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	<title>introdução alimentar &#8211; CANTINHO DA NUTRI &#8211; Nutricionista Itaim, Moema, Vila Nova Conceição</title>
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	<description>Carol Faria Coaching de Emagrecimento &#124; Nutrição Esportiva &#124; Materno-Infantil</description>
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		<title>Materno: Paciência e empatia na introdução alimentar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Oct 2018 20:21:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[Você tem enfrentado dificuldade para fazer a introdução alimentar do seu filho? Quem é mãe, sabe: bebê não vem com manual de instruções, e para piorar, cada serzinho é um. Bebês tem personalidade, preferências, gostos pessoais e tudo isso deve ser respeitado e até incentivado por nós mães. Difícil mesmo é lidar com todo esse &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você tem enfrentado dificuldade para fazer a introdução alimentar do seu filho?</p>
<p>Quem é mãe, sabe: bebê não vem com manual de instruções, e para piorar, cada serzinho é um. Bebês tem personalidade, preferências, gostos pessoais e tudo isso deve ser respeitado e até incentivado por nós mães. Difícil mesmo é lidar com todo esse conjunto em algumas fases da primeira infância. Um dos obstáculos mais difíceis dessa fase tem nome: introdução alimentar.</p>
<p>Antes de mais nada, vale ressaltar: toda e qualquer mãe ou pai tem o direito de errar. Importante é errar com desejo de acertar, fazendo sempre nosso melhor e agindo com paciência e amor. </p>
<p>Ter empatia e carinho nos momentos difíceis não só os tornam mais fáceis como também nos ajuda no papel mais importante das nossas vidas: o de transmitir bons valores e educação para essas pessoinhas. </p>
<p>A fase de introdução alimentar é quase uma hora da provação!! É nesta fase que o nosso filho irá formar seu hábito alimentar, desenvolver gostos e preferências alimentares que o acompanharão pelo resto da vida. Mas calma; isso não quer dizer que eles nunca mais poderão mudar de preferências. Um dos grandes medos dos pais é que eles não consigam estabelecer uma boa relação dos seus filhos com alguns grupos de alimentos, e que eles nunca mais reestabelecerão essa relação.</p>
<p>Não é incomum vermos crianças que não consomem determinados alimentos crescerem adolescentes seletivos mas que na fase adulta, por algum estímulo, acabam passando por uma reeducação alimentar que os leva a provar e aprovar alimentos que antes não consumiam. </p>
<p>Claro que, como pais, não devemos nem podemos contar com essa reeducação alimentar na fase adulta, e que por isso devemos dar nosso melhor para uma educação alimentar primária variada e não seletiva. Quero apenas tranquilizar você em relação ao que pode acontecer no futuro, tirando das suas costas a responsabilidade total pelos hábitos alimentares do seu filhote quando ele for adulto.</p>
<p>Mas Carol, como fazer uma introdução alimentar sem estresse e traumas?</p>
<p>O primeiro e mais importante item: lembre-se que cada bebê é um bebê, e que o tempo de um nem sempre será o tempo do outro.<br />
É consenso que a introdução alimentar deva começar aos 6 meses de idade. Mas será que todo bebê está preparado para comer com essa idade?<br />
A resposta é não. E você não precisa se desesperar por isso.<br />
O aleitamento materno deve ser exclusivo até o sexto mês de vida, e o leite materno continua sendo o principal alimento do bebê até 12 meses completos, ou seja, 1 ano de vida.<br />
Você sabe o que isso quer dizer? Que dos 6 aos 12 meses de idade, o leite materno é o principal alimento do bebê e a os alimentos sólidos da introdução alimentar são complementares.<br />
Se o seu bebê não aceita bem os alimentos, come pouco (às suas vistas) e não tem um paladar tão fácil assim, calma! Você ainda tem alguns bons meses para esse quadro mudar, e isso não acarretará prejuízo algum na saúde dele.</p>
