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	<title>sop &#8211; CANTINHO DA NUTRI &#8211; Nutricionista Itaim, Moema, Vila Nova Conceição</title>
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	<description>Carol Faria Coaching de Emagrecimento &#124; Nutrição Esportiva &#124; Materno-Infantil</description>
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		<title>POR QUE PERDER PESO NA SOP É TÃO DIFÍCIL?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jan 2019 10:46:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[SOP]]></category>
		<category><![CDATA[alterações hormonais]]></category>
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					<description><![CDATA[A síndrome do ovário policístico é uma doença endócrina que infelizmente não possui cura. Decorrente de algumas alterações hormonais, alguns sintomas são bem característicos, tais como acne, queda de cabelo, oleosidade na pele e no couro cabeludo, ciclo irregular, pelos em excesso, vontade de doces, cansaço excessivo, entre outros. Esses sintomas precisam de tratamento para &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A síndrome do ovário policístico é uma doença endócrina que infelizmente não possui cura. Decorrente de algumas alterações hormonais, alguns sintomas são bem característicos, tais como acne, queda de cabelo, oleosidade na pele e no couro cabeludo, ciclo irregular, pelos em excesso, vontade de doces, cansaço excessivo, entre outros.<br />
Esses sintomas precisam de tratamento para que não provoquem consequências na saúde da mulher.</p>
<p>As alterações hormonais</p>
<p>Como falamos acima, na SOP algumas alterações hormonais estão envolvidas. Vamos falar sobre as principais!<br />
A primeira alteração é nos hormônios masculinos, em especial a testosterona. Nas mulheres com SOP, geralmente esse hormônio está em quantidade maior do que deveria, dando início a alguns sintomas, como as acnes, excesso de pelos em locais não tão comuns em mulheres (como por exemplo no rosto, seios, glúteos, costas) e ciclos menstruais irregulares ou ausentes.<br />
A segunda alteração é a insulina. Geralmente quando a insulina está alta os hormônios masculinos também estão.<br />
A insulina é um hormônio que ajuda a entrada da glicose (produto do carboidrato) na célula para então gerar energia. Nas mulheres com SOP, a insulina pode ser produzida em quantidade maior do que o necessário, e com isso, ela fica circulante no organismo. Ou então, o organismo pode produzir na quantidade certa, porém ela não realiza as suas funções corretamente, também com a consequência de ficar circulante no organismo. Essa “sobra” de insulina no corpo faz com que mais energia seja estocada (principalmente em forma de gordura abdominal).<br />
Outra alteração comum é nos hormônios da tireoide. A tireoide é uma glândula em forma de borboleta, que fica localizada no pescoço e é uma das maiores glândulas do corpo humano.<br />
Ela age na função de órgãos importantes como o coração, cérebro, fígado e rins. Interfere, também, no crescimento e desenvolvimento das crianças e adolescentes; na regulação dos ciclos menstruais; na fertilidade; no peso; na memória; na concentração; no humor; e no controle emocional.<br />
E é de extrema importância que ela esteja funcionando em perfeito estado, para que tudo ocorra e funcione com harmonia e normalidade.<br />
Ela é responsável pela produção de T3 e T4, hormônios que atuam em todos os sistemas do nosso organismo. Eles podem agir em nosso metabolismo e diretamente na função celular.<br />
E quando não está funcionando corretamente, pode liberar esses hormônios em excesso ou em quantidade insuficiente.<br />
Sabemos que quando os hormônios não estão regulados, algumas consequências podem aparecer. Quando os hormônios T3 e T4 estão aumentados, temos o hipertireoidismo, já quando eles estão em quantidades insuficientes, podem levar ao hipotireoidismo.<br />
E na SOP, os hormônios T3 e T4 tendem a estar alterados, o que justifica uma grande relação entre a SOP e o hipotireoidismo.</p>
<p>Mas o que isso implica na perda de peso?</p>
<p>Os hormônios são muito importantes no organismo como um todo certo? E quando não estão em harmonia, algumas consequências podem aparecer, como a dificuldade em perder peso.</p>
<p>Lembra que falamos da insulina? Que na SOP ela pode não executar suas funções e ser produzida em excesso, causando um acúmulo dessa insulina no sangue? Pois bem! Nada pode ficar sem função ou circulando pelo nosso sangue, e esse acúmulo gera consequências severas no metabolismo da mulher com SOP.</p>
<p>Quando a insulina não exerce nenhuma função ela se acumula no sangue, sinalizando ao nosso cérebro 2 coisas:</p>
<p>1-	Não tem energia (e você se sente apática, com sono, sem vontade de fazer nada e se pudesse dormiria muitas horas por dia)<br />
2-	Como não tem energia, desperta no cérebro o desejo por comida (você sente mais fome e mais vontade de comer, especial alimentos ricos em carboidratos, que seriam mais energéticos.</p>
<p>É nesse momento que se dá início um ciclo vicioso. Você come mais carboidrato, que gera mais insulina, e essa insulina por não desempenhar o papel dela corretamente, gera mais cansaço e mais fome. </p>
<p>Para piorar todo esse quadro, com a insulina “tendo defeito”, o carboidrato ingerido não é corretamente absorvido, e não chega na célula produtora de energia. Esse carboidrato que se acumula no sangue também provoca consequências, das quais a maior delas é o acúmulo de gordura, principalmente no abdômen. </p>
<p>E se há um acúmulo de gordura, logo a perda de peso será dificultada.</p>
<p>Quando há alterações na tireoide, como por exemplo, o hipotireoidismo, que é mais comum na SOP, há uma produção deficiente dos hormônios T3 e T4 causando assim um aumento de peso ainda mais severo, com mais cansaço, dentre outros sintomas. Enquanto não tratar esses dois hormônios, o aumento de peso ainda estará presente.</p>
<p>Como tratar?</p>
<p>A alimentação saudável é essencial para qualquer pessoa. Mas a alimentação quando há algo em alteração em nosso organismo, é ainda mais importante. </p>
<p>Na SOP, a alimentação para o controle dos hormônios, para que eles possam agir da maneira correta é muito importante.</p>
<p>Com a alimentação, você consegue colocar em níveis normais a testosterona, insulina e hormônios da tireoide.</p>
<p>Um exemplo: para diminuir a testosterona, alimentos como hortelã, soja e linhaça podem ajudar. Para diminuir a produção de insulina, uma dieta pobre em carboidratos é extremamente eficiente.</p>
<p>Manter uma alimentação com carboidratos de baixo índice glicêmico, que serão absorvidos com uma maior lentidão, evitando os picos de insulina, é importante, tanto para o controle da insulina em si como para o tratamento global da SOP. Evitar os carboidratos refinados como doces, farinhas brancas também é preciso.</p>
<p>Se você tem a síndrome do ovário policístico, está acima do peso e não consegue perder, procure um nutricionista para uma alimentação correta e eficaz, que te ajudará não apenas com o peso mas com todos os outros sintomas que podem estar te rodeando!</p>
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		<title>10 Sintomas da SOP que você não pode ignorar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Jan 2019 11:32:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SOP]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[sop]]></category>
