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	<title>insulina &#8211; CANTINHO DA NUTRI &#8211; Nutricionista Itaim, Moema, Vila Nova Conceição</title>
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	<description>Carol Faria Coaching de Emagrecimento &#124; Nutrição Esportiva &#124; Materno-Infantil</description>
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		<title>Low carb: A ação da insulina na perda de peso – e porque não são apenas as calorias que contam</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Nov 2018 14:33:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Você faz dieta low carb? Faz algum tipo de alimentação para a perda de peso? Já tentou inúmeras dietas, passou fome, fez promessa e ainda assim os quilinhos a mais não te largam? Não se sinta sozinha: atendo dezenas de mulheres todas as semanas em meu consultório com essa mesma dificuldade. Hoje vou explicar para &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você faz dieta low carb? Faz algum tipo de alimentação para a perda de peso? Já tentou inúmeras dietas, passou fome, fez promessa e ainda assim os quilinhos a mais não te largam?<br />
Não se sinta sozinha: atendo dezenas de mulheres todas as semanas em meu consultório com essa mesma dificuldade.<br />
Hoje vou explicar para você porque todas essas dietas podem não dar certo e como a ação da insulina participa do processo de perda de peso, muitas vezes impedindo você de emagrecer, mesmo que esteja comendo pouco.<br />
Primeiramente, a insulina é um hormônio produzido pelo nosso pâncreas, que permite a entrada de glicose nas células para que ela seja transformada em energia. Ela age como uma chave que abre as fechaduras das células do seu corpo, permitindo que a glicose (açúcar que está no sangue como resultado da digestão de carboidratos) entre e seja usada para gerar energia em suas atividades.<br />
Sempre que você come um carboidrato, por exemplo, o seu cérebro sinaliza ao seu pâncreas para que ele produza insulina. Ele vai produzir de acordo com a quantidade que você consumiu, mas principalmente de acordo com o volume de carboidrato que será absorvido de uma única vez. Ou seja: se o carboidrato consumido for de um alimento simples ou refinado, que é absorvido pelo organismo rapidamente, a produção de insulina será maior do que quando o carboidrato ingerido for de uma fonte integral, ou que esteja combinado com proteínas e gorduras (nutrientes que são absorvidos de forma lenta e por isso tornam lenta a absorção do carboidrato consumido na mesma refeição).<br />
Quando a refeição é rica em carboidratos simples e de fácil absorção, a insulina precisará ser absorvida em maior quantidade. Isso não seria um problema se esse excesso de insulina fosse imediatamente excluído após o uso, mas não é isso que acontece.<br />
Uma vez produzida, cada molécula de insulina tem 6h de “vida”. Ou seja: insulina em excesso = absorção rápida de carboidratos = insulina circulando no sangue, sem função.<br />
Essa insulina que “sobra” fica circulando pelo sangue, tendo 2 funções:<br />
1-	Sinalizar para o cérebro que está faltando energia (pois não há mais carboidratos ali para serem transportados por ela)<br />
2-	Armazenamento do carboidrato consumido em forma de gordura<br />
As consequências dessas 2 funções, então, são:<br />
a-	Aumento da vontade de consumir carboidratos (doces ou salgados), gerando compulsão e, ao mesmo tempo, gerando muito cansaço, fadiga e indisposição<br />
b-	Aumento dos estoques de gordura (principalmente abdominal), que resulta em aumento de peso e dificuldade em emagrecer<br />
“Ah nutri, então quer dizer que o problema todo está na insulina?” “Mesmo comendo poucas calorias posso não conseguir emagrecer?”<br />
Sim.<br />
E é exatamente por isso, que a low carb pode te ajudar! Não basta consumir poucas calorias apenas. Quando consumimos um doce, por exemplo, ele é rapidamente absorvido, então rapidamente chega a mensagem para o pâncreas produzir muita insulina, pois estão sendo absorvidas várias moléculas de glicose juntas, ao mesmo tempo. Rapidamente elas serão convertidas em energia e seu excesso em gordura, gerando mais vontade de comer doces e massas ou pães. Com isso a pessoa ganha peso e gordura, ao mesmo tempo que tem mais vontade de comer. E tudo isso, independente dela ter consumido poucas calorias.<br />