<p>Meu próprio filho por exemplo, mamou exclusivamente no peito até 8 meses. Antes disso não aceitava nenhum alimento, cuspia e tinha ânsia com tudo que oferecíamos a ele. O que eu fiz? Esperei que ele desse sinais de que estava pronto para comer. Voltei a oferecer alimentos quando ele demonstrou interesse, tentando pegar os alimentos que nós comíamos em casa, salivando ao nos ver fazer uma refeição ou até buscando frutas nas fruteira de casa. Com 8 meses ele estava pronto, tinha interesse e sentia vontade de comer. A introdução alimentar aconteceu nessa época, sem estresse, sem traumas e sem pressão de nenhum dos lados. </p>
<p>Além de saber esperar o melhor momento para introduzir os alimentos, algumas atitudes podem facilitar o processo, quando ele começar:</p>
<p>1)	Não adie a introdução de proteínas e outros grupos alimentares. No ato da introdução alimentar, todos os grupos devem ser oferecidos ao bebê, um a um e separadamente, mas sem aguardar grandes períodos para essa introdução. </p>
<p>2)	Não bata a comida no liquidificador. Os alimentos devem ser oferecidos amassados ou em pequenos pedaços, mas não liquidificados ou em forma de papinhas líquidas. O melhor é oferecer os alimentos separadamente para que o bebê possa identificar os diferentes sabores, texturas e cheiros, e sempre em pequenos pedaços capazes de incentivar a mastigação e o nascimento dos dentes.</p>
<p>3)	Não force ou use métodos para distrair a criança enquanto ela se alimenta. Prestar atenção no que estamos fazendo, sentir o sabor e a textura de cada alimento e ter consciência sobre o momento da refeição é primordial para uma boa introdução alimentar. Lembre-se, novamente, que até o primeiro ano de vida os alimentos são apenas complementares. Ou seja, seu bebê não precisa comer muito nem raspar o prato. A principal função dessa fase e coloca-lo em contato com diferentes sabores e texturas, e para isso não precisa de muito! Deixe-o tocar nos alimentos, satisfaça suas curiosidades e não o faça comer a todo custo. Desenhos e outras distrações para esse momento não são uma boa alternativa. </p>
<p>Não esqueça de você!</p>
<p>O primeiro contato do seu filho com os sabores começa, na verdade, quando ele ainda está no útero. Pesquisas mostram que grávidas com dieta diversificada costumam dar à luz bebês mais abertos à experimentação alimentar.</p>
<p>Até o leite materno fica com o gosto daquilo que a mãe come. Por isso, os cuidados com a sua alimentação são essenciais.</p>
<p>Mas não é só você que precisa fazer sacrifícios. Afinal, como é que você e o pai vão exigir que a criança evite doces e coma saladas se essa não é a regra da casa? Caso a família como um todo não se alimente bem, uma mudança de hábitos é necessária antes que o bebê chegue à introdução alimentar.</p>
<p>Parece clichê, mas é a mais pura verdade: nossos filhos são reflexos de nós mesmas e das pessoas com quem ele convive. Se você deseja que seu bebê seja flexível e coma de tudo, comece você mesma a aplicar isso no seu dia a dia!</p>
<p>No mínimo 15 vezes</p>
<p>Você deu um caqui, ele cuspiu. O maior erro é assumir a derrota e deixar a fruta de lado. Primeiro porque é natural que o bebê jogue os alimentos para fora com a língua. Afinal, ele está imitando o movimento de sucção, e ainda não aprendeu a como deglutir. </p>
<p>Os pais devem oferecer de 12 a 15 vezes o mesmo alimento para que o bebê aprenda a gostar.  A insistência não pode ser feita de qualquer maneira. O ideal é que se espere alguns dias para tentar novamente e que o alimento venha apresentado também de diferentes maneiras. Por exemplo, um dia a cenoura vem ralada no arroz, depois, cozida em pedaços. No terceiro dia, tente purê ou bolinhos, e por aí vai.</p>
<p>Lembre-se também dos temperos. Nem todos costumam ser bem aceitos pelos pequenos. Coentro por exemplo, pode ser o seu preferido, mas talvez o filhote precise de mais maturidade e alguns anos a mais para aprender a gostar de um sabor tão marcante.</p>
<p>Claro que a comida não precisa ser sem gosto nem tempero algum, mas lembre-se sempre de que o tempero deve ser um toque a mais, e nunca substituir o sabor verdadeiro do alimento. </p>
<p>Não compare, não ameaça nem faça substituições<br />
Mantenha sempre a calma e não demonstre nervosismo ou irritação com a recusa alimentar,  já que atitudes como essa vêm acompanhadas de uma associação negativa do alimento. Em outras palavras, podem gerar trauma e dificultar ainda mais o seu trabalho.</p>
<p>Ou seja&#8230;.<br />