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					<description><![CDATA[Como já disse em alguns textos por aqui, a SOP é uma doença endócrina que acomete uma série de mulheres em idade fértil e que altera diversos hormônios, causando alguns sintomas. A síndrome é caracterizada pelo aumento dos hormônios masculinos, dos quais se destaca a testosterona, que desencadeia a alteração de outros hormônios em cascata, &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Como já disse em alguns textos por aqui, a SOP é uma doença endócrina que acomete uma série de mulheres em idade fértil e que altera diversos hormônios, causando alguns sintomas.</p>
<p>A síndrome é caracterizada pelo aumento dos hormônios masculinos, dos quais se destaca a testosterona, que desencadeia a alteração de outros hormônios em cascata, causando diversos sintomas.</p>
<p>Muitas mulheres possuem todos os sintomas ativos, outras nem todos&#8230; mas não é uma regra! Você pode ter todos, como ter apenas um ou dois, e é por isso que os exames são de extrema importância para que você consiga saber de fato, onde estão os pontos que precisam ser tratados.</p>
<p>Uma outra questão é que a intensidade dos sintomas é bem relativa. Em algumas mulheres, vem com uma alta intensidade, e em outras, aparecem bem pouco. E é aqui que mora o problema.<br />
Muitas mulheres não se incomodam com os sintomas por serem amenos ou não perceptíveis, e por isso, não se preocupam em tratar a SOP. </p>
<p>Agora você deve estar se perguntando: se não tenho sintomas ou tenho poucos e eles não me incomodam, porque isso seria um problema?</p>
<p>A questão está nas possíveis consequências de uma SOP não tratada, que variam desde o desenvolvimento de diabetes tipo 2 até doenças cardio vasculares, síndrome do pânico, depressão, trombose, entre outras.</p>
<p>Vou te falar aqui 10 sintomas da SOP que você NÃO pode ignorar, que precisa investigar e tratar por mais que eles não te incomodem ou que estejam em baixa intensidade.</p>
<p>&#8211; Ganho de peso sem explicação e resistente à perda<br />
&#8211; Manchas escuras na pele (virilha, pescoço, cotovelos)<br />
&#8211; Acne persistente<br />
&#8211; Queda de cabelo<br />
&#8211; Hirsutismo (aumento dos pelos no rosto, glúteos, peito, seios e virilhas)<br />
&#8211; Falta de energia e indisposição, cansaço sem explicação<br />
&#8211; Depressão<br />
&#8211; Dificuldade para engravidar<br />
&#8211; Ciclos menstruais irregulares ou ausentes<br />
&#8211; Compulsão e maior necessidade por carboidratos (doces ou salgados)</p>
<p>Cada sintoma precisa ser olhado e analisado com cautela, para que você consiga trata-lo da forma correta.</p>
<p>Um exemplo: você sempre manteve o peso sob controle, mesmo que não facilmente. Nos últimos meses ou anos ganhou mais peso que o habitual e os esforços que antes surtiam efeito hoje parecem não resultarem em nada. Você então cansou de lutar contra a balança e preferiu se aceitar com os quilinhos a mais mesmo. Qual o problema disso? O aumento de peso pode piorar a resistência à insulina, condição extremamente comum e que atinge mais de 90% das mulheres com SOP. Com o aumento de peso e o agravamento dessa resistência à insulina, o metabolismo piora como um todo, e com isso pioram o cansaço, a compulsão por carboidratos doces ou salgados, os sintomas de depressão, ansiedade ou síndrome do pânico, e até os sintomas clínicos que surgem com a piora dos hormônios, tais como pelos, acne, queda de cabelo e irregularidade dos ciclos menstruais.</p>
<p>Quando não tratamos cada sintoma da SOP, estamos não só os deixando mais intensos como também favorecendo o aparecimento de outras e novas doenças.</p>
<p>Devemos nos lembrar sempre: para cada sintoma não tratado, estamos colocando um tijolinho a mais no muro da SOP, para que ela piore a cada dia e intensifique cada vez mais suas manifestações.</p>
<p>Cuide da sua saúde e diga adeus aos sintomas da SOP. A alimentação é parte fundamenta desse tratamento!</p>
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		<title>Suplementos para tratamento natural da SOP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Jan 2019 11:14:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SOP]]></category>
		<category><![CDATA[sop]]></category>
		<category><![CDATA[suplementos]]></category>
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					<description><![CDATA[A síndrome do ovário policístico é uma doença endócrina que infelizmente não possui cura. Decorrente de algumas alterações hormonais, alguns sintomas são bem característicos, tais como acne, queda de cabelo, oleosidade na pele e no couro cabeludo, ciclo irregular, pelos em excesso, vontade de doces, cansaço excessivo, entre outros. Esses sintomas precisam de tratamento, para &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A síndrome do ovário policístico é uma doença endócrina que infelizmente não possui cura. Decorrente de algumas alterações hormonais, alguns sintomas são bem característicos, tais como acne, queda de cabelo, oleosidade na pele e no couro cabeludo, ciclo irregular, pelos em excesso, vontade de doces, cansaço excessivo, entre outros.<br />
Esses sintomas precisam de tratamento, para que não ocorram consequências na saúde da mulher.</p>
<p><strong>O tratamento</strong><br />
O tratamento basicamente envolve a mudança do estilo de vida e da alimentação. Com uma alimentação saudável e a prática de atividades físicas, a mulher pode se beneficiar fortemente.<br />
Diversos estudos publicados explanam a combinação da mudança de estilo de vida com o uso de alguns suplementos e fitoterápicos que podem ser adicionais à conduta, para que essa seja mais eficaz.<br />
Vamos falar de cada um deles?</p>
<p><strong>Melatonina</strong><br />
A melatonina é o hormônio do sono que ajuda na regulação do ciclo circadiano (dormir e acordar). Sua produção é estimulada pela escuridão e inibida pela luz e possui papel benéfico e recuperador na qualidade do sono.<br />
É encontrada em quantidades pequenas nas carnes, frutas, grãos, legumes e vinho tinto.<br />
Uma das suas funções é retardar o aparecimento de doenças relacionadas ao envelhecimento, tais como processos inflamatórios e aumento dos radicais livres. Sua capacidade antioxidante, ou seja, de eliminar toxinas, é muito útil na prevenção de algumas patologias como câncer, diabetes, inflamações virais e doenças imunológicas. Seu uso também promove a imunidade, gera efeito antidepressivo e controla a pressão arterial.<br />
Na fertilidade e nos processos reprodutivos, como por exemplo na formação de folículos ovulatórios, na própria ovulação e na maturação dos óvulos, há o envolvimento de radicais livres. E a melatonina é fundamental nesses processos pela sua ação antioxidante. Estudos têm demonstrado que para a qualidade dos óvulos e dos embriões não há apenas a necessidade de uma boa formação genética e cromossômica, mas também há participação fundamental do ambiente em que os óvulos se desenvolvem, onde a melatonina participaria ativamente.<br />
Além de sua função antioxidante, ela também ajuda na regulação da função ovariana e influencia na produção de importantes hormônios, como a progesterona e o estradiol.<br />
Estudos também citam que a deficiência de melatonina está relacionada à endometriose e à Falência Ovariana Prematura (FOP) e que em pacientes com SOP (Síndrome do ovário policístico) há diminuição de melatonina no fluido folicular.<br />