Em contrapartida, com um maior consumo de proteínas e gorduras, consome-se mais energia (calorias) mas estes são nutrientes que não precisam da insulina para serem metabolizados ou absorvidos. Ou seja: são alimentos na maioria das vezes mais calóricos mas que não despertam no organismo a necessidade da produção de insulina.  Esse é o segredo para quem deseja comer mais e sentir menos fome, mesmo durante um processo de perda de peso.<br />
Com a low carb você conseguirá controlar a sua ingestão de carboidratos e evitar que haja picos de insulina, fazendo com que ela seja produzida sem excesso e sem favorecer o armazenamento de gordura.<br />
Com isso, podemos concluir que não são apenas as calorias que contam em uma dieta, e sim a qualidade e a combinação certa de cada alimento nas refeições.<br />
Vale lembrar também que a dieta low carb é a melhor conduta nutricional para o tratamento e controle da Síndrome do Ovário Policístico. Mas não é qualquer low carb que resolve. A dieta para tratamento efetivo e definitivo da SOP deve ter inclusão de alimentos específicos que estimulam o controle hormonal, ao mesmo tempo que evita algumas fontes proteicas que na dieta low carb para emagrecimento seriam permitidas.<br />
Procure um nutricionista e tenha uma dieta específica para a sua necessidade!</p>
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		<title>SOP &#8211; Por que muita insulina também é um problema</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Oct 2018 20:21:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
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		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
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					<description><![CDATA[Por que ter muita insulina é um problema? Portadoras de Síndrome do Ovário Policístico (SOP) podem ser produtoras de insulina em quantidades insuficientes, em quantidades normais (mas por alguma razão essa insulina não desempenha o papel dela adequadamente), ou, em último caso, produzir insulina em excesso. Então se ela é produzida em excesso, isso é &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por que ter muita insulina é um problema?</p>
<p>Portadoras de Síndrome do Ovário Policístico (SOP) podem ser produtoras de insulina em quantidades insuficientes, em quantidades normais (mas por alguma razão essa insulina não desempenha o papel dela adequadamente), ou, em último caso, produzir insulina em excesso.<br />
Então se ela é produzida em excesso, isso é algo bom, pois assim a insulina consegue captar mais glicose? Na realidade não. A hiperinsulinemia não é algo saudável para ninguém e para mulheres com SOP menos ainda. A maior causa desta condição é exatamente a resistência insulínica, que acomete 90% das mulheres com a síndrome.<br />
A hiperinsulinemia pode ser acompanhada de uma baixa glicose no sangue. Com mais insulina circulando, a glicose é captada rapidamente e gera energia a partir da sua entrada nas células. Porém, com o passar do tempo, quanto mais insulina circulando, maior se torna a resistência das células em capta-la. Ou seja, em um primeiro momento pode haver baixa de carboidratos no sangue (hipoglicemia), mas esse quadro tende a se torno reverso com o tempo, originando uma hiperglicemia clássica, por resistência à insulina.<br />
Entenda como funciona a Resistência à insulina:<br />
&#8211; Se estamos comendo carboidratos refinados e açúcares a cada poucas horas, então o resultado é uma elevação constante nos níveis de glicose no sangue.<br />
&#8211; Como resultado, o pâncreas está trabalhando excessivamente para liberar insulina e reduzir esses açúcares no sangue.<br />
&#8211; Do lado negativo, esta situação não pode durar para sempre, e ao longo do tempo as células do corpo tornam-se resistentes aos efeitos da insulina, por fadiga e excesso de trabalho.<br />
&#8211; Neste caso, à medida em que a resistência à insulina aumenta, existe uma quantidade maior de glicose correspondente no sangue.<br />