Calma! Respira, todas já passamos por isso. Com paciência e perseverança, eu acredito que construiremos um futuro de muito mais saúde e bons hábitos alimentares para aqueles a quem mais amamos!! Podem contar comigo nessa tarefa.<br />
No meu livro Introdução Alimentar de A a Z vocês encontram todos os detalhes sobre a introdução alimentar! À venda no link http://www.cantinhodanutri.kpages.online/introducaoalimentardeaaz</p>
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		<title>Os erros mais comuns da introdução alimentar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 May 2018 12:34:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Infantil]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Manual de orientação do Departamento de Nutrologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (2012), indica que a alimentação complementar deve ser iniciada aos 6 meses de vida. O motivo pelo qual a introdução alimentar deve se iniciar a partir dos 6 meses é o fato de que nessa idade, a maioria dos bebês já atingiram um estágio de desenvolvimento fisiológico e neurológico, ou seja, maior maturidade, conseguindo algumas ações como ficar sentada, com o pescoço mais firme, e já está menos ativo o reflexo de extrusão, que o faz empurrar com a língua algo que seja levado a boca. Nesta fase já é possível notar interesse do bebê pelos alimentos.<br />
O sistema digestório do bebê também já está mais desenvolvido, tornando-o capaz de produzir enzimas necessárias para digerir diferentes alimentos. É importante se atentar as quantidades por porção que devem ser oferecidas a criança.</p>
<p><strong>Introdução complementar precoce</strong><br />
Muitas mamães, por motivos compreensíveis, resolvem oferecer alimentos diferentes do leite materno ou fórmulas muito antes do tempo. Um suquinho, natural talvez, mas adoçado&#8230; O grande problema pode não se manifestar logo após, mas trará prejuízos futuros, como a obesidade. Em alguns casos, o pediatra pode indicar a inicialização da alimentação no quarto mês, mas por motivos excepcionais.</p>
<p><strong>Substituir o peito pela mamadeira</strong><br />
Essa também é a fase onde muitas mamães voltam a rotina de trabalho, para tentar fazer o bebê deixar o peito, oferecem a mamadeira. Acontece que o bebe já pode e deve conhecer o copo e não precisa da mamadeira, isso nem é benéfico para o bebê.</p>
<p><strong>Investir de mais nas papinhas de fruta</strong><br />
Logo quando é iniciado a introdução alimentar, é comum começar com a frutinha amassada, o que não está errado. Mas, demorar muito para oferecer outros sabores, como os legumes, pode ocasionar um certo vício no paladar dos pequenos, já que essas frutas costumas ser mais adocicadas, o que pode atrapalhar a aceitação de outros sabores. Esse erro também pode levar à uma diminuição de absorção de alguns nutrientes, que estão presentes em alimentos como verdura, legumes e carnes.<br />
Bater e peneirar as preparações<br />
Joga no liquidificador e bate tudo, algumas vezes até peneira. Esse é um erro muito grave, o melhor é cozinhar bem os alimentos e amassar com o garfo. Isso porque o bebê precisa aprender a comer alimentos com certa consistência para o correto desenvolvimento da musculatura da boca e da face. </p>
<p><strong>Exagerar na quantidade</strong><br />
Querer que o bebê coma muito é um dos principais erros. É normal que ele coma pouco, até porque seu estômago ainda é muito pequeno e vai crescendo com o tempo. Por esse motivo que o bebê come pouco, mas, pode sim comer ou mamar várias vezes ao dia, pois o estômago enche rápido e esvazia rápido. Por isso, deve se iniciar com 2 ou 3 colheres de sopa rasas e ir aumentando gradativamente, respeitando sempre a aceitação do bebê.</p>
<p><strong>Colocar sal na papinha</strong><br />
Colocar sal na papinha de legumes não é recomendado. Nesta fase e natural que o bebê receba o sódio que já contém naturalmente em vários alimentos. A ingestão de sódio está associada ao desenvolvimento de problemas relacionados à pressão arterial.<br />
Adoçar frutas com açúcar ou mel<br />
Já é natural que o paladar humano prefira o sabor doce, adicionar adoçantes as frutas que já são doces por conter frutose. Ofertar alimentos adoçados em excesso pode “viciar” o paladar e prejudicar a aceitação de outros sabores/alimentos, além de predispor a problemas de saúde (obesidade, diabetes, etc.). Outra informação não muito conhecida, mas importante, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) não orienta o consumo de mel por crianças menores de um ano, devido ao risco de botulismo intestinal.</p>