A melatonina é usada como tratamento em pacientes com infertilidade, pois melhora a qualidade dos níveis de fertilidade, melhora a saúde dos óvulos e pode favorecer a concepção. </p>
<p><strong>Coenzima Q10</strong><br />
A coenzima Q10 é uma substância natural do nosso organismo, estando presente na maior parte das células humanas. Está relacionada à capacidade de produzir ATP, forma como o nosso corpo armazena energia.<br />
A Q10 está concentrada nas mitocôndrias, unidades produtoras de energia, localizadas no interior das nossas células.<br />
Em mulheres com mais idade, os óvulos encontram-se com menor quantidade de mitocôndrias e por isso menos funcionais, prejudicando a produção de ATP e podendo ocasionar um provável envelhecimento dos óvulos.<br />
A concentração de ATP que está nas células possui relação com o potencial de implantação dos embriões.<br />
Muito mais do que a vitamina E, a coenzima Q10 possui efeito antioxidante e acredita-se que a sua suplementação além de melhorar a fertilidade pode trazer outros benefícios para a saúde, como melhora dos níveis de energia e disposição, melhora da memória e da cognição de forma geral.</p>
<p><strong>Vitamina D</strong><br />
Estudos recentes demonstram que a vitamina D tem funções regulatórias vitais, isto é, regula a expressão de mais de 1000 genes, participando decisivamente do funcionamento de vários órgãos e sistemas. Por isso, alguns cientistas e estudiosos sugerem que a vitamina D seja considerada um “hormônio”.<br />
Atualmente sabe-se que a deficiência de vitamina D está envolvida em patologias como asma, diabetes mellitus tipo 1, hipomineralização óssea causando osteoporose ou raquitismo, doença cardiovascular, dermatite atópica, doença inflamatória intestinal, artrite reumatoide e até mesmo depressão.<br />
Em mulheres com SOP, a carência de vitamina D parece piorar a resistência à insulina, modificando a produção e utilização de diversos outros exames e favorecendo ainda mais o surgimento de diabetes tipo 2.<br />
Para lembrar, produzimos vitamina D quando o Sol bate na pele. Alguns alimentos também a contém, como peixes de água fria, tipo salmão, atum ou sardinha. No entanto, para suprirmos as necessidades diárias de vitamina D deveríamos ingerir uma quantidade de peixes nem sempre compatível com nosso hábito alimentar cotidiano, daí a importância de sempre monitorar os valores de vitamina D através de exames de sangue e suplementar sempre quando necessário.</p>
<p><strong>Mio inositol</strong><br />
Este é um medicamento natural chamado de fitoterápico, que envolve ácido fólico e vitaminas do complexo B. Estudos feitos em mulheres com ovários policísticos e resistência insulínica mostraram uma melhora considerável do metabolismo já nos primeiros meses de tratamento com o fitoterápico.<br />
O Mio Inositol age corrigindo a anovulação em mulheres com síndrome ou apenas episódios de ovários policísticos, corrigindo seus hormônios (FSH, estrógenos e LH) cujo desequilíbrio as fazem deixar de ovular e, consequentemente, deixar de menstruar.<br />
O Mio inusitol também tem papel importante na melhora e no controle da resistência à insulina, melhorando a captação e a utilização de carboidratos pelas células do nosso organismo.<br />
Em mulheres com SOP e Resistência à insulina, o Mio Inusitol parece atuar melhorando o quadro metabólico e evitando o surgimento de diabetes tipo 2.</p>
<p><strong>Probióticos</strong><br />
Só de olhar para a barriga não dá para desconfiar, mas ali dentro moram no mínimo 10 trilhões de micro-organismos. Essa população tem o nome de microbiota, antigamente chamada de flora intestinal.<br />
Assim como acontece em nossa sociedade, os bichinhos têm família, nome e sobrenome. E o mais importante de tudo: executam inúmeras funções dentro do nosso organismo.<br />
Mas nem sempre essa microbiota está em paz e equilíbrio. Às vezes, há disbiose: nome que remete a um desequilíbrio dos micro-organismos que povoam nosso intestino.<br />
Uma equação bem simples denota essa quebra de equilíbrio: os micróbios potencialmente nocivos, que também habitam o intestino, se multiplicam a ponto de se sobrepor no jogo de influências sobre os bichinhos benfeitores. Ou seja: as bactérias negativas, alimentadas por carboidratos e açúcares, se multiplicam de forma desordenada e ficam em maior quantidade do que as bactérias positivas.<br />
Isso traz desconfortos intestinais, gases, dilatação do estômago, distensão abdominal e vontade de doces e carboidratos acima do normal.<br />
Diversas pesquisas também relacionam a disbiose com a resistência à insulina. O intestino em desequilíbrio piora a permeabilidade das células ao efeito do hormônio, gerando aumento de insulina e consequentemente de outros hormônios, como a testosterona.<br />
Uma das maneiras de evitar que isso aconteça ou reverter a situação é investir nos probióticos, bactérias reconhecidamente benéficas e que podem ser encontradas em queijos, iogurte, Kefir e leites fermentados.<br />
Faz tempo que os cientistas sabem que a microbiota de um indivíduo acima do peso é diferente da de alguém com peso saudável. E um micro-organismo que marca presença em pessoas mais magras tem animado a turma da pesquisa, a Akkermansia muciniphila. Em pesquisas, a bactéria diminuiu de 40 a 50% o ganho de massa corporal entre cobaias. Seu efeito foi preservado mesmo quando ela foi aquecida a 70 °C, um grande diferencial entre os probióticos, pois os alimentos com essas bactérias do bem hoje são refrigerados para garantir a sobrevivência dos micro-organismos. Enquanto a Akkermansia não chega ao mercado, invista em frutas vermelhas, cebola, chocolate amargo e castanhas, que criam condições para o bichinho prosperar.</p>
<p><strong>Picolinato de cromo</strong><br />
O cromo é um mineral natural encontrado em muitos suplementos e em alguns alimentos, como carne, ovos, alimentos processados, gorduras e óleos vegetais. Também está presente em outras comidas, desta vez mais saudáveis: cenouras, batatas, brócolis e grãos. O cromo, associado ao picolinato, é mais facilmente absorvido pelo corpo humano, e é por essa razão que é vendido nessa forma pelos mercados de suplementos.<br />
Umas das principais funções do cromo é de efetivar o efeito da insulina. A falta desse mineral pode levar a sérios danos ao sistema dependente de insulina, que é responsável por elevar os níveis de glicose no sangue, como após as refeições, fornecendo energia. Outro papel importante da insulina é de atuar no metabolismo do carboidrato, da gordura e da proteína.<br />
Na medicina alternativa, o picolinato de cromo é comumente utilizado para baixar o colesterol e otimizar a utilização de glicose pelo corpo. Vendido no mercado de suplementos, o picolinato de cromo é conhecido por ajudar na perda de peso, ao passo que auxilia na redução de gordura corporal e na construção de massa muscular.<br />
Em mulheres com SOP, além de atuar melhorando a resistência à insulina e por isso evitando o diabetes tipo 2, o picolinato de cromo auxilia diretamente na vontade de comer doces e carboidratos, favorecendo o controle da dieta sem tantos sacrifícios.<br />
A ingestão diária deve ser entre 25 e 35 mcg, e durante uma das principais refeições. Mas atenção: não exagere no consumo nem o utilize sem orientação nutricional.<br />