&#8211; Esta grande quantidade de glicose sanguínea resulta em constantes níveis de insulina circulantes mais elevados para tentar controlar a quantidade de glicose no sangue. Isto também é conhecido como hiperinsulinemia, um quadro de pré resistência à insulina clássica.</p>
<p>Ponto chave: A dieta moderna desempenha um grande papel no desenvolvimento da resistência à insulina. Especificamente, elevações contínuas na glicose sanguínea provenientes de carboidratos excessivos faz com que as células do corpo se tornem resistentes à insulina.</p>
<p>Resistência à insulina de qualquer tipo não é algo bom para as portadoras da SOP, uma vez que o cansaço aumenta, pois não se tem energia dentro das células, tanto quanto aumenta também a vontade de comer doces e carboidratos refinados. Enquanto isso a glicose que fica circulante, é armazenada em forma de gordura, dificultando o processo de emagrecimento.<br />
A Síndrome do Ovário Policístico, quando não tratada, pode resultar em outras condições, tais como hipertensão, acúmulo de gordura no fígado, cirrose, diabetes tipo 2, doenças neurológicas degenerativas, doença renal, entre outras.<br />
É importante que uma equipe multidisciplinar (Nutricionista, Endocrinologista, Ginecologista) esteja por trás do seu tratamento. A SOP não tem cura, mas tem e precisa de um tratamento!</p>
<p>E a dieta nutri, como interfere?<br />
A resistência à insulina tem uma ligação significativa com os alimentos que comemos. Para ser específica: alimentos que aumentam maciçamente a glicose no sangue.<br />
Para reverter a hiperinsulinemia, é essencial remover o problema subjacente de níveis excessivos de glicose no sangue.<br />
E muitas pessoas têm desfrutado de sucesso ao fazer isso, adotando uma deita low carb, com restrição de carboidratos.<br />
A composição geral dessas dietas é baixa em carboidratos (<40%), com proteína moderada e maiores quantidades de gorduras saudáveis.
Para uma ideia de como essa dieta seria, os seguintes alimentos são enfatizados:
- Carnes
- Legumes
- Frutas com menor teor de carboidratos (abacate, coco, frutas vermelhas)
- Peixes
- Nozes
- Sementes
- Lanches com pouco açúcar (por exemplo, chocolate amargo – 70% ou mais de cacau)

O que a ciência diz?
Do lado positivo, há dezenas de estudos que apoiam dietas de baixo carboidrato como uma possível intervenção para níveis elevados de glicose sanguínea (e hiperinsulinemia).
Aqui está apenas uma pequena seleção das descobertas:
- Dietas de baixo teor de carboidratos induzem vários efeitos metabólicos favoráveis, incluindo diminuição da glicose sanguínea e redução dos níveis de insulina
- Em mulheres com obesidade, uma dieta cetogênica de baixo carboidrato resultou em uma redução significativa nos níveis de insulina em jejum (-54%) ao longo de 24 semanas. Lembrando que cetogênese é alcançada com uma ingestão de carboidratos inferior a 10% do total calórico do dia, e jamais devem ser feitas sem auxílio de um profissional nutricionista capacitado.
- A restrição de carboidratos em pacientes idosos obesos leva a melhorias na sensibilidade à insulina. 
- Em um estudo randomizado envolvendo pacientes diabéticos, uma baixa ingestão de carboidratos mostrou menores níveis de glicose e de insulina em comparação com uma dieta rica em carboidratos. Ambas as dietas induziram reduções semelhantes no peso, de modo que os benefícios da dieta de baixo carboidrato foram independentes da perda de peso.

Ponto-chave: A adesão a dietas de baixo carboidrato reduz, de forma confiável, os níveis de glicose sanguínea e de insulina circulantes.

É importante lembrar que níveis elevados de glicose no sangue e insulina são prejudiciais para todos, não apenas para mulheres com SOP.
Todas nós podemos tomar medidas simples para melhorar a nossa saúde, minimizando a quantidade de açúcar/carboidratos refinados que consumimos, e mantendo uma rotina saudável.
Por último, não devemos negligenciar os benefícios do sono e do exercício, ambos os quais desempenham um papel inestimável na nossa saúde geral e também no controle da glicemia e insulina circulantes. 
Consulte sempre uma nutri 😊 




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