<p><strong>Oferecer recompensas ou castigar</strong><br />
A famosa frase “se comer tudo, pode comer tal coisa”, já é um grande erro. Primeiro, a criança entende que a comida principal não é legal, mas a sobremesa sim, essa já é a fase de faze-la entender o quanto a comida é importante. Nesse momento entra outro erro muito comum, não respeitar os horários das refeições, se a criança comeu algo antes do almoço, ela provavelmente perderá o apetite, e força-la a comer não é saudável, gera estresse para quem está cuidando da criança e para ela também. O momento da refeição deve ser algo prazeroso, ter hábitos saudáveis à mesa quando criança já é um primeiro passo para uma vida saudável.<br />
Comer assistindo TV ou brincando<br />
Não é novidade que os hábitos de uma vida são criados desde a infância. Pode parecer uma boa solução no momento, distrair a criança enquanto dá a comida. Criar o hábito de comer à mesa pode parecer difícil, exige paciência, mas acredite, é a melhor opção. O costume tradicional que demonstra que a hora de comer é sagrada é muito saudável. O melhor é juntar todos que estão na casa para a refeição, no mesmo momento.</p>
<p><strong>Dica: deixe as fibras!</strong><br />
Fazer suquinhos naturais não tem problema, o problema é querer se livrar das fibras das frutas. Quando batemos uma fruta, já alteramos completamente sua consistência, se coamos após isso, tiramos as todas as fibras e deixamos apenas o líquido cheio de frutose. A frutose é o açúcar natural da fruta, fora a colher de açúcar que provavelmente foi adicionado. O problema é que teremos um suco com alto índice glicêmico, e quanto maios essa taxa, mais glicose será liberada no sangue, maior quantidade de insulina será necessário e, na mesma proporção, o risco de desenvolvimento de hipoglicemia ou até mesmo as chances de armazenar essa glicose em forma de gordura. É aí que entram as fibras, elas diminuem a velocidade de absorção dessa glicose, além de serem benéficas para o funcionamento intestinal e prevenção de problemas relacionados ao colesterol.</p>
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		<title>Tudo o que você precisa saber sobre introdução alimentar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 May 2018 17:05:08 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Infantil]]></category>
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		<category><![CDATA[introdução alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[o que o bebe pode comer]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma fase linda, cheia de surpresas para a mamãe e para o bebê. A introdução alimentar traz consigo muitas dúvidas e receios, “o que dar para ele?”, “papinha ou cortadinho?”, “isso pode?”. É uma fase trabalhosa, porém, muito importante para o desenvolvimento do bebê. O Manual de Orientação do Departamento de Nutrologia da Sociedade Brasileira &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma fase linda, cheia de surpresas para a mamãe e para o bebê. A introdução alimentar traz consigo muitas dúvidas e receios, “o que dar para ele?”, “papinha ou cortadinho?”, “isso pode?”. É uma fase trabalhosa, porém, muito importante para o desenvolvimento do bebê.</p>
<p>O Manual de Orientação do Departamento de Nutrologia da Sociedade Brasileira de Pediatria de 2012, recomenda que alimentação complementar comece aos 6 meses de idade do bebê, essa recomendação vale tanto para os bebês que mamam no peito quanto para os que tomam fórmula. Isso porque, primeiramente, o intestino do bebê ainda é muito imaturo, ele é o órgão responsável pela digestão dos alimentos e faz o primeiro “filtro”, excluindo as substâncias potencialmente perigosas e permitindo os nutrientes. Nos primeiros meses, esse sistema é completamente imaturo. Entre os meses quarto e sexto, ocorre um processo de desenvolvimento no revestimento interno do intestino, esse processo é chamado fechamento, onde o revestimento se torna mais seletivo sobre o que pode ou não passar.  A partir do sexto mês de idade do bebê, esse órgão estará mais desenvolvido, sendo capaz de filtrar os alérgenos mais ofensivos.</p>