Alguns estudos mostram que os efeitos colaterais do picolinato de cromo podem ser excessivamente severos, acarretando mudanças no DNA em razão à combinação dele com outras substâncias químicas, podendo levar ao câncer. Além disso, há relatos que esse suplemento irrita o sistema gastrointestinal, podendo desencadear úlceras e algumas dermatites.</p>
<p>Ômega 3<br />
Estudos atuais mostram que a intervenção com ômega 3 desempenha um papel importante na regulação imunológica, na sensibilidade à insulina, na diferenciação celular e na ovulação em mulheres com SOP.<br />
Este suplemento dietético pode ser usado para melhorar a desordem da foliculogênese excessiva (responsável por gerar microcistos ovarianos) causada pelo estresse oxidativo e a hiperinsulinemia (excesso de insulina) em mulheres com SOP.<br />
A suplementação de ômega-3 também tem um efeito benéfico em alguns fatores de risco cardiometabólicos em mulheres com SOP, o que é conseguido através da redução da síntese de prostaglandinas por inibição competitiva da enzima chamada ciclooxigenase 2<br />
Este estudo mostra evidências de que o ômega-3 pode ser um novo medicamento para pacientes com SOP, e que combateria o excesso de insulina (hiperinsulinemina), Resistência à insulina (RI), altos níveis de colesterol, especialmente LDL e triglicerídeos. Isso, é claro, aliado à alimentação saudável e prática de atividades físicas. </p>
<p>Resveratrol:<br />
O controle dos níveis elevados de testosterona ainda é um desafio na SOP. No entanto, em um estudo recente os pesquisadores descobriram uma queda nos níveis de testosterona nas participantes que fizeram a suplementação do resveratrol, um antioxidante potente.<br />
A substância já é conhecida pelos seus benefícios cardiovasculares e anti-inflamatórios e pode ser encontrado em baixas concentrações no vinho (2 a 5mg/ml dependendo do vinho tinto), nas uvas e nozes. Em estudo recente do &#8220;Journal of Clinical Endocrinology &#038; Metabolism&#8221;, a equipe evidenciou que a suplementação diária com 1.500mg de resveratrol, um polifenol natural, foi efetivo na redução dos níveis de testosterona total em mais de 23%. O mais impressionante do estudo foi demonstrar que a suplementação foi igual ou melhor do que os contraceptivos orais ou a metformina, para a melhoria do hiperandrogenismo.<br />
A equipe observou que um estudo anterior de 12 meses de contraceptivos orais para o tratamento da SOP resultou em uma queda de 19% nos níveis de testosterona total. Da mesma forma, um tratamento de seis meses com metformina teve resultados insignificantes com uma diminuição de 8,2%. Mas os benefícios do resveratrol foram ainda maiores. O estudo mostrou uma redução do sulfato de dehidroepiandrosterona (S-DHEA), outro hormônio que o corpo pode se converter em testosterona e um aumento da sensibilidade à insulina de mais de 66%, combinado com um decréscimo de 31,8% nos níveis de insulina de jejum.<br />
É o controle natural dos hormônios, cada vez mais próximo da sua realidade!</p>
<p>Magnésio<br />
A insulina é um hormônio, responsável por colocar a glicose para dentro das células, e que precisa do magnésio para ser produzida e também para ajudar na metabolização do açúcar.<br />
Mulheres com SOP costumam apresentar dificuldade na sua produção e utilização, situação denominada como Resistência à insulina.<br />
O magnésio costuma ser excretado com a glicose extra do sangue, e por isso normalmente está deficiente em mulheres com SOP e / ou diabetes.<br />
Estudos mostram que a suplementação de cloreto de magnésio em diabéticos melhora a ação da insulina e consequentemente traz uma melhora no controle do quadro. Esse seria o mecanismo pelo qual sua suplementação ajudaria no tratamento e controle da SOP. Com uma melhora do funcionamento da insulina, logo haveria diminuição na sua concentração sanguínea, que por consequência faria diminuir também os hormônios andrógenos, responsáveis pelos sintomas da Síndrome. </p>
<p>Esses são alguns dos suplementos que podem te ajudar no tratamento. Mas vale lembrar que antes de tomar qualquer um, a indicação e prescrição de um profissional é imprescindível.</p>
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		<title>SOP: A Síndrome do Ovário Policístico pode ser mais comum do que você imagina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Dec 2018 11:13:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[Você já ouviu falar da síndrome do ovário policístico? Creio que sim! A SOP é uma doença endócrina que acomete uma série de mulheres em idade fértil, entre 15 e 49 anos, podendo atingir de 7 a 20% das mulheres. A síndrome geralmente aparece na adolescência, mas pode aparecer também na fase adulta. A síndrome &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você já ouviu falar da síndrome do ovário policístico? Creio que sim! A SOP é uma doença endócrina que acomete uma série de mulheres em idade fértil, entre 15 e 49 anos, podendo atingir de 7 a 20% das mulheres.<br />
A síndrome geralmente aparece na adolescência, mas pode aparecer também na fase adulta.<br />
A síndrome envolve uma série de alterações hormonais, como aumento dos hormônios masculinos, insulina e outros, o que pode ocasionar vários sintomas como acne, queda de cabelo, ciclo irregular, pelos em excesso, vontade por doces, cansaço excessivo, ansiedade, resistência insulínica e muitos outros&#8230;<br />
Nem todos os sintomas são obrigatórios, ou seja, pode ser que você tenha todos os sintomas, e pode ser que a sua amiga, tenha poucos&#8230; vai depender do seu fenótipo.<br />
Por exemplo, a resistência insulínica, não atinge todas as mulheres, mas atinge 50 de 70% das portadoras, o que pode predispor o surgimento de condições como: obesidade, dislipidemia (colesterol e triglicérides aumentados), intolerância à glicose (pré-diabetes), diabetes, hipertensão arterial e associar-se à síndrome metabólica.<br />
Por isso, podemos dizer que a síndrome do ovário policístico é mais frequente do que imaginamos entre as mulheres férteis.<br />
Além disso, existem duas vertentes de aparecimento e surgimento da SOP.<br />
A primeira vertente é a genética. Os estudos ainda não são 100% claros, mas muitos já explanam o assunto e apresentam a teoria de que meninas filhas de mulheres com SOP podem ter a síndrome. Os estudos mais conclusivos explicam que a “culpada” seria a célula MK, um gene que passa de mãe para filha e que explicaria as alterações metabólicas associadas a SOP.<br />
Outra vertente quanto ao surgimento da síndrome, acusa a disbiose como culpada pelo desenvolvimento da SOP. Em nosso intestino, há dois grandes grupos de bactérias (chamadas de forma leiga, de boas e ruins) e que precisam estar em equilíbrio. Quando estão em desequilíbrio, logo, estão em disbiose.<br />
Alguns fatores, como alimentação rica em industrializados, ultraprocessados, farinhas brancas, sem fibras, juntam-se a vida sedentária do cotidiano e parecem ser as culpadas por causar esse desequilíbrio da microbiota intestinal.<br />
Com isso, resulta-se em um surgimento da permeabilidade aumentada do intestino à lipopolissacarídeos de bactérias gram-negativas, que influenciarão nosso sistema imunológico à induzir um estado de resistência insulínica.<br />
A insulina que aumentará no sangue, levará ao aumento da produção dos hormônios androgênicos, como por exemplo, a testosterona, surgindo assim os sintomas citados no início do texto.<br />
