomas são obrigatórios, ou seja, pode ser que você tenha todos os sintomas, e pode ser que a sua amiga, tenha poucos&#8230; vai depender do seu fenótipo.<br />
Por exemplo, a resistência insulínica, não atinge todas as mulheres, mas atinge 50 de 70% das portadoras, o que pode predispor o surgimento de condições como: obesidade, dislipidemia (colesterol e triglicérides aumentados), intolerância à glicose (pré-diabetes), diabetes, hipertensão arterial e associar-se à síndrome metabólica.<br />
Por isso, podemos dizer que a síndrome do ovário policístico é mais frequente do que imaginamos entre as mulheres férteis.<br />
Além disso, existem duas vertentes de aparecimento e surgimento da SOP.<br />
A primeira vertente é a genética. Os estudos ainda não são 100% claros, mas muitos já explanam o assunto e apresentam a teoria de que meninas filhas de mulheres com SOP podem ter a síndrome. Os estudos mais conclusivos explicam que a “culpada” seria a célula MK, um gene que passa de mãe para filha e que explicaria as alterações metabólicas associadas a SOP.<br />
Outra vertente quanto ao surgimento da síndrome, acusa a disbiose como culpada pelo desenvolvimento da SOP. Em nosso intestino, há dois grandes grupos de bactérias (chamadas de forma leiga, de boas e ruins) e que precisam estar em equilíbrio. Quando estão em desequilíbrio, logo, estão em disbiose.<br />
Alguns fatores, como alimentação rica em industrializados, ultraprocessados, farinhas brancas, sem fibras, juntam-se a vida sedentária do cotidiano e parecem ser as culpadas por causar esse desequilíbrio da microbiota intestinal.<br />
Com isso, resulta-se em um surgimento da permeabilidade aumentada do intestino à lipopolissacarídeos de bactérias gram-negativas, que influenciarão nosso sistema imunológico à induzir um estado de resistência insulínica.<br />
A insulina que aumentará no sangue, levará ao aumento da produção dos hormônios androgênicos, como por exemplo, a testosterona, surgindo assim os sintomas citados no início do texto.<br />
“Tudo bem Nutri, a síndrome é muito mais comum e pode aparecer de acordo com meu estilo de vida também, certo?”<br />
Sim. Podemos perceber que com os hábitos de vida e alimentação incorreta, várias doenças estão surgindo com maior facilidade, e a SOP também pode aparecer assim.<br />
Mas que bom que sabemos sobre o melhor tratamento, que é a alimentação!<br />
Quanto mais cedo você começar a tratar, mais eficiente será esse tratamento e com mais qualidade de vida!<br />
Compartilha com as amigas e se você tem, trate o quanto antes!</p>
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		<title>As 10 principais dúvidas sobre a endometriose</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Nov 2018 14:21:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Endometriose]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
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					<description><![CDATA[A endometriose é uma é uma doença caracterizada pela presença do endométrio fora da cavidade uterina. (O endométrio é a parede que reveste o útero, e é responsável pela menstruação). Neste caso, o local mais comum de implantação dos fragmentos é a região pélvica, onde ficam aderidos a uma ou mais estruturas - tubas uterinas, &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A endometriose é uma é uma doença caracterizada pela presença do endométrio fora da cavidade uterina. (O endométrio é a parede que reveste o útero, e é responsável pela menstruação).<br />
Neste caso, o local mais comum de implantação dos fragmentos é a região pélvica, onde ficam aderidos a uma ou mais estruturas &#8211; tubas uterinas, ovários, bexiga, intestino e outros órgãos.<br />
Pode ser considerada uma doença que ainda está sendo estudada, sem causa ou tratamento específicos. E comum que algumas portadoras possuam muitas dúvidas e questionamentos sobre a patologia, seus sintomas e tratamentos.<br />
Vamos falar hoje sobre as principais dúvidas.</p>
<p>1: A endometriose tem cura?<br />
Infelizmente a cura ainda não existe para essa doença. É considerada uma doença crônica. </p>
<p>2: Existe tratamento eficaz?<br />
Sim! A mulher com endometriose possui um leque de tratamentos que podem ajudar muito e que podem variar de mulher para mulher e de acordo com o grau da doença.</p>
<p>3: É hereditária?<br />
Alguns estudos mostram que dentre os fatores de risco, o caráter hereditário está presente em 51% dos casos.</p>
<p>4: Desaparece com a menopausa?<br />
Com a chegada da menopausa, o corpo não produz mais estrogênio, hormônio responsável pela ovulação e com isso a endometriose tende a não se proliferar.</p>
<p>5: Possui a chance de gestação?<br />
Sim! A mulher com endometriose que trata a doença pode conceber sim. O ideal é tratar de forma correta e o quanto antes.</p>
<p>6: A alimentação pode ajudar na endometriose?<br />
Sim! A alimentação é fundamental para o controle. A alimentação no tratamento da endometriose é de extrema importância para o controle dos focos de inflamação e consequentemente controle e diminuição das dores. Da mesma forma, é importante cuidar da alimentação também para que se consiga ter um funcionamento ótimo do intestino, que impactará diretamente no tratamento da endometriose e controle da inflamação. </p>
<p>7: Se não tratar, pode deixar a mulher infértil?<br />
Infelizmente, se você não tratar a endometriose, a instalação da doença nos ovários pode provocar o aparecimento de um cisto denominado endometrioma. Este cisto pode atingir grandes proporções e comprometer o futuro reprodutivo da mulher.</p>
<p>8: Possui sintomas específicos?<br />
Os sintomas são aparentes e podem ser dores durante a relação sexual, alterações intestinais e urinárias durante o período de menstruação, fadiga crônica e exaustão, dificuldade para engravidar, cólicas menstruais intensas, dor difusa ou crônica na região pélvica.</p>
<p>9: Como é diagnosticado?<br />
É feito por meio de exame físico, ultrassom (ultrassonografia) endovaginal especializado, exame ginecológico, dosagem de marcadores e outros exames de laboratório.</p>
<p>10: É uma doença progressiva?<br />
Se trata de uma doença progressiva, e quando não há tratamento pode gerar uma série de processos de aderências de infiltração dos focos da doença em órgãos vizinhos, podendo atingir o intestino, os ovários e a bexiga, por exemplo.</p>
<p>Essas são as dúvidas mais comuns e eu espero que tenha te ajudado! Se a sua dúvida não está aqui, me escreva contando qual é! Terei o maior prazer em te ajudar com isso 😊 </p>
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