<p>Além disso, nos primeiros quatro meses, a língua tem um reflexo de propulsão, é natural e serve para proteger os bebês contra engasgo. No momento em que qualquer substância incomum é sentida na língua, ela empurra de forma automática para fora da boca. Esse reflexo irá diminuir gradativamente. Nessa fase a língua e o mecanismo de engolir podem não estar prontos para funcionar juntos, pois o bebê ainda não tem controle da mastigação e deglutição, ou seja, mastigar e engolir ainda não é uma tarefa fácil, isso por que o mecanismo de engolir do bebê ainda trabalha sugando e não mastigando. Essa habilidade é desenvolvida à partir dos 6 meses.</p>
<p>No início ofereça os alimentos de forma lenta e gradativa, não force o bebê à comer nem crie situações estressantes, isso pode prejudicar o interesse dele pela comida. É natural que o bebê estranhe ou não queira, não saiba como agir, é tudo completamente novo para ele.</p>
<p>Escolha um horário da manhã e passe a oferecer uma fruta amassada. Faça isso diariamente em um horário aproximado. Persista a fazer isso mesmo que ele recuse, vá mudando a escolha da fruta, mas volte a oferecer aquelas que ele recusou em outro momento.</p>
<p>Após uma semana, comece a oferecer o almoço, montando um pratinho com um componente de cada grupo alimentar, carne/ovos, verduras, legumes, raízes, cereais e leguminosas. Comece com uma colher de sopa de cada, o aumento deve ser gradativo. As leguminosas (feijão, lentilha, grão de bico, etc.) devem ficar de molho por doze horas antes do cozimento, para amenizar a fermentação e diminuir as chances de formação de muitos gases, que pode causar muito desconforto para o bebê. A carne deve ser muito bem cozida e triturada.</p>
<p>Quando o bebê completar 7 meses, mantenha as ofertas anteriores e acrescente uma fruta no período da tarde. Após uma semana pode começar a ofertar o jantar, seguindo o mesmo padrão do almoço.</p>
<p>É uma fase nova para ele, deixe-o explorar, com o tempo, ofereça alguns alimentos nas mãozinhas deles e os deixem descobrir as texturas. Fique sempre por perto, engasgar faz parte desse momento de desenvolvimento e adaptação, fique sempre ao lado do bebê enquanto ele come.</p>
<p><strong>Meu bebê não quer comer, e agora?</strong></p>
<p>Mais comum do que se imagina, a recusa alimentar preocupa muitas mamães. O que precisamos entender é que essa fase é uma completa novidade para o bebê, que estava acostumado com o sabor e textura líquida do leite. Ele irá conhecer novos sabores, texturas e temperaturas.</p>
<p>Se o seu bebê não aceita novos alimentos, primeiramente, mantenha a calma! O desenvolvimento do bebê é repleto de fases, essa também irá passar. O seu filho não é o bebê da vizinha, estenda que cada um tem seu tempo. Faça dessa nova rotina um momento mais leve o quanto puder, nos horários em que ele sente fome. Incentive seu bebê a comer, acredite, ele entende, apesar de ser só um bebê, ele percebe tudo, então não faça desse momento um fardo para nenhum de vocês. O deixe descobrir e conhecer o alimento. Em todas as oportunidades, coloque-o para comer junto com toda a família.</p>
<p><strong>Sobre os doces</strong></p>
<p>É natural que o ser humano goste do sabor adocicado, o próprio leite materno tem esse sabor. Essa é a hora de fazê-lo conhecer outros sabores, o amargo, o azedo e o ácido. Além disso, as frutas já são adocicadas naturalmente. Saiba que o açúcar é uma caloria vazia, não oferece nutrientes, oferece-lo ao seu bebê só irá contribuir para maus hábitos alimentares, pois esse tipo de alimento, adoçado, possui muita influência no paladar, pode viciá-lo. Quanto mais oferecer alimentos adoçados ao seu bebê, mais difícil será que ele aceite o natural, pois ele achará muito melhor o adoçado.</p>
<p><strong>Suplementação</strong></p>
<p>É recomendado pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) que haja suplementação de vitamina D a partir da primeira semana de vida do bebê, até os dois anos de idade. O ferro necessita de suplementação dos seis meses até os dois anos. Os bebês que se alimentam com fórmulas precisam de avaliação individual em relação a essas suplementações.</p>
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