“Tudo bem Nutri, a síndrome é muito mais comum e pode aparecer de acordo com meu estilo de vida também, certo?”<br />
Sim. Podemos perceber que com os hábitos de vida e alimentação incorreta, várias doenças estão surgindo com maior facilidade, e a SOP também pode aparecer assim.<br />
Mas que bom que sabemos sobre o melhor tratamento, que é a alimentação!<br />
Quanto mais cedo você começar a tratar, mais eficiente será esse tratamento e com mais qualidade de vida!<br />
Compartilha com as amigas e se você tem, trate o quanto antes!</p>
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		<title>VONTADE DE COMER DOCE E CANSAÇO NA SOP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Dec 2018 11:03:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[SOP]]></category>
		<category><![CDATA[cansaço]]></category>
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					<description><![CDATA[A síndrome do ovário policístico (SOP) é uma doença endócrina que não possui cura. A doença causa uma série de disfunções hormonais,que trazem sintomas, tais como acne, queda de cabelo, pele oleosa, pelos em excesso, queda de desejo, cansaço, fadiga e indisposição. Geralmente, os sintomas mais falados são os relacionados a estética, mas todos os &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A síndrome do ovário policístico (SOP) é uma doença endócrina que não possui cura. A doença causa uma série de disfunções hormonais,que trazem sintomas, tais como acne, queda de cabelo, pele oleosa, pelos em excesso, queda de desejo, cansaço, fadiga e indisposição.</p>
<p>Geralmente, os sintomas mais falados são os relacionados a estética, mas todos os sintomas merecem uma atenção especial.</p>
<p>O cansaço, a fadiga e a indisposição acontecem pois quando consumimos um carboidrato refinado, como por exemplo, um pão francês, doces, arroz branco ou alimentos feitos com farinha de trigo, eles são rapidamente absorvidos pelo corpo, fazendo com que a insulina seja produzida rapidamente e em grande quantidade. </p>
<p>Quando a insulina é produzida com muita rapidez, os carboidratos também são absorvidos rapidamente, o que faz com que nosso corpo entenda que precisamos de ainda mais energia, e então temos a sensação de cansaço.</p>
<p>E esse sintoma é muito comum nas mulheres com SOP, mas não é de fácil percepção, pois a maioria das pessoas, atualmente, possuem uma vida corrida e com diversos afazeres, o que torna mais difícil associar o cansaço com a SOP.</p>
<p>Assim é também com a vontade por doces. Existem um ciclo, chamado efeito rebote, quando comemos um carboidrato simples. </p>
<p>Por exemplo, quando consumimos um doce, a nossa glicemia dispara, e então a insulina entende que precisa ser produzida também, e logo se produz com a mesma intensidade e velocidade. Com isso, a glicemia despenca tão rápido quanto subiu, trazendo ainda mais vontade de doces.</p>
<p>Basicamente:<br />
Consumo maior de carboidratos = maior produção de insulina<br />
Mais insulina no sangue = absorção rápida de carboidratos<br />
Absorção rápida de carboidratos = mais cansaço e fadiga + maior necessidade por carboidratos</p>
<p>E o ciclo recomeça&#8230;.</p>
<p>Portanto, os sintomas possuem uma relação entre si e precisam ser controlados.</p>
<p>Tanto para controlar o cansaço como a vontade por doces, precisamos nos atentar ao consumo de carboidratos refinados. Evitar o consumo é essencial para que esses sintomas sejam diminuídos. </p>
<p>Quanto aos carboidratos complexos, aqueles absorvidos com uma maior lentidão, seu consumo é permitido e deve ser estimulado, porém sempre combinados com uma fonte de proteína ou gordura.  Por exemplo: pão integral com algum queijo, frutas com iogurte, frutas com castanhas e assim por diante.</p>
<p>Para controlar o cansaço, além de evitar os carboidratos refinados, você deve consumir alguns alimentos funcionais que ajudem na disposição, tais como  a banana, oleaginosas, maca peruana, café.</p>
<p>Mel, aveia, iogurte, e chás como o de gengibre também podem te ajudar.</p>
<p>Além disso, a prática de atividades físicas é muito benéfica no controle do cansaço. Parece ser meio contraditório, dizer que gastando energia, você terá mais disposição, mas é verdade!</p>
<p>A atividade física ajuda na disposição pois atua na melhora da função insulínica, diminuindo a resistência que mulheres com SOP normalmente apresentam ao hormônio, além de liberar endorfina, hormônio responsável pelo humor e bem-estar. </p>
<p>Além dos exercícios, é importante saber que existem alguns alimentos que podem te ajudar no controle da vontade de doces! A tâmara é um ótimo exemplo! Além de ter um sabor adocicado, é rica em zinco, cálcio, cobre, nutrientes muito benéficos e atuam metabolicamente contra a necessidade exagerada por doces.</p>
<p>A banana também ajuda, pois é rica em triptofano, responsável por oferecer uma sensação de bem-estar, parecida com a de quando comemos um doce.</p>
<p>O amendoim, se consumido em quantidades moderadas, também entra na lista! Além de ser rico em nutrientes, ajuda na disposição, humor e combate o estresse, trazendo as mesmas sensações de um doce, por exemplo. </p>
<p>O grão de bico, também é rico em triptofano, que ajuda na sensação de prazer e bem-estar!</p>
<p>Além disso, a canela, quando consumida em outros alimentos, também ajuda no combate a vontade de doces, além de ser benéfica na SOP e atuar na melhora da resistência à insulina.</p>
<p>As receitinhas também podem te ajudar! Fazer por exemplo, banana com canela, maçã aquecida com canela, bolinhos de caneca sem farinha e sem açúcar, vitaminas de frutas com aveia, frutas com mel, entre outras opções.</p>
<p>É importante deixar claro que a vontade por doces não desaparecerá do dia para a noite! É um processo gradual que precisa de atenção e paciência, afinal, desde pequenos, somos habituados a uma alimentação rica em açúcares, e nesse momento, seu organismo está trabalhando a favor dessa necessidade.</p>
<p>Mude sua alimentação, seus hábitos e veja as mudanças acontecerem também na sua energia e disposição!</p>
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		<title>Ovário Policístico (OP) x Síndrome do Ovário Policístico (SOP)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Dec 2018 13:32:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Você sabe a diferença entre ter Ovário Policístico e ter a Síndrome do Ovário Policístico? É comum encontrarmos pessoas que acreditam se tratar do mesmo problema, mas são patologias completamente diferentes. O único fato que as une é em relação à cura, que infelizmente não existe em nenhum dos casos. Ainda que se tenha cistos &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você sabe a diferença entre ter Ovário Policístico e ter a Síndrome do Ovário Policístico? É comum encontrarmos pessoas que acreditam se tratar do mesmo problema, mas são patologias completamente diferentes.<br />
O único fato que as une é em relação à cura, que infelizmente não existe em nenhum dos casos.<br />
Ainda que se tenha cistos no ovário, nem sempre isso quer dizer que se tem a Síndrome do Ovário Policístico. A diferenciação pode ser feita com base nas características clínicas, laboratoriais e de imagem. </p>
<p>Ovário Policístico (OP)</p>
<p>Definição<br />
Antes de mais nada, vale à pena entender que existem alguns tipos de cistos ovarianos normais e fisiológicos, sendo os mais comuns o cisto folicular e o cisto de corpo lúteo. Ambos são denominados funcionais e fazem parte do processo normal do ciclo ovulatório. Geralmente, eles não provocam sintomas e desaparecem de forma espontânea. Ter esses cistos não quer dizer que a mulher tenha OP ou SOP.<br />
Ovários policísticos (OP), como o próprio nome indica, são ovários que têm muitos cistos. Para que o caso seja considerado clinicamente como OP, é necessário que haja dez folículos de 10 mm em cada ovário, no mínimo. Estes cistos não desaparecem com o passar do ciclo menstrual e não são funcionais.<br />
Dentre os sintomas do OP estão: inchaço e sensação de pressão no abdômen, dor pélvica e dificuldade para engravidar. Menos comuns, mas que também podem acontecer: aumento de peso, cansaço, dor aguda na região lombar ou nas coxas, sensibilidade nas mamas, dor ao evacuar, náuseas e até vômitos.<br />
Muitas pessoas questionam se quem tem OP tem maior propensão para desenvolver SOP. A ligação entre as condições é inexistente. Na SOP é a produção desregulada de hormônios masculinos a responsável pela síndrome, não a pré-existência de cistos. Ou seja, uma mulher que tenha OP pode passar a vida toda sem desenvolver a SOP.</p>
<p>Tratamento<br />
Quem tem OP não precisa, necessariamente, de um tratamento. A mulher pode viver com seus folículos normalmente, sem apresentar queixas ou outros problemas de saúde por conta deles. Se a mulher apresentar alguma dificuldade para engravidar ou sintoma desconfortável, aí sim vale a pena buscar ajuda e tratamento.</p>
<p>Síndrome do Ovário Policístico (SOP)</p>
<p>Definição<br />
A SOP possui um quadro clínico maior e completamente diferente do quadro de quem tem OP.<br />
A Síndrome atinge 1 em cada 10 mulheres em idade fértil. Isso representa até 20% das mulheres em todo o mundo, somando – se mais de 100 milhões de casos ao redor do planeta.<br />
Quem tem SOP possui alterações hormonais, que precisam ser diagnosticadas e tratadas. Há aumento de hormônios masculinos e resistência insulínica na maior parte dos casos (o que origina os sintomas típicos da síndrome, como acne, queda de cabelo, oleosidade, ciclo menstrual irregular, pelos em excesso, cansaço e indisposição).</p>
<p>Diagnóstico<br />
A SOP é diagnosticada por uma série de exames em conjunto, combinados com as avaliações clínicas (de sinais e sintomas). Na mulher com SOP muitas vezes também é possível ver cistos no ovário através do ultrassom, mas essa não é uma regra, e mesmo em mulheres com ausência de cistos, pode-se confirmar o diagnóstico de SOP através de outros sintomas, sinais e exames.<br />
Os critérios para o diagnóstico da SOP ainda são motivo de discussão na literatura. De acordo com o consenso de Rotterdam, o diagnóstico de SOP inclui pelo menos dois dos seguintes critérios: amenorreia e/ou oligomenorreia (ciclos menstruais irregulares ou anovulatórios), sinais clínicos e/ou bioquímicos de hiperandrogenismo (principalmente hirsutismo, com aumento de pelos no rosto e no corpo) e/ou ovário policístico à ultrassonografia, excluindo-se outras causas com manifestações clínicas semelhantes.<br />
Esse consenso ainda define o OP pela presença de 12 ou mais folículos medindo entre 2 e 9 milímetros de diâmetro e/ou aumento do volume ovariano (maior que 10 cm3) ao exame ultrassonográfico.<br />
Vale mencionar que a avaliação e o diagnóstico da SOP não devem ser realizados quando a mulher utiliza contraceptivos hormonais, que podem levar a redução ou desaparecimento dos cistos, mascarando também outros sinais e sintomas. Nesse caso, a ausência ou o pequeno número de alterações podem induzir ao erro no diagnóstico da SOP.<br />
Importante: enquanto a observação de um ou até mesmo de poucos cistos ovarianos não caracteriza por si só a SOP, a sua ausência também não afasta essa possibilidade</p>
<p>Exames<br />
Para o correto diagnóstico da SOP são necessários exames de sangue para avaliação de insulina, glicemia, curva glicêmica, TSH, FSH, LH, testosterona total, testosterona livre, 17 OHP, SDHEA, SHGB, T3, T3 livre, T4, T4 livre, colesterol total e frações, vitamina D, hemoglobina glicada e homa-r.<br />
É importante também realizar o exame de ultrassonografia por via transvaginal e avaliação clínica (análise dos sintomas)</p>
<p>Tratamento<br />
O tratamento da SOP é tão complexo quando sua fisiopatologia.<br />
Primeiramente, precisamos saber quais os efeitos da SOP no organismo da paciente. É comum mulheres com a Síndrome terem alterações no metabolismo de carboidratos, com resistência à insulina (RI) e até a consequência de uma RI não tratada, que é o diabetes tipo 2. As mulheres com essa condição costumam sentir uma necessidade por carboidratos bem maior, além de mais cansaço, fadiga e indisposição.<br />
Observa-se também aumento de gordura no fígado, alterações de colesterol e triglicerídeos e disbiose (desequilíbrio da micro flora intestinal, com sintomas como gases, dilatação e distensão abdominal).<br />
Não menos comuns, são as mulheres que sofrem também de crises de ansiedade, Síndrome do Pânico e depressão.<br />
Todo esse conjunto de sinais e consequências também deve ser levado em consideração no tratamento, que consiste primeiramente na mudança de hábitos de vida.<br />
Mudar a alimentação, praticar atividades físicas e controlar o estresse são partes fundamentais do tratamento da SOP. Uso de suplementos e fitoterápicos também auxiliam no tratamento das disfunções e suas alterações.<br />
Medicamentos e anticoncepcionais não devem ser considerados como tratamento da SOP, uma vez que atuam pontualmente mascarando os sintomas mas não agem na causa do problema. Tratar os sintomas e não suas causas pode provocar uma ideia errada de cura, uma vez que os sintomas ficam amenos ou até desaparecem enquanto se faz uso dessas substâncias.<br />
Quando se tem o controle da SOP às custas de métodos contraceptivos hormonais ou antidiabéticos, deve-se ter consciência de que ao interromper o uso das drogas os sintomas voltarão, possivelmente piores e mais sérios.</p>
<p>A dieta<br />
A principal forma de tratamento da SOP é a dieta.<br />
Um planejamento alimentar personalizado, com baixo consumo de carboidratos e maior consumo de proteínas e gorduras saudáveis estimula o melhor funcionamento do organismo, controlando e remediando a resistência à insulina, que parece estar na origem dos sintomas e da própria doença.<br />
Importante: Não é qualquer low carb que resolve a questão, mas sim uma dieta funcional, rica em antioxidantes e nutrientes que auxiliam no bom funcionamento hormonal feminino.<br />
Mais uma vez, é imprescindível orientação profissional! Procure ajuda, por você e pela sua saúde!</p>
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		<item>
		<title>Seu intestino pode ser o culpado por você ter SOP!</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Dec 2018 14:34:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Você já ouviu falar da síndrome do ovário policístico, mais conhecida como SOP? Creio que sim, sempre falo sobre ela aqui nos meus textos, redes sociais, canal do Youtube... Trata-se de uma doença endócrina que acomete uma série de mulheres em idade fértil. Para ser mais exata, pode ser que atinja 20% das mulheres em &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você já ouviu falar da síndrome do ovário policístico, mais conhecida como SOP? Creio que sim, sempre falo sobre ela aqui nos meus textos, redes sociais, canal do Youtube&#8230;<br />
Trata-se de uma doença endócrina que acomete uma série de mulheres em idade fértil. Para ser mais exata, pode ser que atinja 20% das mulheres em todo o mundo, causando sintomas como queda de cabelo, acne, excesso de pelos, cansaço, compulsão por carboidratos, ciclos menstruais irregulares, entre outros sintomas e consequências.<br />
Tratar a síndrome é de extrema importância, não somente pelas alterações hormonais responsáveis por muitos sintomas como também (e principalmente) pela saúde da mulher.<br />
As causas e os mecanismos que levam à SOP ainda não estão 100% esclarecidos, mas o que se sabe até o momento é que se trata de uma doença que não tem cura. A boa notícia é que cada vez mais se conhece o papel da alimentação e do estilo de vida no tratamento, que pode controlar a SOP para sempre.<br />
A resistência insulínica, condição muito presente em mulheres com Síndrome do Ovário Policístico, se dá quando a insulina não executa suas funções corretamente. Ela pode ser produzida na quantidade ideal mas não estar desempenhando seu papel, pode ser produzida em quantidade elevada e não ser utilizada totalmente ou ainda não ser produzida em quantidade suficiente.<br />
Quando há excesso de insulina e ela permanece circulando no sangue, podemos dizer que ocorre um quadro chamado de hiperinsulinemia (excesso de insulina na corrente sanguínea). Esse seria o principal estimulante do desenvolvimento da SOP na mulher.  </p>
<p>A novidade agora é que a culpa por você ter SOP pode ser do seu intestino.<br />
Você dá importância para ele?<br />
Alguns fatores como alimentação rica em industrializados, ultraprocessados, farinhas brancas e alimentos pobres em fibras, juntam-se à vida sedentária do cotidiano, o que leva ao desequilíbrio da microbiota intestinal, também chamado de disbiose.<br />
Essa disbiose pode resultar em um surgimento da permeabilidade aumentada do intestino à lipopolissacarídeos, alimentos de bactérias gram-negativas que se multiplicarão além do esperado, influenciando nosso sistema imunológico à induzir um estado de resistência insulínica.<br />
A insulina que aumentará no sangue, levará ao aumento da produção dos hormônios androgênicos, como a testosterona. Esse aumento é o principal motivo pelos quais surgem os sintomas citados no início do texto.<br />
E então, gera-se um ciclo: a alimentação desregulada e inadequada que leva ao desequilíbrio da microbiota intestinal, que pode levar e agravar a resistência insulínica, que levará ao aumento dos andrógenos e estes causarão os sintomas da síndrome.<br />
Com os hormônios andrógenos aumentados, outros poderão entrar em níveis não adequados, provocando outras consequências que surgem quando a SOP não é tratada.<br />
Por isso, se você é mulher, cuide da sua alimentação e do seu estilo de vida, para que assim previna possíveis doenças como essa e tantas outras ocasionadas pela má alimentação.<br />
Se você tem SOP e o seu intestino não está funcionando regularmente, trate – o para que o tratamento da síndrome seja mais eficaz.<br />
Procure sempre ajuda nutricional!</p>
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		<item>
		<title>SOP: 10 SINTOMAS QUE VOCÊ NÃO PODE IGNORAR</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Nov 2018 14:27:47 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[Como já disse em alguns textos por aqui, a SOP, é uma doença endócrina que acomete uma série de mulheres em idade fértil e que altera diversos hormônios, causando alguns sintomas. A síndrome é caracterizada pelo aumento dos hormônios masculinos, em sua maioria a testosterona, que desencadeia a alteração de outros hormônios em cascata, causando &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Como já disse em alguns textos por aqui, a SOP, é uma doença endócrina que acomete uma série de mulheres em idade fértil e que altera diversos hormônios, causando alguns sintomas.<br />
A síndrome é caracterizada pelo aumento dos hormônios masculinos, em sua maioria a testosterona, que desencadeia a alteração de outros hormônios em cascata, causando diversos sintomas.<br />
Muitas mulheres possuem todos os sintomas ativos, outras nem todos&#8230; mas não é uma regra! Você pode ter todos, como ter apenas um ou dois, e é por isso que os exames são de extrema importância para que você consiga saber de fato, onde estão os pontos que precisam ser tratados.<br />
Uma outra questão é que a intensidade dos sintomas é bem relativa. Em algumas mulheres, vem com uma alta intensidade, e em outras, aparecem bem pouco. E é aqui que mora o problema.<br />
Muitas mulheres não se incomodam com os sintomas por serem amenos ou não perceptíveis, e por isso, não se preocupam em tratam a SOP.<br />
Agora você deve estar se perguntando: se não tenho sintomas ou tenho poucos e eles não me incomodam, porque isso seria um problema?<br />
A questão está nas possíveis consequências de uma SOP não tratada, que variam desde o desenvolvimento de diabetes tipo 2 até doenças cardio vasculares, síndrome do pânico, depressão, trombose, entre outras.<br />
Vou te falar aqui 10 sintomas da SOP que você NÃO pode ignorar, que precisa investigar etratar por mais que eles não te incomodem ou que estejam em baixa intensidade.<br />
&#8211; Ganho de peso<br />
&#8211; Manchas na pele<br />
&#8211; Acne<br />
&#8211; Queda de cabelo<br />
&#8211; Hirsutismo (aumento dos pelos no rosto, glúteos, peito, seios e virilhas)<br />
&#8211; Falta de energia e indisposição<br />
&#8211; Depressão<br />
&#8211; Dificuldade para engravidar<br />
&#8211; Ciclos menstruais irregulares<br />
&#8211; Compulsão e maior necessidade por carboidratos<br />
Cada sintoma precisa ser olhado e analisado com cautela, para que você consiga trata-lo da forma correta.<br />
Um exemplo: você sempre manteve o peso sob controle, mesmo que não facilmente. Nos últimos meses ou anos ganhou mais peso que o habitual e os esforços que antes surtiam efeito hoje parecem não resultarem em nada. Você então cansou de lutar contra a balança e preferiu se aceitar com os quilinhos a mais mesmo. Qual o problema disso? O aumento de peso pode piorar a resistência à insulina, condição extremamente comum e que atinge mais de 90% das mulheres com SOP. Com o aumento de peso e o agravamento dessa resistência à insulina, o metabolismo piora como um todo, e com isso pioram o cansaço, a compulsão por carboidratos doces ou salgados, os sintomas de depressão, ansiedade ou síndrome do pânico, e até os sintomas clínicos que surgem com a piora dos hormônios, tais como pelos, acne, queda de cabelo e irregularidade dos ciclos menstruais.<br />
Quando não tratamos cada sintoma da SOP, estamos não só os deixando mais intensos como também favorecendo o aparecimento de outras e novas doenças.<br />
Devemos nos lembrar sempre: para cada sintoma não tratado, estamos colocando um tijolinho a mais no muro da SOP, para que ela piore a cada dia e intensifique cada vez mais as manifestações.<br />
Cuide da sua saúde e diga adeus aos sintomas da SOP. A alimentação é parte fundamenta desse tratamento!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>SOP E TIREOIDE: QUAL A RELAÇÃO?</title>
		<link>https://cantinhodanutri.com.br/sop-e-tireoide-qual-a-relacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Nov 2018 19:49:48 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
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		<category><![CDATA[sop]]></category>
		<category><![CDATA[tireoide]]></category>
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					<description><![CDATA[Você já ouviu falar que a síndrome do ovário policístico (SOP) possui uma relação com a tireoide? Sim, possui. Mas antes de te mostrar qual é a relação, vamos falar um pouquinho de cada ponto separadamente. A SOP é uma doença endócrina que não possui cura, e por esse fato necessita de um tratamento contínuo &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você já ouviu falar que a síndrome do ovário policístico (SOP) possui uma relação com a tireoide? Sim, possui.<br />
Mas antes de te mostrar qual é a relação, vamos falar um pouquinho de cada ponto separadamente.<br />
A SOP é uma doença endócrina que não possui cura, e por esse fato necessita de um tratamento contínuo e duradouro.<br />
A síndrome envolve uma série de alterações hormonais que elevam principalmente os hormônios masculinos, entre outros.<br />
Já a tireoide é uma glândula em forma de borboleta, que fica localizada no pescoço  e é uma das maiores glândulas do corpo humano.<br />
Ela age na função de órgãos importantes como o coração, cérebro, fígado e rins. Interfere, também, no crescimento e desenvolvimento das crianças e adolescentes; na regulação dos ciclos menstruais; na fertilidade; no peso; na memória; na concentração; no humor; e no controle emocional.<br />
É de extrema importância que ela esteja funcionando em perfeito estado, para que tudo ocorra e funcione com harmonia e normalidade.<br />
Ela é responsável pela produção de T3 e T4, hormônios que atuam em todos os sistemas do nosso organismo e podem agir em nosso metabolismo.<br />
E quando a tireoide não está funcionando corretamente? Ela pode liberar esses hormônios em excesso ou em quantidade insuficiente.<br />
Sabemos que quando os hormônios não estão regulados, algumas consequências podem aparecer. Quando os hormônios T3 e T4 estão aumentados, temos o hipertireoidismo, já quando eles estão em quantidades insuficientes, podem levar ao hipotireoidismo.<br />
Vale lembrar que na SOP, além dos níveis alterados de hormônios masculinos, os hormônios T3 e T4 também são alterados em alguns casos.<br />
Alguns estudos vêm mostrando a relação da síndrome do ovário policístico com o hipotireoidismo. E então descobriram que a SOP e o hipotireoidismo andam de mãos dadas, e que ele pode ser a causa da SOP. Mas nada comprovado 100%.<br />
Então, se pararmos para pensar a alteração desses dois hormônios podem trazer uma série de consequências, tanto no hipotireoidismo quando na SOP.<br />
Para o diagnóstico, um exame de sangue pode solucionar. Analisar os níveis de TSH, T3 e T4 já nos mostram a probabilidade do hipotireoidismo.<br />
Já para o diagnóstico da SOP, outros exames precisam ser realizados, como LH. FSH, insulina, curva glicêmica, glicemia em jejum, ultrassom, vitamina D, 17 OHP, homa – r.<br />
Portanto, se você está percebendo sintomas comuns de algumas dessas patologias, o ideal é investigar, para que faça o tratamento correto, se houver alguma disfunção.<br />
Gostou da informação? Compartilha o texto com quem conhece! </p>
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		<title>ALIMENTOS QUE DEVEMOS EVITAR QUANDO SE TEM SOP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Nov 2018 19:31:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
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		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[A síndrome do ovário policístico, também conhecida como SOP ou SOMP é uma doença endócrina, que infelizmente não tem cura e que envolve uma série de alterações hormonais. Com as alterações hormonais, alguns sintomas são presentes na rotina da mulher, e muitas vezes, acabam incomodando a rotina e até a autoestima. Como citado acima, a &#91;...&#93;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A síndrome do ovário policístico, também conhecida como SOP ou SOMP é uma doença endócrina, que infelizmente não tem cura e que envolve uma série de alterações hormonais.<br />
Com as alterações hormonais, alguns sintomas são presentes na rotina da mulher, e muitas vezes, acabam incomodando a rotina e até a autoestima.<br />
Como citado acima, a SOP não possui cura, e por esse fato, o tratamento é de extrema importância!<br />
Hoje, o tratamento da SOP considerado como carro chefe é a mudança de estilo de vida, com a alimentação e a prática de atividades físicas adequadas.<br />
Como a síndrome acarreta diversas alterações hormonais, a alimentação interfere diretamente nesse ponto, e pode ser tanto benéfica quanto maléfica.<br />
Hoje vou falar sobre alguns alimentos que podemos evitar ou reduzir em nossa alimentação, para que os sintomas sejam controlados e as possíveis consequências não apareçam!<br />
Hoje, no mundo atual, a alimentação está baseada e concentrada em carboidratos refinados, como doces e farinhas brancas. Tais alimentos são considerados pró inflamatórios, piorando a síndrome metabólica das mulheres com SOP.<br />
Os cereais por exemplo, possuem algumas toxinas que podem atingir o intestino, inibindo a digestão e prejudicando a absorção de alguns nutrientes, muitos dos quais, de extrema importância no tratamento e controle da SOP! Isso normalmente acontece devido ao glúten! Mas muitos estudos ainda estão sendo realizados e essa informação ainda não é 100% clara e precisa.<br />
Alguns estudos mostraram que a diminuição do glúten pode diminuir a resistência insulínica (sintoma comum da SOP, onde a insulina não desempenha seu papel de forma correta e que pode levar a diversos outros sintomas, tais como: cansaço excessivo, vontade por doce, indisposição para as atividades diárias e até a quadros de diabetes.)<br />
Os laticínios também podem estar envolvidos com um processo inflamatório. Estudos mostram que o problema está mais ligado a uma proteína, chamada de caseína A1, que parece fazer com que o sistema imune produza substâncias inflamatórias.<br />
Estudos também mostram evidências negativas sobre o uso de xarope de milho, que possui um alto teor de frutose. O problema não está na frutose em si, mas sim quando ela é transformada em xarope de milho, um verdadeiro agressor para o seu corpo. Ele aumenta a inflamação, a resistência à insulina e a doença hepática gordurosa não alcoólica (condição presente em uma alta porcentagem de mulheres com SOP).</p>
<p>Além disso, é importante evitar os alimentos industrializados que também podem aumentar o estado inflamatório do organismo!</p>
<p>Os adoçantes também precisam ser evitados, pois favorecem o nosso paladar a sempre querer algo mais doce, dificultando o desestimulo dos produtos açucarados. Além de que ,podem também interferir na insulina e provocar picos glicêmicos, o que não é interessante na mulher com SOP, já que altos níveis de insulina podem provocar o aumento de hormônios androgênicos, que são responsáveis pelos sintomas na mulher com SOP, tais como: acne, queda de cabelo, ciclo irregular, pelos em excesso. </p>
<p>Portanto, cuide da sua alimentação! Não deixe de tratar a SOP! Ela pode ser maior do que você pensa, mas você dar a volta por cima, e controla-la! Afina, #QuemMandaNaSopSomosNós!</p>
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